Tag Antigo Egito

241 – Pergunta (15/09/2014):  Olá Roger.  Estava procurando artigos e textos sobre Akhenaton e sua esposa, Nefertiti, e acabei “esbarrando” em seu site. Quando olhamos para o Egito, vemos grandes mulheres e a influência que elas exerciam no Estado. É triste ver como a mulher foi desvalorizada ao passar dos anos, e mesmo agora, com tantos movimentos que prezam pela sua valorização, nós podemos ver claramente uma mulher que quase nega o corpo que nasceu, o movimento feminista radical que temos nos dias de hoje praticamente prega a imagem de uma mulher como a de um  “homem estereotipado”. Não só o homem moderno perdeu a noção do que é uma mulher, como a própria mulher nega seu valor, esquecendo do Sagrado Feminino, negando a beleza de ser quem é. É claro que não são todas, tudo é bem relativo, mas parece que a mulher está esquecendo da felicidade de ser mãe, de estar em contato com seu corpo, seu íntimo... De onde vem tudo isso?

Roger: Que bom, minha amiga, fico feliz que tenha chegado até o Universalismo Crístico. Procure conhecer mais sobre o nosso trabalho. E leia o nosso livro “Akhenaton – A Revolução Espiritual do Antigo Egito”. Garanto que não encontrará livro mais completo e envolvente sobre Akhenaton, Nefertiti e os acontecimentos da décima oitava dinastia egípcia.

Realmente, o Egito foi berço de uma das civilizações mais igualitárias no que diz respeito ao sexo. No antigo Egito, a força masculina não era utilizada para subjugar as mulheres, como fazem as sociedades primitivas. Na terra de Kemi a sabedoria e a força criadora da mulher eram muito respeitadas. Tanto que no panteão egípcio várias deusas possuíam papel de destaque, entre elas, a poderosa Isis e a deusa da verdade: Maat. Infelizmente quem visita o Egito nos dias de hoje vê uma situação bem oposta. Os antigos egípcios desapareceram, assim como ocorreu com a nossa civilização indígena, e o país na atualidade é ocupado pelos árabes, que professam a religião islâmica. Sendo que os mais radicais, devido a sua interpretação ortodoxa do Corão, colocam em segundo plano o papel da mulher, desconsiderando o seu papel de protagonista da vida. No entanto, não há como negar que o Egito, entre os países islâmicos, é o mais moderno e avançado, principalmente depois que o governo militar depôs o presidente eleito, Mursi, do partido Irmandade Muçulmana, que pretendia retroceder nas liberdades individuais que o povo egípcio tinha conquistado a tanto custo. Este foi um golpe militar do Bem, pois evitou que o aspecto mais sinistro da religião Islâmica tomasse corpo novamente no Egito, levando o país a um período de ainda mais escuridão, assim como vimos entre os cristãos na idade média.

Mas como tu bem te referes, a posição da mulher nos dias de hoje foge daquele aspecto sagrado que tanto admiramos entre as antigas egípcias e as magníficas sacerdotisas celtas do passado. Eram mulheres de profunda personalidade, determinação e inteligência. Jamais promoviam a negação do corpo e da sua sagrada feminilidade, fato que veio a ocorrer nas sociedades futuras devido as imposições de religiões machistas, como o judaísmo, o islamismo e o próprio cristianismo. Se formos analisar bem, a natureza de Deus é muito mais feminina do que masculina. Basta perceber que ele é o Criador do Universo, e a mulher é a criadora da vida humana física. Logo, deveríamos chamar o Espírito Criador de “Deusa”, e não de Deus. Certamente a figura de Deus está mais perto da sensibilidade feminina do que do racionalismo masculino.

Poderíamos falar aqui sobre vários aspectos deste distanciamento da mulher de sua real e sagrada natureza e missão. Um aspecto que merece menção diz respeito a opção pelo parto cesariana, em vez do parto normal. O momento do nascimento de uma criança não deve ser agendado e o ser que está nascendo deve lutar pela vida em busca dos braços da mãe. Este é o processo natural e que estabelece no inconsciente da criança vários “links”, tanto de formação da personalidade como de aceitação e amor, que ficarão gravados em sua alma por toda a vida. A criança não deve ser obrigada a se retirar antecipadamente do ventre da mãe por mãos invasivas (médicos) e ser afastada para uma incubadora fria e silenciosa. (Claro que existem sensatas exceções clinicas para este procedimento). Entretanto, partos sem problema algum deveriam ser sempre realizados de forma normal e natural, assim como são realizados faz centenas de anos. Apenas com o acompanhamento dos médicos para caso haja algum imprevisto. Quem faz o filho nascer é a mãe. Ela é a criadora da vida! Os médicos são apenas auxiliares neste processo. Sem dúvida, muito precisa ser revisto neste campo. Inclusive muitas mulheres não desejam nem amamentar mais os seus filhos. Algo indiscutivelmente fundamental para a saúde da criança em diversos aspectos.

Roger Responde 241 – O papel da mulher no antigo Egito e nos dias de hoje.

241 – Pergunta (15/09/2014):  Olá Roger.  Estava procurando artigos e textos sobre Akhenaton e sua esposa, Nefertiti, e acabei “esbarrando” em seu site. Quando olhamos para o Egito, vemos grandes mulheres e a influência que elas exerciam no Estado. É triste ver como a mulher foi desvalorizada ao passar dos anos, e mesmo agora, com tantos movimentos que prezam pela sua valorização, nós podemos ver claramente uma mulher que quase nega o corpo que nasceu, o movimento feminista radical que temos nos dias de hoje praticamente prega a imagem de uma mulher como a de um  “homem estereotipado”. Não só o homem moderno perdeu a noção do que é uma mulher, como a própria mulher nega seu valor, esquecendo do Sagrado Feminino, negando a beleza de ser quem é. É claro que não são todas, tudo é bem relativo, mas parece que a mulher está esquecendo da felicidade de ser mãe, de estar em contato com seu corpo, seu íntimo… De onde vem tudo isso?

Roger: Que bom, minha amiga, fico feliz que tenha chegado até o Universalismo Crístico. Procure conhecer mais sobre o nosso trabalho. E leia o nosso livro “Akhenaton – A Revolução Espiritual do Antigo Egito”. Garanto que não encontrará livro mais completo e envolvente sobre Akhenaton, Nefertiti e os acontecimentos da décima oitava dinastia egípcia.

Realmente, o Egito foi berço de uma das civilizações mais igualitárias no que diz respeito ao sexo. No antigo Egito, a força masculina não era utilizada para subjugar as mulheres, como fazem as sociedades primitivas. Na terra de Kemi a sabedoria e a força criadora da mulher eram muito respeitadas. Tanto que no panteão egípcio várias deusas possuíam papel de destaque, entre elas, a poderosa Isis e a deusa da verdade: Maat. Infelizmente quem visita o Egito nos dias de hoje vê uma situação bem oposta. Os antigos egípcios desapareceram, assim como ocorreu com a nossa civilização indígena, e o país na atualidade é ocupado pelos árabes, que professam a religião islâmica. Sendo que os mais radicais, devido a sua interpretação ortodoxa do Corão, colocam em segundo plano o papel da mulher, desconsiderando o seu papel de protagonista da vida. No entanto, não há como negar que o Egito, entre os países islâmicos, é o mais moderno e avançado, principalmente depois que o governo militar depôs o presidente eleito, Mursi, do partido Irmandade Muçulmana, que pretendia retroceder nas liberdades individuais que o povo egípcio tinha conquistado a tanto custo. Este foi um golpe militar do Bem, pois evitou que o aspecto mais sinistro da religião Islâmica tomasse corpo novamente no Egito, levando o país a um período de ainda mais escuridão, assim como vimos entre os cristãos na idade média.

Mas como tu bem te referes, a posição da mulher nos dias de hoje foge daquele aspecto sagrado que tanto admiramos entre as antigas egípcias e as magníficas sacerdotisas celtas do passado. Eram mulheres de profunda personalidade, determinação e inteligência. Jamais promoviam a negação do corpo e da sua sagrada feminilidade, fato que veio a ocorrer nas sociedades futuras devido as imposições de religiões machistas, como o judaísmo, o islamismo e o próprio cristianismo. Se formos analisar bem, a natureza de Deus é muito mais feminina do que masculina. Basta perceber que ele é o Criador do Universo, e a mulher é a criadora da vida humana física. Logo, deveríamos chamar o Espírito Criador de “Deusa”, e não de Deus. Certamente a figura de Deus está mais perto da sensibilidade feminina do que do racionalismo masculino.

Poderíamos falar aqui sobre vários aspectos deste distanciamento da mulher de sua real e sagrada natureza e missão. Um aspecto que merece menção diz respeito a opção pelo parto cesariana, em vez do parto normal. O momento do nascimento de uma criança não deve ser agendado e o ser que está nascendo deve lutar pela vida em busca dos braços da mãe. Este é o processo natural e que estabelece no inconsciente da criança vários “links”, tanto de formação da personalidade como de aceitação e amor, que ficarão gravados em sua alma por toda a vida. A criança não deve ser obrigada a se retirar antecipadamente do ventre da mãe por mãos invasivas (médicos) e ser afastada para uma incubadora fria e silenciosa. (Claro que existem sensatas exceções clinicas para este procedimento). Entretanto, partos sem problema algum deveriam ser sempre realizados de forma normal e natural, assim como são realizados faz centenas de anos. Apenas com o acompanhamento dos médicos para caso haja algum imprevisto. Quem faz o filho nascer é a mãe. Ela é a criadora da vida! Os médicos são apenas auxiliares neste processo. Sem dúvida, muito precisa ser revisto neste campo. Inclusive muitas mulheres não desejam nem amamentar mais os seus filhos. Algo indiscutivelmente fundamental para a saúde da criança em diversos aspectos.

Roger Responde 104 – Crenças politeístas

104 – Pergunta (12/12/2011): Roger, já li alguns de seus livros, sendo que o último foi o “Universalismo Crístico”, pelo qual devo parabenizá-lo e agradecê-lo, pois tal leitura me encantou de todas as formas possíveis, além de ter me levado a diversas reflexões. Fico muito feliz que pessoas como você divulguem essa nova ideia de espiritualidade; ela está sendo imprescindível para a minha formação tanto moral, quanto espiritual. Obrigada de verdade.
Mas, apesar de ter refletido sobre os temas abordados na minha última leitura, ainda tenho uma dúvida: as antigas crenças politeístas, como as da Grécia Antiga e do Egito Antigo, e até hoje, no hinduísmo, em que se acredita na existência de vários deuses, além do Deus Supremo, criador do Universo, tem algum fundamento, ou elas só simbolizaram e simbolizam uma etapa do processo evolutivo desses povos? Serviram apenas para direcionar as atitudes dos indivíduos, devido às atrocidades cometidas na sociedade; despertá-los para uma visão mais espiritual de suas vidas, ou essas “entidades” existem de fato? Pergunto isso, visto que existem religiões que ainda acreditam em vários “Deuses”, como a Wicca, o hinduísmo, e também existem, na Umbanda e Candomblé, os orixás, que auxiliam nos trabalhos espirituais e representam elementos da natureza.

Roger: Nunca existiram vários deuses. Essa é apenas uma crença da humanidade do passado devido ao seu pouco entendimento da obra do Criador. As religiões são criações humanas para tentar interpretar um Ser que está muito além de nossa compreensão. Somente em Deus encontramos a verdade absoluta. As religiões possuem verdades relativas adequadas ao seu nível de compreensão. Hoje vemos muitas crenças religiosas como infantis e ingênuas, mas há 2, 3 ou 4 mil anos atrás essa era a capacidade de entendimento dos povos que as criaram.

E eis aí o ponto central da mensagem do Universalismo Crístico: libertar as consciências desse escravismo às religiões, como se elas detivessem a verdade absoluta. As nossas crenças espirituais precisam evoluir, assim como está evoluindo a humanidade em todos os aspectos. Toda a fé deve ser raciocinada, confrontada com a razão. Caso não se sustente, deve ser descartada.

Os deuses egípcios, gregos, etc… nada mais eram do que grandes espíritos, seres incomuns que eram divinizados para serem alvos de suas preces por dias melhores em cada segmento que aquele suposto deus atendia. Por exemplo, o próprio Hermes que é o coordenador de nossos livros, foi divinizado como Toth no antigo Egito, o deus da escrita e da sabedoria, devido a incrível contribuição que ele deu nesse sentido ao Egito durante o início do período dinástico. Imhotep recebeu um magnífico templo como deus da medicina, por suas contribuições nessa área. Visitamos esse interessante templo em julho e visitaremos novamente na próxima viagem ao Egito com leitores em maio de 2012. E assim, sucessivamente, com todas as crenças religiosas do passado. Vejam que até Jesus foi idolatrado como Deus pela igreja cristã primitiva. Hoje sabemos, que tratam-se somente de espíritos com notável evolução, criaturas, assim como nós, e não o próprio Espírito Criador, Único e Eterno, sem principio e nem fim.

Todos fomos criados iguais, simples e ignorantes, por Deus. A infinita caminhada evolutiva que percorrermos, utilizando-nos de nosso livre arbítrio, é que nos transformará em espíritos ascensionados. E quando estivermos atuando em nome de Deus entre povos primitivos, no futuro, talvez até em outros mundos, seremos vistos como “deuses” por esses povos e junto a isso surgirá toda uma carga de superstições e teorias milagrosas, como é natural em mentes primárias.

Roger Responde 036 – Perguntas diversas sobre Capela, Atlântida, Akhenaton e Hermes.

036- Pergunta (23/08/2010): Li recentemente “Atlântida – No Reino da Luz” e “Akhenaton – A revolução espiritual do antigo Egito”. Primeiramente gostaria de parabenizá-lo pelo magnífico trabalho que tens feito. As obras são fascinantes. Sou cientista e muitas vezes me identifico com o sentimento de frustração e raiva de Andrey e Radamés. Isto porque tento conversar com as pessoas sobre esse assunto (dos livros) e ninguém tem a mesma empolgação de falar nesse assunto. Desde pequena sempre tive muitas perguntas na minha cabeça e com os teus livros tenho sanado diversas.
Tenho dois questionamentos sobre tuas obras. Em relação a obra “Atlântida – No Reino da Luz”: Os espíritos atlantes encarnados (não capelinos) de onde vieram? Os espíritos encarnados no mundo primevo eram originários apenas de Tríade (capelinos)? O mestre Seraphis Bey viveu em Atlântida? Em relação a obra “Akhenaton – A revolução espiritual do antigo Egito”, nosso querido Hermes, após ter vivido em Atlântida como Artemis, ele só reencarnou novamente no Egito no período pré dinástico?

Roger: Obrigado pelo apoio ao nosso trabalho. Os espíritos atlantes, da época de ouro, anteriores a chegada dos capelinos, evoluíam na dimensão da Atlântida há milênios. Foram eles que construíram a Grande Pirâmide, milênios antes. A sua saída durante a chegada dos capelinos deveu-se a terem ascensionado a esferas ainda mais superiores. A sua origem, eu não saberia dizer. Não tenho essa informação. Mas provavelmente vieram para a Terra em um passado remoto, migrando de outros mundos também. No passado, certamente, cometeram seus erros e foram espíritos primários, assim como nós hoje. Um dia nos tornaremos seres iluminados como eles. Essa é a lei de evolução a que todo filho de Deus está submetido.

Os espíritos encarnados no mundo primevo da Terra naquele período, eram, em boa parte, oriundos de Capela, mas também já viviam aqui, na terra da 3D, espíritos que se individualizaram a partir de almas grupos de animais. A evolução é única. A nossa alma, antes de se individualizar e tornar-se apta para encarnar no mundo hominal, passa pelos reinos mineral, vegetal e animal, onde experimenta as primeiras sensações e adquire lampejos de consciência, antes de individualizar-se no seio da alma grupo de determinada espécie e partir para a sua primeira experiência no mundo humano. Claro que as suas primeiras experiências são muito primitivas. A missão dos capelinos, além de cumprir seu exílio, era de ajudar a promover o progresso dessas almas bem primárias que estavam iniciando o seu processo de evolução na 3D da Terra. E era esse o papel dos atlantes da era de ouro, antes da chegada dos capelinos. Os atlantes foram os grandes professores de nossa humanidade, apesar de algumas pessoas crerem que os “gigantes que vinham do céu”, para ensinar-lhes, tratavam-se de extraterrestres.

Seraphis Bey, mestre do quarto raio, segundo os estudos teosóficos, é o próprio Akhenaton. Sendo assim, ele viveu na Atlântida na personalidade de Atônis, que era o pai de Andrey. Os mestres se apresentam com “roupagens” diferentes, adequando-se a cada crença. Inclusive eles se apresentam, algumas vezes, até como pretos velhos em terreiros de Umbanda. A mensagem de Deus é uma só. A nossa limitada compreensão é que exige formas diferenciadas de dizer a mesma coisa, devido as nossas crenças sectárias. Chegará o dia em que eles nos instruirão de alma para alma, sem a necessidade de rótulos.

Não sei informar se Hermes teve encarnações entre o período da Atlântida e sua grandiosa encarnação como Toth, quando compilou os famosos princípios Herméticos, durante a fundação da primeira dinastia egípcia, na unificação do Alto e Baixo Egito, ao lado de Menés, que era Atlas reencarnado. Ele evita revelar informações que não sejam objeto de trabalho nos livros. Inclusive o que sei sobre as minhas encarnações é o que está registrado nos livros. Pouco a pouco, ele vai expandindo a minha consciência para narrarmos as histórias que possam ser úteis para a caminhada dos leitores. Talvez, no futuro, essa tua última pergunta seja respondida nas páginas dos livros que virão.

Roger Responde 029 – Novos indícios sobre a morte do faraó Tutankhamon.

029- Pergunta (05/07/2010): Roger, veja essa notícia sobre Tutankhamon: link. Essa nova pesquisa sobre a morte do faraó fecha com a resposta que você deu na pergunta 13, do dia 08/03/2010. Realmente, resquícios de malária no DNA de sua múmia não significa que ele foi a óbito por esse motivo. Abraços e continuo aguardando ansiosamente o “Atlântida – no reino das Trevas”.

Roger: Essa não é uma pergunta, e sim uma constatação. Mesmo assim, gostaria de tecer alguns comentários. Talvez, seja muito difícil resgatarmos essas informações à luz da ciência. Mesmo com todos os avanços científicos, realizar exames em múmias com mais de três mil anos de existência não trará uma conclusão sólida e indiscutível. É o mesmo caso do santo sudário de Turim. A cada século que passa, ele sofre novas contaminações, tornando-se impossível datá-lo com técnicas como a do “carbono 14”, e atestar sua autenticidade. Porém, infelizmente, os cientistas têm o mau hábito de apresentarem as suas teses como indiscutíveis, enquanto tudo que vem do plano espiritual é visto como crendices. Tanto na astronomia, como na ciência, de forma geral, vemos todos os dias teses antes aceitas como indiscutíveis sendo derrubadas. Portanto, devemos sempre mantermos nossas mentes abertas a novos estudos e jamais aceitar qualquer informação como verdade absoluta. A única verdade absoluta que temos até o momento é que o amor e a harmonia são o caminho indiscutível para a nossa ascese evolutiva e refletem perfeitamente a essência de Deus.

A própria Atlântida, talvez, nos apresente apenas insignificantes vestígios no futuro, que provavelmente não atestarão definitivamente todo o esplendor dessa civilização. Muitos, inclusive, afirmam que ela nem existiu ou, então, não passou de uma ilhota qualquer perdida nas imediações do portal de Hércules.

É provável que somente o domínio do acesso aos registros akhásicos, no futuro, possam nos dar informações definitivas sobre essas questões tão intrigantes. E creio que todos se surpreenderão, pois a forma de pensar, agir e viver dessas civilizações eram bem diferentes do nosso modo de viver. Se fôssemos narrá-las exatamente como pensavam e agiam, o leitor teria dificuldade em compreendê-las. Para nós, parece muito natural lermos alguns livros sobre o antigo Egito que só falta aparecer uma loja de “fast food” na esquina da avenida das Esfinges, mas o mundo deles, em geral, era bem diferente disso.”

Roger Responde 017 – A esposa de Kardec seria a reencarnação de Nefertiti?

017 – Pergunta (12/04/2010): “Acompanho seu site e leio seus livros! E o admiro muito! Gostaria de tirar uma dúvida, sobre o espírito de Nefertiti. No seu livro, “Atlântida no reino da Luz”, Atônis era o sumo sacerdote do templo do sol, em Atlântida, que logo seria o grande faraó Akhenaton no antigo Egito! No livro Akhenaton você comenta “muito” sobre Nefertiti e do amor que ela possuía por Akhenaton e ambos tinham uma encarnação altiva, recíproca, em que, um ajudava o outro. E em outros livros espíritas os dois sempre reencarnaram juntos. Mas você não relata Nefertiti encarnada em Atlântida por quê?Em “Moisés – Em Busca da Terra Prometida” e “Universalismo Crístico – O futuro das religiões” você afirma que a última encarnação de Akhenaton ocorreu na personalidade de Allan Kardec. Então Nefertiti poderia ser Amélie Gabrielle Boudet, a esposa de kardec? A historia dos casais são idênticas, um ajuda o outro, inclusive Amélie depois que Kardec morreu cuidou e com empenho e devotamento continuou o trabalho de codificação do Espiritismo idealizado por Kardec, assim como Nefertiti fez após a morte de Akhenaton! O que acontece com Nefertiti?”

Roger: Obrigado pelo apoio ao nosso trabalho! No livro Akhenaton, no capítulo inicial sobre a Atlântida, afirmamos que Criste (esposa de Atônis) reencarnou no futuro como a rainha Nefertiti, mas creio que esquecemos de fazer essa afirmação no livro Atlântida. Realmente foi uma falha de informação. Tu estás certa! Nem todos os leitores leem todos os livros. No livro “Atlântida – No reino das Trevas” colocaremos essa referência. Muito bem lembrado. Nos livros “Moisés – O libertador de Israel” e “Moisés – Em busca da Terra Prometida”, afirmamos que Nefertiti reencarnou como Séfora, a esposa de Moisés, enquanto Akhenaton era o sacerdote de Heliópolis, Amenófis, que foi o responsável pela iniciação espiritual de Moisés.

O conceito de alma gêmea é algo que também deve ser analisado. Não existem “almas gêmeas”, e sim “almas afins”, que evoluem juntas por afinidade. Nós somos seres integrais. Não dependemos de outra alma para existir e nos completar. Entretanto criamos afinidades em nossa infinita jornada evolutiva e amamos de forma mais especial esses espíritos afins. Mas com o passar dos milênios, abandonamos essa característica, digamos assim “mais humana”, e partimos para um amor verdadeiramente espiritual e universal, assim como o do Cristo, que é igualitário a todos os seres do Universo, independente de afinidade. Esse sentimento de amor especial a determinado espírito é algo característico em nosso limitado nível evolutivo.

Sobre Nefertiti ser Amélie Gabrielle Boudet, vejam como não é difícil desvendar esses mistérios. Basta analisar o perfil psicológico e comportamental para perceber que Amélie Gabrielle Boudet era Nefertiti reencarnada ao lado de sua “alma afim” com o objetivo de concretizarem em conjunto a missão de implantar o Espiritismo na Terra. Infelizmente até pouco tempo a humanidade ainda vivia uma época de sombras com relação ao papel da mulher, relegando-as a um segundo plano. O Egito Antigo foi uma época de ouro para a manifestação do espírito feminino, permitindo que Nefertiti se destacasse de forma mais intensa e atuante.

 

Roger Responde 013 – Pesquisas na múmia do faraó Tutankhamon.

13 – Pergunta (08/03/2010): “Li o livro sobre Akhenaton. Adorei. Gostaria de esclarecer umas dúvidas que vi num documentário da discovery na data de hoje 01/03/2010 e fizeram uns testes na múmia de Tutankhamon. Vamos lá: descobriram que tinha uma fratura no osso perto do joelho(fêmur), além de uma deformidade no pé (osteonecrose) causada por uma doença. Então fizeram um exame para de DNA para malária e descobriram o DNA do parasita na múmia dele. Então, o diagnóstico da morte foi malária. No sarcófago tinha também muitos cajados (mais de 50) que acreditam que usava, pois mancava de uma perna (osteonecrose). E no livro fala que sofreu um atentado e tinha uma lesão entre a cabeça e o pescoço. Se for possível, gostaria de que me esclarecesse essas descobertas.”

Roger: Para quem leu o livro Akhenaton, gostaria de informar que a história continua nos livros “Moisés – O libertador de Israel” e “Moisés – Em busca da Terra Prometida”. Trata-se de uma trilogia. Muitos leitores não sabem disso.

Sobre as novas descobertas divulgadas, costumo dizer que a morte do rei Tut é tão polemica quanta a veracidade do Santo Sudário de Turim. Muitas especulações e poucas informações realmente consistentes. Os cientistas creem que suas informações são altamente confiáveis e refletem a mais absoluta verdade. No entanto, alguns anos depois as suas teses (aprisionadas a paradigmas limitados) são derrubadas. E isso se repete em todos os campos, tanto na astronomia, como na arqueologia e também nas ciências médicas.

A malária era conhecida no antigo Egito como “doença mágica”. Inclusive Ramósis estudava suas causas para tentar debelar aquele mal que chegou a afligir, em alguns períodos, mais da metade da população. Muitos habitantes do Vale do Nilo naquele período teriam indícios dessa doença, mas isso não significa que foram a óbito especificamente por esse motivo. Os antigos egípcios eram bons médicos. Muitos casos de malária eram curados utilizando-se tratamentos desconhecidos pela medicina moderna, mas que deixariam resquícios no DNA.

Era costume colocar nos sarcófagos os objetos que o morto precisaria utilizar no pós-vida. Os encarregados do funeral de Tut acreditaram que ele precisaria dos cajados para se locomover na terra do Sol Poente, já que falecera decorrente de um forte trauma que havia enfraquecido gravemente o seu organismo. Os nossos idosos também usam bengalas para sustentar o seu corpo enfraquecido, e não apenas porque tenham fraturas aqui ou ali.

O egiptólogo Howard Carter quando removeu a múmia do sarcófago em 1922 causou-lhe graves danos, chegando ao ponto de serrá-la em várias partes, dificultando, com certeza, qualquer tipo de avaliação 3.300 anos depois da morte do faraó menino. Inclusive a múmia estava tão impregnada de resina que até o teste de DNA ficou sob suspeita. A medicina atual mal consegue obter resultados conclusivos com pessoas vivas, imaginem avaliar um corpo infestado por fungos e bactérias por um período de 3.300 anos…

Corridas de bigas e caçadas eram comuns naquele período. Era o “hobby” da realeza. Nada impede que ele tenha sofrido alguns acidentes e fraturas decorrentes disso.

Esses documentários e revistas precisam vender, então eles mesmos especulam coisas que já tinham sido atestadas por outras pesquisas, como a paternidade de Akhenaton, por exemplo. O documentário trata essa questão como se ninguém soubesse anteriormente que Akhenaton era o pai de Tut. O exame de DNA apenas comprovou essa informação que já tinha sido atestada por outras provas arqueológicas, apesar deles alegarem que não.

Infelizmente o faraó Tutankhamon gera muito dinheiro. Ele é o Michael Jackson do antigo Egito! Inclusive a verdadeira múmia de Nefertiti (que eles alegam já ter encontrado) está ao lado da tumba de Tut. Mas as autoridades egípcias não exploram aquele local porque teriam que fechar a visitação a tumba de Tut. Isso resultaria em uma perda financeira com o turismo da ordem de milhões de dólares por ano.