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283 – Pergunta (21/12/2015):  Roger, eu já havia lido a suas duas obras, Moisés I e Moises II, e recentemente li o Faraó Merneptah de Rochester. Li a sua resposta de número 25 que explica a divergência dos dois livros, mas eu quero te questionar um ponto específico. Você disse que tanto as suas obras como as da autora Vera Krijanovskaia podem ter sofrido influências e, portanto, devemos nos ligar apenas no essencial. Porém, ao meu ver, o fato de Moisés ter tido o aval da espiritualidade ou ter se excedido no cumprimento de sua obra e o fato de ele ter usado mais de embustes, como Rochester relata, do que de fenômenos naturais são duas diferenças que mudam a minha compreensão de carma e mudam a minha compreensão de como foi o projeto da espiritualidade para nós e pra mim essas são questões essenciais. Portanto, quando você diz que Moisés realizou a sua tarefa por amor e não por vaidade e que estava alinhado aos planos da espiritualidade maior; como médium e escritor do livro você pode afirmar, nesse ponto, que essa é uma verdade ou isso pode estar errado por uma captação distorcida do que aconteceu por vias mediúnicas?

Olá Roger! Eu já lhe fiz várias perguntas ao ler os livros: Akhenaton, Moisés o Libertador do Egito, Moisés em Busca da Terra Prometida, a História de um Anjo e os dois sobre Atlântida e já conversamos quando você esteve aqui fazendo uma palestra. A minha pergunta é a seguinte: É verdade que a arca da aliança foi encontrada?

Roger: Sim. A sua pergunta é muito pertinente. Na resposta da pergunta número 25 não quis ser mais enfático para não ser visto como um “dono da verdade” ou algo assim. Realmente se a versão do livro de Rochester for verdadeira, Moisés não estaria à altura da missão designada a ele pela Alta Espiritualidade. Inclusive, talvez, ele nem seria um enviado de Deus para realizar a grande obra que realizou. Lembrem-se sempre que Moisés foi a base, o criador, das três maiores religiões monoteístas do mundo: o Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo. Isto não é pouca coisa. E se acreditamos na interferência de Deus no mundo, temos que crer também que a missão de Moisés não foi mera obra do acaso ou de forças negativas. Certamente ele estava inspirado por Deus e pela Alta Espiritualidade, fato que vai diretamente em oposição aos relatos negativos do livro “O Faraó Merneptah” de Rochester. Creio que a médium se equivocou, devido aos fatores já descritos na pergunta número 25 desta coluna.

Sobre a questão da arca da aliança, ela não foi localizada e não será tão cedo. No momento ela se encontra em um local inacessível ao homem, conforme descrevemos no livro “Moisés – Em Busca da Terra Prometida”.

Aproveito para informar que as próximas perguntas serão respondidas a partir do dia 07 de março de 2016, devido a necessidade de me dedicar a outros projetos e a pequena procura das informações aqui contidas, principalmente no período de férias.

Roger Responde 283 – Divergências de narrativas sobre a personalidade de Moisés e a arca da aliança foi encontrada?

283 – Pergunta (21/12/2015):  Roger, eu já havia lido a suas duas obras, Moisés I e Moises II, e recentemente li o Faraó Merneptah de Rochester. Li a sua resposta de número 25 que explica a divergência dos dois livros, mas eu quero te questionar um ponto específico. Você disse que tanto as suas obras como as da autora Vera Krijanovskaia podem ter sofrido influências e, portanto, devemos nos ligar apenas no essencial. Porém, ao meu ver, o fato de Moisés ter tido o aval da espiritualidade ou ter se excedido no cumprimento de sua obra e o fato de ele ter usado mais de embustes, como Rochester relata, do que de fenômenos naturais são duas diferenças que mudam a minha compreensão de carma e mudam a minha compreensão de como foi o projeto da espiritualidade para nós e pra mim essas são questões essenciais. Portanto, quando você diz que Moisés realizou a sua tarefa por amor e não por vaidade e que estava alinhado aos planos da espiritualidade maior; como médium e escritor do livro você pode afirmar, nesse ponto, que essa é uma verdade ou isso pode estar errado por uma captação distorcida do que aconteceu por vias mediúnicas?

Olá Roger! Eu já lhe fiz várias perguntas ao ler os livros: Akhenaton, Moisés o Libertador do Egito, Moisés em Busca da Terra Prometida, a História de um Anjo e os dois sobre Atlântida e já conversamos quando você esteve aqui fazendo uma palestra. A minha pergunta é a seguinte: É verdade que a arca da aliança foi encontrada?

Roger: Sim. A sua pergunta é muito pertinente. Na resposta da pergunta número 25 não quis ser mais enfático para não ser visto como um “dono da verdade” ou algo assim. Realmente se a versão do livro de Rochester for verdadeira, Moisés não estaria à altura da missão designada a ele pela Alta Espiritualidade. Inclusive, talvez, ele nem seria um enviado de Deus para realizar a grande obra que realizou. Lembrem-se sempre que Moisés foi a base, o criador, das três maiores religiões monoteístas do mundo: o Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo. Isto não é pouca coisa. E se acreditamos na interferência de Deus no mundo, temos que crer também que a missão de Moisés não foi mera obra do acaso ou de forças negativas. Certamente ele estava inspirado por Deus e pela Alta Espiritualidade, fato que vai diretamente em oposição aos relatos negativos do livro “O Faraó Merneptah” de Rochester. Creio que a médium se equivocou, devido aos fatores já descritos na pergunta número 25 desta coluna.

Sobre a questão da arca da aliança, ela não foi localizada e não será tão cedo. No momento ela se encontra em um local inacessível ao homem, conforme descrevemos no livro “Moisés – Em Busca da Terra Prometida”.

Aproveito para informar que as próximas perguntas serão respondidas a partir do dia 07 de março de 2016, devido a necessidade de me dedicar a outros projetos e a pequena procura das informações aqui contidas, principalmente no período de férias.

Roger Responde 267 – Moisés teve um interesse romântico em Nefertari, como afirma a novela da Record “Os 10 mandamentos”? Não lembro dela ser mencionada em seu livro “Moisés – O libertador de Israel”. Isto realmente aconteceu ou é fantasia da novela?

267 – Pergunta (27/04/2015):  Boa tarde Roger, estou vendo a novela “Os 10 mandamentos” da TV Record e li os seus dois livros sobre Moisés: (Moisés – O Libertador de Israel e Moisés – Em busca da Terra Prometida). Eu não lembro de você ter citado a personagem Nefertari e ela ter tido um interesse romântico em Moisés, e vice-versa. Isto realmente aconteceu ou é fantasia da novela?

Roger: Boa tarde, sobre a novela “Os 10 mandamentos” da Record, só tenho elogios a fazer. Excelente produção e estória. Contudo, os leitores devem entender que o enredo da trama é baseado nos pouquíssimos relatos da Bíblia, que estão no livro do “Êxodo”. Além disto, a Record é uma emissora vinculada à Igreja Universal, logo, segue uma interpretação evangélica dos fatos. Sem contar que este triangulo amoroso de Moisés, Ramsés e Nefertari trata-se de uma licença poética da autora da novela. Em nenhum texto existe qualquer menção bíblica sobre o nome do faraó do Êxodo. A novela adotou a crença de que o faraó na época da libertação dos hebreus da escravidão por Moisés seria Ramsés II. Esta é mais uma interpretação de pompa e grandeza do que baseada em fatos reais. Alguns escritores e historiadores adotam essa linha por ser a mais grandiosa, mas nós não.

Em nossos livros “Moisés – O Libertador de Israel” e “Moisés – Em busca da Terra Prometida”, afirmamos que Moisés nasceu durante a vida de Ramsés II, mas não eram da mesma idade. O faraó era muito mais velho que o Libertador de Israel. Inclusive, quando Moisés nasceu, Nefertari já havia até morrido. Ela morreu muito jovem e Ramsés II ergueu em sua homenagem o famoso templo de Abu Simbel no Alto Egito. Nesta época Ramsés tinha menos de 30 anos. Ele veio a falecer com 92 anos de idade, tornando-se o faraó com reinado mais longo do Egito. Ele governou as Duas Terras por 67 anos. Logo, quando Moisés nasceu, Nefertari já havia morrido e Ramsés II já era um idoso desdentado (ele sofreu muito no final da vida com inflamações nas gengivas). Moisés foi criado pela sobrinha de Ramsés II, a princesa Thermutis. Por este motivo, Nefertari é apenas mencionada brevemente em alguns poucos comentários em nossos livros. Ela não viveu os fatos da libertação do povo de Israel do jugo egípcio. Ela morreu muito antes destes fatos, o que torna o triangulo amoroso da excelente novela da TV Record, apenas ficção.

Moisés, então, foi expulso do Egito e retorna muitos anos depois para libertar o seu povo do cativeiro. Nesta época Ramsés II já havia morrido e quem reinava era o seu decimo terceiro filho, chamado Merneptah. Ramsés viveu tanto tempo que muitos de seus filhos já haviam falecido quando chegou a vez dele seguir para a Terra do Sol Poente. Ele teve mais de cem descendentes e um harém com mais de cem mulheres. Após a morte de Nefertari ele não assumiu nenhuma outra concubina do harém como a “Grande Esposa Real”, título que foi dado unicamente a sua grande amada. Ela foi tão importante para ele que, além do templo de Abu Simbel, foi construída uma tumba para ela maior do que de muitos faraós do Egito. A tumba de Nefertari no “Vale das Rainhas” é uma das mais impressionantes do Egito. Certamente o amor entre eles foi algo grandioso, o que torna essa especulação da novela (sobre ela gostar mais de Moisés do que de Ramsés) um tanto injusta…

Aproveito esta pergunta para lembrar aos nossos leitores sobre a nossa fantástica viagem ao Egito agora em setembro. Esta será a nossa maior e mais bem elaborada expedição ao Egito. Uma viagem realmente imperdível. Tivemos neste ano a alta surpreendente do dólar e uma instabilidade econômica. No entanto, aconselho aos interessados a entrarem em contato com a Caprice Turismo o quanto antes. Eles tem um plano de pagamento que preserva os clientes de surpresas do dólar até a viagem. Vale lembrar, também, que o Egito nunca esteve tão seguro como este ano. A posse de um presidente militar e a deposição do partido radical Irmandade Muçulmana trouxe um período de estabilidade que não sabemos quando veremos outra vez. Este é o ano de conhecer a terra mais bela e rica em espiritualidade e em artefatos históricos do mundo. Sem contar que navegar 12 dias pelo Nilo em um cruzeiro cinco estrelas e ficar dois dias hospedado no hotel Le Meridien Pyramids (de frente para as pirâmides de Gizé) é uma experiência marcante para toda a vida.

Nesta viagem visitaremos novamente a cidade de Tell-el-Amarna, que foi edificada por Akhenaton há 3.300 anos atrás. Esta é uma visitação muito rara nas viagens tradicionais de turismo ao Egito. Pouco resta daquele tempo em Amarna, mas é algo inesquecível pisar no solo sagrado onde foi realizado tão importante projeto, que relatamos com profundidade no livro Akhenaton. Visitar as tumbas de Akhenaton e Meri Rá (Ramatís) é outro ponto marcante da viagem. Quem deseja realizar este sonho inesquecível, veja o roteiro completo que está disponível para download (em arquivo PDF) no site www.universalismocristico.com.br e entre em contato com a Caprice Turismo para informar-se. E-mail para contato: sigmar@capricetour.com.br  Fones: (11)4523-0782 / (11) 98233-1630 (TIM).

Roger Responde 174 – Espíritos missionários, como Akhenaton e Moisés, precisam resgatar pelos débitos contraídos na execução de suas missões em prol do bem?

174 – Pergunta (15/04/2013): Boa tarde Roger! Gostaria que você me tirasse uma dúvida do livro “Moisés Em busca da Terra Prometida”. Esse é o seu último livro; pois já li todos os outros. Neste livro diz que Akhenaton voltou porque impôs seus princípios de um único Deus(não me lembro em que página…). Como pode se Akhenaton nem precisava reencarnar (não contraiu débitos em Atlântida) e o fez por amor e no próprio livro da trilogia (o vol.1) foi extremamente pacífico, ia em encontro com o povo e por isso foi morto? Esta é a minha primeira dúvida. A segunda está na página 244 e é sobre Moisés: … e até Moisés teve de responder por isso no plano espiritual, apesar de sua atitude ter sido necessária para a realização do grande projeto…”. Pelo que eu me lembro, acho que no livro anterior como Akhenaton não conseguiu êxito na sua missão foi permitido ao ex-Atlas reencarnar como Moisés para assim efetivar realmente a crença no Deus único. E ninguém melhor do que ele para fazê-lo… E que teria permissão de usar a força caso fosse necessário…já que o objetivo precisava ser atingido!! Logo, não entendi. Ele já nasceu sabendo que teria que resgatar por algo que precisaria fazer para tentar acordar a humanidade?????

Roger: Tu afirma que Akhenaton foi extremamente pacífico, mas não foi exatamente assim. Ele foi pacífico durante toda a sua vida, mas depois da morte de Nefertiti ele se desequilibrou e enviou-nos para destruir todas as imagens e inscrições do deus Amon pelo Egito, como represália pelo assassinato de sua esposa. Inevitavelmente, muitas pessoas morreram em decorrência dessa sua atitude. Logo, mesmo não tendo mais carma a resgatar, ele voltou a gerar um novo carma por intolerância religiosa que foi resgatado na encarnação seguinte, aos pés do monte Sinai, na época de Moisés, sendo vitimado pela mesma intolerância religiosa que alimentou na encarnação como Akhenaton.

Ninguém está isento de cometer desatinos e voltar a gerar novos carmas. Jesus conseguiu passar incólume pela Terra, mesmo comprando briga com os fariseus, o que poderia ter ocasionado algum ato que lhe gerasse um novo carma, mesmo sendo uma alma realizada. Mas Jesus conseguiu manter-se equilibrado e em paz, mesmo quando teve que ter atitudes mais radicais, como quando discutiu com os fariseus e derrubou as barracas daqueles que faziam comércio ilícito dentro do templo de Jerusalém.

Quanto a Moisés, ele teve o apoio da Alta Espiritualidade para fazer o que fez e foi narrado nos livros “Moisés – O Libertador e Israel” e “Moisés – Em busca da Terra Prometida”. Assim como Alexandre o Grande, Napoleão Bonaparte e vários outros que vieram trazer o Bem através do Mal. Existem os Escolhidos que trazem o Bem através do Mal e existem os Eleitos, como Jesus, que trazem o Bem através do Bem. Moisés já veio ao mundo com a marca do carma. Ele era um espírito em evolução. E antes de encarnar ele já sabia que as suas mãos terminariam maculadas com o sangue de seus irmãos para que a sua missão obtivesse êxito. Não é porque estávamos trabalhando por um projeto espiritual que estaríamos isentos de carma. A Lei é única para todos!

Não havia ilusões. Todos antes de reencarnarmos sabíamos disso e aceitamos pagar o preço. Naturalmente que o carma nessas condições é diferenciado. É diferente de um caso onde o indivíduo mata os seus semelhantes por motivo fútil. Lembrem-se que o mundo se desenvolveu de forma notável a partir do processo de “helenização” do Oriente promovido por Alexandre o Grande, contudo, para isso, ele realizou muitas guerras e promoveu muitas mortes. É assim que evoluem os mundos de expiações e provas. Felizmente, a Terra está encerrando esse triste ciclo evolutivo de dor e sofrimento, para tornar-se um mundo de regeneração espiritual dentro de algumas décadas.

Roger Responde 167 – Estados alterados de consciência e o desenvolvimento da mediunidade

167 – Pergunta (25/02/2013): Irmão Roger, primeiramente gostaria de parabenizá-lo pela sua dedicação a esta obra tão valorosa e que a cada dia ilumina mais irmãos nesta caminhada. Muito obrigado pelo teu esforço! Seus livros são um grande consolador e renovadores da fé em dias melhores! Na leitura do livro “Moisés – Em busca da terra prometida” nos é relatado a utilização do ouro transformado em pó branco, pela ação da corrente elétrica (eletrólise), misturado a água para estimular a glândula pineal. Dessa forma foi possível ao povo ingressar em avançado estado de consciência e favorecer contato com as dimensões extrafísicas. Como na atualidade já nos encontramos na Nova Era, temos maior facilidade para ingressar em estados mais avançados de consciência? Como fazê-lo? Além da nobreza de sentimentos é necessário algo a mais como o  jejum por exemplo? Há alguma técnica em especial?

Roger: Sim, neste livro, que considero um dos melhores que escrevemos, no momento em que Moisés retorna da montanha e encontra o povo cultuando o deus Amon, por meio da imagem de um bezerro de ouro, ele utiliza os seus fantásticos poderes para provocar um processo de eletrólise sobre o ouro, transformando-o de seu natural estado metálico para o de partículas monoatômicas. Esta “quebra molecular” transforma o ouro em um pó branco, de granulação muito fina, que era chamado pelos antigos egípcios e sumérios de “pedra sagrada”. Em seguida, o grande legislador mistura o ouro em pó à água e faz o povo bebê-la. Esta bebida, com propriedades fantásticas, rapidamente estimula a glândula pineal levando o povo a um surpreendente estado alterado de consciência que os permite vislumbrar o plano espiritual e presenciar claramente a ação das trevas, que sorrateiramente procurava destruir a recém liberta nação de Israel, que tinha a importante missão de implantar o monoteísmo na Terra.

Amigos, desenvolver a mediunidade é um processo que exige dedicação, disciplina, persistência e paciência. No entanto, algumas pessoas querem resultados imediatos. Não funciona assim… A mediunidade é uma conquista do ser, e não um processo pelo qual o indivíduo se sirva de recursos imediatos e inconscientes como esse para atingir tal fim. No caso de Moisés, o propósito era outro, como pode ser observado através da leitura deste livro. Para desenvolvermos um estado mais avançado de consciência, precisamos estudar e trabalhar para isso. Além de realizar muita meditação e busca interior. Uma pessoa que não procura autoconhecer-se e melhor perceber o mundo ao seu redor, terá pouca possibilidade de atingir o nível de consciência adequada para isso.

Vejo que muitos aspirantes a médiuns nos dias atuais não se dedicam ao aprendizado da mediunidade, como ocorria no passado, quando o estudo e desenvolvimento mediúnico era realizado com bastante critério, principalmente por meio dos estudos espíritas, que são muito bons para atingir este objetivo. O “livro dos Médiuns” de Allan Kardec e muitos outros são de extremo valor para atingir esse fim. A ansiedade da “era da Internet” tem prejudicado os candidatos a médiuns. Se não fosse o aprendizado sensato e coerente que obtive dentro do Espiritismo, certamente não teria alcançado o desenvolvimento mediúnico que possuo atualmente.

E mediunidade não é esquizofrenia. As vezes vemos pessoas que precisam de tratamento psiquiátrico sendo incentivados a serem médiuns, simplesmente porque “ouvem vozes”. A mediunidade é um fenômeno lúcido, e não perturbado. Não existe mediunidade sem equilíbrio, estudo e responsabilidade. Se a pessoa procurar estudar e desenvolver a sua mediunidade e prosseguir desequilibrada, deve ser tratada como paciente em casas espíritas e realizar os tratamentos psiquiátricos da medicina convencional. Mediunidade sadia leva ao equilíbrio, e não a situações tormentosas.

Tenho, também, recebido perguntas sobre a validade de tomar a bebida ayahuasca para atingir esses estados alterados de consciência. Não vejo problema em realizar essa cerimônia sacramental uma vez, ou algumas vezes, apenas com o objetivo de se entender como funciona esse processo de atingir escalas superiores de consciência. No entanto, na minha opinião, isso não deve se tornar um hábito. Da mesma forma que Moisés não serviu a “pedra sagrada” para o seu povo outras vezes. A busca da supraconsciência deve ser realizada através da meditação e estudo. A experiência da ayahuasca deve ser feita apenas para conhecer o que se procura atingir, e não como rotina. Os rituais não devem sobrepor-se à busca consciente de espiritualidade. Isto é um dos pressupostos básicos do Universalismo Crístico.

As condições levantadas na pergunta também são muito importantes. A nobreza de sentimentos e ideais, o jejum, o estudo em busca de uma conexão superior; tudo isso ajuda a desenvolver significativos avanços em nossa capacidade de percepção para atingirmos estes estados superiores de consciência. O jejum desintoxica o organismo e facilita o contato lúcido com os planos superiores. Jesus e os grandes mestres jejuavam regularmente para se conectarem com o Alto.

E, por fim, amigos, lembro que o prazo para contratar a viagem a Machu Picchu que realizaremos de 01 a 10 de maio encerra-se nesta sexta-feira (dia 01 de março). Portanto, aqueles que tem interesse em realizar esta fantástica viagem, onde buscaremos atingir, desenvolver e debater o que foi falado acima, devem entrar em contato o mais breve possível com a companhia de turismo “Machu Picchu Brasil”, pelos telefones e emails informados no roteiro da viagem disponibilizado neste site.

Roger Responde 139 – Oricalco dos atlantes e elemento químico Roentgênio

139 – Pergunta (13/08/2012): Olá Roger, tudo bem? Primeiramente, parabéns pelo trabalho que você está fazendo. Torço muito para que cada vez mais e mais pessoas se sensibilizem com a mensagem dos seus livros, e que ela ajude a todos a seguir um caminho melhor, como já aconteceu comigo mesmo. Tanto no primeiro quanto no segundo Atlântida você fala do oricalco. Primeiramente você se refere a ele como um “novo metal”, e em outra ocasião como “uma liga de ouro”. Minha pergunta é se o oricalco é um novo elemento químico, ainda não conhecido pelos cientistas, ou se é uma liga metálica, formada por ouro e outros metais já conhecidos?
E se me permite mais duas perguntas dentro desta mesma, me questiono o seguinte: Caso ele seja uma liga metálica, porque só é possível obtê-lo através do Vril? Afinal, qualquer metal pode, em princípio, ser misturado com qualquer outro, em qualquer proporção. Caso ele seja um novo elemento químico, entendo perfeitamente que ele só possa ser obtido através do Vril, pois alguns elementos sintetizados artificialmente são muito instáveis, e mesmo que se consiga obtê-los, eles se desfazem em frações de segundo. Isto acontece com elementos muito pesados, pois o núcleo fica muito instável e não consegue ficar coeso. Neste caso, imagino que o Vril seria a força necessária para manter o núcleo estável e permitir a síntese do elemento. A pergunta então seria: Qual o número atômico deste novo elemento químico (o oricalco)? Seria ele o elemento de número 111? Imaginei isso pois este elemento está logo abaixo do ouro na tabela periódica, e portanto, na família dos metais nobres. E considerando que na família dos metais nobres os elementos ficam mais nobres conforme se desce na tabela (cobre, prata, e ouro), é de se supor que o elemento seguinte, que recebeu o nome de Roentgênio (e que é um destes elementos que foram sintetizados nos aceleradores de partículas, mas só existiu por frações de segundo), seja ainda mais nobre que o ouro, que é exatamente o que você fala a respeito do oricalco. Abraços!

Roger: Esta pergunta é sensacional! Mostra que o leitor entende profundamente os conceitos de química e da natureza dos elementos. Sinceramente, nessa existência não tenho muito conhecimento sobre esse tema, portanto não posso opinar com segurança. Certamente a pergunta será melhor que a minha resposta. Mas vamos lá! Eu entendo que a tua colocação está bem próxima da verdade. Talvez Hermes nos esclareça sobre isso no futuro. Creio que o oricalco é uma variação do ouro obtido através de sua manipulação com a energia vril. Agora, como isso acontece na prática, não sei responder. Ele é um novo elemento e não existe em estado natural em nosso mundo.

O ouro e os demais metais nobres possuem vários estados ainda desconhecidos pela homem comum. E a sua aplicação é das mais nobres. No livro “Moisés – em busca da terra prometida” falamos brevemente na transformação do ouro em seu estado natural para o estado da “pedra sagrada”, ou seja, o ouro em estado monoatômico. Esse processo é obtido através de eletrólise. A ação implacável da corrente elétrica realinha os elétrons que giram em torno do núcleo dos átomos de ouro fazendo com que estes girem na mesma direção, tornando impossível para os átomos manterem-se unidos. O estado metálico então se desfaz. E, ao invés de derreter, o ouro transforma-se na cobiçada “pedra sagrada” dos antigos sábios do Egito e da Mesopotâmia. O ouro em pó, quando ingerido, estimula as glândulas pineal e pituitária, despertando os seus respectivos chacras: o coronário e o frontal. Isso faz com que o individuo entre em estados superiores de consciência, onde, segundo os antigos mestres, “conversa-se com os deuses”.

Tanto o oricalco como a “pedra sagrada”, ouro monoatômico, possuem características impressionantes, inclusive para aplicação na medicina e ciência como um todo. Um livro excelente que fala sobre esse tema, além do nosso “Moisés – em busca da terra prometida” , é o livro “Os segredos perdidos da arca sagrada”, de Lawrence Gardner, editora Madras.

E como afirmamos no livro “Atlântida – No reino das trevas”: “O oricalco é o símbolo de um mundo superior. O mais nobre dos metais. Um tesouro somente compatível com a dimensão superior da Grande Ilha, que se perdeu no passar dos séculos. Sem dúvida é uma joia sem igual”. Por essa afirmação podemos acreditar que a tua pergunta sobre o oricalco ser o mesmo elemento “roentgênio”, 111 na tabela periódica, se torna bem provável, pois ele está na família dos metais nobres e tanto o oricalco como o roentgênio são mais nobre que o ouro. Bem que o roentgênio é perigosamente radioativo, ao contrário do oricalco, bem que este último encontrava-se na dimensão superior da Atlântida, onde as referências e medições radioativas não podem ser aplicadas e interpretadas da mesma forma.

E como bem afirmaste, as pesquisas cada vez mais promissoras com os aceleradores de partículas, (principalmente com o Grande Colisor de Hádrons – LHC do CERN) nos apresentarão, no futuro, um mundo novo que ainda não nos é acessível devido a não termos o domínio sobre as infinitas possibilidades a partir do uso da dinâmica energia vril. O nosso planeta obterá novamente o domínio sobre essa energia quando atingirmos um nível de evolução superior. Isso permitirá um grande avanço da nossa humanidade, que vai desde a utilização de energias limpas até avanços semelhantes aos que relatamos nos livros sobre a mítica Atlântida.

Talvez através do LHC comecemos a compreender como se processa a criação de elementos físicos, a famosa “partícula de Deus” (Bóson de Higgs). E essa seja uma porta inicial para o entendimento de todo o processo de criação das partículas que compõem o Universo e, também, de domínio do fluido cósmico universal: o vril. Sem dúvida, um mundo de novas descobertas nos espera nas próximas décadas.

Quem acha que tudo já foi inventado ou revelado, não imagina como ainda estamos engatinhando no processo de descobrimento. O mundo físico ainda é uma pálida referência do Todo! Quebrar paradigmas! Enxergar mais além! Eis a tônica da Nova Era!

 

Roger Responde 136 – Implantação do Universalismo Crístico na Terra.

136 – Pergunta (23/07/2012): Olá Roger, ao lermos e analisarmos a trilogia da implantação do monoteísmo da Terra, percebemos que qualquer implantação de novas ideias é sempre realizada por partes, porque somos ainda difíceis e avessos a novas mudanças. Porém, percebemos que a espiritualidade, que sempre inspirou a humanidade nesses momentos, sabia exatamente até que ponto aquela parte do projeto seria aceita. Entendo o Universalismo Crístico também como um projeto em “etapas”, que talvez sejam mais curtas e menos sofridas pelos novos eleitos que estão chegando e para chegar. Como podemos avaliar e compreender melhor quais são os passos que devemos realizar nesse momento atual? Akhenaton imaginou que conseguiria realizar seu projeto instituído pelo amor, mas o Plano Divino sabia que seria somente um primeiro passo, pela mentalidade da época. Qual então a orientação que você e Hermes podem nos dar sobre até qual ponto podemos e conseguiremos avançar nessa implantação da nova visão do terceiro milênio, nesse estágio em que ainda não temos os eleitos tão fortemente presentes?

Roger: Todas as mudanças precisam ser graduais. Sempre que uma nova verdade se revela, existe um período inicial de rejeição e, depois, de aceitação gradual até se tornar uma verdade aceita por todos. Ainda mais no caso de uma revelação que exige consciência e aceitação, ao contrário das religiões do passado onde terminava ocorrendo uma indisfarçável imposição da verdade.

O Espírito Criador é imutável! É o ser humano que modifica a sua percepção de Deus à medida que evolui, aproximando-se da verdade. No passado, com Moisés, tínhamos uma concepção de um Deus-justiceiro, que punia com rigor os seus filhos rebeldes. Depois, com Jesus, a humanidade amadureceu para a concepção do Deus-amor. A verdade absoluta do “ama ao teu próximo como a ti mesmo” tornou-se roteiro inquestionável de evolução espiritual. E, agora, na aurora da Nova Era, chega o momento da compreensão do Deus-consciência. A civilização futura perceberá que o Espírito Criador não é uma Entidade externa que pune ou ama os seus filhos. Ela se dará conta de que somos todos um com Ele. Estamos interligados e temos a responsabilidade de entender os mecanismos da vida e participar ativamente do processo de amadurecimento de toda a humanidade.

Moisés revelou ao mundo o Deus-justiça e Jesus o Deus-amor. Agora é a vez do Universalismo Crístico, através da sábia orientação de Hermes, revelar o Deus-consciência de forma popular e universal.

Porém, naturalmente, ocorrerá um processo semelhante ao que ocorreu na época de Jesus. As pessoas que estiverem em uma situação confortável dentro do velho sistema reagirão de forma feroz para manter tudo como está. Jesus foi crucificado por pregar uma mudança que exigiria uma nova postura da humanidade, que até hoje em dia ainda não foi bem aceita. Da mesma forma, o Universalismo Crístico apresenta uma visão de liberdade espiritual, mas que exige esforço consciente para libertar-se do casulo da ignorância, com o objetivo de evoluir, tornando-se uma pessoa melhor.

Como a nossa humanidade foi acostumada por séculos a ser conduzida por líderes religiosos (muitas vezes usando cabresto), então, esse é um processo de mudança bem difícil e que precisa ser realizado aos poucos. As religiões trazem mensagens importantes de mudança e crescimento espiritual. No entanto, as pessoas fazem que acreditam e as religiões fazem que estão cumprindo o seu papel. Já o Universalismo Crístico tem a função de “chacoalhar” consciências, despertando-as. Não existe espaço para o comodismo dentro da visão dinâmica do U.C.

Desse modo, assim como nos tempos do cristianismo primitivo, o Universalismo Crístico vem repetir as palavras de Jesus, quando nos diz que não veio “trazer a paz, mas sim, divisão”, que veio “separar irmão de irmão”. Ou seja, a nova consciência do UC mudará a forma de pensar daqueles que já despertaram, naturalmente fazendo-os viver e pensar de uma forma que não mais se coaduna com a alienação vigente nos dias atuais, desligando-os da sintonia hipnótica que ainda escraviza a humanidade em geral.

Quem despertar para a consciência espiritual do terceiro milênio, dificilmente ficará satisfeito com a vida como ela é hoje. Um sentimento de idealismo irresistível o fará se engajar na tarefa de libertar os seus demais irmãos, através de ações conscientes que todos construiremos juntos a partir do projeto Universalismo Crístico na Terra.

Entretanto, o Universalismo Crístico é uma iniciativa espiritual de amor, paz e respeito. Os passos terão que ser graduais e realizados de forma pacienciosa. As pessoas devem aceitar o U.C., através de profunda compreensão e entendimento. Seria ilógico impormos uma ideia que prega a liberdade. O Universalismo Crístico precisa ser enraizado lentamente nas consciências, pois ele deve ser como uma árvore frondosa, bem enraizada, que os ventos fortes e as tempestades da incompreensão humana não conseguirão derrubar. Ao mesmo tempo, deverá ser flexível como os bambus, que se vergam para adaptar-se à vida, porém jamais se quebram.

Portanto, temos que avançar, gradualmente, anos após ano, observando o amadurecimento da humanidade e a sua capacidade de absorver a nova verdade. Como já afirmamos em outras oportunidades, a verdade absoluta está nas mãos de Deus. O que temos no momento são verdades relativas que atendem ao nível atual de compreensão e evolução da humanidade. Nossa tarefa é ampliar o entendimento da verdade, impulsionando o homem a crescer passo a passo, para assim tornar-se apto a ingressar na consciência espiritual do terceiro milênio.

O novo livro “Universalismo Crístico Avançado”, que será lançado no dia 15 de setembro deste ano, abordará com profundidade tudo o que falamos nessa pergunta.

Roger Responde 106 – Significado palavra “amém”

106 – Pergunta (26/12/2011): Olá Roger! Como vai? Bem, aí vai minha pergunta:Se não me engano num dos livros sobre Moisés nos é revelado que a expressão “amém”, proferido ao final das orações, deu-se origem a partir do falso deus egípcio “Amon” e permaneceu até os dias de hoje. Por que então no livro “A história de um anjo” o irmão Natanael diz “amém” ao final da oração da pagina 57/58? Tem algum outro significado? Obrigado e muita luz no seu trabalho!

Roger: Eu adoro os meus leitores porque são super atentos e não deixam passar nada…rsrsrs. Sim. No livro “Moisés – Em busca da terra prometida” informamos que a palavra “Amon” é uma corruptela do nome “Amen”, o maior e mais obscuro deus do panteão egípcio, durante o período do Novo Império. Quem leu o livro “Akhenaton – A revolução espiritual do antigo Egito” conhece o relato da batalha da luz contra as sombras, Aton contra Amon, no Egito da décima oitava dinastia. Amon era um deus tão influente no período, que muitas pessoas possuíam o nome “Amenhotep” (Amenófis), que significa “Amon está satisfeito”. O filho de Akhenaton, chamava-se “Tutankhamon”, “A imagem viva de Amon”. Mas antes de seu pai ser morto, seu nome de nascimento era “Tutankhaton”, “A imagem viva de Aton”. O nosso livro explica tudo isso com profundidade.

E quando Moisés libertou o povo hebreu dos quatrocentos anos de escravidão no Egito, decidiu, sob determinação da Alta Espiritualidade, realizar uma verdadeira mudança de valores no “povo escolhido” para implantar o monoteísmo na Terra. Moisés aboliu a crença em vários deuses e o culto às imagens. Mesmo assim, era difícil para o povo simples se desligar de suas crenças e rituais. Ao final das orações à Amon era costume recitar em voz alta o nome do deus “Amém”, em completo estado de reverência. Moisés ensinava ao povo para que dissesse “Que assim seja feito!”, mas a submissão a Amon estava enraizado na consciência daquelas almas, assim como a crença politeísta que ainda se mantém firme até os dias de hoje, através do culto aos santos, orixás, mestres da fraternidade branca, etc. Esses mestres devem ser vistos como nossos “irmãos maiores”, professores, e não divindades às quais devemos nos submeter.

No caso citado do livro “A história de um anjo”, o que acontece é que quando iniciamos a elaboração do trabalho eu tinha apenas vinte anos. A minha consciência era limitada e ainda estava enraizada fortemente às crenças católicas e espíritas. Foi o “berço” do projeto Universalismo Crístico, mas eu ainda não conseguia percebê-lo em sua total amplitude. Além disso, eu não tinha consciência do significado da palavra “Amém” e devo tê-la colocado automaticamente após a oração desse espírito mentor na cidade astral Império do Amor Universal. Qualquer pessoa que for relatar um fato presenciado por si, mesmo que apenas poucas horas depois, certamente não reproduzirá fielmente o que observou, impregnando a informação com as suas crenças e limitações. Por isso os evangelhos não refletem a verdadeira grandeza da mensagem de Jesus. Eles foram escritos anos depois por consciências limitadas.

E como já afirmei na resposta de outra pergunta, estou longe de possuir uma mediunidade brilhante e de uma capacidade de trabalho notável como a de Chico Xavier, apesar de todo empenho de Hermes e da equipe espiritual nesse sentido. Logo, o leitor terá que perdoar esses pequenos lapsos desse escriba que lhes escreve, sempre com amor, dedicação e profundo idealismo.

Roger Responde 099 – Explicação sobre a Trilogia da Implantação do Monoteísmo na Terra

099 – Pergunta (07/11/2011): Roger, adoro tanto seus livros que vi em uma loja um “terceiro livro sobre Moisés” porque dizia na capa “volume 3” e o comprei imediatamente. Mas chegando em casa vi que o livro era o mesmo “Moisés – Em busca da terra prometida” que eu já tinha lido e na capa indicava ser o “volume 2”. Houve um erro de impressão? Isso pode causar confusão em alguns leitores, assim como ocorreu comigo.

Roger: Os livros “Akhenaton – A revolução espiritual do antigo Egito”,  “Moisés – O libertador de Israel” e “Moisés – Em busca da Terra Prometida” tratam-se de uma trilogia. E muitos leitores não sabem disso. Por diversas vezes recebi e-mails afirmando terem adorado o livro Akhenaton e que desconheciam a informação de que ele teve continuidade nos dois livros sobre Moisés.

Quando elaboramos os trabalhos sobre Moisés, optamos por colocar volume 1 e volume 2 pois se tratava diretamente da mesma história. No entanto, devido a desinformação dos leitores sobre ser uma trilogia, iniciada no livro Akhenaton, conversei com a editora do Conhecimento e decidimos realizar o indicativo de que era uma trilogia, sendo “Akhenaton – A revolução espiritual do antigo Egito” o livro 1, “Moisés – O libertador de Israel” o livro 2 e “Moisés – Em busca da terra prometida” o livro 3. E o título geral seria “Trilogia da Implantação do monoteísmo na Terra”, para serem vendidos de forma conjunta no futuro, em uma caixa estilizada com valor especial.

Infelizmente isso causou essa outra confusão, relatada na pergunta. Peço aos leitores que prestem atenção nesses detalhes de troca de edições e mudanças nas capas dos livros. As vezes dá a impressão de ser um novo livro, mas nem de longe é essa intenção. De forma alguma desejamos enganar os leitores. Tudo que fazemos é para melhor informá-los. Para ter certeza do andamento de nosso trabalho, quais os livros lançados e novos lançamentos, palestras e demais informações, procurem divulgar e acessar regularmente o site www.universalismocristico.com.br

Quem acompanha regularmente a coluna “Roger Responde” já sabe, por exemplo, que estamos trabalhando no novo livro “Universalismo Crístico Avançado” que será lançado provavelmente no segundo semestre do ano que vem.

Roger Responde 089 – Explicações sobre os livros Akhenaton e Moisés

89 – Pergunta (29/08/2011): Roger, nos livros sobre a Atlântida você afirma que foi o personagem Andrey e, também, os personagens Radamés, no livro Akhenaton,  e Natanael, nos livros sobre Moisés. Como pode ser isso? Já que no livro Akhenaton é afirmado na capa que o livro foi “orientado por Hermes e Radamés” e nos livros sobre Moisés foi “orientado por Hermes e Natanael”. Você mesmo canalizou a sua própria consciência? O espírito é indivisível. Como você pode ser médium de si próprio?

Roger:  Quando lançamos o livro “A história de um anjo”, sofremos algumas críticas dos espíritas ortodoxos devido ao diálogo realizado com Jesus, entre outras coisas. No ano seguinte lançamos o livro “Sob o Signo de Aquário”, que tinha diálogos com Saint Germain, Ramatís e outros mestres, além de abordar informações que iam do Espiritismo tradicional, passavam pela Apometria e iam até a Teosofia. Esse estilo diferenciado foi alvo de críticas também. Como afirmamos na pergunta anterior, estávamos iniciando uma nova proposta de canalização mediúnica, diferente do que todos estavam acostumados. Então, no final de 2001, Hermes sugere que a narrativa dos livros sobre Akhenaton e Moisés fossem narrados diretamente por mim, que havia vivido junto a ele naquele período. Hermes achou que seria mais interessante um simples homem do povo narrar as histórias, ao invés dele, que era (e é) um grande mestre. Essa proximidade “leitor-narrador” geraria uma empatia positiva na transformação íntima de cada um. Hemes constatou que seria mais motivador para o leitor identificar-se com uma pessoa de seu mesmo nível evolutivo lutando por seu crescimento espiritual, do que ele, que já é um grande mestre. Geralmente as pessoas admiram seres celestiais, mas, por não fazerem parte real de suas vidas, não se mobilizam para transformar-se em direção à Luz, achando-se incapazes e indignos de atingirem tal condição espiritual.

Então, para evitar novas críticas, simplesmente omiti que o narrador (Radamés) era eu mesmo, e que havia obtido aquelas informações através de regressão de memória orientada por Hermes. A editora do Conhecimento optou por colocar que as obras eram “mediúnicas orientadas por Hermes/Radamés e Hermes/Natanael”. No entanto, já sugeri que a editora retire essas indicações. Esses são os nossos únicos livros que fazem essa referência a serem obras mediúnicas. Isso será importante até mesmo para atingirmos um público maior. Os nossos livros seguem um modelo de elaboração diferente dos espíritas, são Universalistas Crísticos, causando uma impressão equivocada de nosso trabalho por parte dos leitores de outras crenças quando percebem a indicação de que são “mediúnicos”. Infelizmente quem não é espírita tem preconceito com livros espíritas. Talvez até por não gostarem da linguagem, algumas vezes, excessivamente doutrinária.

Sendo assim, eu não canalizei a mim mesmo. Foi apenas uma regressão de memória. O curioso é que muitas pessoas, bem sintonizadas, perceberam imediatamente que Radamés era eu mesmo e me relatavam isso, pessoalmente ou por e-mail. Já outras chegavam a dizer que estavam recebendo em seus trabalhos mediúnicos o espírito Radamés. Alguns até diziam que ele era o diretor dos trabalhos espirituais de sua Casa. Claro que era um engano, pois eu estou aqui mesmo, encarnado, e não participei em nenhum momento dessas atividades relatadas. Vejam como a mediunidade é algo delicado e deve ser sempre analisada com critério e cuidado. Mais importante que a famosa preocupação de quem é o espírito comunicante, devemos observar a qualidade moral dos ensinamentos e os valores crísticos da entidade; ou, até mesmo, analisar se não é apenas uma manifestação anímica do médium.

Roger Responde 063 – Onde estavam Sol e Lua na época de Akhenaton e Moisés?

063 – Pergunta (28/02/2011): Em nenhum dos livros da trilogia do Monoteísmo na Terra você cita a presença das gêmeas, apesar dos outros personagens todos fazerem parte do palco encarnatório no geral. Do mesmo jeito que você veio a acrescentar seu conhecimento naquela situação toda, imagino que elas também teriam, devido seu já destacado grau de conhecimento das leis divinas. Você sabe se elas estiveram nessas encarnações também, sendo próximas ou não do seu círculo consanguíneo? Ou elas ficaram em auxílio no projeto do plano astral?

Eu gostaria de saber se as gêmeas estavam presentes na época de Akhenaton e depois na época de Moisés. Por que você não cita a presença delas naquela época? É algo que não deve ser revelado? Se estão encarnadas agora, você poderia localizá-las ou reconhecê-las caso as encontrasse pessoalmente?

Roger: Nem todas as informações me são reveladas de uma só vez. Por exemplo, no livro “Sob o signo de Aquário” temos uma reunião no astral onde Akhenaton está presente. Naquele instante, eu nem imaginava que o próximo livro a ser elaborado seria justamente sobre os fatos ocorridos durante o seu reinado na décima oitava dinastia egípcia. Nesse mesmo livro, tive encontros sinistros com o mago negro Arnach, que só depois viria a tomar consciência que fora, para mim, quase como um irmão durante os tempos da Atlântida.

Durante a elaboração da trilogia da implantação do monoteísmo na Terra, eu não tinha consciência das gêmeas, nessa minha atual existência. E os coordenadores do trabalho não as revelaram à luz da minha consciência em nenhum instante, naquela época. Talvez estivessem lá, talvez não, como muitos outros personagens que não são narrados por não serem de interesse direto do projeto dos livros. E, também, no próprio livro Atlântida – No reino das Trevas, é relatado que fomos separados algumas vezes para quebrar esse elo profundo que nos ligou por tantos séculos.

Sol e Lua estão encarnadas agora, como também relata o livro. Só saberei se poderei reconhecê-las quando encontrá-las pessoalmente. E espero sinceramente que isso aconteça. Será um momento marcante e especial para todos nós.

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