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Paz Mundial

Em meio a
tantos novos conflitos que inviabilizam a paz na terra, convidamos a todos que
sonham com um mundo melhor, a vibrar pela paz no mundo.

Sabemos que
não é tão fácil pensarmos nesse novo mundo, sem ter a sensação de que essa seja
uma vibração utópica. Iniciamos então imaginando esse mundo dos sonhos... um
mundo sem guerras, sem violência, sem disputas pelo poder, sem maldade, sem
tristeza, sem doenças, sem fome, sem egoísmo, um mundo sem desigualdade.

Mas como
mudar tudo isso? Quando pensamos no que falta para o mundo ser assim, já
terceirizamos a culpa de todos os problemas que existem para os governantes e
passamos a reféns deles, mas, talvez essa não seja uma verdade absoluta...

É por isso
que sugerimos iniciarmos essa reflexão pelo nosso próprio mundo. Por mais que
tentamos também repassar a culpa de nossos problemas pessoais para familiares e
amigos, se formos sinceros, admitiremos que temos muito a melhorar em nós
mesmos.

A base do
Universalismo Crístico nos indica a reforma íntima de cada ser, mostrando que
esse sonho de um mundo melhor, pode se tornar realidade, basta que cada um faça
a sua parte. Como sonhar com um mundo inteiro sem guerras, se a cada dia
vivemos uma batalha interna com nós mesmos?

Como
podemos desenvolver a nossa paz interior? Se cada um iniciar melhorando a si
próprio, ficaremos em harmonia conosco, nos sintonizando com o que há de melhor
em nós, essa paz será transmitida a nossos familiares, criando assim uma
egrégora de luz em nossos lares, que será transmitida aos vizinhos, aos amigos
e assim consecutivamente.

Vamos
colocar a mão na consciência e começar a trabalhar com as ferramentas que temos
em à nossa disposição! Amor meus irmãos, amor é a chave do progresso do ser e
de toda a humanidade. Quando você se ama, ama o seu próximo, faz de tudo para
melhorar-se, fazendo os seres amados felizes e impulsionando automaticamente a
evolução de seus semelhantes.

Lembremos-nos
da lição de nosso grande Mestre Jesus: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao
próximo como a si mesmo. Essa máxima ainda continua viva, pois apesar de
simples, desde que nos foi apresentada, até hoje não conseguimos colocá-la em
prática.

Que nesse
ano de 2020 tenhamos compreensão com o próximo, respeito e amor com o outro,
com nossos irmãos de caminhada.

Quando toda
a humanidade conseguir cumprir essa lei, conseguiremos conquistar a tão sonhada
PAZ MUNDIAL.

Paz e Luz a
todos!

Vibração Coletiva (01/01/2020) – Paz Mundial

Paz Mundial

Em meio a
tantos novos conflitos que inviabilizam a paz na terra, convidamos a todos que
sonham com um mundo melhor, a vibrar pela paz no mundo.

Sabemos que
não é tão fácil pensarmos nesse novo mundo, sem ter a sensação de que essa seja
uma vibração utópica. Iniciamos então imaginando esse mundo dos sonhos… um
mundo sem guerras, sem violência, sem disputas pelo poder, sem maldade, sem
tristeza, sem doenças, sem fome, sem egoísmo, um mundo sem desigualdade.

Mas como
mudar tudo isso? Quando pensamos no que falta para o mundo ser assim, já
terceirizamos a culpa de todos os problemas que existem para os governantes e
passamos a reféns deles, mas, talvez essa não seja uma verdade absoluta…

É por isso
que sugerimos iniciarmos essa reflexão pelo nosso próprio mundo. Por mais que
tentamos também repassar a culpa de nossos problemas pessoais para familiares e
amigos, se formos sinceros, admitiremos que temos muito a melhorar em nós
mesmos.

A base do
Universalismo Crístico nos indica a reforma íntima de cada ser, mostrando que
esse sonho de um mundo melhor, pode se tornar realidade, basta que cada um faça
a sua parte. Como sonhar com um mundo inteiro sem guerras, se a cada dia
vivemos uma batalha interna com nós mesmos?

Como
podemos desenvolver a nossa paz interior? Se cada um iniciar melhorando a si
próprio, ficaremos em harmonia conosco, nos sintonizando com o que há de melhor
em nós, essa paz será transmitida a nossos familiares, criando assim uma
egrégora de luz em nossos lares, que será transmitida aos vizinhos, aos amigos
e assim consecutivamente.

Vamos
colocar a mão na consciência e começar a trabalhar com as ferramentas que temos
em à nossa disposição! Amor meus irmãos, amor é a chave do progresso do ser e
de toda a humanidade. Quando você se ama, ama o seu próximo, faz de tudo para
melhorar-se, fazendo os seres amados felizes e impulsionando automaticamente a
evolução de seus semelhantes.

Lembremos-nos
da lição de nosso grande Mestre Jesus: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao
próximo como a si mesmo. Essa máxima ainda continua viva, pois apesar de
simples, desde que nos foi apresentada, até hoje não conseguimos colocá-la em
prática.

Que nesse
ano de 2020 tenhamos compreensão com o próximo, respeito e amor com o outro,
com nossos irmãos de caminhada.

Quando toda
a humanidade conseguir cumprir essa lei, conseguiremos conquistar a tão sonhada
PAZ MUNDIAL.

Paz e Luz a
todos!

Vibração Coletiva (18/10/2017) – Harmonizando o Conviver

Harmonizando o Conviver
Quando iniciamos o caminho do despertar, o mundo ao nosso redor e a forma como o enxergamos começa a mudar. Entendemos que o equilíbrio que tanto almejamos não é conquistado de fora para dentro, que não dependem das pessoas e das situações que nos cercam para nos mantermos em paz. Interiorizamos que somente encontraremos o equilíbrio a partir de nós mesmos, melhorando-nos a cada dia e a cada nova situação que se apresentar em nossa caminhada.
Por vezes, nos depararemos com pessoas que de alguma forma ferirão nossos sentimentos ou que então agirão de acordo com o entendimento e grau de amadurecimento delas, dos quais não concordaremos. Essas pessoas estão presentes em nosso dia-a-dia, na família, no trabalho e nos relacionamentos mais próximos ao nosso.
É realizando a reforma íntima que encontraremos a melhor forma de lidar com esses irmãos que tanto estimamos. Necessitamos mudar nosso olhar referente a essas situações que nos descontentam, e passar a enxergar essas pessoas de uma nova maneira. Inicialmente, precisamos aceitá-los como são, sem cairmos na ilusão de que um dia conseguiremos mudá-los, pois sabemos que a mudança depende unicamente de cada ser, mesmo que nos esforcemos, nada acontecerá se a pessoa assim não o desejar.
Quando nos dispomos ao aprimoramento moral e espiritual, entendemos que em primeira instância precisamos “amar ao nosso próximo assim como amamos a nós mesmos”, o que nos leva ao segundo passo, a compreensão. Precisamos compreender esses irmãos, seus motivos em agir de determinada forma, e só conseguiremos isso quando nos colocarmos no lugar deles, buscando em seu íntimo as suas verdades e razões. Agindo assim passaremos a entendê-los e a vê-los por uma nova perspectiva, o que nos ajudará a enfrentar as difíceis situações com maior zelo e principalmente com um maior desapego das nossas verdades relativas e do ponto de vista pessoal.
Alterando a forma como enfrentamos nossas divergências com esses queridos irmãos, que nos são difíceis por hora, passamos a ver claramente que eles são peças importantes para o nosso crescimento e desenvolvimento espiritual. Sendo assim, quando finalmente passamos a compreender que esses irmãos de caminhada são um meio de conquistar nossa ascensão espiritual, passamos a nutrir por eles o sublime sentimento de gratidão. Gratidão sim, pois é com eles que tanto aprendemos, e sem eles muitas lições não nos seriam passadas. São eles que nos fazem desenvolver a prática da paciência, da ausência do orgulho, do desprendimento, do perdão, da compaixão, entre tantos outros sentimentos que nos elevam moralmente.
“O solo sulcado pela enxada bem acionada agradece ao lavrador que o feriu, reverdecendo, transformado e estuante de vida. Mesmo a erva má que medra no caminho no lugar também agradece, coroando-se de flores na quadra primaveril.” (Divaldo Franco – Psicologia da Gratidão)
É dessa forma, compreendendo nossos semelhantes e enxergando-os como irmãos que necessitam de nosso auxílio, e de que devemos sê-los gratos por tornarem-se uma ferramenta de aprendizado em nossas vidas, é que nos aproximaremos um pouco mais de nosso Pai maior e descortinaremos mais um dos tantos véus que nos cegam e nos impedem de ver a luz.
Paz e luz a todos!

Vibração Coletiva (24/05/2017) – Reforma Íntima

Reforma Íntima 

A vida, as vivências e convivências são grandes oportunidades de aprendizado. A nossa passagem pelo planeta é oportunidade oferecida para o aperfeiçoamento de nossa alma eterna e nos oferece, dia-a-dia, ocasiões favoráveis para o exercício da paciência, da tolerância, do autoconhecimento, da gratidão, do reconhecimento, do amor e do aprendizado constante.

Em criança, somos como folha branca recebendo as mais variadas cores, por meio das atitudes de nossos pais que forjam nossa personalidade e caráter. Nossos filhos repetem nossas falas, nossos gestos, mesmo que inconscientemente. Pare e observe quanto das suas respostas seu filho ou filha repetem; quanto das atitudes que tens perante cada situação são repetidas pelos seus filhos. As palavras utilizadas, o carinho com pessoas e animais ou mesmo o maltrato com pessoas e animais, o desejo de vingança…

É essencial que acordemos, que avaliemos o tratamento que oferecemos a outrem. Será que existe nesse ato bondade, respeito, gentileza, amor que contribuem para o exercício da paz?

Tenho exercitado a tolerância com o erro do próximo? Não raro nos pegamos recriminando outrem por uma atitude que nos parece agressiva, desleixada, descuidada, maldosa, porém, em seguida estamos tendo a mesma atitude. Por que devo estar sempre certo ou por que somente o que faço é que está correto?  

Amigos, vibremos para que possamos expandir nossa consciência e com isso, estejamos sempre vigilantes com nossas atitudes, retomando sempre o caminho da transformação interior.

Paz e Luz a todos!

Vibração Coletiva (14/09/2016) – Conhece-te a Ti Mesmo

Conhece-te a Ti Mesmo

Convidamos os nossos irmãos nesta semana, para refletirmos sobre o quanto que nós nos conhecemos realmente.

Na maioria do tempo agimos de forma mascarada em nossas ações diárias e de forma em que mais agradamos a sociedade alienada. Mais e mais damos atenção para o lado doente e decadente de nossa sociedade.

Esquecemos que o que vivemos no maya da existência física é uma ilusão; jogos de poder, guerras, fome, doenças… Tudo isso advém de nós mesmos, do nosso apego desmedido para que as coisas que já conhecemos continuem iguais.

A Nova Era já está em trânsito e nos pede veementes modificações internas urgentes. Temos realmente aproveitado o nosso tempo para corrigirmos os nossos defeitos e pontos de vistas equivocados diante das distorções da realidade que nos cerca? Ainda estamos preocupados com as fofocas dos famosos e da vida de nosso próximo? O que isso vai nos acrescentar para melhor em nossas vidas? Agredir e insultar o nosso irmão que não possui as mesmas opiniões que a nossa em relação à política ou time de futebol é mais importante do que lembrar que quando voltamos para a pátria espiritual esta questão se torna irrelevante e o que realmente importa é o quanto deixamos de amar o nosso próximo, o nosso planeta e que demos mais importância ao nosso ego e aos nossos apegos infantis?

Vamos realmente pensar nisto meus irmãos, a reforma íntima precisa ser feita urgentemente por nós. Nesta Nova Era em que entramos procurar culpados pelos nossos erros, defeitos e equívocos não vai colar mais. Nossa estrutura em sociedade está desmoronando para que as modificações internas sejam feitas e sentidas. Todo o nosso sistema social está falido, devemos encontrar outros meios e caminhos novos voltados para a real fraternidade, a real união e amor entre os irmãos.

A roda da existência, a roda da Vida não para, está sempre em movimento e o momento é de mudanças em todos os sentidos, seja na alimentação, na maneira de viver, em nossos hábitos, em nossas viciações mentais e na forma como agimos.

Todo o lixo que foi jogado em baixo do tapete está vindo á luz para que nos prontifiquemos de limpá-los. E o que temos feito a respeito? Discutir e apontar os culpados? Será que a culpa não é nossa em partes, pois em determinado momento também jogamos nosso lixo lá?

“Conhece-te a Ti Mesmo” como nos alertou nosso amado Mestre Jesus, e que sejamos sinceros conosco e com a nossa consciência, pois se não possuímos a paz interna é porque necessitamos modificar algo em nossas vidas e em nossas atitudes diárias. Reflitamos.

Paz e Luz a Todos!

Vibração Coletiva (17/02/2016) – Harmonizando o conviver

Harmonizando o Conviver
Quando iniciamos o caminho do despertar, o mundo ao nosso redor e a forma como o enxergamos começa a mudar. Entendemos que o equilíbrio que tanto almejamos não é conquistado de fora para dentro, que não dependem das pessoas e das situações que nos cercam para nos mantermos em paz. Interiorizamos que somente encontraremos o equilíbrio a partir de nós mesmos, melhorando-nos a cada dia e a cada nova situação que se apresentar em nossa caminhada.
Por vezes, nos depararemos com pessoas que de alguma forma ferirão nossos sentimentos ou que então agirão de acordo com o entendimento e grau de amadurecimento delas, dos quais não concordaremos. Essas pessoas estão presentes em nosso dia-a-dia, na família, no trabalho e nos relacionamentos mais próximos ao nosso.
É realizando a reforma íntima que encontraremos a melhor forma de lidar com esses irmãos que tanto estimamos. Necessitamos mudar nosso olhar referente a essas situações que nos descontentam, e passar a enxergar essas pessoas de uma nova maneira. Inicialmente, precisamos aceitá-los como são, sem cairmos na ilusão de que um dia conseguiremos mudá-los, pois sabemos que a mudança depende unicamente de cada ser, mesmo que nos esforcemos, nada acontecerá se a pessoa assim não o desejar.
Quando nos dispomos ao aprimoramento moral e espiritual, entendemos que em primeira instância precisamos “amar ao nosso próximo assim como amamos a nós mesmos”, o que nos leva ao segundo passo, a compreensão. Precisamos compreender esses irmãos, seus motivos em agir de determinada forma, e só conseguiremos isso quando nos colocarmos no lugar deles, buscando em seu íntimo as suas verdades e razões. Agindo assim passaremos a entendê-los e a vê-los por uma nova perspectiva, o que nos ajudará a enfrentar as difíceis situações com maior zelo e principalmente com um maior desapego das nossas verdades relativas e do ponto de vista pessoal.
Alterando a forma como enfrentamos nossas divergências com esses queridos irmãos, que nos são difíceis por hora, passamos a ver claramente que eles são peças importantes para o nosso crescimento e desenvolvimento espiritual. Sendo assim, quando finalmente passamos a compreender que esses irmãos de caminhada são um meio de conquistar nossa ascensão espiritual, passamos a nutrir por eles o sublime sentimento de gratidão. Gratidão sim, pois é com eles que tanto aprendemos, e sem eles muitas lições não nos seriam passadas. São eles que nos fazem desenvolver a prática da paciência, da ausência do orgulho, do desprendimento, do perdão, da compaixão, entre tantos outros sentimentos que nos elevam moralmente.
“O solo sulcado pela enxada bem acionada agradece ao lavrador que o feriu, reverdecendo, transformado e estuante de vida. Mesmo a erva má que medra no caminho no lugar também agradece, coroando-se de flores na quadra primaveril.” (Divaldo Franco – Psicologia da Gratidão)
É dessa forma, compreendendo nossos semelhantes e enxergando-os como irmãos que necessitam de nosso auxílio, e de que devemos sê-los gratos por tornarem-se uma ferramenta de aprendizado em nossas vidas, é que nos aproximaremos um pouco mais de nosso Pai maior e descortinaremos mais um dos tantos véus que nos cegam e nos impedem de ver a luz.
Paz e luz a todos!

Vibração Coletiva (21/10/2015) – “Seja a mudança que você quer ver no mundo” – Ghandi

“Seja a mudança que você quer ver no mundo” – Ghandi

Outro dia, ouvi uma história que me colocou a pensar: Uma mãe, enfermeira, e alguns colegas de trabalho resolveram fazer uma festa para uma menina de 6 anos, que nunca tivera uma festa de aniversário e, enferma, estava em tratamento no hospital onde aquele grupo de amigos trabalhava.

A mãe chega a casa, conta à filha o ocorrido e sugere que ela doe um dos vestidos de princesa que ela tem, para que a coleguinha use na festa de aniversário. A menina fica feliz e corre até o quarto para escolher o vestido. Dentro de alguns minutos ela retorna com o vestido da princesa Bela, da Bela e a Fera, o mais simples dentre os tantos que ela tinha.

A mãe acredita que o vestido da Cinderela é o mais belo de todos e pensa que a escolha se deu por ser o vestido que a criança menos gostava, mas, curiosa, pergunta o porquê dela ter escolhido justamente aquele vestido e a filha responde: _ Mamãe, se ela nunca teve uma festa de aniversário, ela precisa usar o vestido mais bonito de todos! E eu quero ir à festa, para estar presente no momento mais feliz da vida dela.

Esta narrativa nos coloca a meditar quanto ao ato de julgar as pessoas e situações. Nós julgamos muito facilmente pelas atitudes, pela vestimenta, pela expressão de pensamentos diferentes dos nossos, pela crença, ou, simplesmente porque nos habituamos a julgar.

O julgamento sempre vem de “pré conceitos” estabelecidos pela sociedade ou comunidade em que vivemos e por vezes não temos consciência. Como mudar esse padrão? Com paciência, ternura e muito amor a si mesmo, compreendendo que estamos todos em busca da evolução espiritual e ainda fortemente influenciados pelas provações da matéria e pelo ambiente em que vivemos. Mantendo, porém, o firme propósito de transformar. Suportados pela vontade obstinada de mudar o padrão vibratório. Reconstruir o ser. Recomeçar a cada equívoco ou deslize. Retomar do exato ponto em que falhamos ou estagnamos. Não deixar que a culpa nos paralise. Retornar ao caminho da reforma íntima, quantas vezes forem necessárias. Orientar, dialogar e principalmente ser um bom exemplo a ser seguido.

As crianças em sua inocência ainda não desenvolveram o senso de julgamento. Não percebem diferenças de cor, etnia, classe social. A formação do jeito de pensar, a lente com a qual ela enxergará o mundo é a mesma lente pela qual nós, adultos, enxergamos o mundo.

Lentes otimistas ou negativas, violentas ou harmoniosas, egoístas ou amorosas, arrogantes ou humildes. Está em nossas mãos a mudança que queremos enxergar no mundo. Está nas nossas mais singelas e corriqueiras atitudes. Está na forma de responder a uma ação do outro. Está no jeito carinhoso com que tratamos os seres do planeta. Está no acolhimento, quando o outro, humanamente comete erros, ou desvia-se do caminho e – por que não – nos limites colocados amorosamente para educar e indicar a trilha do bem.

Amigos, vibremos para que sejamos perseverantes na busca do equilíbrio e harmonia espiritual. Que sejamos obstinados no exercício de ser e de agir exatamente da forma que acreditamos que mudará o mundo.

Que nossos dias sejam cheios de luz e energia!

Vibração Coletiva (14/10/2015) – O que a ofensa tem a nos ensinar?

O que a ofensa tem a nos ensinar?

“Quando você se ofender com as faltas de alguém, vire-se e estude os seus próprios defeitos. Cuidando deles, você esquecerá a sua raiva e aprenderá a viver sensatamente.” Epicteto – Filósofo Grego.

A meditação sobre essa frase é o ponto de partida para direcionar nossos caminhos para uma grande transformação das nossas ações e reações nos relacionamentos e interações diários.

Quando nos sentimos ofendidos pelas palavras ou atitudes de alguém pode ser por acreditar que nós não faríamos ou agiríamos daquela forma. Mas pare e pense um pouco. Se o que foi dito não é verdade, não nos diz respeito. Não é necessário revidar, tomar satisfações. A maledicência se encerará por ela mesma. Se houver alguma verdade no que foi dito, é necessário ter humildade para aceitar que errou – muitas vezes achamos difícil admitir que erramos – e buscar a reparação, o pedido de desculpas ou a reposição da perda gerada. Cabe, ainda, olhar para dentro de si e buscar o caminho da reforma íntima, da transformação do hábito negativo em virtude.

A ofensa por vezes, é consequência da presença do orgulho: imagina que tal pessoa teve a ousadia de dizer tal coisa para mim ou sobre mim. E se buscássemos não nos ofender com as coisas que ouvimos? Se transformássemos nosso coração de tal forma que não nos sentíssemos mais ofendidos? Não mais seria necessário perdoar as vossas ofensas, pois não mais nos sentiríamos ofendidos.

Se tivermos consciência de que nós cometemos erros também – e não são poucos – podemos nos tornar mais tolerantes com o outro. Se pensarmos que o outro pode estar num dia complicado, num momento difícil da vida que o levou a agir de forma agressiva, ou impensada e que olhando sinceramente para a nossa vida, nós podemos já ter tido o mesmo tipo de atitude, cometido o mesmo erro uma vez, ou mais, quem sabe? E se o outro cometeu um deslize por que acha que é mais esperto agindo dessa forma, ou ainda, por pura ignorância, ainda assim é possível relevar e quem sabe deixar passar? O que se pede não é abrir mão de direitos, mas exercitar a harmonia, a doçura, a tolerância em busca de um mundo de paz.

Portanto amigos, vibremos por um mundo habitado por seres que busquem a expansão da consciência, que busquem seguir o exemplo do mestre Jesus que em seu momento de dor mais profunda – na carne e na alma – pede ao Pai que perdoe seus algozes, pois eles não sabiam o que estavam fazendo. Ele entendia que aqueles homens não tinham plena consciência do que faziam, eram dominados pela violência e ignorantes do amor e respeito ao próximo.

Paz e Luz!

Roger Responde 182 – O Universalismo Crístico fala sobre o perdão? Ou trabalha com o conceito de que não precisamos perdoar, mas apenas amar?

182 – Pergunta (10/06/2013): Roger, bom dia! Que eu me lembre, o Universalismo Crístico pouco ou nada fala sobre o perdão (que eu me lembre). Em minha percepção, o motivo é que o UC trabalha num estágio anterior – seguindo os preceitos, não chegaríamos a precisar perdoar e, sim, apenas amar. O perdão tem a ver com erros e o UC trata de reforma íntima e aprendizado. O que podes nos dizer sobre isso? Um grande abraço fraterno.

Roger: Pergunta muito interessante! Apesar de que o livro “Universalismo Crístico Avançado” fala demais sobre o perdão. O livro todo gira em torno do meu esforço para perdoar a situação específica relatada no transcorrer de toda a narrativa.

De qualquer forma, creio que a tua percepção foi muito sábia. O Universalismo Crístico trabalha segundo o conceito que já havíamos afirmado anteriormente no livro “A História de um Anjo”, quando Gabriel fala a uma criança: “Melhor do que perdoar é não sentir-se ofendido”. Logo, os preceitos do UC trabalham com uma visão de amadurecimento espiritual, no qual não devemos nos revoltar com a pequenez de nossos semelhantes, e sim aprender a amar e educar espiritualmente a si e ao próximo. E as tuas palavras foram perfeitas ao dizer que o “UC trata de reforma íntima e aprendizado”. Creio nisto com absoluta convicção.

Por este motivo, somos um pouco distanciados de ações meramente assistencialistas e promovemos insistentemente ações de esclarecimento e educação espiritual e humana. Cremos que chegou o momento de o homem entender a vida que o cerca, ou seja, as consequências de seus atos e, assim, tornar-se responsável consciente por aquilo que planta. Aquele que se esclarece compreende os mecanismos da vida criada por Deus, portanto aprende a amar de forma plena, desligando-se da necessidade de perdoar. Ele deixa de agir apenas com o coração e passa a agir, também, com sabedoria e razão.

O homem, ao adquirir sabedoria, percebe que as tempestades que via no passado são apenas pequenas turbulências, quando percebidas com um olhar de crescimento e aperfeiçoamento espiritual. Aquele que aprende a amar vive situações menos traumáticas pelo simples fato de não lutar avidamente pelos interesses humanos. E, quando ofendido, se entristece e se ressente, mas logo procura resgatar a sua consciência do despenhadeiro em que ela estava se precipitando. A cura é mais rápida e eficaz quando desenvolvemos o entendimento real da vida criada por Deus. As pessoas espiritualizadas precisam menos do apoio de psicólogos e psiquiatras porque entendem o objetivo fundamental de suas existências, que é evoluir através da aquisição e aperfeiçoamento dos valores crísticos, como o amor, paciência, compreensão, tolerância, perdão etc.

Por muitos anos vimos em trabalhos de desobsessão espíritos que passaram séculos no plano astral com sentimentos de vingança ou de rancor por não perdoar gestos muitas vezes tão pequeninos, comparados aos verdadeiros males do mundo. Somente com o entendimento espiritual, em vida, é que essa atitude instintiva é aplacada e a alma perturbada pode retornar rapidamente aos “trilhos” da paz e da harmonia.

Se a humanidade deseja ser verdadeiramente feliz e viver em paz, precisa libertar-se da alienação espiritual em que vive. Caso contrário, o rosário de dramas sem fim prosseguirá, atormentando àqueles que creem que a felicidade se encontra nos interesses transitórios da vida humana. Ater-se somente aos encantos da vida humana é aceitável entre adolescentes ingênuos, mas entre aqueles que já atingiram a fase adulta, esta atitude é uma terrível imprudência.