Roger Responde 058 – A ação das trevas e a criação da bomba atômica

058 – Pergunta (24/01/2011): No livro “Atlântida – No reino das trevas” você chega a comentar em alguma parte que a influência do magos negros no astral inferior chegou a atingir Albert Einstein enquanto encarnado com o objetivo de se chegar a conclusão da bomba atômica, o que acabou ocorrendo. Até onde eu entendo ele cumpriu a parte dele em trazer pra Terra o que se comprometeu, sua ideia nunca foi criar uma bomba, tanto que existem relatos que ele entrou em depressão quando viu o que fizeram com suas teorias. Essa influência foi direta nele ou alguns espíritos acabaram distorcendo as teorias à seu bel prazer e usando de forma reversa à natureza?

Roger: Em 1941 tem início o Projeto Manhattan (o desenvolvimento de uma bomba atômica), que foi conduzido pelo General Leslie R. Groves e a sua pesquisa foi dirigida pelo fisico estadounidense judeu J. Robert Oppenheimer, após ter ficado claro que uma arma de fissão nuclear era possível e que a Alemanha Nazista estava também investigando a construção de tais armas para si. Oppenheimer tentou insistentemente convencer o presidente Roosevelt da necessidade de construir a bomba atômica, antes dos nazistas, mas havia uma indecisão a respeito do tema. Albert Einstein, então, foi convencido por Oppenheimer de que deveria elaborar uma carta ao presidente alertando-o da urgência desse projeto. Einstein, um pacifista, com sua visão entorpecida pelo medo, foi sutilmente envolvido pela ação das trevas para dar seu definitivo apoio a construção dessa terrível arma. Por isso costumo afirmar que o medo e a culpa são os maiores instrumentos das trevas para nos dominarem e bloquearem os grandes projeto de luz que todos deveríamos realizar em nossas vidas. Einstein era um cientista com indiscutivel influência, e isso levou o presidente americano a acatar, sem a mínima hesitação, a sua decisão sobre a importância de iniciar o projeto mais sinistro da historia atual de nossa humanidade, e que se desdobra até os dias atuais, levando nações como a Coréia do Norte a matar o seu povo de fome para investir seus limitados recursos no desenvolvimento de tal tecnologia.

De uma forma ou de outra, isso viria a acontecer, é da natureza humana, ainda imperfeita e guerreira. No entanto,  no livro somente realçamos a ação das trevas em todas as frentes para atingir os seus objetivos. Einstein foi um cidadão exemplar, mas nem ele fugiu da ação das entidades sombrias para servir de instrumento para o mal.

Posteriormente, Einstein emitiu um pronunciamento oficial sobre o referido tema, demonstrando pesar sobre a decisão que teve de tomar, motivado pelo medo da ação nazista, em que diz: “Minha responsabilidade na questão da bomba atômica se limita a uma única intervenção: escrevi uma carta ao Presidente Roosevelt. Eu sabia ser necessária e urgente a organização de experiências de grande envergadura para o estudo e a realização da bomba atômica. E o disse. Conhecia também o risco universal causado pela descoberta da bomba. Mas os sábios alemães se encarniçavam sobre o mesmo problema e tinham todas as chances de resolvê-lo. Assumi portanto minhas responsabilidades. E no entanto sou apaixonadamente um pacifista e minha maneira de ver não é diferente diante da mortandade em tempo de paz. Já que as nações não se resolvem a suprimir a guerra por uma ação conjunta, já que não superam os conflitos por uma arbitragem pacífica e não baseiam seu direito sobre a lei, elas se veem inexoravelmente obrigadas a preparar a guerra. Participando da corrida geral dos armamentos e não querendo perder, concebem e executam os planos mais detestáveis. Precipitam-se para a guerra. Mas hoje, a guerra se chama o aniquilamento da humanidade. Protestar hoje contra os armamentos não quer dizer nada e não muda nada. Só a supressão definitiva do risco universal da guerra dá sentido e oportunidade à sobrevivência do mundo. Daqui em diante, eis nosso labor cotidiano e nossa inabalável decisão: lutar contra a raiz do mal e não contra os efeitos. O homem aceita lucidamente esta exigência. Que importa que seja acusado de antissocial ou de utópico? Gandhi encarna o maior gênio político de nossa civilização. Definiu o sentido concreto de uma política e soube encontrar em cada homem um inesgotável heroísmo quando descobre um objetivo e um valor para sua ação. A Índia, hoje livre, prova a justeza de seu testemunho. Ora, o poder material, em aparência invencível, do Império Britânico foi submergido por uma vontade inspirada por ideias simples e claras.

Por isso nós afirmamos no livro “Atlântida – No reino das Trevas”: “Gadeir logo percebeu que o nazismo fracassaria e passou a estimular os americanos a construir a bomba atômica. Utilizando uma das maiores armas das sombras: o medo, eles manipularam inclusive o famoso cientista Albert Einstein para que esse, instigado pelo temor de que os alemães desenvolvessem a bomba antes dos americanos, desse seu apoio à construção do artefato que ceifaria milhares de vidas japonesas e instauraria a era da Guerra Fria no mundo”.

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