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[caption id="attachment_3029" align="aligncenter" width="660"]Moradora desenvolve atividades para inclusão econômica e social em vila da Indonésia com índice raro de moradores com deficiências físicas e cognitivas Moradora desenvolve atividades para inclusão econômica e social em vila da Indonésia com índice raro de moradores com deficiências físicas e cognitivas.[/caption]

Em uma vila remota da Indonésia, um em cada quatro moradores tem deficiências físicas e cognitivas - um número alto e incomum. Por muitos anos, essas pessoas não tiveram a assistência necessária, mas um homem transformou suas vidas. (...)

Estatísticas fora da curva

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), defeitos congênitos atingem cerca de 6% dos nascimentos, o que coloca Karangpatihan quatro vezes acima da média mundial.

"A maioria das pessoas com deficiências físicas e de aprendizagem nasceu nos anos 1950", diz Mulyadi. "Não havia médicos aqui naquela época, e a vila era muito pobre. Os moradores só começaram a perceber que seus filhos não eram como as outras crianças quando eles atingiam quatro, cinco anos.

"Eles imaginavam por que elas não conseguiam falar, por que não se desenvolviam como outras crianças. Não havia ajuda, então não havia escolas para crianças com necessidades especiais, postos de saúde ou médicos. Então essas crianças se tornaram párias."

Embora Mulyadi tenha crescido em meio a vizinhos com filhos com deficiências, ele só foi entender como a vida era para essas pessoas quando seu pai, um fazendeiro, se ofereceu para cuidar de uma criança com deficiência grave.

"Eu tinha apenas quatro anos quando ele veio morar conosco, mas instintivamente me senti muito triste por ele. Eu era uma das poucas crianças da vila a frequentar a escola, e esse menino costumava me acompanhar. Ele não falava, mas eu pude conhecê-lo e entendê-lo muito bem. Ele se tornou meu amigo. Foi quando notei todas as pessoas da vila que eram como ele", diz Mulyadi.

"Eles eram ignorados por suas famílias, simplesmente porque elas não sabiam o que fazer com eles. Elas os alimentavam, mas de resto os ignoravam e os deixavam à própria sorte."

À medida que crescia, Mulyadi passou a se preocupar mais com a situação.

"Outros moradores apenas pensavam que eram pessoas estúpidas, até loucas. Sempre me preocupei com elas. Eram tão pobres, e não acho que fossem felizes. Não posso dizer como se sentiam, mas acho que sofriam muito. Suas vidas eram tão difíceis. Estava preocupado sobre o futuro delas depois que seus pais morressem - quem cuidaria delas? Com quem viveriam?"

Causa invisível

Mulyadi foi o único adolescente da vila a completar a escola e ir à universidade. Quando voltou, se sentiu com a responsabilidade de fazer algo a respeito.

No começo, ele doou alimentos e dinheiro de seus próprios ganhos, mas logo percebeu que isso não mudaria a vida das pessoas de forma significativa. Então ele começou a se inscrever para tentar obter recursos do governo, mas nada foi para a frente. "Parecia que minha causa era invisível", conta.

Ele então recorreu a um jornalista local e o pediu que visitasse a vila para uma reportagem. (...)

Depois que a reportagem colocou Karangpatihan no mapa, as coisas começaram a mudar. (…)

Confira a íntegra da reportagem acessando o link:

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/01/160120_altruismo_vila_tg


Reflexão

Que com esse exemplo, possamos ser mais altruístas, pensar mais nos assuntos espirituais, 
para sermos a cada dia menos egoístas, atitude e hábito que infelizmente nos impede de evoluir. 
Sejamos altruístas e solidários.

Paz de Luz a todos!

 

Notícia da Semana – Como o altruísmo de um homem mudou vida de vila onde um quarto da população tem deficiência

Moradora desenvolve atividades para inclusão econômica e social em vila da Indonésia com índice raro de moradores com deficiências físicas e cognitivas

Moradora desenvolve atividades para inclusão econômica e social em vila da Indonésia com índice raro de moradores com deficiências físicas e cognitivas.

Em uma vila remota da Indonésia, um em cada quatro moradores tem deficiências físicas e cognitivas – um número alto e incomum. Por muitos anos, essas pessoas não tiveram a assistência necessária, mas um homem transformou suas vidas. (…)

Estatísticas fora da curva

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), defeitos congênitos atingem cerca de 6% dos nascimentos, o que coloca Karangpatihan quatro vezes acima da média mundial.

“A maioria das pessoas com deficiências físicas e de aprendizagem nasceu nos anos 1950”, diz Mulyadi. “Não havia médicos aqui naquela época, e a vila era muito pobre. Os moradores só começaram a perceber que seus filhos não eram como as outras crianças quando eles atingiam quatro, cinco anos.

“Eles imaginavam por que elas não conseguiam falar, por que não se desenvolviam como outras crianças. Não havia ajuda, então não havia escolas para crianças com necessidades especiais, postos de saúde ou médicos. Então essas crianças se tornaram párias.”

Embora Mulyadi tenha crescido em meio a vizinhos com filhos com deficiências, ele só foi entender como a vida era para essas pessoas quando seu pai, um fazendeiro, se ofereceu para cuidar de uma criança com deficiência grave.

“Eu tinha apenas quatro anos quando ele veio morar conosco, mas instintivamente me senti muito triste por ele. Eu era uma das poucas crianças da vila a frequentar a escola, e esse menino costumava me acompanhar. Ele não falava, mas eu pude conhecê-lo e entendê-lo muito bem. Ele se tornou meu amigo. Foi quando notei todas as pessoas da vila que eram como ele”, diz Mulyadi.

“Eles eram ignorados por suas famílias, simplesmente porque elas não sabiam o que fazer com eles. Elas os alimentavam, mas de resto os ignoravam e os deixavam à própria sorte.”

À medida que crescia, Mulyadi passou a se preocupar mais com a situação.

“Outros moradores apenas pensavam que eram pessoas estúpidas, até loucas. Sempre me preocupei com elas. Eram tão pobres, e não acho que fossem felizes. Não posso dizer como se sentiam, mas acho que sofriam muito. Suas vidas eram tão difíceis. Estava preocupado sobre o futuro delas depois que seus pais morressem – quem cuidaria delas? Com quem viveriam?”

Causa invisível

Mulyadi foi o único adolescente da vila a completar a escola e ir à universidade. Quando voltou, se sentiu com a responsabilidade de fazer algo a respeito.

No começo, ele doou alimentos e dinheiro de seus próprios ganhos, mas logo percebeu que isso não mudaria a vida das pessoas de forma significativa. Então ele começou a se inscrever para tentar obter recursos do governo, mas nada foi para a frente. “Parecia que minha causa era invisível”, conta.

Ele então recorreu a um jornalista local e o pediu que visitasse a vila para uma reportagem. (…)

Depois que a reportagem colocou Karangpatihan no mapa, as coisas começaram a mudar. (…)

Confira a íntegra da reportagem acessando o link:

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/01/160120_altruismo_vila_tg


Reflexão

Que com esse exemplo, possamos ser mais altruístas, pensar mais nos assuntos espirituais, 
para sermos a cada dia menos egoístas, atitude e hábito que infelizmente nos impede de evoluir. 
Sejamos altruístas e solidários.

Paz de Luz a todos!

 

Roger Responde 245 – No atual momento não seria melhor que as pessoas vivessem as suas religiões e só no futuro o Universalismo Crístico ser divulgado?

245 – Pergunta (13/10/2014):  Desculpe a pergunta, sou muitíssimo a favor do Universalismo Crístico, acredito ser este o caminho, mas vivemos em um período muito complicado de transição planetária, e vemos muitas pessoas afastadas da prática que as religiões pregam como amor ao próximo, caridade etc. Neste momento não seria mais viável para o planeta que as pessoas realmente vivessem suas religiões, praticando-as não só nos ritos, mas também com atitudes crísticas e posteriormente quando todos aprenderem a se respeitarem como irmãos naturalmente o Universalismo brotaria nos corações? Não estou sugerindo a paralisação dos trabalhos, apenas acredito que a grande maioria esmagadora dos encarnados ainda não está pronta para receber informações tão grandes como o Universalismo Crístico nos traz. 

Roger: Entendo a tua pergunta. Ela parte do princípio de que antes de alçarmos ao nível universitário do conhecimento espiritual, devemos realizar o estudo básico. Assim como no aprendizado escolar. No entanto, a função do Universalismo Crístico é principalmente facilitar a compreensão espiritual da humanidade, por meio de uma linguagem simples e liberta de rituais e dogmas que perderam o sentido no passar dos séculos. O Universalismo Crístico tem uma essência profunda, mas a sua compreensão é simples.

E tenha a certeza de que as pessoas já não vivem mais as suas religiões e nem mais as viverão. O perfil da humanidade deste início de terceiro milênio já está completamente diferente, principalmente devido a aceleração atual da frequência da Terra. Posturas meditativas e de oração se tornarão cada vez mais raras. Inclusive a leitura de nossos livros já se encontra comprometida. A hiperatividade e ansiedade geral em voga no momento faz com que as pessoas não tenham paciência para ler tranquilamente um bom livro. Ansiosa e agitada, a humanidade atual não consegue parar por muito tempo e focar em algo produtivo. Por este motivo, adoram as postagens superficiais das redes sociais. Acreditam estarem ali encontrando todo o saber espiritual. Mal percebem que, em geral, através das redes sociais, obtêm acesso apenas a conteúdo superficial de rápida leitura e incompleto. Claro que existem boas exceções. Com esta colocação, refiro-me à grande maioria.

Entendo também que a divulgação do Universalismo Crístico está no seu exato momento, conforme planejado pela Alta Espiritualidade. Toda a semente, quando plantada, só dará frutos no futuro. Precisamos ir semeando a ideia do UC para que as pessoas tenham pelo menos um vago entendimento sobre o que se trata a consciência espiritual do terceiro milênio: o Universalismo Crístico. Mesmo que não compreendam com profundidade, já terão um primeiro contato e, quando amadurecerem, o UC também estará mais enraizado no plano físico, permitindo a humanidade futura uma melhor compreensão espiritual e humana.

Eis a grande importância do Universalismo Crístico no atual cenário. As religiões estão morrendo e as pessoas estão caindo em um imenso vazio, que deve ser preenchido pelo Universalismo Crístico. Caso contrário, as novas gerações serão cada vez mais frias e insensíveis. Basta ver o estrago ocorrido nas atuais gerações apenas pela exclusão do ensino religioso no sistema básico de educação. Com o argumento de que o estado é laico e que religião é questão de foro íntimo, hoje em dia as nossas crianças não recebem mais uma formação moral adequada na fase escolar primária. Fato que gera uma legião de adolescentes que desconhecem completamente valores como respeito, paciência, fraternidade, brandura e compreensão. Não é preciso ensinar crenças religiosas na escola, mas sim difundir valores espirituais. E qual é a missão do Universalismo Crístico? Exatamente isto.

Logo, por enquanto só nos resta trabalharmos lentamente, acompanhando pacientemente a transição de nossa humanidade do ciclo da submissão às religiões em direção a busca consciente de Espiritualidade. E cabe a todos aqueles que reconhecem o importante papel do Universalismo Crístico ajudar-nos na divulgação dessa instigante filosofia espiritual trazida a nós através do grande mestre espiritual Hermes. A leitura dos livros “Universalismo Crístico – O futuro das religiões” e “Universalismo Crístico Avançado” ajudam em muito na transformação da consciência espiritual do homem, preparando a nossa humanidade para um futuro bem melhor, mais consciente e fraterno.

Amigos, faltam duas semanas para nossa viagem a Israel e ainda temos uma última vaga. Veja se esta vaga não está esperando você e entre em contato imediatamente com a Caprice Turismo. Sigmar@capricetour.com.br

 

Roger Responde 187 – Por que Roger tem realizado poucas palestras e como ajudar a impulsionar o Universalismo Crístico?

187 – Pergunta (15/07/2013): Querido amigo Roger, tenho percebido que você tem feito poucas palestras de divulgação do novo livro. Por que disto? Você não tem recebido convites? Eu fico angustiado por observar que um trabalho tão rico e libertador como o livro “Universalismo Crístico Avançado” está sendo pouco divulgado. Existem outras iniciativas sendo tomadas para divulgar? O que podemos fazer para lhe ajudar? Diga, pois estamos aqui!

Roger: Obrigado, amigo, pela preocupação e desejo de ver o trabalho do Universalismo Crístico ganhar o mundo. Na verdade eu tenho recebido convites, mas infelizmente muitos não atendem aos pré-requisitos necessários para isto. As palestras em Porto Alegre e região são mais simples. Basta eu me deslocar de carro e até posso levar caixas de livros para a sessão de autógrafos do evento. No entanto, quando se trata de outros estados é preciso que os organizadores forneçam passagens aéreas, hospedagem e organizem um evento bem estruturado, com um público satisfatório e realizem a aquisição de livros junto à editora ou com o distribuidor da região para que possa ocorrer a venda no evento.

Além disto, eu trabalho de segunda a sexta-feira, o dia inteiro. E a empresa em que trabalho cancelou a flexibilização do horário que tínhamos. Agora precisamos cumprir horário fixo. Logo, agora só tenho os finais de semana para descansar, realizar todo o trabalho interno do Universalismo Crístico e as viagens de divulgação. Portanto estamos analisando propostas que atendam aos requisitos acima e em cidades próximas a aeroportos. Não é possível viajar de avião e depois ter que realizar outra viagem de carro ou ônibus até o local da palestra. Quem sabe isso seja possível no futuro, quando eu estiver aposentado. No momento terei que priorizar somente os eventos que sejam realmente bem organizados e com público satisfatório.

Devido ao exposto, estamos procurando principalmente focar a divulgação em instrumentos de mídia impressa e através da Internet. Publicamos faz algumas semanas, no youtube e no site, trechos de uma das últimas palestras que fiz (em Caxias do Sul). E estamos organizando trechos das gravações do workshop inter-religioso realizado em Embu das Artes – SP em março, que também publicaremos na Internet. Estamos, também, elaborando uma entrevista de uma hora que será gravada em um estúdio e dividida em quatro módulos de quinze minutos para disponibilizarmos no youtube e no site. A entrevista será elaborada em alta qualidade de imagem e som. Assim os interessados de todos os cantos do país e do mundo terão acesso a diversas informações sobre o projeto Universalismo Crístico; sem ser necessária a minha presença física nessas localidades distantes.

Além disto, imprimimos vinte mil cópias de uma edição especial do Informativo Nacional do Universalismo Crístico (Revista UC com 12 páginas), faremos cinquenta mil cópias de marcadores de páginas dos livros e vinte mil cópias do panfleto (flyer) do UC. Todo esse material e a entrevista mencionada acima serão custeados pelos recursos obtidos com a nossa viagem a Machu Picchu que ocorreu em maio passado. Quem viajou conosco, além de ter contratado umas férias de excelente qualidade, teve a oportunidade de ajudar nestes projetos de divulgação do Universalismo Crístico mencionados aqui.

Conseguimos um preço muito especial para esse material impresso com a gráfica 4ever Company de SP – Telefone (11) 2831.9831. Forneço aqui o contato da gráfica porque acredito que pessoas e empresas que apoiam o Universalismo Crístico precisam receber o nosso total retorno e agradecimento. Quem tiver um trabalho, tanto de impressão como de editoração gráfica, deve orçar com a “4ever Company”. Eles são nossos irmãos. Parceiros de ideal. Lutam por um mundo melhor assim como todos nós. Melhor apoiarmos empresas assim, do que aquelas que muitas vezes pensam apenas em obter lucros a qualquer preço, devastando a natureza e sem se preocupar com o bem estar e a satisfação de seus irmãos. Para que o nosso ideal vença, precisamos nos irmanar e apoiarmos uns aos outros.

E sobre a dúvida do leitor sobre o que deve ser feito para ajudar, digo-lhe que toda ajuda é válida e bem vinda, principalmente divulgando o site e os livros. Aqueles que possuem habilidades e vocações específicas, que possam ser úteis ao projeto Universalismo Crístico na Terra, entrem em contato por nosso e-mail corporativo uc.novaera@gmail.com

Roger Responde 170 – Considerações sobre o Universalismo Crístico.

170 – Pergunta (18/03/2013): Roger, boa tarde! Desde que li os livros Atlântida volumes 1 e 2, venho acompanhando seus trabalhos no Universalismo Crístico. Sou espírita kardecista e ultimamente tenho refletido muito sobre algumas coisas que leio no site do UC e no Facebook do UC. Pelo que tenho observado, muitas informações oriundas de outras religiões ou doutrinas que não o espiritismo kardecista, vem sendo utilizadas para tratar determinados assuntos do UC. Sei que o objetivo é justamente este, unificar as diversas crenças em uma única verdade. Porém, como podemos proceder para separar o que é verdadeiro daquilo que não passa de dogmas, rituais e outras histórias criadas pela própria sociedade ao longo dos anos? Gostaria também de lhe dizer que, por favor, me corrija caso eu tenha me equivocado em algum ponto! Abraços!!!

Roger: Querido amigo, o Universalismo Crístico deve ser entendido como uma instituição que está fora e acima do âmbito das religiões. Na tua colocação tu afirma que as informações que vem sendo utilizadas são de outras religiões, e não do espiritismo kardecista. Entendo a tua visão porque naturalmente nos sentimos confortáveis com as nossas crenças e temos uma natural resistência para o que não nos é familiar. Apesar do Universalismo Crístico ter muito a ver com os ensinamentos espíritas, ele não é espírita e também não é um apêndice desta religião.

Na minha visão particular, vejo o Universalismo Crístico bem perto do espiritismo por eles trazerem os ensinamentos mais conscientes e modernos sobre espiritualidade  e, ainda, ambos trazem em seu seio uma proposta de popularizar entre as massas a sabedoria espiritual. Mesmo assim, o Universalismo Crístico não é um apêndice do espiritismo e nem uma evolução desta religião, como alguns andam afirmando de forma equivocada. O Universalismo Crístico também não é ecumenismo. Ele tem uma visão naturalmente ecumênica, mas não se restringe a isso. Como já falamos em pergunta anterior, a tarefa central do Universalismo Crístico é tentar despertar os nossos irmãos para uma verdadeira e sincera consciência espiritual e começar a construir a estrada espiritual que todos trilharão nos séculos futuros, atendendo às exigências evolutivas da Nova Era. O UC é uma ponte que nos levará da velha para a nova consciência.

Obviamente que em um primeiro momento as pessoas confundirão qual é o real significado do Universalismo Crístico, agregando a ele as suas crenças atuais, que em alguns momentos serão elementos importantes de evolução espiritual, mas em outros serão crendices ultrapassadas que ainda estão impregnadas nas consciências do homem atual.

Por este motivo, aquele que busca compreender o Universalismo Crístico em essência deve sempre ter em mente os alicerces do Universalismo Crístico Básico e do Avançado, e seus roteiros, para assim não esquecer a essência e terminar se escravizando a rituais e crenças fantasiosas. A implantação do Universalismo Crístico me lembra a mesma dificuldade que tivemos para implantar o deus Aton de Akhenaton, há 3.300 anos, que era abstrato e representado pelos raios solares. Naquela época, o povo só conseguia compreender os seus deuses de pedra e amuletos. Sem dúvida, da mesma forma, será uma longa jornada até toda humanidade estar apta a entender o UC em sua mais profunda essência.

Os três alicerces do Universalismo Crístico Básico são:“O amor ao próximo como a si mesmo buscando cultivar as virtudes crísticas de forma verdadeira e incondicional”,  “A crença na reencarnação do espírito e no carma, pois sem elas não existe Justiça Divina” e “A busca incessante pela sabedoria espiritual aliada ao progresso filosófico e científico com o objetivo de promover a evolução integral da humanidade”.  E seus dois roteiros fundamentais são: O primeiro é a lei do amor. Tudo que foge a maior das virtudes deve ser descartado, pois não provêm de Deus. E o segundo é a busca da verdade. Jesus nos ensinou: “conhece a verdade e a verdade te libertará”. A verdade está onde estão o bom senso e a lógica.

Os três alicerces do Universalismo Crístico Avançado são: primeiro “a compreensão profunda e verdadeira do amor”,  segundo  “a busca do autoconhecimento” e o terceiro “entender a forma como pensa o nosso semelhante”. E o Universalismo Crístico Avançado apresenta, também, dois roteiros. O primeiro é o mesmo: tudo que foge a lei do amor deve ser descartado, pois não provém de Deus. E o segundo é a autoavaliação! Precisamos mensurar se estamos nos conhecendo melhor e entendendo o nosso próximo, baseado nos preceitos sagrados do amor. Essa é a fórmula elementar para evoluirmos em harmonia com os nossos semelhantes.

Entendo que as pessoas que seguirem estes alicerces e roteiros naturalmente seguirão pela estrada da rápida e correta ascensão de sua consciência espiritual, libertando-se dos equívocos e crenças limitadas à medida que evoluírem.

Roger Responde 168 – Qual a relação entre a União Cristã, proposta no livro “A História de um Anjo”, e o Universalismo Crístico, concebido no livro “Universalismo Crístico – O Futuro das Religiões?”

168 – Pergunta (04/03/2013): Primeiramente, parabéns pelos livros. Venho lendo seus livros há alguns anos. No momento estou lendo “Universalismo Crístico – O Futuro das Religiões” e “Universalismo Crístico Avançado”. As demais obras já li todas e com todas adquiri algum aprendizado. Obrigada. No livro “A História de Um Anjo” você narra a história de Gabriel e a União Cristã. Narra a libertação de vícios seculares que os homens cultivavam nas religiões. Afirma que Gabriel tornou as religiões um verdadeiro instrumento de ligação do homem com Deus. Trata do tema Universalismo como forma de unir e aproximar as religiões. Pela cronologia de datas posta no livro, ou seja, pelo período profético informado, Gabriel já está encarnado. Gabriel, Ethel e seus amigos conseguem implantar a união da religiões, já que após a morte de Gabriel, Ethel termina a implantação no Oriente. Já no livro “Universalismo Crístico” você nos traz a história de Rafael e a implantação do Universalismo Crístico, ou seja, a implantação de um modelo alicerçado em 3 verdades (uma absoluta e duas relativas) que funcionará como um fórum espiritual de debates sobre os ensinamentos presentes em todas as religiões ou em escrituras trazidas pelos grandes avatares da humanidade, com o objetivo de remover tudo o que for dogmático e ritualístico. Rafael deseja criar uma consciência nova e progressista nas pessoas, independente de religião (já que as religiões estão estagnadas, dogmáticas e acabam por escravizar e não espiritualizar e iluminar o homem da Nova Era), ou seja, será o fim das religiões e “gurus” da forma dogmática e estagnada que conhecemos. Será implantado a busca da espiritualização através da fé raciocinada e livre. No final deste último livro aparece a figura de Gabriel, o que faz concluir que estão encarnados, Gabriel e Rafael, na mesma época. Diante dessa informação, tenho a seguinte pergunta: qual modelo será implantado, já que são modelos diferentes?  O que prevalecerá? A União Cristã ou o Universalismo Crístico, já que ambos foram orientados por Hermes? Obrigada. Muita paz e luz para você meu irmão.

Roger: A tua avaliação sobre os dois livros foi muito boa. Parabéns! Tu entendeu muito bem a proposta deles. Só que eles não são diferentes. Eles são complementares. Como tu bem afirmou, no final do livro A História de um Anjo, Ethel e seus amigos conseguem implantar a união das religiões, também no Oriente, após a morte de Gabriel. Logo, a união global de todas as crenças não pode ser chamada de “União Cristã”, pois ela se restringiria somente às religiões cristãs, oriundas da mensagem de Jesus. A união total da sabedoria espiritual universal se chama “Universalismo Crístico”. Eis o aprofundamento máximo da visão apresentada por Hermes, que agora chegamos ao seu ápice através do impressionante livro “Universalismo Crístico Avançado”, que traz conceitos que transcendem as crenças religiosas específicas e foca no que realmente interessa, que são a consciência e a vivência dos valores espirituais e humanos.

Como diz o próprio nome, o UC é a união do saber espiritual de todas as religiões do mundo, e não apenas do Cristianismo. Universalismo – porque abriga a sabedoria de todas as religiões, transformando-as para o futuro e promovendo o entendimento espiritual das gerações futuras. Crístico – porque reúne a mensagem de todos os médiuns do Cristo: Antúlio, Hermes, Zoroastro, Krishna, Moisés, Buda, Confúcio, Maomé e o inigualável Jesus, entre outros.

Os nossos 10 livros são uma ponte que leva o leitor da velha para a nova consciência. Hermes levou-nos, tanto a mim como aos leitores, em uma fantástica viagem do plano das crenças religiosas para a essência do saber espiritual, que transcende os dilemas confusos do ego humano. E todos, a medida que amadurecem espiritualmente, percebem que esta verdade é absoluta e inquestionável. Não são as crenças espirituais que “salvam” ou promovem o crescimento evolutivo do homem. O que realiza esse processo fascinante é o despertar da consciência espiritual, que nos leva a cultivar de forma verdadeira e consciente os valores crísticos, independente de crenças religiosas. A verdadeira experiência evolutiva espiritual é aquela onde as nossas crenças e caprichos ficam de lado e somos envolvidos pela força verdadeira do amor e da consciência crística. Não há palavras para descrevermos. Ela simplesmente acontece, nos envolve, e nos torna outra pessoa, melhor e mais integrada com a família universal.

No dia 23 de março participarei do oitavo workshop inter-religioso, em Embu das Artes – SP. Será um evento bem dentro da proposta do livro “Universalismo Crístico – O Futuro das Religiões”. Será um evento imperdível.Vejam mais informações sobre na página de “Eventos” deste site.

Aproveitamos para informar, também, que temos mais um aplicativo (com outras funcionalidades) do Universalismo Crístico para o sistema IOS (Iphones, Ipads, etc). Ele já se encontra disponível na loja AppStore da Apple. O nome deste novo aplicativo é “Universalismo Crístico”. Baixem e divulguem.

Roger Responde 160 – Reflexões sobre o atraso no despertar coletivo e a tarefa do Universalismo Crístico

160 – Pergunta (07/01/2013): Roger, como se dará esse avanço do Projeto Universalismo Crístico nessa entrada de nova era e nos acontecimentos carmáticos inevitáveis em que Gaya e a humanidade terá que passar, pois o que tudo indica é que a maioria da humanidade vive na ignorância de si mesmo e vai ser muito difícil um despertar consciencial coletivo dentro desse modelo cultural, religioso, materialista?

Roger: Nada muda na tarefa do projeto Universalismo Crístico. Continuaremos a trabalhar da mesma forma pelo despertar das consciências de nosso mundo. O atraso no despertar coletivo de nossa humanidade é um motivo a mais para continuarmos firmes trabalhando com este propósito. A derrota da humanidade no dia 21 de dezembro não é motivo para desanimarmos e, sim, um estímulo para trabalharmos com mais garra ainda.

Agora, em janeiro, toda a equipe reduzirá um pouco as atividades para termos um merecido descanso. Mas a partir do próximo mês voltaremos com força total.

Mesmo com esta leve redução no ritmo, teremos no dia 15 de janeiro a distribuição gratuita do capítulo adicional do livro “Universalismo Crístico Avançado” que relata exatamente a tentativa de desativação da última pirâmide hipnótica atlante no dia 21 de dezembro de 2012, que resultou em fracasso porque a humanidade não fez a sua parte. Preferiu adorar o mundo das ilusões, em vez de despertar para os seus compromissos evolutivos que a levaria à paz e felicidade. O relato já está concluído e agora está passando pelo processo de revisão.

Roger Responde 146 – Como abordar o Universalismo Crístico com as crianças?

146 – Pergunta (01/10/2012): Roger, temos aqui no grupo de SP duas belíssimas crianças, um de 3 e outro de 6 anos que participam conosco dos encontros, devido a necessidade de acompanharem seus pais, por não terem onde ficar. É lindo ver que eles brincam e interagem juntos, que de vez em quando se aproximam da mesa de estudos permanecendo quietos e reflexivos, e tem perguntado à seus pais quando vão voltar “naquele lugar de estudos e oração de fim de semana”, quando não choram que não querem ir embora. Temos pensado e levantados ideias sobre como abordar o tema de forma leve e descontraída com esses pequenos que já tem se mostrado ávidos nesse assunto e na egrégora da espiritualidade. Alguma vez Hermes já comentou ou te guiou passos que podemos usar para abordar o Universalismo Crístico diretamente com as crianças? Você já imagina por onde poderíamos começar?

Roger: Sem dúvida, as novas gerações, as crianças, são a nossa meta mais importante. Como já respondemos em perguntas anteriores, serão elas que mudarão o mundo para a nova consciência, libertando a humanidade da alienação em que vive. Por isto, no novo livro “Universalismo Crístico Avançado”, damos importante ênfase à busca de um aperfeiçoamento do modelo educacional vigente e, também, um aprimoramento da educação fornecida pelos próprios pais, dentro do lar.

A função do “Universalismo Crístico” é convidar a todos a um novo pensar, não só sobre espiritualidade e religiões, mas, também, sobre todos os segmentos da vida com o objetivo de levar a humanidade a um processo evolutivo mais consistente e efetivo. As respostas a isso virão naturalmente, a partir dos debates que serão realizados pela sociedade, entre aqueles que despertarem para a consciência do Universalismo Crístico. O mais importante é ocorrer o “despertar” e todos começarem a trabalhar em busca de soluções. Naturalmente, as melhores soluções surgirão da mente das pessoas já focadas nessa área de atuação humana. Muitos educadores, principalmente da área infantil, já refletem em busca de soluções. Mas o mais importante é entender como pensam as crianças da Nova Era e oferecer a elas metodologias desafiadores e integradoras. Sempre lembrando que precisa ser algo alegre e participativo, de forma democrática e não impositiva. As crianças do terceiro milênio são questionadoras e estabelecem as suas crenças através da lógica e do bom senso.

Elas serão mais suscetíveis a modelos educacionais e de espiritualidade que desafiem as suas qualidades e as estimulem a participar ativamente da construção de um mundo melhor. Modelos de submissão e de crenças ilógicas não surtirão efeito. O “Deus das religiões do passado”, controlador, autoritário e que submete os seus filhos através do medo, com elas não funcionará. Basta darmos liberdade as nossas crianças e estimulá-las a pensar por si só, mostrando-lhes um Deus amigo e orientador, e claro que dando a elas desde cedo uma boa formação moral e mostrando-lhes a importância das virtudes crísticas para construir um mundo mais harmônico e feliz.

Esse é um dos principais papéis que o Universalismo Crístico defenderá quando estiver plenamente estruturado por todo o pais. As novas gerações, de boa índole, se bem formadas desde a infância, estabelecerão na Terra a Nova Era. Se nós desejamos perpetuar na Terra um elevado padrão de vida e desenvolvimento humano e espiritual, tornando os homens conscientes, livres e pacíficos, esse caminho encontra-se, sem dúvida alguma, na educação através de efetivos modelos de conscientização e despertar.

Para tanto precisamos divulgar cada vez mais o Universalismo Crístico para que as pessoas despertem para essa filosofia de vida e ajudem a encontrar soluções para a melhor formação de nossas crianças e adolescentes, estabelecendo uma mentalidade saudável e profícua em nossa juventude. Chega de jovens drogados, alienados e sem rumo na vida. É necessário formarmos jovens felizes e de sucesso. Para isso precisamos da linguagem e dos métodos certos. O Universalismo Crístico é isto. A verdade espiritual não mudou! O que mudou é a nossa compreensão dela e a linguagem utilizada para compreende-la.

Roger Responde 141 – Reflexões sobre o papel do Universalismo Crístico

141 – Pergunta (27/08/2012): Atualmente vivo na França e fiquei perplexo ao saber que aqui a maioria das pessoas (pelo menos as que têm menos de 50 anos) são ateias. Desconsiderando Portugal e Espanha, parece ser muito difícil encontrar pessoas na Europa que acreditem em qualquer coisa que remeta à espiritualidade. Não me impressiona a ideia de o Espiritismo ter morrido na França, uma vez que aqui, as igrejas que foram frequentadas por séculos hoje não passam de museus. Também aqui conheci inúmeras pessoas do extremo oriente que não creem em nada. Fica evidente a necessidade urgente de conscientização espiritual da humanidade que seja coerente e lógica como é o caso do Universalismo Crístico. Mas o que me preocupa é como conseguiremos triunfar diante desse quadro de total alienação das verdades espirituais. Qual o real papel do Brasil nessa missão? Sempre que encontro corações que estejam em sintonia com as novas ideias, eu apresento os ideais do UC. Fico feliz a cada novo encontro, como quando frequentei o grupo de estudos do UC em São Paulo. Trabalho como posso para ajudar a alta espiritualidade e elevo frequentemente meus pensamentos para que triunfe teu trabalho sob a orientação do mestre Hermes.

Roger: Realmente estamos vivendo um final de ciclo em que o modelo religioso do passado não atende mais aos anseios da humanidade. O problema não é que as novas gerações não tem Deus no coração, como afirmam alguns religiosos, mas, sim, que a linguagem impositiva das religiões do passado nada mais tem a lhes dizer. Está chegando ao fim a era das religiões impositivas.

Por isso, sem dúvida, a consciência espiritual do terceiro milênio, o Universalismo Crístico, precisa ser divulgado e implantado nas consciências de pessoas que são do bem, mas encontram-se afastadas do saber espiritual por ver nas religiões somente cerceamento da liberdade e imposição de dogmas ultrapassados e insensatos.

No livro “Universalismo Crístico Avançado”, lançado na semana passada, ( veja em http://www.universalismocristico.com.br/#!livros/vstc5=uca ) abordamos a necessidade  do estudo da filosofia e dos conceitos do Universalismo Crístico, que deveriam fazer parte das disciplinas educacionais das escolas e universidades. Creio que somente plantando esses conceitos na mente de nossas crianças é que construiremos um futuro melhor. Nós deveríamos estimular nos jovens o saudável hábito de filosofar, em vez de apenas ensinarmos cultura religiosa, ainda que ela também seja importante para a formação humana, pois passamos a conhecer a história de nosso mundo, das civilizações e de suas crenças.

Hoje em dia, os homens parecem robôs, que são facilmente dominados por instrumentos de manipulação de massas. Tudo porque a filosofia, o ato de pensar e chegar a uma conclusão por reflexões próprias, foi completamente abandonado no modelo educacional vigente. As escolas precisam resgatar o modelo educacional filosófico e reflexivo. Hoje em dia, os alunos apenas decoram as matérias, sem “integrar o conhecimento”. Eles não compreendem o significado daquele saber para o seu desenvolvimento humano e espiritual.  Muitos nem sequer se lembram mais do que estudaram no ano anterior, tornando-se adultos sem opinião própria e sem capacidade de conceber reflexões que poderiam ser de grande valia em sua profissão e vida.

Se o desenvolvimento filosófico do ser humano pode torná-lo um homem consciente dentro dos cenários da política, economia, sociedade, ecologia, psicologia, ética, antropologia, ciência e a vida em geral, imagina o quanto pode fazer pelo homem se ele desenvolver também esse viés no campo da metafísica, ou seja, da espiritualidade. Sem dúvida, tornar-se-á um novo homem e um candidato perfeito à felicidade e à paz.

Roger Responde 138 – Realizar missões em situações adversas.

138 – Pergunta (06/08/2012): Boa noite Roger! Eu já li alguns de seus livros. Acho que você foi corajoso por expor-se tanto, contando sobre seus erros passados e o admiro por isso. Atualmente estou lendo “Universalismo Crístico – O Futuro das Religiões”. Para mim o que o Rafael diz é algo fácil de entender, mas até agora durante a leitura, tive uma reflexão: e se Rafael ao invés de ter reencarnado numa família bem estruturada financeiramente e moralmente, ele tivesse nascido numa favela com uma família desestruturada, como seria? Ele demonstra ser um espírito iluminado, com elevado grau de conhecimento para levar adiante a sua missão de preparar o terreno para o surgimento de alguém com uma missão maior ainda (Gabriel??), mas será que vivendo aqui na Terra numa situação adversa como a maioria dos seres humanos vive, ele teria disposição e ânimo para encarar um trabalho tão difícil?

Roger: Creio que a condição social e financeira não seja empecilho para a realização de uma missão. Espíritos encarregados de reencarnar e realizar tarefas de conscientização da humanidade geralmente executam com êxito as suas missões independente da situação. Francisco de Assis era rico e abandonou tudo para viver na pobreza e realizar aquilo a que se propôs. E temos aqui mesmo no Brasil, recentemente, um grande exemplo nesse sentido. Chico Xavier nasceu em família muito pobre, perdeu a sua querida mãe cedo, sofreu maus tratos na infância e, mesmo com todas essas adversidades, realizou uma das mais impressionantes missões de esclarecimento espiritual da história de nossa humanidade. Espíritos com a característica de Rafael, descrito em nosso livro “Universalismo Crístico – O Futuro das Religiões”, possuem um caráter inquebrantável. Nada os impede de atingirem os seus objetivos, quer nascendo em uma família rica ou em meio a uma favela controlada por traficantes.

O nosso novo livro “Universalismo Crístico Avançado” que será lançado em setembro, entre diversos outros temas, aborda a importante questão da caridade assistencialista versus a caridade que promove o desenvolvimento humano, que é, também, indiretamente, tema desta pergunta. Neste novo livro, o leitor terá mais de 400 páginas que abordarão os temas fundamentais das propostas futuras do U.C., entre elas, esta questão especifica, no capítulo 15.

Neste capítulo, o leitor perceberá que a verdadeira caridade ensinada por Jesus não foi a de “dar o pão” sem trabalho, mas, sim, a dos valores espirituais e de estimular e educar para o esforço próprio. O grande Mestre sempre trabalhou nos locais onde ficou hospedado por mais tempo, com o objetivo de não se tornar um peso para aqueles que o acolhiam com carinho e amor. É dessa forma que devemos nos portar. Ficarmos dependentes da esmola alheia, sem procurar trabalhar e evoluir, não é uma atitude virtuosa. Quando Jesus estimulava a caridade assistencialista é porque o cenário de miséria em que se encontravam os pobres da época era tão grande e caótico que não lhe permitia alternativa. Hoje, os tempos são outros. Temos que criar ações que estimulem a inclusão social dos que se encontram à margem da sociedade. O assistencialismo deve ser feito somente em situações urgentes. Jamais devemos tornar essa prática uma rotina. Em vez de tratar os assistidos como incapazes, temos que estimulá-los a um gradual desenvolvimento pessoal. Devemos ensinar a pescar, e não dar o peixe… Se nós desejamos fazer um projeto de construção e avanço da humanidade, temos que ensinar os nossos irmãos a caminharem com as suas próprias pernas.

Iniciativas como o projeto Universalismo Crístico deveriam ser sempre louvadas e apoiadas por todos que têm esperança de construir um mundo melhor e mais espiritualizado. A maior ação que podemos realizar pelo bem de nossos semelhantes é dar-lhes educação e conscientização espiritual. E isso nós só conseguiremos com ações concretas, organizadas e realizadas de forma profissional. É necessário ensinar a pescar em vez de dar o peixe! A caridade ainda está muito focada no assistencialismo, porque é mais fácil “dar o peixe” do que se envolver e se comprometer a ajudar projetos de conscientização espiritual e, assim, realizar a verdadeira beneficência, que consiste em “ensinar a pescar”. Precisamos mudar esse cenário arraigado em nossa cultura por séculos! O assistencialismo é uma solução cômoda para quem realiza a caridade, porém termina causando mais prejuízos do que benefícios a quem o recebe.

É necessária a fortificação do caráter individual, através de eficientes modelos educacionais, e não o simples incentivo e louvor a toda espécie de assistencialismo. Temos que ter bom senso para avaliar em qual momento é realmente urgente e necessário dar o peixe, fazendo-o apenas por um período determinado a fim de evitar a dependência. Nas demais situações, a melhor caridade é, sem dúvida, ensinar a pescar, permitindo assim que crianças carentes tenham condições de obter o suporte filosófico, educacional, social e espiritual para se sentirem inspirados a realizar tarefas semelhantes às relatadas nos dois livros sobre o Universalismo Crístico.

 

Roger Responde 137 – Como será o livro Universalismo Crístico Avançado?

137 – Pergunta (30/07/2012): Roger, o novo livro será um manual de instruções que explica como fazer para se sintonizar com a LUZ? Ou um manual de como devemos proceder para encontramos o nosso caminho para Evoluir? O que significa o “Avançado” do nome “Universalismo Crístico Avançado”?

Roger: No livro que lançamos no ano de 2007, “Universalismo Crístico – O Futuro das Religiões” nós nos concentramos em trazer uma visão mais básica da compreensão espiritual do terceiro milênio. Nele, enfocamos a importância de nos libertarmos da visão dogmática e exclusivista de uma única religião, por meio da compreensão de que todas as crenças do planeta são verdadeiras e provêm de Deus, trazendo uma única mensagem essencial: “ama o teu próximo como a ti mesmo”. Neste livro, afirmamos que a verdade é relativa, pois ela é um reflexo da percepção limitada de cada época, de cada cultura e de cada povo. Com o avanço da consciência e compreensão espiritual dos alunos da “escola Terra”, a verdade vai se revelando de forma mais ampla, iluminando-se e libertando-se de antigos dogmas e preconceitos, mostrando-se de forma mais universal, tolerante e com maior clareza.

No novo livro que já está pronto e encontra-se em fase de revisão, “Universalismo Crístico Avançado”, apresentamos três novos alicerces de compreensão espiritual, focados nas questões comportamentais, e não de crenças, que são: primeiro “a compreensão profunda e verdadeira do amor”, segundo “a busca do autoconhecimento” e o terceiro “entender a forma como pensa o nosso semelhante”. E, além disso, apresenta dois roteiros. O primeiro é: tudo que foge a lei do amor deve ser descartado, pois não provém de Deus. E o segundo é a autoavaliação! Precisamos mensurar se estamos nos conhecendo melhor e entendendo o nosso próximo, baseado nos preceitos sagrados do amor. Essa é a fórmula elementar para evoluirmos em harmonia com os nossos semelhantes.

Nesse segundo roteiro, vemos que é fundamental analisar o nosso progresso, tanto na busca de nosso autoconhecimento como na compreensão de nossos semelhantes. Para isso, no livro novo, Hermes apresenta alguns métodos para que o leitor possa fazer essa sua autoavaliação. Entre eles, estão alguns exercícios para reprogramação da mente. A correção de nossos hábitos diários, iniciando-se em nossos pensamentos, é um grande passo para termos uma relação mais harmoniosa com o mundo. E, para isso, precisamos nos livrar de nossos maus hábitos.

O livro não será um manual de instruções, mas sim, um conjunto de diálogos com Hermes, de forma romanceada, onde ele nos apresenta diversas reflexões e processos de autoavaliação para despertarmos para o real caminho da evolução. Mas não se preocupem. O livro não será de difícil compreensão e monótono. Permeando toda a história, serão apresentadas exemplificações bem interessantes e que remeterão o leitor a profundas reflexões. Essa abordagem prenderá a atenção dos leitores de forma única. Já que todos os ensinamentos que forem apresentados de forma teórica, serão vistos também na prática, imprimindo ao livro realismo, emoção e dinamismo, cativando a atenção de todos de forma impressionante.

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