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A Espiritualidade em Nosso Cotidiano

Queridos irmãos, nessa semana convidamos todos a refletir sobre como a espiritualidade permeou a história desde as antigas civilizações, em como ela está inserida em nossas vidas e qual seria a sua real função na transformação da Terra para a Nova Era.

Diante de diversas abordagens e reflexões realizadas aqui, fica a certeza de que a transformação da terra para um planeta de regeneração só irá se concretizar a partir de diversas mudanças conscienciais e comportamentais na humanidade. A paz no mundo, por exemplo, só será implantada no momento em que todos os seres estiverem na mesma faixa vibratória, pois enquanto existir nem que seja um pequeno grupo que acredite na guerra como uma solução correta para os problemas, a guerra ocorrerá e os que forem atacados terão que se defender dando sempre continuidade a esses tristes acontecimentos. A espiritualidade entra como uma poderosa ferramenta para a reforma psíquica da humanidade, já que amplia a nossa consciência nos convidando a reforma íntima e nos ensina o amor ao próximo.

Desde as primeiras civilizações conhecidas pela história, a espiritualidade sempre esteve presente, o que a difere nas diversas épocas era a maneira como era vista. O conhecimento, e nele incluímos o estudo e vivência da espiritualidade, sempre foi limitado entre os homens e ainda é até hoje, pois o poder e a ganância sempre foram mais fortes do que a divulgação do conhecimento e das verdades eternas.

Lembramos que depois de uma intensa vivência na escuridão, que foi a época da Idade Média, a reforma protestante liderada por Martinho Lutero resulta no período renascentista, que reivindicava justamente a fé raciocinada, trazendo à tona a união da fé e da ciência. Mas infelizmente a maioria dos conceitos e causas defendidas por nomes importantes da história, que não tiveram medo de transgredir se perdem com a sua morte, pois a partir daí começam a ser distorcidas, resultando em diferentes ideologias que não são fiéis às originais de seus líderes.

O Brasil é um país com uma diversidade imensa de credos, mas talvez justamente em razão dessa diversidade, estamos cada vez mais perdidos em relação a nossa espiritualidade, passamos a conhecer todos os caminhos, mas ao mesmo tempo não conseguimos seguir por um único. Muitas pessoas sabem e sentem que precisam trabalhar mais o seu lado espiritual, mas não sabem por onde começar. Vivemos um momento onde temos liberdade de expressão, em que circula uma enxurrada de informações de diversas fontes, só que muitas vezes não sabemos como utilizá-las. As informações estão todas separadas e para ter um melhor entendimento de tudo, é extremamente necessário relacionar sem preconceitos os estudos tradicionais com os espirituais.

Relacionando a parte histórica com os estudos espiritualistas, vemos como é facilmente explicado o nosso atraso em termos de espiritualidade. Apesar de sermos extremamente sensitivos até hoje somos orientados a ter medo de tudo que foge ao plano material, e assim somos sempre freados para esse desenvolvimento. Temos sim que possuir muito respeito quando lidamos com o plano espiritual, afinal estamos sempre em contato com seres de todas as ordens e por isso cuidado e cautela é essencial. Porém, temos também que começar a trocar o medo pelo conhecimento e assim cada vez mais entraremos em sintonia com os bons espíritos, que se dedicam arduamente ao bem comum da humanidade, a aproximação deles ocorre de acordo com a nossa sintonia e intenção em tudo que fazemos.

Tudo que existe evolui, inclusive a Espiritualidade. É preciso que criemos uma unidade maior entre o mundo material e o mundo espiritual, sendo este o princípio de um bom desenvolvimento mediúnico. Quando citamos o desenvolvimento mediúnico, não estamos abordando trabalhos em centros espiritualistas, mas sim o nosso contato direto com o plano espiritual, ou seja, o desenvolvimento de nosso sexto sentido no dia-a-dia, sem que sejam necessários rituais ou um ambiente específico para trabalharmos o nosso lado mais sutil. Se nos mantivermos equilibrados, seguindo os preceitos ensinados pelo nosso mestre Jesus, teremos o auxilio mais de perto de irmãos que simpatizam com os nossos ideais e que nos ajudarão no processo de aproximação entre os planos.

É importante criarmos a consciência de que não vivemos duas vidas distintas, como se hoje fôssemos humanos e depois da morte espíritos, nós sempre fomos e nunca deixaremos de ser um espírito, somente nos foi emprestado um corpo mais denso para que pudéssemos atuar no palco do mundo material, assim como necessitamos de uma roupa e equipamento especial quando vamos interagir embaixo do mar, necessitamos do corpo para transitar aqui. Quando nascemos ou morremos no plano físico não perdemos nossa identidade, continuamos sendo o mesmo espírito, com ou sem a roupagem especial para tal interação em um mundo específico.

Passemos a vivenciar a unidade entre a matéria e o espírito, entre o Eu Exterior e o Eu Interior. Viver o mundo material separadamente, buscando o mundo espiritual somente em nosso tempo livre é o grande erro que estagna a nossa evolução espiritual. Vibremos para que um dia mudemos nossas consciências e passemos a ter uma vida na matéria orientada pela vida no espírito, assim conseguiremos conectar mais facilmente os dois mundos, desenvolver as nossas faculdades psíquicas de uma forma responsável e de acordo com nosso merecimento adquirir conhecimentos científicos e tecnológicos para nos auxiliar no desenvolvimento de nossa humanidade.

Paz e luz a todos!

Vibração Coletiva (15/01/2020) – A Espiritualidade em Nosso Cotidiano

A Espiritualidade em Nosso Cotidiano

Queridos irmãos, nessa semana convidamos todos a refletir sobre como a espiritualidade permeou a história desde as antigas civilizações, em como ela está inserida em nossas vidas e qual seria a sua real função na transformação da Terra para a Nova Era.

Diante de diversas abordagens e reflexões realizadas aqui, fica a certeza de que a transformação da terra para um planeta de regeneração só irá se concretizar a partir de diversas mudanças conscienciais e comportamentais na humanidade. A paz no mundo, por exemplo, só será implantada no momento em que todos os seres estiverem na mesma faixa vibratória, pois enquanto existir nem que seja um pequeno grupo que acredite na guerra como uma solução correta para os problemas, a guerra ocorrerá e os que forem atacados terão que se defender dando sempre continuidade a esses tristes acontecimentos. A espiritualidade entra como uma poderosa ferramenta para a reforma psíquica da humanidade, já que amplia a nossa consciência nos convidando a reforma íntima e nos ensina o amor ao próximo.

Desde as primeiras civilizações conhecidas pela história, a espiritualidade sempre esteve presente, o que a difere nas diversas épocas era a maneira como era vista. O conhecimento, e nele incluímos o estudo e vivência da espiritualidade, sempre foi limitado entre os homens e ainda é até hoje, pois o poder e a ganância sempre foram mais fortes do que a divulgação do conhecimento e das verdades eternas.

Lembramos que depois de uma intensa vivência na escuridão, que foi a época da Idade Média, a reforma protestante liderada por Martinho Lutero resulta no período renascentista, que reivindicava justamente a fé raciocinada, trazendo à tona a união da fé e da ciência. Mas infelizmente a maioria dos conceitos e causas defendidas por nomes importantes da história, que não tiveram medo de transgredir se perdem com a sua morte, pois a partir daí começam a ser distorcidas, resultando em diferentes ideologias que não são fiéis às originais de seus líderes.

O Brasil é um país com uma diversidade imensa de credos, mas talvez justamente em razão dessa diversidade, estamos cada vez mais perdidos em relação a nossa espiritualidade, passamos a conhecer todos os caminhos, mas ao mesmo tempo não conseguimos seguir por um único. Muitas pessoas sabem e sentem que precisam trabalhar mais o seu lado espiritual, mas não sabem por onde começar. Vivemos um momento onde temos liberdade de expressão, em que circula uma enxurrada de informações de diversas fontes, só que muitas vezes não sabemos como utilizá-las. As informações estão todas separadas e para ter um melhor entendimento de tudo, é extremamente necessário relacionar sem preconceitos os estudos tradicionais com os espirituais.

Relacionando a parte histórica com os estudos espiritualistas, vemos como é facilmente explicado o nosso atraso em termos de espiritualidade. Apesar de sermos extremamente sensitivos até hoje somos orientados a ter medo de tudo que foge ao plano material, e assim somos sempre freados para esse desenvolvimento. Temos sim que possuir muito respeito quando lidamos com o plano espiritual, afinal estamos sempre em contato com seres de todas as ordens e por isso cuidado e cautela é essencial. Porém, temos também que começar a trocar o medo pelo conhecimento e assim cada vez mais entraremos em sintonia com os bons espíritos, que se dedicam arduamente ao bem comum da humanidade, a aproximação deles ocorre de acordo com a nossa sintonia e intenção em tudo que fazemos.

Tudo que existe evolui, inclusive a Espiritualidade. É preciso que criemos uma unidade maior entre o mundo material e o mundo espiritual, sendo este o princípio de um bom desenvolvimento mediúnico. Quando citamos o desenvolvimento mediúnico, não estamos abordando trabalhos em centros espiritualistas, mas sim o nosso contato direto com o plano espiritual, ou seja, o desenvolvimento de nosso sexto sentido no dia-a-dia, sem que sejam necessários rituais ou um ambiente específico para trabalharmos o nosso lado mais sutil. Se nos mantivermos equilibrados, seguindo os preceitos ensinados pelo nosso mestre Jesus, teremos o auxilio mais de perto de irmãos que simpatizam com os nossos ideais e que nos ajudarão no processo de aproximação entre os planos.

É importante criarmos a consciência de que não vivemos duas vidas distintas, como se hoje fôssemos humanos e depois da morte espíritos, nós sempre fomos e nunca deixaremos de ser um espírito, somente nos foi emprestado um corpo mais denso para que pudéssemos atuar no palco do mundo material, assim como necessitamos de uma roupa e equipamento especial quando vamos interagir embaixo do mar, necessitamos do corpo para transitar aqui. Quando nascemos ou morremos no plano físico não perdemos nossa identidade, continuamos sendo o mesmo espírito, com ou sem a roupagem especial para tal interação em um mundo específico.

Passemos a vivenciar a unidade entre a matéria e o espírito, entre o Eu Exterior e o Eu Interior. Viver o mundo material separadamente, buscando o mundo espiritual somente em nosso tempo livre é o grande erro que estagna a nossa evolução espiritual. Vibremos para que um dia mudemos nossas consciências e passemos a ter uma vida na matéria orientada pela vida no espírito, assim conseguiremos conectar mais facilmente os dois mundos, desenvolver as nossas faculdades psíquicas de uma forma responsável e de acordo com nosso merecimento adquirir conhecimentos científicos e tecnológicos para nos auxiliar no desenvolvimento de nossa humanidade.

Paz e luz a todos!

Vibração Coletiva (22/02/2017) – Diversões

Diversões
Nessa semana vibremos sobre as diversões, pois se aproximam os festejos de Carnaval e com eles suas graves consequências.
Irmãos, sabemos que este período traz vibrações muito densas para o planeta, puxadas pelas mentes não vigilantes de nossos irmãos que ainda dormem em sua ignorância com relação aos valores morais do espírito. Junto com esta nuvem densa, milhares de irmãozinhos desencarnados que caminham na estrada da ignorância, conhecendo a invigilância humana e seus desajustes emocionais, aproveitam-se para exercer seus poderes de vampirização e obsessões pesadas, gerando graves consequências posteriores na vida dos encarnados.
Inúmeras desencarnações ocorrem neste período também, por conta dos excessos de velocidade misturados ao álcool e às drogas; Muitas doenças surgem neste período por conta das mentes em desequilíbrio, principalmente as de cunho sexual.
É necessário redobrarmos a vigilância de nossos pensamentos e sentimentos, para que não ocorram situações desagradáveis em nossa vida, decorrentes deste momento de desequilíbrios e desejos desenfreados dos brasileiros e dos demais irmãos que vêm ao Brasil para curtir a festa.
Apesar de este período estimular as promiscuidades e os entorpecimentos dos sentidos, podemos sim utilizá-lo para fazermos algo positivo no meio em que vivemos; podemos utilizar este momento para as práticas de meditação e envio de energias salutares para o planeta; fazer a leitura de livros que nos engrandeçam a alma; viajar para algum lugar com a família ou amigos onde possamos nos conectar com a mãe natureza; ouvir músicas relaxantes que elevem a alma; dentre diversas alternativas que estiverem ao nosso alcance, para que possamos ajudar na psicosfera do planeta, onde as trevas não encontrarão barreiras.
Que possamos permanecer centrados e imperturbáveis em nosso processo de nos tornamos seres um pouco mais evoluídos a cada dia e deixarmos sempre uma boa mensagem para nossos irmãos e para o Planeta.
Muita Paz e Muita Luz a Todos!

Vibração Coletiva (02/11/2016) – Luz aos que Partiram

Luz aos que Partiram

Convidamos a todos nessa semana a unir o pensamento em prol de todos os nossos irmãos que já não se encontram mais nesse plano, para juntos gerarmos muita luz para que consigam seguir a sua caminhada. Os dias que antecedem e os que seguem após o feriado de 02 de Novembro, dia dos Finados, fazem com que todos os seres encarnados comecem a focar o pensamento nos seus entes queridos que já partiram para o plano espiritual. Acontece que alguns de nossos entes já estão preparados para receber essa carga energética – que atua através de nosso pensamento e de nossas emoções – mas, infelizmente, a maior parte ainda não está, e é aí que entra o grande problema de não termos o entendimento da vida maior, quando passamos por datas como essa.

Quem já tem entendimento é necessário colocá-lo em prática e se libertar de antigos rituais mecânicos; para quem não tem seria muito bom buscá-lo, caso o contrário, para as duas ocasiões, ao invés de auxiliar nossos irmãos que tanto amamos, apenas iremos perturbá-los e atrasá-los em seus caminhos para evolução.

Sabemos que todos nós temos o livre arbítrio e que após nossa partida continuamos realizando as escolhas que dão rumo à nossa caminhada. Se tivermos merecimento, após deixarmos a matéria, seremos auxiliados pelos espíritos amigos, que nos darão a livre escolha de acompanhá-los ou de permanecermos onde estamos. Alguns seguem com os espíritos amigos, são tratados e permanecem em colônias estudando, trabalhando, até que recebam novamente a oportunidade de reencarnar na Terra, onde terão nova oportunidade de sanar débitos do passado, tendências inferiores, ou dependendo de seu adiantamento, recebem a autorização de ter uma nova experiência em algum plano superior. Muitos outros, infelizmente, não aceitam o auxílio de espíritos amigos, não entendem o que aconteceu, não acreditam que há vida após a morte e ficam vagando pela Terra sentindo as dores e necessidades de quando encarnados, vivenciando o momento de sua partida, como se fosse somente um acidente e ainda estivessem lutando pela vida. Nesses casos, se conseguem encontrar seus parentes e amigos não entendem qual o motivo de eles não conseguirem lhe enxergar e nem lhe  ouvir, permanecendo nessa situação por tempo indeterminado.

Já para quem possui uma vida completamente desregrada, pratica o mal aos seus semelhantes e se encontra totalmente distante das leis de Cristo, faz mal uso de seu livre arbítrio, fazendo com que colha automaticamente a sua passagem direta para planos muito inferiores, onde momentaneamente o fazem perder a razão e somente o mal predomina.

Para qualquer um desses casos, a única forma de podermos auxiliar é mandando boas energias, focando nosso pensamento em todos os momentos bons que passamos nessa existência com os seres amados, pedindo ao Pai e aos espíritos de luz, que os ajudem, que lhes ofereçam uma nova oportunidade. Dependendo do caso, por nossa interferência, os desencarnados recebem um novo auxílio, mas o fato de serem resgatados ou não dependerá sempre da sua própria vontade. Saber se quem amamos está bem do outro lado, só mataria a nossa curiosidade, pois se ficarmos sabendo que estão mal e não estivermos preparados para entender que isso é parte de sua evolução, só aumentará o nosso desespero e o sofrimento deles. Se recebermos a oportunidade de saber que nossos entes estão bem, muitas vezes, nós ainda duvidamos, então, aquietemos o nosso coração, sabendo que Deus é justo e bom, que a cada um será dado conforme as suas obras e que é necessário que passemos pelas diversas etapas da vida, seja no plano espiritual, ou terreno para alcançar o nosso aprendizado.

As respostas que precisamos sobre nossos familiares e amigos que já partiram estarão sempre dentro de nós, é só pensarmos nas obras que eles construíram aqui, analisar o que sentimos quando nos lembramos deles, assim já teremos ideia de como eles estão do lado de lá. Independente da sensação que tivermos, sempre será útil uma oração sincera, pedindo a Deus que o preteja e que lhe dê muita luz para que siga a sua caminhada em paz, mas nunca deixar que o desespero da separação invada nossos pensamentos.

Quando não temos entendimento, nos desesperamos ao lembrar que não poderemos mais vê-los, e só deixamos a dor da separação prevalecer, perturbamos entes que já estavam sendo tratados, fazemos que voltem para o nosso plano e fiquem por aqui perdidos ou nos acompanhem até cemitérios e de lá depois não conseguem sair, caso ainda estiverem muito apegados a matéria.

Amados irmãos, nossos corpos carnais são apenas os equipamentos que nos foram emprestados para que pudéssemos atuar nesse plano, interagir e aprender com as provas e expiações que passamos. O nosso pensamento é a nossa grande força, que pode ser usada para o bem ou para o mal. Utilizemos esse poder com inteligência, para afastar todos os sentimentos que nos atrasam, se tivermos fé e seguirmos lutando com amor, nada irá nos afligir, além de ficarmos com a certeza de que não atrapalharemos aqueles que tanto amamos e que continuam tão vivos quanto nós.

As flores que levamos aos cemitérios para os que já partiram secam e as velas são uma luz mínima perto da que podemos emanar com o pensamento unido ao nosso coração. Para o plano espiritual não existe distância, o mundo é mental, então de onde estivermos, tenhamos a certeza de estarmos emanando luz a todos os irmãos desencarnados de nosso Universo para que possam seguir a sua caminhada rumo a luz de nosso Pai Maior.

Paz e Luz a todos!

Notícia da Semana – Economia Colaborativa: ela quer te ajudar a economizar, faturar e restaurar sua fé na humanidade

Illustrative image of people standing in arrow shape representing development and teamworkO carro fica cerca de 22 horas por dia parado na garagem e é utilizado basicamente para ir e vir do trabalho. O apartamento tem um quarto vazio, usado apenas para guardar objetos que não fazem parte do dia a dia: uma furadeira, ferramentas, violão, prancha de surfe, patins, vestidos de festa e equipamentos de fotografia. Se você não se encaixa nesse cenário, com certeza conhece um monte de gente que vive assim. Mas aí vai a pergunta: faz sentido deixar tudo isso juntando pó?

E se alguém dissesse que você poderia ganhar uma boa grana alugando tudo o que é seu e está ocioso, ajudar vizinhos, conhecer pessoas e ter boas histórias para contar? A esmola não é demais e o santo não precisa desconfiar: o nome disso é economia colaborativa (também conhecida como economia compartilhada), uma forma de usar a tecnologia para fazer negócios entre pessoas, economizar, promover a sustentabilidade e renovar a sua fé na humanidade – afinal, diferente do que as notícias na TV e os comentários em portais nos mostram, a maioria das pessoas são boas, honestas e não querem roubar sua carteira ou o seu rim.

Na economia colaborativa, você pode alugar uma bike para passear, conseguir um vestido de uma grife chiquérrima para ir a um casamento, emprestar uma batedeira para fazer o bolo do seu aniversário e até arranjar alguém que fique com o seu cachorro enquanto você viaja. Nessa nova proposta, o acesso é mais importante que a posse (ora, já não é assim com os filmes no Netflix?) e todo mundo pode ser fornecedor e consumidor ao mesmo tempo, garantindo uma autonomia financeira maior e descentralizando o fluxo entre clientes e empresas – há quem diga que a economia colaborativa promove a “oficialização do bico”. Mas não é só a possibilidade de fazer uma graninha extra que chama a atenção nesse modelo de economia. No compartilhamento, o que faz a diferença é a experiência. E sabe o que a ciência diz sobre isso? Segundo um estudo, a compra de um objeto pode até nos deixar contentes por algum tempo, mas é das experiências que vivenciamos que vem a verdadeira felicidade. E aí temos um convite para repensar a cultura da posse e a percepção de objetos como status social. Afinal, como questiona Rachel Botsman, especialista em consumo colaborativo, você precisa de uma furadeira ou do furo?

Serviços de compartilhamento permitem consumir de forma mais inteligente e humana, gerando conexões e benefícios que a vida “na bolha” não permitiria. Além de evitar o gasto financeiro da compra de um produto e aproximar amigos e vizinhos, há os benefícios da sustentabilidade gerada pelo compartilhamento. A economia de compartilhamento é um processo inteligente, divertido, natural e necessário para um planeta que tem recursos finitos. Para a criação de novos bens, recursos naturais são extraídos de forma não renovável, gasta-se energia com transporte e produção, lixo é gerado e isso impacta socialmente trabalhadores que ganham cada vez menos para dar conta de uma demanda sempre crescente.

Fonte:

www.hypeness.com.br/2015/05/economia-colaborativa-como-o-senso-de-comunidade

Notícia da Semana – A ciência comprova: as relações que duram mais dependem de duas coisas básicas…

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Milhares de casais se unem em matrimônio anualmente. No Brasil, o mês das noivas é maio, nos Estados Unidos, o mês mais popular para casamento é o mês de junho, onde em média 13.000 casais dizem “sim”.

Desses casais que decidem passar a vida juntos, muitos não conseguem levar o relacionamento por muito tempo. Se você parar agora e analisar quantos casais você conhece que se casaram e se divorciaram, certamente terá que anotar, ou perderá a conta.

Pensando nisso, que o psicólogo, John Gottman, juntamente com sua esposa também psicóloga, Julie Gottman, realizaram um estudo com casais para entender melhor o motivo do fracasso e do sucesso de seus relacionamentos.

A conclusão a que chegaram pode parecer óbvia demais, porém ao analisarmos os detalhes de nossos próprios relacionamentos, certamente identificaremos pontos que precisam de mais atenção.

Segundo o estudo dos Gottmans, as duas coisas básicas que movem um relacionamento até o fim da vida são generosidade e bondade.

John e Julie criaram o “The Lab Love” (O Laboratório do Amor), levaram 130 casais para seu laboratório do amor, onde passaram o dia realizando tarefas corriqueiras como comer, cozinhar, limpar, enquanto os cientistas sociais os analisavam. Ao fim das análises, os estudiosos classificaram os casais em dois grupos: mestres e desastres. Passaram-se seis anos e os casais foram chamados novamente. Os mestres permaneciam juntos e felizes.

Os casais que pertenciam ao grupo “desastres” ou não estavam mais casados ou permaneciam juntos, porém infelizes. Esse resultado levou os cientistas a conclusão de que a generosidade é fundamental para o relacionamento entre o casal. Atos simples como responder a perguntas rotineiras com agressividade ou com generosidade afeta o futuro e a qualidade do seu relacionamento.

Perguntas como: “Você viu aquele pássaro?” podem ser a deixa para a esposa demonstrar mais interesse pelos gostos do marido, agindo com generosidade e bondade, criando uma conexão entre os dois.

Respostas ríspidas, desinteressadas ou ignorar o apontamento do seu companheiro por indiferença, significam bem mais do que apenas cansaço, ocupação, falta de tempo. Mas sim, podem representar que tudo é mais importante do que as coisas bobas que ele ou ela apreciam.

O estudo apontou que temos duas respostas a escolher quando se trata das questões de nossos companheiros, podemos optar por respostas generosas que nos aproximam como casal ou respostas ríspidas que nos afastam um do outro.

Os “mestres” escolhiam respostas generosas, criavam uma conexão com o companheiro, demonstrando-lhe interesse em suas necessidades emocionais.

Pessoas que agem com bondade e generosidade, como os casais que pertenciam ao grupo de “mestres” preocupam-se em criar um ambiente de apreciação e gratidão pelo o que o companheiro faz, em contrapartida, casais “desastres” constroem um ambiente baseado na insatisfação, sempre apontando para os erros do outro, para o que ele deixou de fazer, esquecendo-se dos pontos positivos.

A pesquisa mostrou que em situações como, o atraso da esposa ao se preparar para um jantar pode ser encarado pelo marido de duas maneiras diferentes: com bondade e generosidade ou com agressividade, concentrando-se apenas no fato de que ela sempre se atrasa, nunca se apronta na hora combinada, desconsiderando que o atraso pode ter sido motivado pelo tempo que ela gastou preparando uma surpresa para ele.

  • Generosidade e bondade

    Generosidade e bondade podem salvar seu relacionamento. Não estou dizendo que no dia de aniversário de casamento, uma vez ao ano, você fará aquela surpresa linda, e pronto. O que a pesquisa revelou implica na aplicação diária de doses de generosidade e bondade, seja relevando uma coisa aqui, sendo gentil em outra situação ali, evitando cobranças desnecessárias e sempre, sempre e sempre concentrar-se no que a outra pessoa fez e faz de positivo, não de negativo. Sua esposa foi ao supermercado e comprou só alimentos, esquecendo-se do creme dental? Você escolhe: seja agressivo e reclame do creme que ela esqueceu ou agradeça pela comida que comprou. Sua escolha dirá que tipo de relacionamento você está vivendo.

    John e Julie Gottman, após estudarem os casais com eletrodos enquanto conversavam, concluíram que casais do grupo “desastres” ficavam fisicamente afetados ao dialogarem com seus companheiros, fisiologicamente eram como se estivessem em guerra ou enfrentando um leopardo. Os “mestres” apresentavam passividade, relaxamento e tranquildade ao conversarem.

    E você? A qual grupo pertence?

Fonte: thesecret.tv.br

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O Amor é sobretudo o desprendimento do ego em prol da felicidade de tudo e todos. Quando olhamos para o nosso interior descobrimos o próximo dentro de nós e quando olhamos o próximo e nos descobrimos nele, então passamos a perceber que não há “fora” ou “outro”, mas apenas UM!

Paz e Luz!

 

 

Notícia da Semana – Parlamento Francês altera o Código Civil e passa a reconhecer os animais como seres sencientes

françaAnimais têm sentimentos. É o que reconhece o parlamento francês a partir desta quarta-feira (28) após um ano de intensos debates na Assembleia Nacional. Finalmente o parlamento votou a leitura final do projeto de lei sobre a modernização do código civil idealizado pela ONG Fondation 30 Million Amis que altera o status jurídico dos animais no país, atualizando a legislação penal vigente e reconhecendo os animais como seres sencientes (novo artigo 515-14) e não como propriedade pessoal como o antigo artigo (artigo 528). Desta forma, os animais não são mais definidos por valor de mercado ou de patrimônio, mas sim pelo seu valor intrínseco como sujeito de direito. Segundo a ONG idealizadora do projeto, esta virada histórica coloca um fim a mais de 200 anos de uma visão arcaica do Código Civil francês em relação aos animais. Finalmente os parlamentares levaram em conta a ética de uma sociedade do século 21.

O Código Civil da França foi elaborado por Napoleão em 1804 e os animais eram considerados como bens de consumo, principalmente para trabalho forçado em fazendas. Até então, a representatividade legal dos animais na França perante os tribunais era mínima.

Segundo o jornal The Local, a França obtém um poderoso lobby agrícola, a FNSEA, juntamente com alguns políticos pressionavam o parlamento expressando preocupação de que a mudança na legislação poderia prejudicar os interesses dos agricultores e criadores de gado particulares.

A vitória abre importante precedente para a vida dos animais no território e um respiro para as organizações protetoras da causa animalista.

Por definição, senciência é a capacidade de sentir, atribuição dada pelos especialistas há muito tempo aos animais. O parlamento francês finalmente percebeu algo que muitas pessoas já sabiam: os animais são capazes de vivenciar seus próprios sentimentos: Dor, amor, felicidade, raiva, alegria, amizade e tantos outros. A diferença agora é que este direito é reconhecido de forma legal no código civil do país.

Um pouco antes, o Supremo Tribunal de Justiça da Argentina também declarou parecer favorável aos direitos animais, concedendo a uma orangotango chamada Sandra, o status de “pessoa não-humana”, um exemplo para toda a América Latina. Outras nações podem se espelhar nestas mudanças e desencadear ações que abracem os animais como sujeitos de direitos perante os tribunais.

A mudança não foi fácil e só veio depois de duros empurrões dados pela Fondation 30 Million Amis (Fundação de 30 milhões de amigos), principal organização francesa no auxílio do projeto apresentado ao parlamento e cujo presidente Reha Hutin trouxe a público a atual situação dos animais na França, dizendo: “O país está para trás no que se refere a leis de bem-estar animal.”

Uma coisa é certa, reconhecendo os animais como seres sencientes a França dá um passo na direção correta, mas o país ainda tem muito trabalho a fazer para se desvincular da má fama perante os animais, já que uma proposta para proibir as touradas foi rejeitada em 2012 e o país ainda é considerado a capital número um de produção de foie gras no mundo.

Fonte: www.anda.jor.br

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A transição do planeta Terra para uma mais elevada frequência de pensamentos, sentimentos e atitudes, ou seja, o início da Nova Era, fará com que a exploração gananciosa de qualquer forma de vida seja gradualmente abolida, garantindo o palco evolutivo terrestre para todas espécies viverem como irmãs que são, ajudando-se mutuamente e caminhando juntas rumo à felicidade!

Paz e Luz!

Notícia da Semana – A cidade vai para a rua: os movimentos que querem transformar os espaços públicos

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Em São Paulo e outras cidades do país, moradores de diversas origens e classes sociais começam a se juntar e sair às ruas. Em comum, estes movimentos têm um objetivo que parece simples, mas que dá bastante trabalho para ser conquistado: tornar os espaços públicos mais agradáveis.

Se você aceitar o convite destes grupos, poderá plantar flores nos canteiros de uma avenida, participar de debates e oficinas na praça, fazer performances às margens de um rio, cuidar de uma horta comunitária ou dançar embaixo de um viaduto madrugada adentro.

“Fazer isso é importante, porque a vida pública está morta”, diz a arquiteta Laura Sobral, de 29 anos, que se casou na rua, em pleno Largo da Batata, no bairro de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo.

É uma excentricidade que fez todo o sentido para Laura. Ela criou há pouco mais de um ano, junto com amigos e vizinhos, o coletivo “A Batata Precisa de Você” e passou a organizar atividades neste local.

13No passado, o Largo da Batata teve papel importante no surgimento da cidade, servindo como entreposto comercial para a capital e o interior. Quando Laura decidiu realizar eventos semanais por lá, uma grande reforma no Largo que custou R$ 150 milhões e tomou mais de 11 anos acabara de ser finalizada. O resultado, no entanto, desagradou alguns moradores da região – inclusive a arquiteta.

Naquele dia, haveria uma tenda para estampar camisetas, intervenções artísticas na calçada, um debate e um baile de forró para fechar a noite. Também já foram instalados no Largo jardins, bancos, uma mesa de pingue-pongue e uma cobertura feita com guarda-sóis.

“Este tipo de ação gera conflito, dá trabalho, exige manutenção, mas é isso que a gente acredita que é a vida na cidade”, explica Laura, que planeja realizar atividades também em outros pontos da cidade.

Margareth Uemura, coordenadora de urbanismo do Instituto Pólis, ONG voltada para o estudo de políticas públicas, explica que ações desta natureza ocorrem há tempos nas periferias diante da ausência de projetos de urbanização. Mas ganharam mais destaque a partir do momento que passaram a ser realizadas também nas áreas centrais da cidade.

“Trata-se de um amadurecimento histórico. Desde a nova Constituição, foram sendo criados instrumentos democráticos de maior participação popular. Assim, o cidadão começa a entender que tem voz, e o poder público – que ainda tem o dever de zelar pela cidade – entende que pode compartilhar esta gestão”, afirma Uemura.

Com diferentes graus de sucesso – e receptividade -, estas ações de coletivos em espaços públicos vêm ocorrendo não só em São Paulo, mas em outras cidades brasileiras. Há o Grupo Poro, em Belo Horizonte, o OPAVIVARÁ!, no Rio, o Cidade Baixa Em Alta, em Porto Alegre, Salvador Meu Amor, na capital baiana e em Recife o coletivo Praias do Capibaribe.

“Estar mais na rua é importante, porque reduz o medo, o preconceito, a violência. Tentamos fazer a nossa parte para melhorar a vida na cidade e incentivamos que outros façam o mesmo.”

Fonte: http://www.bbc.com/portuguese

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As cidades são formas de organização espacial que com o passar do tempo foram perdendo a sua essência que é a de aproximar e integrar as pessoas. Hoje em dia o medo e o materialismo exacerbado transformaram-nas em grandes presídios, aonde poucos interagem fora de seus círculos profissionais e familiares. Todas as iniciativas de promoção da cidadania que por consequência gerem harmonia social devem ser divulgadas e replicadas em nossas realidades para que assim possamos construir um mundo melhor, transformando-o em um palco apropriado para nossa evolução espiritual.

Paz e Luz!

Notícia da Semana – Escolas indianas terão matéria para ensinar estudantes sobre compaixão animal

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“É dito que quando você ensina uma criança a ser gentil com um rato, você ajuda tanto a criança como também o rato”, diz Puja Mahajan, coordenador sênior de educação da PETA Índia. “Respeito e compaixão são vitais porque são essenciais ao esforço de minimizar a violência na sociedade em geral”.

A maioria das crianças naturalmente sente preocupação e afeição pelos animais, mas aprendem a crueldade da sociedade, e frequentemente perdem sua compaixão. Uma falta de respeito por outras espécies pode ser traduzida em insensibilidade e crueldade para com humanos também. É muito bem documentado por psicólogos, sociólogos e oficiais da lei que a violência contra animais por crianças é frequentemente um sinal de aviso para futuros atos de violência contra humanos. A educação humanitária pode ajudar a garantir um futuro onde animais, o ambiente onde eles vivem, e os humanos são tratados com respeito.

O programa consiste em um guia para o professor, folhas de atividades, uma unidade de leitura com adaptações de histórias verídicas de animais, e um vídeo de 28 minutos. Ele pode facilmente ser incluído no programa escolar em línguas, ciência, estudos sociais, e temas sobre educação ambiental. ‘Cidadão Compassivo’ é também perfeito para uso em clubes escolares de direitos animais e ambientais.

Este programa já está sendo utilizado voluntariamente em cerca de 25.000 escolas públicas e privadas, chegando até 5 milhões de crianças ao redor da Índia.

Fonte: IBN Live

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Cada vez mais a humanidade compreenderá que todos os seres, de todas as espécies, são irmãos de caminhada, formando uma rede onde todos colaboram mutuamente para o progresso do todo. Os seres humanos são os irmãos mais velhos que tem a responsabilidade de cuidar do bem estar e da felicidade de seus irmãos mais novos: os animais, as plantas e toda a natureza.

Vibração Coletiva (16.09.2015) – O Eu consciente

Queridos irmãos, todos nós nos encontramos na senda do desenvolvimento espiritual, mas sabemos que para encontrarmos a luz, o caminho a percorrer é longo e árduo. Somos como um diamante bruto, que precisa ser lapidado e polido meticulosa e cuidadosamente para se descobrir a beleza e a perfeição que estão ocultas dentro dele.

Comparamo-nos com os diamantes para assim percebermos que dentro de cada um de nós habita a perfeição da criação de Deus, e que cabe a nós sabermos nos polir para encontrá-la. Hoje convidamos nossos irmãos a meditar sobre o poder interior que se encontra em nós.
Muitos sãos os questionamentos que residem em nosso íntimo, queremos respostas para as resoluções de nossos problemas e acabamos quase sempre procurando atalhos que nos levem a elas. Nos esquecemos de que as grandes respostas que procuramos, somente iremos encontrar dentro de nós mesmos. Somente nos conhecendo melhor, observando nossas atitudes e meditando sobre elas, é que iremos encontrar a sabedoria que habita no âmago de nosso ser.

Todos nós carregamos uma extensa bagagem, fruto de experiências passadas, e todas elas encontram-se latentes em nosso inconsciente. Essas experiências constroem o que somos hoje, são os conhecimentos que já adquirimos durante nossa caminhada. É por meio dos erros e dos acertos do passado que se baseia nossa consciência, que se manifesta como a nossa voz interior que nos chama a refletir e nos sopra no íntimo o caminho a ser seguido.
Precisamos nos conscientizar de que possuímos em nós o poder da mudança e de todas as respostas que precisamos para avançarmos em busca da evolução, basta estarmos dispostos a ouvir nossa voz interior e deixarmos nossa luz brilhar.

Muitos foram os mestres que por aqui passaram, deixando suas mensagens de amor e sabedoria, e é através de seus exemplos que devemos guiar nossos passos. Devemos compreender que Deus nos fornece todas as ferramentas que necessitamos, e que alcançá-Lo depende unicamente de cada um de nós. O caminho para a evolução espiritual é solitário e acontece internamente, e é por isso que não podemos depender de outrem para conquistar a luz. Assim entenderemos que realmente só nós podemos realizar a mudança. Portanto, não vamos esmorecer nos momentos de dificuldade, tenhamos a certeza de que nosso Pai está sempre conosco, que não nos abandona e que temos muita força dentro de nós para superar a tudo. Que possamos sempre tirar lições das dificuldades, pois é através delas que desenvolveremos as virtudes em nosso interior.

Saibamos, queridos irmãos, que temos a chave que dá acesso a todos os tesouros guardados dentro de nós, basta descobrirmos como utilizá-la. Precisamos nos conectar com nosso eu interior e aprender a ouvi-lo, só assim encontraremos as respostas que tanto buscamos e nos situaremos no mundo em que habitamos. Desta forma, conseguiremos nos ligar as forças que regem o universo e nos integraremos totalmente a Deus.

Que consigamos descobrir a força transformadora que habita em nós!

Paz e luz a todos!

Notícia da Semana – A Finlândia tem muito a ensinar

alx_escola-finlandia_originalNenhum país que tem a educação como prioridade está alheio à discussão que inflama as rodas especializadas e afeta a vida de pais e estudantes: o que ensinar a crianças que não necessitam mais do saber enciclopédico, já que têm acesso a informação de qualidade ao toque do mouse, mas devem ser talhadas para enfrentar problemas e ofícios que nem sequer se imagina quais serão?

“Mais do que acumular dados, o aluno precisa aprender a aprender, porque a toda hora surge um conhecimento novo e relevante no planeta”, resumiu a VEJA o físico alemão Andreas Schleicher, diretor da área de educação na OCDE (organização que reúne as nações mais desenvolvidas).

No fim do ano passado, líderes de toda parte encontraram-se em Genebra para falar do currículo do século XXI. Houve consenso de que é preciso preservar os conteúdos essenciais, ter coragem para eliminar o resto e dar lugar na escola ao desenvolvimento de habilidades requeridas no mercado de trabalho, como resiliência, capacidade de produzir em equipe, comunicação, abertura ao risco, criatividade. A Finlândia forçou ainda mais a barra e decidiu tornar menos estanques as divisões entre as matérias, ensinando-as muitas vezes ao mesmo tempo. A ousadia, vinda do país que lidera rankings mundiais de ensino, ocupou as manchetes. Seria o começo do fim das disciplinas?

“Os conceitos básicos de cada matéria continuarão a ser ensinados com metas claras e elevadas, ainda que as fronteiras entre elas fiquem mais flexíveis”, garante Leena Maija Niemi, 42 anos, vice-diretora da escola Kasavuori, a meia hora da capital, Helsinque, espécie de laboratório dos novos tempos plantado em meio à floresta. Ali, vê-se uma mescla de economia, geografia, história, demografia, estudos sociais e finlandês num projeto chamado Minhas Raízes, um dos vários em curso, em que cada adolescente produz vasto material sobre a cidade de seus pais, avós ou tios.

Nessa abordagem de “aprendizado baseado em projetos”, professores de várias áreas planejam as aulas em conjunto. Fomentam independência para pesquisar e colaboração. Não se põem à frente da classe a ministrar intermináveis aulas expositivas, mas vão de mesa em mesa, resolvendo dúvidas e renovando desafios. Especialistas de Singapura, Estados Unidos, México, Espanha e Tailândia já agendaram visitas à escola Kasavuori para conhecer o modelo que, a partir do próximo ano, fará parte do currículo mínimo obrigatório da Finlândia.

De certa maneira, as inovações finlandesas são um reencontro com um passado glorioso. Na Atenas clássica, o ensino era baseado em desafios que demandavam várias áreas do saber para ser solucionados. O mentor respondia a uma pergunta com outra mais difícil, um problema levava ao seguinte, em um voo pela razão balizado pelo rigor da geometria e pela lógica, mas impulsionado pelas asas da poesia. A realidade é multidisciplinar e requer diversos domínios para ser abarcada em toda a sua complexidade. Os gregos sabiam disso e os finlandeses estão provando que essa e outras abordagens do passado, embora esquecidas no tempo, nunca perderam seu valor.

Porém, não espere encontrar na Finlândia a rigidez típica de outros campeões do ensino, como Coreia do Sul ou China. Enquanto a palavra de ordem na Ásia é estudar noite e dia, nessas bandas da Escandinávia a rotina escolar é mais suave, com jornadas de cinco horas e lição na medida certa para sobrar tempo para “relaxar” – esse é o verbo de que os finlandeses gostam. Que não se confunda isso com indisciplina ou pouca ambição. Foi só a Finlândia perder posições no ranking da OCDE (ficou em sexto lugar no último) e o exame nacional mostrar certa queda para soar o alerta e o rumo ser corrigido.

Os novos tempos são de construção do conhecimento em rede, uns colaborando com os outros, como nas rodas acadêmicas. Também é visível a mudança na condução da aula pelo professor, que às vezes nem mesa tem; a ideia é que ele palestre menos e guie mais o voo dos estudantes. Os mestres não são coadjuvantes, como em muitas experiências que se autointitulam inovadoras, mas o centro de uma reviravolta sustentada em delicado equilíbrio. “O segredo está em não achar que flexibilidade é o mesmo que anarquia”, pondera a doutora em educação Kristiina Kumpulainen, da Universidade de Helsinque.

Fonte: Veja

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O modelo de ensino finlandês caminha cada vez mais para estimular a reflexão dos jovens sobre como enfrentar os desafios da vida sem deixar de cultivar os valores morais necessários para a harmonia no convívio social. Forçar as pessoas a acreditar em Deus não é garantia de paz, muito pelo contrário. Como sociedade devemos fornecer, baseados nos aspectos básicos do amor como o respeito e a compreensão das diferenças, os meios para que cada ser um descubra e siga seu próprio caminho de evolução.

Paz e Luz!

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