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No despertar das Consciências Coletivas

Queridos irmãos e irmãs, neste momento que passamos por muitas movimentações terrestres que afetam diretamente ou indiretamente a sobrevivência humana de muitos de nossos irmãos, vibremos pela vida na Terra. O que o planeta está nos alertando?

Se observarmos por todo globo percebemos que a violência se torna a cada dia mais comum, as ações do humano como coletividade se agravam nos distanciamentos das relações humanas e qualidade de vida, no consumo constante e irresponsável da natureza planetária, que se doa pela evolução e o humano pela ambição por terra, por valores, por satisfação e comodismo do sistema social, que leva ao sacrifício do perfeito ecossistema terrestre que se molda, ajusta, adapta-se para suportar com equilíbrio, o humano em sua busca incessante por poder.

Infelizmente, sabemos que como coletividade, essa é nossa realidade atual.

Sendo assim, como alertar aos que dormem que o limite do equilíbrio terrestre está chegando ao seu ápice?

Se pararmos agora e sentirmos em nosso coração, o que percebemos, o que o Cristo planetário nos diz? Sim, porque todos podemos ouvi-lo, a todo ser é dado, “Olhos de ver e Ouvidos de ouvir” basta o real querer.

A humanidade ao longo de sua trajetória evolutiva, construiu "seus passos” nas experimentações da dor, e agora, mesmo a dor se tornando quase insuportável por muitos humanos que vivem em miséria extrema no mundo, nós como humanidade, ainda não conseguimos mudar nosso conceito de sermos egoístas e buscar o prazer próprio, sem observar seu próximo, tanto que a própria Crista planetária, paga um preço por nossa evolução.

E como nos acordar como humanidade, que precisamos mudar?

O que mudar? Assumir nossa maturidade pelos conhecimentos que já somos cientes, exatamente assim o planeta nos acorda, sensibilizando a coletividade de seres humanos que somos, para lembrar de nossa fraternidade de povos, no que ainda seremos.

Fraternalmente nessa vibração coletiva, pedimos ao mestre Hermes e a Alta espiritualidade em unirmos nossos corações no Despertar das Consciências Coletivas, em doarmos um pouco de nossa energia mentalizada e direcionada, para nos libertarmos deste sono hipnótico, “prisão de dor nossa e de nosso próximo” que nos impomos em inconsciência cômoda como humanidade.

Somos Luz, Somos Todos UM!!!

Em planeta, em humanidade, em vida!!

Vibração Coletiva (21/11/2018) – No Despertar das Consciências Coletivas

No despertar das Consciências Coletivas

Queridos irmãos e irmãs, neste momento que passamos por muitas movimentações terrestres que afetam diretamente ou indiretamente a sobrevivência humana de muitos de nossos irmãos, vibremos pela vida na Terra. O que o planeta está nos alertando?

Se observarmos por todo globo percebemos que a violência se torna a cada dia mais comum, as ações do humano como coletividade se agravam nos distanciamentos das relações humanas e qualidade de vida, no consumo constante e irresponsável da natureza planetária, que se doa pela evolução e o humano pela ambição por terra, por valores, por satisfação e comodismo do sistema social, que leva ao sacrifício do perfeito ecossistema terrestre que se molda, ajusta, adapta-se para suportar com equilíbrio, o humano em sua busca incessante por poder.

Infelizmente, sabemos que como coletividade, essa é nossa realidade atual.

Sendo assim, como alertar aos que dormem que o limite do equilíbrio terrestre está chegando ao seu ápice?

Se pararmos agora e sentirmos em nosso coração, o que percebemos, o que o Cristo planetário nos diz? Sim, porque todos podemos ouvi-lo, a todo ser é dado, “Olhos de ver e Ouvidos de ouvir” basta o real querer.

A humanidade ao longo de sua trajetória evolutiva, construiu “seus passos” nas experimentações da dor, e agora, mesmo a dor se tornando quase insuportável por muitos humanos que vivem em miséria extrema no mundo, nós como humanidade, ainda não conseguimos mudar nosso conceito de sermos egoístas e buscar o prazer próprio, sem observar seu próximo, tanto que a própria Crista planetária, paga um preço por nossa evolução.

E como nos acordar como humanidade, que precisamos mudar?

O que mudar? Assumir nossa maturidade pelos conhecimentos que já somos cientes, exatamente assim o planeta nos acorda, sensibilizando a coletividade de seres humanos que somos, para lembrar de nossa fraternidade de povos, no que ainda seremos.

Fraternalmente nessa vibração coletiva, pedimos ao mestre Hermes e a Alta espiritualidade em unirmos nossos corações no Despertar das Consciências Coletivas, em doarmos um pouco de nossa energia mentalizada e direcionada, para nos libertarmos deste sono hipnótico, “prisão de dor nossa e de nosso próximo” que nos impomos em inconsciência cômoda como humanidade.

Somos Luz, Somos Todos UM!!!

Em planeta, em humanidade, em vida!!

Roger Responde 045 – Jesus, médium do Cristo.

045 – Pergunta (25/10/2010): Recentemente, em uma reunião espírita que participei, foi posto em pauta a “Natureza de Jesus”. Relatando perguntas como: Jesus era médium? Era Deus?… na primeira pergunta lembrei de uma colocação do livro Universalismo Crístico, onde é relatado que Jesus era médium do Cristo. Porém, a resposta dos espíritas foi “Não”, ele não era médium! Eu não indaguei nada para não me sentir um pouco afastado da discussão e, possivelmente, inferior aos conceitos “espíritas”. A colocação que eles fizeram foi que Jesus era um ser de suprema elevação espiritual e não precisava da mediunidade para pregar o que ele estava destinado a pregar. Mas ainda tenho minhas dúvidas. Em que conceito ele poderia ser médium do Cristo? E aproveitando a oportunidade gostaria que você diferenciasse Jesus do Cristo, pois os espíritas tem plena convicção que Jesus é o próprio Cristo.

Roger: Se fôssemos perguntar aos membros das demais religiões cristãs se Jesus é Deus, certamente responderiam que “absolutamente sim”. Quanto mais admiramos uma personalidade incomum, mais fácil fica divinizá-la. Foi assim no antigo Egito. O próprio Hermes, o mentor espiritual de nosso trabalho, foi divinizado como o deus Toth na antiguidade, devido a sua existência incomum naquele período, e também como a deusa Ártemis na época da Atlântida, conforme relatamos no livro “Atlântida – No reino das Trevas”.

Os espíritas já conseguiram se libertar dessa extrema admiração à personalidade incomum de Jesus, aceitando-o como um espírito excelso, e não mais como se fosse o próprio Deus. Antes do Espiritismo essa seria uma visão inconcebível! Portanto, é natural que os espíritas ortodoxos sintam-se melindrados com a afirmação de que Jesus não é o Cristo. Aos olhos deles, isso seria “diminuí-lo” a um patamar que não conseguem aceitar, devido a imensa admiração que possuem pelo Mestre dos mestres. No entanto, não existe demérito nenhum em ser médium do Cristo Planetário. Pelo contrário, essa é uma tarefa grandiosa designada apenas a espíritos incomuns, como Jesus, que veio a tornar-se governador espiritual da Terra durante toda a era de Peixes.

O Cristo Planetário é o “Logos” do planeta Terra, espírito que já viveu a “segunda morte”, que é a desintegração do corpo perispiritual; ele, portanto, vive somente no plano mental. Dessa forma, não possui condições de reencarnar em um corpo físico, pois não tem mais o veiculo intermediário (perispírito) para isso. O interessante é que Jesus, nos dias atuais, também já não o possui mais. Ele já sofreu a “segunda morte” por causa de sua fantástica ascensão, fruto de sua notável missão há dois mil anos e de sua regência durante esse período. Logo, aqueles que esperam a volta de Jesus encarnado, devem compreender que ele não possui mais condições para retornar ao mundo físico, além de estar envolvido em incumbências ainda mais superiores no Mundo Maior. Se todos evoluímos com o passar dos séculos, imaginem Jesus o quanto evolui nos últimos 20 séculos! E quem crê que ele já era perfeito e não precisa mais evoluir, ainda está mais enganado. A evolução é infinita e o plano evolutivo da Terra é um dos mais primários do Universo.
Deixemos as paixões religiosas à parte, e procuremos refletir racionalmente que Jesus trata-se de um amado irmão em estágio mais avançado de evolução, que desceu de seu reino de Luz para mostrar-nos o caminho da iluminação. Apenas isso. Endeusá-lo apenas atesta a nossa fraqueza para seguir seu admirável exemplo de vida, apontando-o como uma meta inatingível, digna somente de um Deus vivo. Por isso sempre afirmo que Jesus não veio para salvar-nos. Ele nem pode fazer isso! Salvar-se cabe somente a cada um de nós, através do aprendizado das lições ministradas por esse genial professor, um dos mais notáveis intérpretes do Cristo em toda a história da Terra.

E se acreditarmos que Jesus era o Cristo, então a sua missão falhou, pois o mundo todo não é cristão e nem vai o ser no futuro. É, (e foi no passado), inútil tentar “cristianizar os povos bárbaros” como foi feito na época das Cruzadas. Agora se percebermos que ele era médium do Cristo, encarregado de implantar a visão crística na cultura ocidental, então tudo muda de figura. Vemos que ele, ao lado dos demais avatares do planeta, realizaram com êxito suas missões, trazendo a toda humanidade a mensagem do amor e da sabedoria crística: “ama ao teu próximo como a ti mesmo e não faças aos outros aquilo que não gostaria que te fizessem”. (Veja a lei áurea das 10 maiores religiões da Terra na página “Apresentação” nesse mesmo site).

Se nos despirmos da paixão emocional de adorarmos Jesus, quase como se fosse uma divindade, e o analisarmos racionalmente como um dos maiores mestres que já viveu na Terra, perceberemos que faz muito sentido a afirmação de que Jesus não era Deus e também não era o Cristo. E que Deus ilumine, hoje e sempre, esse nosso grande irmão que instruiu a civilização ocidental, oferecendo-lhe o roteiro para libertar-se da escuridão.

 

Roger Responde 026 – Jesus encarnou como Buda, Krishna, Moisés ou foram todos estes médiuns do Cristo?

026- Pergunta (14/06/2010): Primeiramente gostaria de dizer que eu e minha mãe adoramos seus livros! Sua linguagem é muito didática e gostosa de ler! Sou cientista e gosto tanto de estudar sobre assuntos espirituais que até montei um grupo de estudos na USP sobre ciência e espiritualidade que a cada dia aparecem mais interessados! Existe apenas uma dúvida que não entrou na minha cabeça e da minha mãe: não conseguimos aceitar as encarnações de Moisés à que você se refere no livro da Atlântida. Como Moisés, um ser extremamente elevado e pacífico, poderia vir a ser Maomé, que incitou tantas guerras? Preferimos acreditar no livro “Moisés, o vidente do Sinai” psicografado por Josefa Rosália tendo como espírito Hilarion de Monte Nebo. Lá, de acordo com o arquivo da Luz, que não mente jamais, as encarnações de Moisés foram: Juno e Numo na Lemúria, Anfião e Antúlio na Atlântida; Abel, Krishna e Buda. Sendo sua última reencarnação como Jesus. Assim sendo, gostaria que verificasse com seus guias espirituais a veracidade de minhas afirmações em relação a esse assunto.

“Roger: Obrigado pelo apoio ao nosso trabalho. Vejam que interessante! A pergunta da semana passada apontava Moisés como um homem totalmente ambicioso, interesseiro, manipulador, vingativo e egocêntrico. E na de hoje ele é apresentado como uma das encarnações do próprio Jesus, o mais excelso espírito que já desceu à face da Terra da terceira dimensão. Por isso afirmei na semana passada que os livros mediúnicos devem ser apreciados com cautela, procurando se ater mais a essência da mensagem do que aos textos literalmente.

As informações que trazemos em nossa trilogia: “Implantação do Monoteísmo na Terra” (Akhenaton – A Revolução Espiritual do Antigo Egito, Moisés – O Libertador de Israel e Moisés – Em busca da Terra Prometida) foram orientados por Hermes e seguem a visão trazida por Ramatís em meados do século passado. Ramatís nos mostra que o Cristo Planetário jamais encarnou na Terra e, sim, utilizou-se de diversos médiuns, espíritos incomuns, para trazer a sua mensagem a cada povo do mundo. Esses médiuns são os mesmos avatares que citaste na pergunta (entre outros), sendo que nenhum deles é o mesmo espírito. Inclusive Jesus só encarnou em nosso mundo na personalidade que conhecemos há 2.000 anos. Todos estes avatares foram “mediunizados” pelo Cristo para executarem as suas missões. Por isso a semelhança das mensagens espirituais em todo o mundo. Em resumo: Jesus, por exemplo, não era o Cristo, mas sim o médium do Cristo, que trata-se de uma entidade da categoria dos arcanjos, que são responsáveis pela evolução das diversas escolas evolutivas do Universo e que estão impossibilitados de habitar um limitado corpo físico devido a expansão de sua luz, fruto de uma evolução de milhões de anos.

Já as informações que trazes em teu e-mail são procedentes da médium argentina Josefa Rosália Luque Álvarez. Ela crê e divulgou em seus textos que o Cristo reencarnou nos avatares que citas em tua mensagem e, portanto, todos eram o mesmo espírito. Peço que reflitas sobre a afirmação que tu fizeste em tua pergunta: “Lá, de acordo com o arquivo da Luz, que não mente jamais,…”. Creio também que o “arquivo da Luz” não mente jamais. A pergunta é: “E quem leu esse arquivo da Luz?” Esse médium estaria apto a interpretar essas informações, codificadas na linguagem celestial, e traduzi-las para a humana, sem distorcê-las? Pense sobre isto.

Eu li os livros que citaste e, por exemplo, soa-me estranha a ideia de que Ramsés era amigo de Moisés e que pediu para ele partir com o povo hebreu porque o povo egípcio havia se corrompido. Todos os registros históricos desse famoso faraó apontam para uma personalidade completamente diferente da apresentada no livro “Moisés – o vidente do Sinai”. Ramsés era um guerreiro impiedoso, e por isso ele construiu um império que se manteve intacto durante todo o seu reinado (62 anos). Ele desencarnou com mais de 90 anos de idade.

Além disso a personalidade de Moisés no “Velho Testamento” (mesmo que deturpada em alguns pontos) é radicalmente oposta à bondade e à mansuetude angelical apontada nesse livro. Não existe similaridade entre o Moisés apontado nesse livro com o Moisés bíblico. E devemos lembrar que Akhenaton (informações históricas comprovadas por arqueólogos) tentou realizar uma transição pacífica para o monoteísmo 100 anos antes e não obteve êxito. A evolução espiritual das massas era muito crua para isso há 3.300 anos. Como Moisés conseguiria realizar isso sendo bondoso e manso? Como libertar e liderar um povo rebelde e em meio a diversas guerras no deserto apenas usando de docilidade para com os inimigos?

Os médiuns em geral estão sempre aprisionados aos seus próprios paradigmas (assim como o homem em geral). É muito difícil ao espírito comunicante trazer informações que ultrapassem a compreensão e o sistema de crenças dos médiuns. Por mais que o médium seja qualificado, ele ainda é escravo de suas limitações psíquicas. Ele sente a mensagem do mentor, mas não consegue romper com as suas crenças pré-estabelecidas, contaminando a mensagem pura que vem dos planos superiores.

Qual médium está mais próximo da verdade? Impossível definir. A não ser que comparemos o relato mediúnico às informações históricas e científicas que a humanidade física já possui. Como ainda tateamos no escuro com relação a comprovações incontestáveis, o ideal é nos prendermos a essência da mensagem, e não a informações pontuais que possam ter sido distorcidas pela limitação dos médiuns, que são todos humanos e falíveis.

Em resumo: creia naquilo que te faz feliz e auxilia a tua caminhada. Mas também permita-se ao questionamento de tuas próprias crenças. A verdade está onde se encontra o bom senso e a lógica. O amor já sabemos onde encontrar: ama ao teu próximo como a ti mesmo e não faças aos outros aquilo que não gostaria que te fizessem.”

Roger Responde 015 – Regência espiritual da Terra: Jesus, Saint Germain, Cristo.

015 – Pergunta (22/03/2010): “Há várias décadas as mais diversas linhas de crença e pensamento vem falando sobre A Nova Era, ou mais especificamente A Era de Aquário. Isso fica escrito e explorado no seu livro ”Sob o Signo de Aquário”! Segundo você nos narra nessas belas páginas a Terra passará a ter Saint Germain como novo Regente Espiritual, sucedendo Jesus, nos guiando rumo a novos avanços do Planeta Gaia. E quanto ao Cristo Cósmico? O mesmo Ser que vem servindo de filtro e amparo das energia de incompreensíveis de planos elevados seguirá nos banhando de Luz ou haverá também uma sucessão com a entrada da era Violeta? Gostaria que você explorasse um pouco o assunto.”

Roger: Como já afirmamos no livro “A Nova Era – Orientações Espirituais para o Terceiro Milênio” e também no livro “Sob o Signo de Aquário – Narrações sobre Viagens Astrais”, Jesus e o Cristo não são a mesma entidade espiritual. Jesus foi o maior entre os médiuns do Cristo e está encerrando o seu atual mandato de governador espiritual da Terra, cargo que está sendo cedido a Saint Germain neste processo atual de transição planetária. A Nova Era, a era de Aquário, será regida pelo mestre da Chama Violeta. Já o Cristo é uma entidade de evolução mais avançada e que não possui mais forma de manifestação física. Ele é uma essência que interpenetra todo o globo terrestre e rege o processo evolutivo de nosso planeta. Por não poder mais manifestar-se no limitado mundo das formas físicas, ele “inspirou” almas de alto quilate espiritual, como Jesus, Krishna, Buda, Zoroastro, Antúlio, Moisés, Maomé, Confúcio, entre outros, para realizar as inesquecíveis missões de esclarecimento espiritual que observamos no decorrer da história de nossa humanidade, em meio as mais diferentes culturas.

A governança espiritual da Terra está passando das mãos de Jesus para Saint Germain. Já o espírito do Cristo Planetário só abandonará a sua tarefa de ser a “alma do nosso mundo” quando ocorrer a morte do planeta. A Terra é o seu corpo e eis a sua missão: manter vivo esse organismo, esse maravilhoso ser vivo que chamamos de Gaia, e que o homem insiste em agredir com a sua busca insana por poder e riquezas transitórias.

O Cristo Planetário assumiu essa incumbência desde a gestação da vida em nosso planeta e só se desligará dele com a sua extinção. Apesar de parecer um tempo gigantesco aos olhos de nossa curta existência física, para espíritos da categoria dos Arcanjos, esse é um breve momento em sua caminhada eterna. Além do mais o seu processo de evolução se encontra em faixas inimagináveis a nossa limitada compreensão. O Cristo Planetário é o representante direto de Deus na Terra. O “transformador energético” que modula a Luz Divina de acordo com a nossa baixa capacidade receptiva.

Lembramos que o termo “Cristo Planetário”, utilizado para designá-lo, foi só uma forma de identificação a partir da interpretação evangélica que nos diz que Jesus era médium de um ser maior, denominado de Cristo (O Ungido) por seus seguidores. (Não me chameis de mestre, pois temos um único mestre, e ele é o Cristo). Assim derivamos o termo Crístico, do termo Cristão, para representar claramente a mensagem recebida por todos os médiuns do Cristo na história de nossa civilização, e não somente a mensagem recebida por Jesus Cristo (Jesus médium do Cristo).

Essas informações também podem ser obtidas com mais detalhes nos livros “O Sublime Peregrino” e o “Evangelho à Luz do Cosmo” de Ramatís, Editora do Conhecimento.

Roger Responde 010 – Quem é o Cristo Planetário? Quem entregou a Moisés as tábuas da Lei?

10 – Pergunta (15/02/2010): “Sobre “O Cristo Planetário”. Radamés ou Hermes fala no Grande Espírito que é Jesus. Ele fala que o Cristo planetário inspirou Jesus. Fala também em Deus Criador e em Javé, Jeová ou Iavé. Quem é o Cristo planetário?!
Quem Realmente entregou a Moisés as tábuas da Lei?! Jesus ou o Cristo planetário?!”

Roger: O Cristo Planetário foi quem entregou as tábuas da Lei a Moisés. Moisés, assim como Jesus, foi médium do Cristo Planetário, que é um espírito da categoria dos arcanjos, sem condições de encarnar na Terra devido a sua imensa luz. Informações mais detalhadas sobre isso em nosso livro “A Nova Era” ou então no livro “O Sublime Peregrino” de Ramatís.