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Equilibrando o material com o espiritual 

O caminho da espiritualidade e da elevação moral sem dúvida nos oferece inúmeros benefícios (pelos quais somos constantemente lembrados quando escolhemos seguir qualquer diretriz espiritualista), acontece que essa caminhada, quando não é bem equilibrada, acaba nos oferecendo alguns riscos.

Se abrir para o autoconhecimento e assumir a missão da construção de um mundo melhor, nos conecta com tudo aquilo que há de mais sublime em nós. Passamos a enxergar as coisas por um novo viés, inicia-se a busca pelo belo e acionamos uma espécie de ímã a tudo aquilo que é “do bem”. O problema aparece quando passamos a repudiar de forma exacerbada condutas alheias que já não estão mais de acordo com aquilo que desejamos para o mundo. Esse repúdio pode acabar nos afastando da nossa realidade atual (mundo material, meio social e pessoas que amamos), e acabar gerando o inverso daquilo que buscamos, a saber, não conseguir dar novos passos rumo ao nosso melhoramento moral e, muito menos, transformar a realidade a nossa volta.

Se estamos vivendo nesse mundo, com a realidade em que ele se encontra, é porque de alguma forma temos algo para aprender e para oferecer. O julgamento excessivo e o repúdio, sendo exteriorizado ou não, a partir de palavras, ou do próprio silêncio e afastamento, não transformam ninguém, nem a nós mesmos e nem aos outros. Não estamos aqui defendendo a continuidade de relacionamentos abusivos e/ou aceitação vitalícia de atitudes que nos fazem mal. Entendam as nossas palavras como uma reflexão geral a toda vontade exacerbada de viver em um mundo que ainda não foi construído, com pessoas que ainda não nos tornamos.

A necessidade é de que coloquemos a mão na massa na construção desse mundo sonhado, colocando em prática os ensinamentos de amor ao próximo e a nós mesmos, que é o ponto de convergência entre os diferentes contextos religiosos. Saibamos nos transformar e crescer sem a necessidade ultrapassada e egoísta de que todos sigam os mesmos passos que nós e ainda no mesmo ritmo. Tenhamos a consciência de que estamos longe de alcançar verdades absolutas e de que o caminho da espiritualidade não deveria nos levar a segregação, mas sim a integração, a união e ao amor, caso contrário, se tornaria contraditório.

Vibremos para que consigamos alcançar o equilíbrio necessário entre o material e o espiritual, para que não nos aprisionemos demasiadamente em nenhum dos lados, e para que saibamos respeitar as escolhas de cada indivíduo, já que também desejamos continuar desfrutando do nosso imprescindível livre arbítrio. 

Paz e Luz a todos!

Vibração Coletiva (12/04/2017) – Equilibrando o material com o espiritual

Equilibrando o material com o espiritual 

O caminho da espiritualidade e da elevação moral sem dúvida nos oferece inúmeros benefícios (pelos quais somos constantemente lembrados quando escolhemos seguir qualquer diretriz espiritualista), acontece que essa caminhada, quando não é bem equilibrada, acaba nos oferecendo alguns riscos.

Se abrir para o autoconhecimento e assumir a missão da construção de um mundo melhor, nos conecta com tudo aquilo que há de mais sublime em nós. Passamos a enxergar as coisas por um novo viés, inicia-se a busca pelo belo e acionamos uma espécie de ímã a tudo aquilo que é “do bem”. O problema aparece quando passamos a repudiar de forma exacerbada condutas alheias que já não estão mais de acordo com aquilo que desejamos para o mundo. Esse repúdio pode acabar nos afastando da nossa realidade atual (mundo material, meio social e pessoas que amamos), e acabar gerando o inverso daquilo que buscamos, a saber, não conseguir dar novos passos rumo ao nosso melhoramento moral e, muito menos, transformar a realidade a nossa volta.

Se estamos vivendo nesse mundo, com a realidade em que ele se encontra, é porque de alguma forma temos algo para aprender e para oferecer. O julgamento excessivo e o repúdio, sendo exteriorizado ou não, a partir de palavras, ou do próprio silêncio e afastamento, não transformam ninguém, nem a nós mesmos e nem aos outros. Não estamos aqui defendendo a continuidade de relacionamentos abusivos e/ou aceitação vitalícia de atitudes que nos fazem mal. Entendam as nossas palavras como uma reflexão geral a toda vontade exacerbada de viver em um mundo que ainda não foi construído, com pessoas que ainda não nos tornamos.

A necessidade é de que coloquemos a mão na massa na construção desse mundo sonhado, colocando em prática os ensinamentos de amor ao próximo e a nós mesmos, que é o ponto de convergência entre os diferentes contextos religiosos. Saibamos nos transformar e crescer sem a necessidade ultrapassada e egoísta de que todos sigam os mesmos passos que nós e ainda no mesmo ritmo. Tenhamos a consciência de que estamos longe de alcançar verdades absolutas e de que o caminho da espiritualidade não deveria nos levar a segregação, mas sim a integração, a união e ao amor, caso contrário, se tornaria contraditório.

Vibremos para que consigamos alcançar o equilíbrio necessário entre o material e o espiritual, para que não nos aprisionemos demasiadamente em nenhum dos lados, e para que saibamos respeitar as escolhas de cada indivíduo, já que também desejamos continuar desfrutando do nosso imprescindível livre arbítrio. 

Paz e Luz a todos!

Vibração Coletiva (14/12/2016) – Gotas de Sabedoria no Oceano da Vida

Gotas de Sabedoria no Oceano da Vida 

Queridos amigos e amigas, nessa vibração vamos reverberar reflexões do pelo que estamos vibrando, no que estamos fazendo, relembrando os preceitos do Universalismo Crístico:

Os princípios básicos são:

I- O amor ao próximo como a si mesmo buscando cultivar as virtudes crísticas de forma verdadeira e incondicional refletindo diretamente o amor do próprio Criador.

II- A crença na reencarnação do espírito e do carma, pois sem esses princípios não existe justiça divina.

III- A busca incessante pela sabedoria espiritual aliada ao progresso filosófico e científico com o objetivo de promover a evolução integral da humanidade.

Os princípios avançados são:

I – A compreensão profunda e verdadeira do amor;

II – O pleno desenvolvimento pessoal através da busca do autoconhecimento;

III – A compreensão do modo de pensar de nossos semelhantes, com o objetivo de aceitá-los com mais tolerância

Além desses pilares principais, o Universalismo Crístico deve ser norteado por duas premissas fundamentais:

I – A primeira é a lei do amor. Tudo que foge da maior das virtudes deve ser descartado, pois não provém de Deus.

II – A segunda é a busca da verdade. Jesus nos ensinou: Conhece a verdade e a verdade te libertará. A verdade está onde estão o bom senso e a lógica.

O Universalismo Crístico é principalmente uma ação individual que visa o coletivo. A aceitação do outro, mas com respeito e diálogo, pois ao final, compreenderemos que somos todos células de um mesmo corpo: a humanidade.

Nesse momento que temos a possibilidade de vibrar coletivamente, vamos unir nossas mentalizações, para que mesmo os que não conheçam o Universalismo Crístico, possam refletir sobre o que nos falta? E o que já alcançamos em nossa caminhada evolutiva, percebendo em o que podemos melhorar nossas ações diárias, os preceitos são altos, mas a realidade é fazermos o nosso melhor, isso já vibra e enaltece nossa caminhada, ajudando na caminhada de nossos irmãos que sentiram, o reforçar de nossa “senda de luz” que compartilhamos em vibração.

Juntos em mentalização!

Paz e luz!

Vibração Coletiva (07/12/2016) – Mudança Interna

Mudança interna

Estamos em tempos de mudança, e isso é natural, a diferença é que muitas pessoas querem fazer mudança.

E que mudança é essa?

Ter mais carinho e respeito pelo teu próximo? Sorrir quando ver uma criança?

Ter caridade e compaixão pelo irmão e irmã que passa fome em sua frente?

Repassar um estudo a quem necessita, pelo prazer de poder ajudar alguém aprender?

Fazer uma horta comunitária, que todos possam trabalhar juntos e aprender sobre a ecologia planetária?

Seria essa a mudança, a mudança interna, ou só gritar por uma mudança sem direção?

A verdadeira mudança começa no interno ou externo, se primeiro pensamos para ratificar uma ideia?

“As mudanças começam quando as construímos em nossas ações e intenções diárias” … se buscamos por amar, esse amor vem a nós, se buscamos por guerra, essa guerra vem a nós, depende de nossas decisões e intenções.

Nestes dias de contradições e ações, convidamos a todos irmãos e irmãs da humanidade a refletir sobre qual é a real mudança e como ela começa.

Vibremos para que no coração de cada brasileiro, cresça o autoconhecimento, afastando a ignorância das disputas que não levam a construir uma realidade sólida da fraternidade de um povo.

Paz, consciência e esperança na mudança interna!

Vibração Coletiva (20/07/2016) – Mudanças Internas

Mudanças Internas

Queridos irmãos de jornada, nesta semana iremos meditar sobre o progresso que estamos realizando para as mudanças internas que precisamos fazer em relação aos nossos defeitos e imperfeições de nossa alma.

Para que transformemos os nossos defeitos e imperfeições, primeiramente precisamos ter o autoconhecimento sobre nós com muita sinceridade e humildade. Reconhecermos-nos falhos não é nenhum defeito, pois indicará que podemos mudar e fazer diferente. Defeito sim será, se estivermos cientes deles e não procurarmos mudar e usá-los como uma desculpa, uma “muleta”, para as nossas atitudes enfermiças.

As ilusões humanas fazem com que nos distraiamos desta busca interna em favor de nosso progresso moral e espiritual para tornarmos pessoas melhores.

“Na Nova Era, é imprescindível que empreendamos a nossa reforma íntima sincera e consciente para atingirmos a evolução proposta pelo Mais Alto. Isso significa promover verdadeiramente mudanças em nosso interior, de dentro para fora, ou seja, que nos tornemos agentes ativos da transformação de nosso mundo interno e, paulatinamente, do mundo externo”.

Do Livro Universalismo Crístico Avançado/Roger Bottini Paranhos.

Perguntemos-nos: Como tenho tratado as pessoas com as quais tenho me relacionado? O problema são elas ou sou eu mesmo(a) que me sinto incomodado(a)? Quais as razões que me levam a acreditar que o problema são as outras pessoas? Qual é a dificuldade que tenho para admitir que aquilo que me incomoda no outro é o mesmo defeito que possuo? O que tenho feito para mudar isso? Meus irmãos, as respostas sempre estarão em nosso interior, é só parar e meditar um pouco sobre nossas atitudes. É um erro procurar jogar toda

a responsabilidade nos ombros das outras pessoas que fazem parte de nosso cotidiano ou não. Lembremos-nos do amado mestre Jesus, que proferiu este ensinamento, “Enxergas o cisco no olho de teu irmão, mas não vês a trave em teus próprios olhos”, façamos um estudo sincero de nossos atos e percebamos os pontos a serem mudados e nos observarmos às vezes em que formos cometer os mesmos erros novamente, se ao invés de reagirmos, nos calarmos e nos interiorizarmos, com isso mudaremos e quebraremos os padrões equivocados. Mas para isso, temos que perseverar nas nossas decisões de verdadeiramente mudar.

Não esquecermos que nosso mundo externo é um reflexo dos sentimentos que levamos em nosso interior. Se é de guerras, só guerras veremos; se é de tristezas e tragédias, só tristezas e tragédias veremos e assim por diante. As mudanças primeiramente começam conosco, para depois se refletirem no mundo exterior. Reflitamos sobre isso meus irmãos.

Nada vale cobrarmos dos outros, por aquilo que não estamos dispostos a mudarmos em nós mesmos, somos espelhos uns dos outros, e que possamos sempre estarmos dispostos a aprender com os nossos defeitos.

Somos todos um, a tua mudança inevitavelmente semeará a mudança no teu próximo e consequentemente a mudança no nosso mundo.

Paz e Luz a Todos!

Roger Responde 274 – A verdadeira evolução. Encontrar a nossa verdadeira essência e libertar-se de condicionamentos equivocados que resultam em nossas inferioridades da alma.

274 – Pergunta (03/08/2015):  Roger, sou um fã de seus livros e eles já ajudaram muito no meu processo de expansão da consciência nesta encarnação. Essa pergunta vem depois de alguns anos de estudo e muitas reflexões. No início de minhas descobertas espirituais pensava que, à medida que fosse absorvendo maiores conhecimentos, iria evoluindo. Mas percebi que só isso não basta, pois temos conosco uma série de maus hábitos e preconceitos armazenados na nossa memória espiritual que não são modificados facilmente apenas com a racionalização dos fatos. É necessário um verdadeiro mergulho no inconsciente para encontrarmos nossa verdadeira essência e finalmente nos libertarmos de nossas inferioridades. Acontece que esse mergulho não é fácil e gostaria de saber como poderíamos modificar séculos de condicionamentos perturbadores quando adquirimos a consciência de que não mais queremos agir impulsivamente? Digo isso, pois é extremamente difícil saber o que é certo e continuar caindo em velhos hábitos.

Roger: Querido amigo, a tua pergunta já é uma aula de consciência e busca de realização espiritual. Faz algum tempo que enxergo claramente o caminho para a real evolução neste caminho que tu citas na pergunta acima. Tanto que o nosso último livro “Universalismo Crístico Avançado” trabalha diretamente esta questão “mais comportamental”, procurando mostrar aos leitores que o que realmente importa é o autoconhecimento e entender e aceitar a forma de pensar de nossos semelhantes. As demais crenças religiosas e espirituais são absolutamente secundárias.

Muita ilusão é criada pelos estudiosos de espiritualidade em geral. Muitas crenças, algumas sensatas, outras absurdas, que não levam a lugar nenhum. Só o que importa, realmente, é o quanto este ou aquele ensinamento nos torna pessoas melhores. O ensinamento só é rico se ele agrega bons valores diretamente ao nosso íntimo. Discutir o “sexo dos anjos” de nada nos serve. Entretanto, nos conhecermos melhor, ao ponto de enxergarmos claramente as nossas imperfeições, seja de que forma for, levando-nos a tomar consciência da necessidade de mudança interna para sermos pessoas melhores; isto sim, faz toda a diferença. O que importa não é o legado moral das religiões. E, sim, pensamentos e ações que visem um amadurecimento da humanidade e a busca da sagrada prática do “não faça aos outros aquilo que não gostaria que te fizessem”.

Vemos religiões pelo mundo matando e morrendo em nome de Deus. Que aprendizado tiveram estas pessoas para crerem que este é o caminho da real evolução que nos eleva até ao Criador? Esta cegueira espiritual precisa ser discutida. O homem verdadeiramente espiritualizado não precisa impor as suas crenças, e sim lutar contra as suas imperfeições para servir de exemplo daquilo em que acredita. Compreender e viver o real significado do amor é fundamental.

Mas voltando ao cerne de tua pergunta… Como podemos modificar séculos de condicionamentos perturbadores quando adquirimos a consciência de que não mais queremos agir impulsivamente? Isto não é fácil, meu amigo. No livro “Universalismo Crístico Avançado”, no capítulo 11, abordamos essa questão da “automatização dos comportamentos”, situação em que repetimos as mesmas atitudes negativas sem refletir sobre elas, causando mal a nós e aos nossos semelhantes, sendo que muitas vezes nem percebemos isso. Para libertar-se desse modelo alienante é preciso realizar uma profunda meditação de autoconscientização de nosso papel no mundo, entre nossos familiares, amigos e a sociedade em geral.

Após diagnosticarmos os nossos equívocos de comportamento, passar, então, a realizar um trabalho interno, perseverante e sistemático para mudar esse comportamento daninho que está enraizado em nossa consciência imortal e, também, em nosso cérebro físico. Precisamos refazer as conexões sinápticas de nosso cérebro que se “viciaram” naquele comportamento negativo. Poucos obtém sucesso porque para isso é preciso a mesma determinação e vigília de um viciado em cigarros que deseja se libertar deste hábito horrível. E, por fim, após vencer estas etapas, é preciso não vacilar e entrar novamente na corrente de hábitos negativos que a sociedade e o mundo divulga e multiplica diariamente. Orar e vigiar os seus atos e procurar evitar de cair novamente nessa corrente negativa, que é a regra determinante em nosso mundo, que anda tão distanciado dos valores crísticos. O mundo ao nosso redor não nos ajuda. Vivemos em meio a uma neblina de hábitos decadentes que dificulta o brilhar natural da luz. Precisamos lutar para abrir uma brecha de sol em meio a tanta treva.

Sem dúvida, a tarefa não é fácil. Mas a pessoa que fez esta pergunta já tem o mais importante: a consciência desperta e o desejo sincero de se libertar das ilusões do mundo e das inferioridades da alma que, a médio e curto prazo, cobram o seu preço, que são a infelicidade e a dor. A luta por transformar-se para um estado de luz e de cultivo de nobres valores é dura, mas tem a sua divina compensação. Deus abençoa a estes com felicidade e harmonia por atingirem a meta pelo qual nasceram neste “mundo escola”, que é a experiência física.

Roger Responde 272 – Como posso fazer uma jornada de autoconhecimento se grande parte do que eu sou está contido no meu inconsciente?

272 – Pergunta (06/07/2015):  Caro Roger Paranhos, bom dia, Estou lendo o livro “Universalismo Crístico Avançado” e estou gostando muito. Mas há muito tempo que a proposta do autoconhecimento ocupa meus pensamentos e uma dúvida que sempre tive e até o momento não foi elucidado ou abordado pelo seu livro é: como posso fazer uma jornada de autoconhecimento se grande parte do que eu sou está contido no meu inconsciente? Como acessar essa usina de sentido que está oculta para nós mesmos? Você conseguiu através de uma cadeira tecnológica no mundo espiritual. E o resto da população? Como conseguirá? Outros dizem que conseguem por terapia, mas e os outros? Afinal, Deus não deixaria na mão grande parte da população que não pode pagar por uma terapia. O que você poderia acrescentar nesse ponto? Grato pela sua atenção!

Roger: Boa pergunta. Com relação à “cadeira tecnológica” citada no livro “Universalismo Crístico Avançado”, ela teve por finalidade demonstrar aos leitores, de forma didática, o saudável hábito de praticar a empatia, ou seja, mergulhar dentro da consciência de nossos semelhantes para entender a sua forma de pensar e suas atitudes. E para isto não precisamos de elaborados recursos tecnológicos, deste ou de outro mundo. Para ser sincero, creio que até a terapia, conduzida por psicólogos e psiquiatras são úteis até certo ponto. Boa parte dessa caminhada de autodescoberta deve ser realizada por nós mesmos, de forma sincera e determinada. Primeiro buscando nos conhecer sinceramente e depois procurando entender e aceitar verdadeiramente os nossos semelhantes.

Porém, para isto, é preciso desligar-se da rotina alienante em que vivemos e mergulhar dentro de si mesmo, em profundo silêncio e meditação. Algo que poucos realizam hoje em dia. Triste época em que vivemos em uma sociedade enlatada, onde procuramos respostas prontas em todo lugar, seja nas religiões superficiais ou até mesmo nas redes sociais que tanto influenciam tendências nos dias atuais.

O que falta para a humanidade não são recursos especiais para levá-la ao autoconhecimento. Mas sim a consciência desta busca e o desenvolvimento do saudável hábito de pensar por si mesmo e chegar a conclusões de quem somos e que rumos desejamos para as nossas vidas. Já falei em outras oportunidades sobre a importância da filosofia na formação educacional de nossa sociedade. No entanto, devido ao interesse de políticos e poderosos, a humanidade cada vez mais é convidada a viver dentro de um mundo de alienação e entorpecimento. Quem pensa por si só, torna-se um perigo para o sistema social dominante. Este é o pensamento das forças do mal. Já o sublime mestre Jesus nos ensinou: “Conhece a verdade, e a verdade te libertará”.

Se nos propormos a buscar respostas em nosso íntimo, refletindo sobre a vida e a natureza das coisas, acessaremos mais e mais o nosso “eu superior” e encontraremos respostas importantes. Por que hoje em dia vivemos a sociedade da depressão e do rivotril? Porque simplesmente paramos de pensar e buscar o objetivo central da vida criada por Deus. Tornamo-nos robôs inconscientes que seguem modas e tendências fúteis. Somos marionetes de um estilo de vida cada vez mais destrutivo, que aos poucos destrói a nossa alma, através da depressão e da tristeza por vivermos em um mundo desprovido de verdadeiros valores, e que, por fim, causará graves transtornos a vida física do planeta, que já está saturada do nosso estilo de vida baseado na emissão de carbono para a atmosfera, destruição da natureza e outras ações predatórias para alimentar o nosso ego consumista.

Por fim, se desejamos realizar uma jornada de autoconhecimento, devemos começar desligando a televisão, computador e smartphone. Pelo menos um pouco antes de dormir. Nestes instrumentos não encontraremos respostas importante para libertar-nos da cadeira dos terapeutas. E, neste momento, busquemos o verdadeiro conhecimento filosófico e espiritual para integrarmo-nos ao Sagrado e ao Real. Neles, e somente neles, acharemos as verdadeiras respostas da vida, tanto para aflorarmos o nosso inconsciente, que é o “senhor de todas as respostas”, como para entender e aceitar os nossos semelhantes.

As respostas do mundo espiritual estão mais próximas do que se pode imaginar. Nós é que nos encontramos estranhamente distantes de Deus.

Caros amigos e amigas do Universalismo Crístico, devido a mudanças impostas pelo sistema do Facebook, tivemos que transformar nosso perfil oficial do Universalismo Crístico em página (comunidade). Porém já existia uma página antiga e que continuará ativa. Para não haver duplicidade, excluiremos essa nova página que foi criada (Universalismo Crístico). Portanto, solicitamos que vocês que eram amigos do antigo perfil do UC curtam nossa página oficial (Universalismo Crístico – A Consciência Espiritual do 3º Milênio), para continuar acompanhando nossas atividades de divulgação da Consciência Espiritual do Terceiro Milênio.

Vibração Coletiva (18/03/2015) – Mudança Interna

Mudança Interna

Estamos em tempos de mudança, e isso é natural, a diferença é que muitas pessoas querem fazer mudança.

E que mudança é essa?

Ter mais carinho e respeito pelo teu próximo? Sorrir quando ver uma criança?

Ter caridade e compaixão pelo irmão e irmã que passa fome em sua frente?

Repassar um estudo a quem necessita, pelo prazer de poder ajudar alguém aprender?

Fazer uma horta comunitária, que todos possam trabalhar juntos e aprender sobre a ecologia planetária?

Seria essa a mudança, a mudança interna, ou só gritar por uma mudança sem direção?

A verdadeira mudança começa no interno ou externo, se primeiro pensamos para ratificar uma ideia?

“As mudanças começam quando as construímos em nossas ações e intenções diárias” … se buscamos por amar, esse amor vem a nós, se buscamos por guerra, essa guerra vem a nós, depende de nossas decisões e intenções.

Nestes dias de contradições e ações, convidamos a todos irmãos e irmãs da humanidade a refletir sobre qual é a real mudança e como ela começa.

Vibremos para que no coração de cada brasileiro, cresça o autoconhecimento, afastando a ignorância das disputas que não levam a construir uma realidade sólida da fraternidade de um povo.

Paz, consciência e esperança na mudança interna!

Vibração Coletiva (14/01/2015) – Despertando

DESPERTANDO

Como é mágico o momento em que abrimos os olhos aos primeiros raios de Sol. Quando olhamos ao redor e contemplamos as coisas, fatos e pessoas sob nova luz e novo olhar – o olhar da consciência e mente despertas. É como se estivéssemos olhando para tudo aquilo pela primeira vez.  E a partir deste novo olhar, toda a nossa vida é renovada e adquire nova cor, novo significado… mas também novos desafios.

Percebemos então, que durante toda a nossa vida estivemos adormecidos. Olhamos para trás e vemos os dias, meses e anos vividos sem um propósito maior, sem uma noção mais profunda da vida real – a vida integral, a vida espiritual – sem fazermos um esforço real e intencional em sermos melhores e mais amorosos a cada dia. Dormíamos. Dormíamos mesmo quando pensávamos estar despertos e não podíamos então compreender porque sentíamos um vazio tão grande no peito. Este vazio era na verdade o nosso Sol interior, nos chamando para este despertar de consciência. E cada dia se renova com novos desafios, novas oportunidades de despertar um pouco mais, de erguer um pouco mais o véu de Isis.

Hoje vibramos com todo nosso amor pelos irmãos que ainda dormem. Por aqueles que ainda não podem ver seu Sol interno. Por aqueles que acreditam ainda que a vida é mera repetição de gestos mecânicos; que ainda não pararam um momento sequer para se dedicar a reflexões mais profundas e por isso vivem reativamente; que ainda crêem que há algum benefício em tirar vantagem sobre tudo e todos; que não descobriram a alegria de fazer alguém sorrir; que não saborearam ainda a mais absoluta vitória de todas: a vitória sobre si mesmo.

Vibremos para que uma nova e gloriosa manhã se descortine para estes queridos irmãos, trazendo-lhes suavidade, amor e fraternidade. Trazendo-lhes o ímpeto pelo autoconhecimento, pela busca da verdade, pela compreensão e tolerância do outro. Vibremos de toda nossa alma e de todo nosso coração, para que este primeiro contato, este primeiro despertar, encontre terra fértil. E que a partir dele um novo mundo cheio de bondade, significado e responsabilidade finalmente resplandeça. E que diante dos desafios, das desilusões e da incompreensão que encontrarem, sintam-se ainda mais motivados e fortificados em sua busca pela Verdade e pelo Amor.

Que a partir desse despertar espiritual e consciencial, a atenção e o foco de cada ser humano se volte para seus pensamentos e sentimentos diários, na busca por purificar sua conduta em todas as situações e no esforço contínuo em aprender a amar cada ser e elemento da Criação como uma parte querida de nós mesmos.

Importante, no entanto, na vida cotidiana, saibamos respeitar o tempo de despertar de cada um. Muitos ainda não chegaram na sua aurora espiritual. Como uma linda criança que dorme e sonha com um mundo de fantasia, sem se dar conta da existência do mundo real, de seus deveres e responsabilidades. A querida criança não sabe que dorme e acorda-la de maneira brusca e forçada poderia lhe causar tristes transtornos.

Por isso, velemos com carinho por aqueles que ainda dormem. Mas estejamos prontos de braços abertos esperando por eles no dia em que decidirem despertar e ver de fato e pela primeira vez, a vida em toda sua riqueza e oportunidades de crescimento! Que tenhamos a sabedoria e a abnegação para ampará-los no primeiro abrir de olhos, para que a Luz não os cegue. E que então, com os olhos e coração acostumados à Luz, possamos caminhar todos juntos, unidos no mesmo ideal.

Paz e Luz a todos!