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Quando ficamos doentes, estar perto de quem amamos é um conforto. Foi pensando assim que o hospital Juravinski, em Ontário, no Canadá, começou a permitir as visitas dos animais de estimação aos seus donos. O programa chamado “Zachary’s Paws for Healing” foi inspirado na história do jovem Zachary, 25, que apresentou melhoras significativas no tratamento médico depois que recebia as visitas de seu cãozinho.

“Zachary ficou no hospital diversas semanas e estava muito doente depois de um transplante de células, e pedia muito para ver o seu cão, Chase. Nós ‘infiltramos’ o Chase no hospital e o efeito que isso teve em Zachary foi incrível. Quando Zachary soube que não ia conseguir vencer a luta, ele fez-me prometer que iria começar a organização. Tivemos a nossa primeira visita oficial a 15 de setembro Donna, idealizadora do projeto e tia do jovem.

Segundo ela, a visita de animais de estimação melhora os sinais vitais, evita a depressão e o sentimento de isolamento, melhora a comunicação e motiva o paciente ao revelar uma razão para melhorar e voltar para casa. As visitas são semanais e duram cerca de uma hora. Os animais são limpos antes de entrar no hospital e são mantidos longe de outros pacientes.

No Brasil, o Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba (PR), já permite a visita de animais semanalmente às crianças que fazem tratamento contra o câncer. Por sua vez, a ONG Patas Therapeutas, além de hospitais, leva os animais para asilos e abrigos em São Paulo (SP) e Porto Feliz (SP). Por meio da interação com os animaizinhos, a entidade já atende mais de 10 mil pacientes e conta com 70 voluntários.

Link da notícia: http://jornaldeboasnoticias.com.br/bichinhos-que-curam-as-dores/

Paz e Luz a todos!

Notícia da semana – Bichinhos Que Curam As Dores

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Quando ficamos doentes, estar perto de quem amamos é um conforto. Foi pensando assim que o hospital Juravinski, em Ontário, no Canadá, começou a permitir as visitas dos animais de estimação aos seus donos. O programa chamado “Zachary’s Paws for Healing” foi inspirado na história do jovem Zachary, 25, que apresentou melhoras significativas no tratamento médico depois que recebia as visitas de seu cãozinho.

“Zachary ficou no hospital diversas semanas e estava muito doente depois de um transplante de células, e pedia muito para ver o seu cão, Chase. Nós ‘infiltramos’ o Chase no hospital e o efeito que isso teve em Zachary foi incrível. Quando Zachary soube que não ia conseguir vencer a luta, ele fez-me prometer que iria começar a organização. Tivemos a nossa primeira visita oficial a 15 de setembro Donna, idealizadora do projeto e tia do jovem.

Segundo ela, a visita de animais de estimação melhora os sinais vitais, evita a depressão e o sentimento de isolamento, melhora a comunicação e motiva o paciente ao revelar uma razão para melhorar e voltar para casa. As visitas são semanais e duram cerca de uma hora. Os animais são limpos antes de entrar no hospital e são mantidos longe de outros pacientes.

No Brasil, o Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba (PR), já permite a visita de animais semanalmente às crianças que fazem tratamento contra o câncer. Por sua vez, a ONG Patas Therapeutas, além de hospitais, leva os animais para asilos e abrigos em São Paulo (SP) e Porto Feliz (SP). Por meio da interação com os animaizinhos, a entidade já atende mais de 10 mil pacientes e conta com 70 voluntários.

Link da notícia: http://jornaldeboasnoticias.com.br/bichinhos-que-curam-as-dores/

Paz e Luz a todos!

Notícia da semana – Comércio de pele de animais está proibido em São Paulo

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Nada de casacos de chinchila, vison e outros do tipo. A venda de peles de animais criados apenas para esse fim está proibida na cidade de São Paulo. O comércio que descumprir a regra será multado em R$ 5 mil.

A lei 16.222/2015, que ficou mais conhecida por toda a polêmica que causou por proibir o foie gras (fígado de patos e gansos engordado à força) na capital paulista, contempla em um de seus artigos a proibição aos tais casacos e a outros itens.

A proibição do foie gras contida na lei 16.222/2015 foi vetada pela Justiça, ação que ainda será julgada em última instância. Mas a Justiça não questionou a validade da proibição dos itens de vestuário feitos com peles.

Representantes da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) estiveram em reunião com a prefeitura de São Paulo na terça-feira (1) para confirmar as informações sobre a proibição de comércio de peles.

Para a SVB, o Secretário de Negócios Jurídicos da Prefeitura explicou que “A Prefeitura vai emitir uma nota por meio de sua assessoria de comunicação deixando claro que a proibição do comércio de peles já está em vigor. Vamos também correr para publicar a regulamentação desta lei o quanto antes; mas independentemente disso, a atividade já é ilegal e o município fará valer esta lei.”.

Denúncias

Como a lei ainda não está regulamentada, não há um telefone ou e-mail oficial da prefeitura para denúncias.

Mas quem flagrar a venda de itens de vestuário feitos com peles de animais criados exclusivamente para isso dentro da cidade de São Paulo pode escrever para companhas@svb.org.br .

A denúncia deve ser encaminhada com nome completo da loja, CNPJ (se possível), endereço, data do flagrante e foto do produto com etiqueta que indique sua composição.

Quando a lei for regulamentada, a SVB encaminhará as denúncias para os órgãos responsáveis.

É importante lembrar que itens feitos com couro de boi ou de qualquer outro animal criado para produção de carne não estão – ainda – proibidos.

Apenas estão proibidos os artigos fabricados com peles de animais criados exclusivamente para obtenção de suas peles, como casacos de vison e de chinchila, entre outros.

Acesse a notícia no link: http://www.sonoticiaboa.com.br/2016/03/03/comercio-de-pele-de-animais-esta-proibido-em-sao-paulo/


Reflexão 

“Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal,

ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante.” – Albert Schwweitzer (Nobel da Paz – 1952)

Paz e Luz a todos!

Notícia da semana ­- Com fila na porta já no primeiro dia, irmãos abrem o primeiro açougue vegano das Américas

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No sábado (23/01), foi inaugurado o primeiro açougue das Américas que só vende versões de carne sem nada de origem animal. Com mais de 40 tipos de “cortes”, a primeira loja do Herbivorous Butcher Açougueiro Herbívoro) teve um grande lançamento e fila na porta por todo o dia.

Todas as carnes vendidas por lá são feitas com seitan, um derivado da proteína do trigo. Cada tipo de carne recebe um tempero diferente e é preparada de forma exclusiva, proporcionando diferentes texturas e sabores. A julgar pela aparência dos produtos, o sucesso é merecido.

O açougue está localizado em Mineápolis, cidade com cerca de 380 mil habitantes que fica no norte dos Estados Unidos. O Herbivorous Butcher é a primeira loja do tipo nas Américas e a segunda do mundo. O primeiro açougue do tipo foi inaugurado em 2010 na Holanda e continua fazendo sucesso.

O Herbivorous Butcher é um projeto dos irmãos Aubry e Kale Walch, veganos há muitos anos. Eles já faziam sucesso vendendo carnes vegetais em festivais veganos e feiras informais. Então, tiveram a ideia de abrir um açougue com todas as características arquitetônicas de um açougue comum, mas sem nenhum ingrediente de origem animal à venda.

Aubry e Kale buscaram apoio em um site de financiamento coletivo e conseguiram pouco mais de US$ 61.800,00 com a campanha, algo em torno de R$ 250.000,00. O dinheiro foi essencial para que o açougue virasse realidade.

O Herbivorous Butcher é, além de um açougue, uma queijaria vegana artesanal com uma grande variedade de queijos vegetais.

A inauguração chamou a atenção da imprensa norte­americana e o Herbivorous Butcher foi destaque nos maiores jornais do país.

Acesse a notícia no link: https://vista­se.com.br/com­fila­na­porta­ja­no­primeiro­dia-
irmaos­abrem­o­primeiro­acougue­vegano­das­americas/

Reflexão

Tal como nós, os animais podem entristecer ou alegrar-­se, sentir medo ou solidão, sentir frustração ou satisfação. Os animais também têm percepção do mundo que os rodeia e têm consciência daquilo que lhes acontece. Eles também têm interesse em desfrutar a vida que lhes foi oportunizada. “Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-­lo a amar seus semelhantes”. (Albert Schweitzer).

Paz e Luz a todos!

Roger Responde 129 – Qual o papel dos demais seres vivos em nossa vida?

129 – Pergunta (04/06/2012): Qual o papel dos demais seres vivos em nossa vida e como devemos fazer para respeitá-los e auxiliá-los na sua caminhada?

Roger: A consciência ecológica e a espiritual devem estar intimamente ligadas. O homem à medida que evolui espiritualmente passa a compreender a importância de amar e respeitar a Natureza integralmente, de forma sincera e verdadeira. O Universalismo Crístico é uma instituição que abrange a vida como um todo. Ele não é somente ligado às questões espirituais ou religiosas. Para obtermos uma evolução integral, não podemos dissociar as questões humanas das espirituais. Por isso apoiamos e lutamos por todas as causas que visem construir um mundo mais harmônico e voltado para o Bem, independente de crenças.

Os reinos animal e vegetal também cumprem um processo evolutivo, na condição de nossos irmãos menores, filhos do Criador, portanto devem ser amados e auxiliados em sua jornada para que atinjam o crescimento traçado para suas existências. Eles não devem ser utilizados como instrumentos de nossos caprichos egoísticos, sendo vitimas de violências e abusos que consideramos intoleráveis para com a nossa própria espécie. E isso se torna mais claro à medida que ampliamos a nossa consciência espiritual. Evoluir é amar aos nossos semelhantes e a Criação como um todo, de forma verdadeira e incondicional.

Além do mais, a destruição das matas, a poluição dos recursos naturais e a violência contra os animais estimulam vibrações energéticas negativas no planeta, alimentando as ações e intenções das ordens espirituais do mal, estimulando guerras, violências e desequilíbrios psicológicos entre os homens.

No passado remoto, quando ainda vivíamos um padrão espiritual primitivo, essas ações condiziam com a vibração espiritual da humanidade. No entanto, nos dias atuais, utilizar os animais e a Natureza como um todo de forma vil, escravizando-os e explorando-os, tanto para interesses mercantilistas como alimentares, essa atitude, a cada nova década que se passar, estimulará maiores desequilíbrios energéticos, psicológicos e emocionais em nosso planeta. Sem dúvida, à medida que a consciência planetária evoluir, atitudes de ataques e desrespeito a Natureza causarão maiores danos à harmonia de todo o ecossistema, tanto no plano físico como espiritual. Somos todos um. As agressões contra o corpo de “Gaia” refletem diretamente em nossas próprias almas. Agir assim, é como ferir a nós mesmos e, à medida, que a consciência planetária aumentar, sentiremos mais intensamente as graves consequências disso.

Amar e respeitar a Natureza, dedicar aos animais, vegetais e demais recursos naturais do planeta carinho e respeito, é semear vibrações de luz que certamente todos colheremos no futuro, através de um mundo melhor para vivermos. Se queremos um mundo pacífico e melhor para se viver, isso passa diretamente pelo respeito a todas as formas de vida do planeta. Devemos refletir sobre isso.

 

Roger Responde 112 – Por que os animais sofrem? É carma?

112 – Pergunta (06/02/2012): Roger, venho desta vez buscar esclarecimento de nossos mentores espirituais com relação ao carma que todos temos que resgatar desde os tempos de Atlântida e de todas nossas vidas passadas. Tenho dúvidas com relação à geração desses carmas, os quais são originados pelos nossos erros cometidos e que, através dos obstáculos que precisamos superar, têm a finalidade de nos ensinar o caminho da retidão e da luz. Consigo compreender a finalidade didática destes carmas que vamos eliminando, fazendo com que tenhamos um comportamento mais crístico, possibilitando-nos conexões cada vez mais sutis. Não obstante, quando vejo animais, como cães e gatos moribundos, entre outros, sofrendo durante toda a sua existência me pergunto: Isto também é carma? Como animais irracionais irão aprender o que eles não compreendem? Será que eles têm culpa, em sendo irracionais, de eventuais erros cometidos no passado?

Roger: A evolução é única. A nossa alma, antes de se individualizar e tornar-se apta para encarnar no mundo hominal, passa pelos reinos mineral, vegetal e animal, onde experimenta as primeiras sensações e adquire lampejos de consciência, antes de individualizar-se no seio da alma grupo de determinada espécie e partir para a sua primeira experiência no mundo humano. Claro que as suas primeiras experiências são muito primitivas. Todas as formas de vida criadas por Deus, possuem alma, ou seja, uma entidade espiritual que impulsiona a vida daquele organismo biológico. No mundo hominal isso ocorre por meio de uma alma consciente e individualizada que reencarna infinitas vezes para promover a sua evolução espiritual. No caso dos animais irracionais e vegetais (almas ainda não individualizadas), isso é realizado por almas grupos que regem toda uma determinada espécie, de forma interligada entre si.

Sendo assim, os animais mais próximos do homem, pouco a pouco, começam a migrar para uma nova condição, que é a de espíritos individualizados e conscientes. Isso os leva a manifestarem necessidades de despertamento da consciência por meio da dor. Necessariamente não se trata de um carma para resgatar um ato negativo do passado, mas sim uma nova experiência de aprendizado com o objetivo de sensibilizar aquela alma em despertamento para as suas primeiras experiências conscientes.

Vale, também, lembrar, que o sofrimento desses animais é, em muitas situações, imposto pela crueldade do homem e do meio que os cerca. Nem todas as dores do mundo são frutos de carma. Se fosse assim, teríamos que entender que Jesus sofreu na cruz para resgatar carmas. E isso não é verdade. Sabemos que ele desceu ao mundo físico na condição de alma absolutamente angelizada.

Roger Responde 085 – A caridade com os animais

085 – Pergunta (01/08/2011): Roger, existem muitas pessoas e entidades relacionadas ao bem estar dos animais, mas muitos recriminam isso, com a desculpa de que deveríamos nos preocupar com crianças sem comida na África, etc. Inclusive no livro Transição Planetária, do Divaldo Franco, há uma passagem condenando o ato dessas pessoas que doam seu tempo e dinheiro para amparar nossos irmãozinhos menores. Gostaria de saber o que você e os nossos irmãos do mais alto acham disso?

Roger:  Eu acredito que existem muitas formas e caminhos para se trabalhar em nome de Deus. E que existem trabalhadores que são chamados a atuar em cada uma delas. Cada pessoa deve seguir a sua intuição e trabalhar por aquilo a que seu coração é chamado. Eu recebo criticas, também, por não estar revertendo os direitos autorais de nossos livros para a caridade, assim como fizeram médiuns notáveis como Chico Xavier. No entanto, creio que o meu chamado para trabalhar em nome de Deus está diretamente ligado à conscientização espiritual da humanidade. Eu preciso focar em atingir o maior número de pessoas possíveis, através de ampla divulgação de uma mensagem que ainda assusta as religiões tradicionais. E posso fazer isso tranquilamente porque sei que outros valorosos trabalhadores do Alto estão amparando os necessitados, auxiliando hospitais, vestindo e alimentando os que estão desamparados, assim como outros, como tu, estão trabalhando em prol de nossos irmãos menores, ou seja, os animais. Cada um deve seguir trabalhando ativamente em na seara de Luz ao qual é chamado em nome de Deus e do Cristo Planetário da Terra. O que seriam dos animais se não tivessem ninguém para os defender da brutalidade humana?

Não se preocupe com as críticas. Elas sempre existirão. É da natureza ainda imperfeita de nossa humanidade “olhar mais para o cisco no olho de seu irmão, do que para o galho encravado em seu olho”. Apenas o que deves procurar avaliar é, se o mesmo sentimento que tens para com os animais, o  tens para com toda a criação de Deus. Algumas pessoas amam os animais e detestam os homens. Isso é sintoma de desequilíbrio espiritual; de um trauma mal resolvido que cobrará o seu preço carmicamente em determinado momento. Uma pessoa que ama verdadeiramente os animais, também sabe (e deve) amar e compreender os seus semelhantes. Francisco de Assis, em sua existência, demonstrava esse exemplo como ninguém.

Respeito e valorizo o ideal em defesa dos animais. A humanidade tem evoluído no que diz respeito a tratar os animais com respeito e dignidade, porém ainda há muito a ser feito nesse sentido. Não poderemos descansar enquanto animais tiverem suas peles arrancadas, em vida, apenas para atender aos fúteis ditames da moda. Ou, então, serem escravos como veículos de tração de seres embrutecidos que os tratam com violência; mais parecendo que o “animal” está sentado na carroça dando chicotadas em um doce ser indefeso. E, mais para o futuro, fazer ver ao homem, que podemos nos nutrir através de outras formas de alimento, que não seja a carne de indefesos seres vivos, assim como nós. Mas a evolução não se dá “aos saltos” e, sim, passo a passo. Nosso papel é fazer com que a humanidade caminhe hoje e sempre em direção à Luz de Deus. Um ser que rompe com a “alienação”, compreendendo seu papel no mundo, está em movimento. Cedo ou tarde, ele vislumbrará a Luz.