Author Equipe UC

Compreensão das dores alheias

Convidamos nossos amados irmãos de caminhada para que nessa semana vibremos e meditemos acerca do envolvimento do homem quando este se depara com a dor e o sofrimento de alguém que lhe é caro. Propomos que avaliemos o modo como interagimos e/ou interferimos na vida daqueles que nos são próximos e que estão passando por algum momento difícil, em que a dor (sendo ela física ou emocional) é uma constante.

Temos a consciência de que a Lei de Causa e Efeito rege o desenvolvimento de todos os seres, e consiste em que para cada ação efetuada, haverá uma reação de igual intensidade. Esta lei explica o desenvolvimento da dor, que simplesmente é gerada no homem devido ao seu imaturo estágio moral, devido aos seus atos e sentimentos degradantes, acumulados nas diversas encarnações do espírito, e que por ora cobram o seu preço, até que o indivíduo esteja livre de impurezas e com o seu corpo espiritual equilibrado.

Compreendendo o motivo pelo qual o homem deve passar por momentos difíceis, onde a dor impera, para que possa no futuro se reerguer e expurgar todas as toxinas por ele geradas, é que aquele que com ele convive, que o ama e que com ele se preocupa, deve aprender a auxiliá-lo de forma que não o prejudique nem o atrase em busca da sua ascese espiritual. Uma breve história nos demonstra claramente este ensinamento:

"Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo, um homem sentou e observou a borboleta por várias horas conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Até que em um determinado momento pareceu que ela não conseguia mais fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia e não conseguiria ir além. Então o homem decidiu ajudar a borboleta, ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente, porém seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e com as asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.”

Esta simples história exemplifica o quanto uma atitude nossa, muitas vezes ingênua e com a pretensão imatura de querer realizar o bem, acaba por prejudicar e atrasar o desenvolvimento de um irmão que amamos e que no momento passa por alguma dificuldade. O homem da história, com toda sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia que a borboleta precisava passar por aquele processo de crescimento para que, quando estivesse pronta, pudesse se libertar do casulo para conhecer as belezas da criação de Deus. Assim como este homem, muitos de nós cortamos o casulo antes da borboleta estar pronta, antes do nosso semelhante estar livre do problema que ele mesmo gerou, e interrompemos assim um aprendizado, uma oportunidade que lhe foi dada.

Privar alguém de confrontar-se com as dificuldades ou tirar-lhe as condições de vivenciar uma situação de dor e de sofrimento é um ato que pode levar este indivíduo a uma estagnação no seu desenvolvimento e um conseqüente prejuízo em seu caminho na busca da superação de si mesmo. Como exemplo podemos citar o comum caso de pais que, com a desculpa de amar e não querer que seu filho sofra, isentam-lhe de passar por determinada situação, e assim, acabam por tolher o desenvolvimento do filho, tornando-o imaturo e dependente da ajuda dos pais. Caso contrário, se os pais deixassem seu filho passar pela difícil situação, lhe dando o suporte correto, ele aprenderia a lição que estava intrínseca ao sofrimento, cresceria e tornar-se-ia uma pessoa mais responsável e consciente de seus atos.

Desta forma, entendemos que precisamos de maturidade, sabedoria e fé para que possamos nos doar da melhor maneira no auxílio aos nossos semelhantes. Para que possamos ser úteis na caminhada de nossos irmãos, devemos nos encontrar em equilíbrio, conhecer o nosso íntimo, pois somente assim saberemos como lidar com as dores do próximo. A busca do autoconhecimento permite uma maior compreensão não somente de nós mesmos, como também de um maior entendimento do que ocorre com nossos semelhantes. Passamos a ser mais tolerantes e despertamos em nós a mais nobre das virtudes, a caridade.

Assim, conseguimos compreender que já passamos por situações semelhantes, se não na vida presente, possivelmente em oportunidades anteriores. Com essa visão aprendemos a respeitar o momento que cada irmão está passando, permitindo que ele se desenvolva e cresça a partir dos seus problemas e provações, sem tentar impedi-lo ou isentá-lo da dor. Da mesma forma, adquirimos a sabedoria de encontrar o melhor momento e oportunidade de interferir e auxiliá-lo, com exemplos, palavras e motivações, assim como o momento certo de deixá-lo seguir seu caminho, mesmo que aos tropeços, até que um dia encontre o caminho da libertação das dores e da iluminação de Nosso Pai Maior.

Não nos esqueçamos de que toda e qualquer forma de dor pela qual o homem passa, há sempre uma grande mensagem e uma abençoada oportunidade, tanto para o indivíduo que a sofre, quanto para todos aqueles que o cercam, e que de alguma forma, devem aprender igualmente. Porém, cabe a cada um de nós aprendermos a decodificar o significado da dor e do sofrimento, para que com ela possamos evoluir. Portanto, aproveite e valorize cada obstáculo, cada provação que tenha que passar, e acima de tudo, confie na Providência Divina, pois Nosso Amado Pai e Seus Anjos de misericordiosa luz estarão sempre conosco!

Paz e Luz a todos!

Vibração Coletiva (19/01/2022) – Compreensão das dores alheias

Compreensão das dores alheias

Convidamos nossos amados irmãos de caminhada para que nessa semana vibremos e meditemos acerca do envolvimento do homem quando este se depara com a dor e o sofrimento de alguém que lhe é caro. Propomos que avaliemos o modo como interagimos e/ou interferimos na vida daqueles que nos são próximos e que estão passando por algum momento difícil, em que a dor (sendo ela física ou emocional) é uma constante.

Temos a consciência de que a Lei de Causa e Efeito rege o desenvolvimento de todos os seres, e consiste em que para cada ação efetuada, haverá uma reação de igual intensidade. Esta lei explica o desenvolvimento da dor, que simplesmente é gerada no homem devido ao seu imaturo estágio moral, devido aos seus atos e sentimentos degradantes, acumulados nas diversas encarnações do espírito, e que por ora cobram o seu preço, até que o indivíduo esteja livre de impurezas e com o seu corpo espiritual equilibrado.

Compreendendo o motivo pelo qual o homem deve passar por momentos difíceis, onde a dor impera, para que possa no futuro se reerguer e expurgar todas as toxinas por ele geradas, é que aquele que com ele convive, que o ama e que com ele se preocupa, deve aprender a auxiliá-lo de forma que não o prejudique nem o atrase em busca da sua ascese espiritual. Uma breve história nos demonstra claramente este ensinamento:

“Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo, um homem sentou e observou a borboleta por várias horas conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Até que em um determinado momento pareceu que ela não conseguia mais fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia e não conseguiria ir além. Então o homem decidiu ajudar a borboleta, ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente, porém seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e com as asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.”

Esta simples história exemplifica o quanto uma atitude nossa, muitas vezes ingênua e com a pretensão imatura de querer realizar o bem, acaba por prejudicar e atrasar o desenvolvimento de um irmão que amamos e que no momento passa por alguma dificuldade. O homem da história, com toda sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia que a borboleta precisava passar por aquele processo de crescimento para que, quando estivesse pronta, pudesse se libertar do casulo para conhecer as belezas da criação de Deus. Assim como este homem, muitos de nós cortamos o casulo antes da borboleta estar pronta, antes do nosso semelhante estar livre do problema que ele mesmo gerou, e interrompemos assim um aprendizado, uma oportunidade que lhe foi dada.

Privar alguém de confrontar-se com as dificuldades ou tirar-lhe as condições de vivenciar uma situação de dor e de sofrimento é um ato que pode levar este indivíduo a uma estagnação no seu desenvolvimento e um conseqüente prejuízo em seu caminho na busca da superação de si mesmo. Como exemplo podemos citar o comum caso de pais que, com a desculpa de amar e não querer que seu filho sofra, isentam-lhe de passar por determinada situação, e assim, acabam por tolher o desenvolvimento do filho, tornando-o imaturo e dependente da ajuda dos pais. Caso contrário, se os pais deixassem seu filho passar pela difícil situação, lhe dando o suporte correto, ele aprenderia a lição que estava intrínseca ao sofrimento, cresceria e tornar-se-ia uma pessoa mais responsável e consciente de seus atos.

Desta forma, entendemos que precisamos de maturidade, sabedoria e fé para que possamos nos doar da melhor maneira no auxílio aos nossos semelhantes. Para que possamos ser úteis na caminhada de nossos irmãos, devemos nos encontrar em equilíbrio, conhecer o nosso íntimo, pois somente assim saberemos como lidar com as dores do próximo. A busca do autoconhecimento permite uma maior compreensão não somente de nós mesmos, como também de um maior entendimento do que ocorre com nossos semelhantes. Passamos a ser mais tolerantes e despertamos em nós a mais nobre das virtudes, a caridade.

Assim, conseguimos compreender que já passamos por situações semelhantes, se não na vida presente, possivelmente em oportunidades anteriores. Com essa visão aprendemos a respeitar o momento que cada irmão está passando, permitindo que ele se desenvolva e cresça a partir dos seus problemas e provações, sem tentar impedi-lo ou isentá-lo da dor. Da mesma forma, adquirimos a sabedoria de encontrar o melhor momento e oportunidade de interferir e auxiliá-lo, com exemplos, palavras e motivações, assim como o momento certo de deixá-lo seguir seu caminho, mesmo que aos tropeços, até que um dia encontre o caminho da libertação das dores e da iluminação de Nosso Pai Maior.

Não nos esqueçamos de que toda e qualquer forma de dor pela qual o homem passa, há sempre uma grande mensagem e uma abençoada oportunidade, tanto para o indivíduo que a sofre, quanto para todos aqueles que o cercam, e que de alguma forma, devem aprender igualmente. Porém, cabe a cada um de nós aprendermos a decodificar o significado da dor e do sofrimento, para que com ela possamos evoluir. Portanto, aproveite e valorize cada obstáculo, cada provação que tenha que passar, e acima de tudo, confie na Providência Divina, pois Nosso Amado Pai e Seus Anjos de misericordiosa luz estarão sempre conosco!

Paz e Luz a todos!

Vibração Coletiva (12/01/2022) – Indivíduo, em busca do fraterno ser

Indivíduo – Em busca do Fraterno Ser.

A alma, o receptáculo do espírito fractal universal de ser, que encarnado se torna um indivíduo terrestre com o aprendizado experimental no autoconhecimento humano. Na realidade coletiva humana, faz com que o ser cresça neste planeta seguindo as normas e os critérios, as bases estabelecidas na sociedade dos conceitos de humanidade.

Pai e Mãe, irmãos, vidas que conjuntas geram as famílias, famílias que se encontram e geram os amigos, amigos que se tornam conhecidos, reconhecidos, queridos, verdadeiros, se unem, se afastam e geram o nosso crescimento como ser humano.

As trocas humanas, gerador da energia potencial da experiência para evolução, física, psicológica e emocional de todo humano.

As escolhas, as decisões, os caminhos, a forma, a conduta, a formação de nossos valores internos que vão nos guiar em toda nossa vida nas consequências de nossas ações.

As ilusões, os desejos, os anseios, enganos e desenganos do que somos, para o que viemos e o que queremos com nossa vida?

Se o mais lindo tesouro nos fosse presenteado pela Criação, qual seria este?

“Porque, onde estiver o teu tesouro, aí também estará o teu coração’’. Mateus 6;21

Onde você decidir ser e estar, odiar ou não odiar, amar ou não amar, viver à vida ou sobreviver, ai se encontra a construção de sua evolução como ser.

Para quem vibrar? Para o que mentalizar? O que se quer ser?

São estas as bases, que possibilitam formar o Ser que assumirá a conduta fraterna ao planeta, quando esta conduta interna for para consigo, assim como para o seu próximo.

Queremos o nosso bem? Queremos o bem ao próximo?

Lembremos a chave que o Mestre Amor nos repassou:

“Não faça ao teu próximo, aquilo que não gostaria que fizessem contigo”.

“Dai à César o que é de César e a Deus o que é de Deus”

O que é esse Deus em nosso interior? Um Deus de Amor ou de Dor, o que queremos que seja?

O Livre Arbítrio é nosso, e não existem prisões, existem prisioneiros de nossa própria ignorância e padrões estabelecidos na manutenção de nosso “Infantil Controle” que não existe, pois se o Criador nos deu o Livre Arbítrio, como dizer que não podemos, em verdade a decisão é sempre nossa.

Nessa Vibração Coletiva, convidamos a todos nossos irmãos e irmãs de humanidade e em fraternidade de vivência Planetária, a mentalizarmos no aqui e agora esse “Ser o que queremos Ser”, projetando a todos as almas, que se encontrem em ser a verdade daquilo que almejam, mas não se permitem, por não se autoconhecer em sua própria Luz.

Consciência para todos nós, em Paz e Fraternidade!!

Vibração Coletiva (05/01/2022) – O amor ágape

O Amor Ágape

Convidamos a todos irmãos a nessa semana vibrarmos nas energias mais sublimes do amor!!

O amor ágape é aquele amor despreocupado, o amor sem esperar nada em troca, aquele que doamos e recebemos sem preconceitos, aquele que nos faz sorrir por dentro, que aquece a alma ao encontrar os seres amados, sejam ele materiais ou imateriais, racionais ou irracionais.

O amante do mundo se entristece com as maldades de nosso mundo, mas sempre carregando a certeza e a fé de que nada e nem ninguém colherá nenhum fruto que não plantou, seja ele bom ou ruim. Aprende a olhar o lado bom de suas vidas e das situações que passa e por isso passa a observar as coisas e as pessoas ao seu redor com brilho nos olhos.

Nosso mundo se torna abençoado quando amamos ao próximo com desvelo, aceitamos as suas diferenças e entendemos que só o tempo e as experiências da vida imortal irão fazê-lo evoluir.

Há muito tempo recebemos ensinamentos de seres de todas as ordens nos mostrando exemplos de onde cada caminho pode nos levar, basta que façamos nossa escolha. Para quem escolheu ouvir o seu coração e trilhar o caminho do amor, agora é necessário colocá-lo em prática sem maiores intenções do que sintonizar-se nessa vibração elevada.

Normalmente o que faz com que as pessoas já desde pequenas deixem de colocar em prática as atitudes mais sublimes é o fato de não receberem a mesma gentileza com o mesmo sorriso de volta, ainda pelo contrário, são recompensados com ingratidão e desconfianças. Por isso que trazemos à tona o amor ágape que é incondicional e voluntário.

O Apóstolo Paulo descreve o amor como segue: “O amor (ágape) é paciente, o amor é amável. Sem inveja, ele não tem ostentação, ele não é orgulhoso. Não é rude, ele não é interessado, ele não se irrita facilmente, ele não mantém nenhum registro dos erros. O amor não se deleita com o mal mas rejubila com a verdade. Protege sempre, confia sempre, sempre tem esperança, sempre persevera. O amor nunca falha.” (I Coríntios, 13, 4:8).

Certamente esse é um dos tipos de amor mais difícil de colocar em prática, pois no mundo em que vivemos as pessoas se desacostumaram a auxiliar sem interesses, agem conforme a maioria. Então se alguém desconfiar de suas boas intenções, trabalhe a tolerância que também significa amar ao próximo e dê tempo ao tempo, pois será somente diante da observação da sua conduta reta em prol de seus semelhantes que os outros lhe aceitarão com tranquilidade que você é uma pessoa feliz que ama por ter aprendido o dom de amar e por estar caminhando para os braços de nosso Pai, que é puro amor e ternura. Se aprendermos a viver assim, essa será a herança significativa que deixaremos para todos que passarão por nossas vidas.

No Sermão da Montanha Jesus diz: “Ouvistes dizer: ‘amarás (ágape) teu irmão e odiarás teu inimigo’, mas eu vos digo: amai (ágape) vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam, e orai por aqueles que vos perseguem e maltratam, pois deste modo sereis filhos de vosso Pai nos céus, aquele que faz com que o sol se levante sobre o mau e sobre o bom, e faz chover sobre o justo e sobre o injusto. Se amais apenas aqueles que vos amam, que recompensa tereis?”

Que todos tenham uma semana super iluminada de muita prática do amor ao próximo e compaixão para com aqueles que ainda não sentem em seu íntimo o amor de Deus em seus corações.

Paz e Luz a todos!

Vibração Coletiva (29/12/2021) – Paz Mundial

Paz Mundial

Em meio a tantos novos conflitos que inviabilizam a paz na terra, convidamos a todos que sonham com um mundo melhor, a vibrar pela paz no mundo.

Sabemos que não é tão fácil pensarmos nesse novo mundo, sem ter a sensação de que essa seja uma vibração utópica. Iniciamos então imaginando esse mundo dos sonhos… um mundo sem guerras, sem violência, sem disputas pelo poder, sem maldade, sem tristeza, sem doenças, sem fome, sem egoísmo, um mundo sem desigualdade.

Mas como mudar tudo isso? Quando pensamos no que falta para o mundo ser assim, já terceirizamos a culpa de todos os problemas que existem para os governantes e passamos a reféns deles, mas, talvez essa não seja uma verdade absoluta…

É por isso que sugerimos iniciarmos essa reflexão pelo nosso próprio mundo. Por mais que tentamos também repassar a culpa de nossos problemas pessoais para familiares e amigos, se formos sinceros, admitiremos que temos muito a melhorar em nós mesmos.

A base do Universalismo Crístico nos indica a reforma íntima de cada ser, mostrando que esse sonho de um mundo melhor, pode se tornar realidade, basta que cada um faça a sua parte. Como sonhar com um mundo inteiro sem guerras, se a cada dia vivemos uma batalha interna com nós mesmos?

Como podemos desenvolver a nossa paz interior? Se cada um iniciar melhorando a si próprio, ficaremos em harmonia conosco, nos sintonizando com o que há de melhor em nós, essa paz será transmitida a nossos familiares, criando assim uma egrégora de luz em nossos lares, que será transmitida aos vizinhos, aos amigos e assim consecutivamente.

Vamos colocar a mão na consciência e começar a trabalhar com as ferramentas que temos em à nossa disposição! Amor meus irmãos, amor é a chave do progresso do ser e de toda a humanidade. Quando você se ama, ama o seu próximo, faz de tudo para melhorar-se, fazendo os seres amados felizes e impulsionando automaticamente a evolução de seus semelhantes.

Lembremos-nos da lição de nosso grande Mestre Jesus: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Essa máxima ainda continua viva, pois apesar de simples, desde que nos foi apresentada, até hoje não conseguimos colocá-la em prática.

Que nesse ano de 2020 tenhamos compreensão com o próximo, respeito e amor com o outro, com nossos irmãos de caminhada.

Quando toda a humanidade conseguir cumprir essa lei, conseguiremos conquistar a tão sonhada PAZ MUNDIAL.

Paz e Luz a todos!

Vibração Coletiva (22/12/2021) – Natal de Luz

Natal de Luz!

Amados irmãos, encontramo-nos no final de mais um ano, e com ele deparamo-nos com as festividades relativas a esse período de sublime oportunidade. É tempo de refletirmos, revermos atitudes e nos conectarmos com nossos princípios e motivações, renovarmos nossa fé e modificarmo-nos internamente. Nessa semana, através do Natal, celebramos o nascimento de nosso maior exemplo, do homem que apresentou o amor à humanidade: Jesus. Convidamos a todos para que nesta semana, concentremos nossas vibrações para emanarmos luz à nossa consciência e a de todos os homens, esclarecendo-nos dos reais valores dessa data tão especial e reformadora.

Infelizmente, ainda nos deparamos com uma sociedade presa aos valores materiais e as convenções impostas, sem que se apercebam da importância que o Natal possui e da verdadeira intenção em comemorarmos essa data. O verdadeiro significado do Natal é o nascimento de nosso amado irmão Jesus, que nos convida a praticar sua maior mensagem, o amor por todos os seres.

Jesus legou à humanidade o mais belo tesouro de todos os tempos, a lição do amor. Sua vida, do nascimento à morte, foi demonstrar o amor em sua totalidade, para toda a sua família, a humanidade. Sua mensagem era direcionada a todos os seres, nos diferentes estágios evolutivos, servindo as multidões e ensinando-lhes, com palavras sábias e profundas, porém acessíveis ao povo, o caminho da evolução através do amor. Tinha o dom de extasiar as almas, através de suas palavras que entoavam a poesia dos céus. Os homens, desejosos para aprender com o Grande Mestre, ansiavam o consolo de suas feridas morais, e ouviam-lhe atenciosos.

Não há, em toda nossa história, alguém que trouxe tamanha revolução, verdade e amor em suas palavras e em sua conduta.  Ele é nosso grande exemplo, o maior avatar já enviado à Terra por nosso Pai, com a excelsa missão de nos esclarecer e de nos mostrar o caminho através da luz de seus passos. Sua sublime mensagem guia e ilumina o homem através dos tempos, e proporciona ainda hoje, as mais profundas reflexões para toda a humanidade.

Portanto, através do maior exemplo que nos foi enviado, comemoremos seu nascimento no Natal, motivando-nos a amar, doar e perdoar. Lembremo-nos que Ele é o motivo do Natal existir e sem reflexão e a lembrança de seu legado, esse dia torna-se vão, sem sentido.

“…o Natal de Jesus é sempre renovador convite a uma releitura da Sua mensagem, a novas reflexões em torno das Suas palavras de luz, à revivescência dos Seus projetos de amor para com a Humanidade.” Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Franco.

Utilizemo-nos dessa data para dedicarmos um tempo à reflexão das nossas atitudes, dos nossos pensamentos, do nosso convívio com os outros irmãos, e de tudo o que realizamos em nossa vida. Motivemo-nos a corrigir nossas imperfeições e utilizemo-nos da oportunidade que nos é dada por Nosso Senhor, em cada dia que renasce, para modificarmos nossas atitudes através dos ensinamentos de nosso amado Jesus. Que sua Luz ilumine nosso trilhar, enchendo-nos de vigor; Que seus ensinamentos instalem-se em nossos corações; Que suas palavras inundam nossos ouvidos e almas.

Desejamos a todos nossos companheiros e amigos, que acompanham o trabalho do Universalismo Crístico, nos apoiando e nos trazendo motivações para continuarmos com afinco essa missão, que se sintam renovados nesse Natal, que persistam no caminho do aperfeiçoamento e do conhecimento pessoal e que nosso Irmão Maior ilumine-os, com sua luz de extremo amor e bondade. Que o amor de Jesus encontre morada em seus corações, e que esse Natal ganhe um novo significado na sua vida, e na vida de toda a humanidade. Deixe a sua luz brilhar e iluminar todos a sua volta, para que possa semear a paz e vivenciar o amor universal.

A todos, um NATAL DE LUZ!

Vibração Coletiva (15/12/2021) – Evolução moral

Evolução Moral

Queridos irmãos de caminhada, convidamos a todos nessa semana a vibrarmos pela evolução moral. Concentremos nossos pensamentos em tudo o que podemos melhorar para que nos tornemos seres melhores e mais conscientes.

Para que o nosso período de transformação inicie, é necessário que nos esforcemos para controlar o nosso lado animalesco.  A nossa transmutação para seres mais puros e mais conscientes é lenta e progressiva, não conseguiremos nos libertar de nossas más tendências de uma hora para outra. Será necessário eleger alguns pontos que temos que melhorar para que possamos constantemente vigiar. Isso não quer dizer que não iremos mais errar, mas quando vigiamos, começamos a entender o que nos faz reagir mal em determinadas situações, fazendo com que aprendamos a cortar o mal pela raiz.

É lamentável enxergar que nossa sociedade se desenvolve cada vez mais rápido no campo da ciência, em oposição a uma moral que pouco se eleva. Desde as épocas mais remotas de nossa sociedade, os combustíveis que mais moveram as instituições que “pregam” a boa conduta, infelizmente, foram a ganância e o poder. Paremos de colocar em evidência e enxergar como modelo de boa conduta aqueles que possuem um bom discurso, valorizemos as pessoas que estão ao nosso lado, dia-a-dia nos dedicando amor e carinho e demonstrando pelas atitudes que são pessoas de bem. Todos nós temos defeitos e pontos a melhorar, mas eles só são visíveis na convivência diária.

Comecemos a voltar o nosso olhar para as qualidades das pessoas que convivem com nós e prestemos mais atenção em nossos próprios defeitos, aos quais podemos lapidar. Essa mudança se dará somente através do autoconhecimento, não adiantará ouvirmos que temos que ser mais pacientes, se não entendemos quais os motivos que nos deixam com raiva, por exemplo. Não podemos simplesmente tentar maquiar nossa má conduta, enquanto nossas mentes continuam poluídas de maus pensamentos, precisamos entender o que acontece com a gente mesmo.

Não podemos, simplesmente, nos deixar levar pelas más tendências.  Sempre há uma forma de conquistar nossos objetivos do lado material, sem nos afastar de nosso lado espiritual, somos seres unos e não pode haver essa separação. Se insistirmos em separar o lado espiritual do material, sempre haverá sofrimento. A realidade é uma só, basta que saibamos adaptar a nossa vida cotidiana ao contexto espiritual, absorver e cumprir os ensinamentos que recebermos de forma que isso seja uma atitude natural em nós e não algo forçado.

Não é necessário frequentar uma casa espiritualista para que façamos a caridade e nos tornemos pessoas melhores. Essa visão fechada fez com que as pessoas se tornassem seres maravilhosos e pacientes, mas somente dentro dos templos voltados para isso, sendo que no retorno para casa, já começam a demonstrar atitudes que mostram claramente a indiferença com a dor alheia. Não adianta assumirmos papéis, precisamos ser ao invés de representar.

 A mudança deve ocorrer porque queremos, porque sentimos a necessidade de sermos seres melhores, mais amáveis, mais carinhosos com as pessoas e mais cuidadosos com o meio que nos cerca e não somente porque alguém, algum dia disse que esse seria o caminho da salvação. Chegamos em um ponto em que já temos consciência o suficiente para conseguirmos andar com as nossas próprias pernas.

O tempo mudou, a sociedade mudou, é necessário que as nossas consciências também mudem. É chegada a hora de começar a utilizar as ferramentas que já possuímos para construirmos as nossas próprias fórmulas, de acordo com as nossas necessidades. O que funciona para um não funciona para outro, pois cada um possui um nível de consciência diferente. Não existe certo e errado, existe o que nos faz bem e o que nos faz mal. Precisamos nos conhecer melhor para entender quais são os nossos reais gostos e desejos, para que possamos nos libertar de padrões traçados a milhões de anos e que insistimos em continuar seguindo, mesmo sem ter resultado.

Vibremos pelo bem comum, para que consigamos respeitar as escolhas das outras pessoas, mesmo que achemos que aquela direção não é a correta. Lembremos que tudo isso é momentâneo, essa vida é momentânea, assim como o estado em que nos encontramos hoje. Precisamos respeitar o tempo de cada um, nada é por acaso!!!  As escolhas feitas hoje terão consequências, mas todos um dia entenderão que o nosso único destino é o da evolução, sendo o AMOR uma das maiores formas de EVOLUÇÃO MORAL.

Paz e luz a todos !!!

Vibração Coletiva (08/12/2021) – Preconceito e intolerância

Preconceito e intolerância

Queridos irmão da senda evolutiva, propomos para esta Vibração Coletiva vibrarmos contra o preconceito e a intolerância, sentimentos ainda tão vivos na nossa sociedade. Queremos alcançar a graça de um dia podermos viver em um mundo onde sentimentos e atitudes que sejam contrários aos ensinados pelo Cristo já não existam. O preconceito e a intolerância são males que devem ser combatidos para que possamos buscar uma sociedade igualitária!

Vivemos tempos em que o preconceito, o racismo, a intolerância, parecem ter sido normalizados; a cada dia vemos nas mídias notícias aterradoras que assustam aqueles que tentam vivenciar as lições do Cristo.

Por isso, vibremos por aqueles que sofrem na pele as atrocidades e por aqueles que ainda estão cegos.

Enquanto houver um ser humano insensível às dores alheias, cego pelas artimanhas das trevas, estaremos longe de alcançarmos o ideal de vida, onde todos respeitarão o próximo!

Nas palavras de Jesus: “ Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei!”, o amor ágape!

Quando ninguém fizer ao outro aquilo que não querem que façam para si, estaremos prontos para a Nova Era, onde o “amai ao próximo como a si mesmo” será corriqueiro e cotidiano!

Amigos de caminhada, a vida nos mostrou que muitos irmãos foram tomados pela ignorância trevosa, e cabe a nós, que ainda vibramos em Cristo, por palavras e ações, buscarmos esses irmãos para a Luz!

Hoje propomos que a Vibração Coletiva seja por aqueles que lutam contra o preconceito, racismo e intolerância!

Paz e Luz a todos!

Vibração Coletiva (01/12/2021) – O que há por trás da intolerância

O que há por trás da Intolerância

Amados irmãos, sabemos que está chegando a Nova Era, mas também sabemos que será somente depois que ocorrerem muitas transformações sociais em nosso Planeta. A transformação chave para todas as mudanças é a troca da intolerância pelo sentimento de irmandade entre os homens, somente ele permitirá que sejamos livres e iguais construindo juntos uma sociedade com verdadeiros valores humanos. Convidamos a todos a refletir sobre o que está por trás da intolerância que é a origem de diversos conflitos na convivência diária entre os seres humanos.

Onde há muitas flores, há beleza; em uma variedade de cores, existe riqueza; entre diversos perfumes surgem sensações advindas da genialidade da natureza. Sem a diversidade, fica a certeza, nosso planeta seria banhado de imensa tristeza. Se as diferenças tanto nos acrescentam, qual o motivo de gerarem tantos problemas? O maior desafio de se conviver com as diferenças está intimamente ligado ao egocentrismo de cada ser humano. É na busca por ser aceito pela sociedade e mostrar-se melhor, que o homem se torna arrogante e intolerante, sentimentos incompatíveis com uma sociedade que almeja evoluir moralmente.

A intolerância nada mais é do que a insegurança revestida de orgulho. Nós gostamos uns dos outros enquanto temos a mesma opinião, quando há discordância, ao invés de tentarmos entender a visão do outro, simplesmente, o excluímos para que não seja necessária a adaptação perante a diferença. Um ser humano orgulhoso não aceita a possibilidade de estar errado; portanto, qualquer nova ideia gerará insegurança, pois se for contrária a sua e for aceita, significará automaticamente, que ele estava errado.

Já quando temos certeza da superioridade, pecamos pela arrogância; pois na tentativa de sermos sempre melhores, diminuímos nosso semelhante, para que alcancemos um lugar de destaque diante de alguém ou de alguma situação.

Essas atitudes egocentristas são claramente incentivadas pela estrutura capitalista de nossa sociedade, na qual o caminho é “ter para ser”. Porém, mesmo com esse incentivo, a escolha de como agir sempre será do próprio indivíduo. Onde está o nosso esforço para sermos nós mesmos e não robôs moldados pelo meio em que vivemos?

Nossa humanidade só aprenderá a conviver com as diferenças e se libertar das amarras da intolerância, quando o foco sair do “eu” e passar para o “nós”. Vibremos para que cada vez mais possamos não só saber, mas também sentir do fundo de nossas almas que todos somos irmãos. Os laços de sangue dessa vida são simplesmente um mecanismo criado pelo Pai para que pudéssemos ingressar aqui próximos de quem temos algo a resgatar, quando voltarmos ao plano espiritual, despidos do corpo carnal, os únicos laços que continuarão a nos unir são os que foram criados pelo amor. Portanto, vamos nos libertar das imposições do externo, parar de olhar somente para nós mesmos alimentando o nosso ego e valorizar os ensinamentos que as diferenças podem nos trazer. Assim como a diversidade de flores nos proporciona diferentes cores, aromas e sensações, a pluralidade de ideias, quando unidas, podem gerar uma riqueza inigualável de novas formas e conceitos que ajudarão a fazer de nosso planeta um mundo melhor de se viver.
Paz e Luz a todos!

Vibração Coletiva (24/11/2021) – Fim ao preconceito

Fim ao Preconceito

Amados irmãos da senda evolutiva, propomos para esta Vibração Coletiva avaliarmos o desenvolvimento do preconceito através dos tempos, compreendendo o motivo de seu enraizamento em nossa cultura. Temos como finalidade caminhar rumo a um mundo liberto de quaisquer sentimentos ou ações que sejam contrários ao amor do Cristo, e o preconceito, sem dúvida, é um dos tantos males que devem ser combatidos, visando uma humanidade mais justa e solidária.

No Brasil, a discriminação racial iniciou com o processo de ocupação dos portugueses, que tinham como finalidade o domínio político, econômico e religioso da região. Para isso, contaram com o trabalho de uma parte dos povos nativos, os quais conseguiram escravizar, assim como, com a mão de obra de escravos negros trazidos da África. Todo descendente desse grupo ficou fadado a seguir o mesmo destino dos pais: o de servir. Mesmo com o fim da escravidão, esses grupos não receberam nenhum tipo de incentivo para ascenderem socialmente e acabaram ficando à mercê da sociedade.

Nesse panorama, com um ritmo de crescimento entre raças totalmente desigual, é visível o motivo pelo qual, atualmente, ainda exista tanta disparidade social, mas o que hoje se torna inadmissível é o preconceito entre as raças. A igualdade racial só será uma realidade possível quando ocorrer o desenvolvimento moral dos indivíduos.

A discriminação racial propriamente dita, na verdade, nunca existiu, pois quando surgiu esse conceito, pouco se sabia sobre como classificar as diferentes populações de uma mesma espécie biológica. O que sempre existiu foi a imoralidade de indivíduos, que guiam suas ações em prol de seus interesses pessoais sem se importar com as consequências causadas a terceiros. Inicialmente, a discriminação ocorria muito mais pela não aceitação da bagagem cultural que tais populações traziam e pelos benefícios que um povo desfavorecido poderia oferecer quando submetido a um grupo socialmente mais avançado, do que a cor da pele ou características físicas de cada indivíduo.

O preconceito e a utilização dele, para distinguir e rotular grupos de pessoas, é o reflexo de uma sociedade moralmente pobre, que evolui no campo da ciência, mas se esquece de lapidar-se como ser humano. Independentemente do meio no qual nascemos, nossa consciência sempre nos trará noções do que é certo e do que é errado. Podemos ter a tendência a agir com intolerância e a guiar nossas ações pelo interesse próprio, acreditando ser o melhor a fazer, mas, quando despertarmos para o amor e enxergarmos o outro como irmão, a infelicidade destes gerará a dúvida se essa é realmente a melhor conduta a seguir.

Contudo, grupos de pessoas com características diferentes  convivem, atualmente, no mesmo meio social e mesmo assim o preconceito permeia, agora não mais por interesses pessoais, mas principalmente como resquício de uma história triste, porém real. Isso evidencia que a igualdade racial só será uma realidade possível, quando nossa sociedade parar de dividir as pessoas em grupos, generalizando suas qualidades e defeitos pela aparência, e se tornar mais profunda, identificando cada um como um ser único e digno de ser qualificado de acordo com suas próprias ações.

Portanto, amados companheiros, não permitamos que a discriminação siga ganhando força em nossa sociedade, segregando irmãos e promovendo a indiferença e a intolerância. Que possamos romper os laços que nos escravizam a um triste passado, em que os homens ainda eram cegos para as verdades eternas, que hoje iluminam nossas mentes e nos libertam da ignorância. Que todos os homens possam sentir nossas vibrações de paz e de amor entre seus irmãos, e que suas consciências possam se libertar do sofrimento causado pelo preconceito, tanto daqueles que o praticaram, como daqueles que o sofreram.

Paz e luz a todos!

Vibração Coletiva (17/11/2021) – Harmonizando o conviver

Harmonizando o Conviver

Quando iniciamos o caminho do despertar, o mundo ao nosso redor e a forma como o enxergamos começa a mudar. Entendemos que o equilíbrio que tanto almejamos não é conquistado de fora para dentro, que não dependem das pessoas e das situações que nos cercam para nos mantermos em paz. Interiorizamos que somente encontraremos o equilíbrio a partir de nós mesmos, melhorando-nos a cada dia e a cada nova situação que se apresentar em nossa caminhada.

Por vezes, nos depararemos com pessoas que de alguma forma ferirão nossos sentimentos ou que então agirão de acordo com o entendimento e grau de amadurecimento delas, dos quais não concordaremos. Essas pessoas estão presentes em nosso dia-a-dia, na família, no trabalho e nos relacionamentos mais próximos ao nosso.

É realizando a reforma íntima que encontraremos a melhor forma de lidar com esses irmãos que tanto estimamos. Necessitamos mudar nosso olhar referente a essas situações que nos descontentam, e passar a enxergar essas pessoas de uma nova maneira. Inicialmente, precisamos aceitá-los como são, sem cairmos na ilusão de que um dia conseguiremos mudá-los, pois sabemos que a mudança depende unicamente de cada ser, mesmo que nos esforcemos, nada acontecerá se a pessoa assim não o desejar.

Quando nos dispomos ao aprimoramento moral e espiritual, entendemos que em primeira instância precisamos “amar ao nosso próximo assim como amamos a nós mesmos”, o que nos leva ao segundo passo, a compreensão. Precisamos compreender esses irmãos, seus motivos em agir de determinada forma, e só conseguiremos isso quando nos colocarmos no lugar deles, buscando em seu íntimo as suas verdades e razões. Agindo assim passaremos a entendê-los e a vê-los por uma nova perspectiva, o que nos ajudará a enfrentar as difíceis situações com maior zelo e principalmente com um maior desapego das nossas verdades relativas e do ponto de vista pessoal.

Alterando a forma como enfrentamos nossas divergências com esses queridos irmãos, que nos são difíceis por hora, passamos a ver claramente que eles são peças importantes para o nosso crescimento e desenvolvimento espiritual. Sendo assim, quando finalmente passamos a compreender que esses irmãos de caminhada são um meio de conquistar nossa ascensão espiritual, passamos a nutrir por eles o sublime sentimento de gratidão. Gratidão sim, pois é com eles que tanto aprendemos, e sem eles muitas lições não nos seriam passadas. São eles que nos fazem desenvolver a prática da paciência, da ausência do orgulho, do desprendimento, do perdão, da compaixão, entre tantos outros sentimentos que nos elevam moralmente.

“O solo sulcado pela enxada bem acionada agradece ao lavrador que o feriu, reverdecendo, transformado e estuante de vida. Mesmo a erva má que medra no caminho no lugar também agradece, coroando-se de flores na quadra primaveril.” (Divaldo Franco – Psicologia da Gratidão)

É dessa forma, compreendendo nossos semelhantes e enxergando-os como irmãos que necessitam de nosso auxílio, e de que devemos sê-los gratos por tornarem-se uma ferramenta de aprendizado em nossas vidas, é que nos aproximaremos um pouco mais de nosso Pai maior e descortinaremos mais um dos tantos véus que nos cegam e nos impedem de ver a luz.

Paz e luz a todos!

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