Category Vibração Coletiva

Assumindo o Controle

Amados irmãos, nessa semana direcionamos nossa reflexão para a importância de obtermos mais consciência sobre nossos atos e pensamentos, tendo assim, consequentemente, mais controle sobre nossas vidas.

É chegada a hora de sairmos do piloto automático! Viver, simplesmente, por viver, nos confere uma caminhada vazia, que é direcionada conforme o andar da maioria. Somos seres únicos e temos necessidades diferentes, se continuarmos fazendo somente o que todos fazem, tentando seguir um modelo de vida ideal, imposto pela sociedade, acabaremos por desprezar a nossa essência e abrirmos mão de nossa real felicidade em prol de uma realidade que não é aquela que gostaríamos.

O primeiro passo para obtermos mais consciência sobre nossas escolhas, é conhecer a nós mesmos. Entender as nossas reações diante das situações que vivemos, saber o que nos faz feliz, o que nos incomoda e o porquê de nos sentirmos incomodados com determinadas situações é essencial para o autoconhecimento. Eu gosto de me sentir desanimado, triste, irritado? O que faz com que eu saia do meu equilibro? O que faz com que eu encontre o meu equilíbrio?

Se observarmos nosso dia-a-dia, é fácil entendermos que o acaso não existe, tudo o que vivemos é fruto das escolhas que fazemos, sejam elas físicas ou mentais. A vibração em que sintonizamos dita o que iremos pensar e vice-versa, resultando em nossas atitudes e nas situações que atraímos para nós. Quando coisas ruins acontecem conosco, refletimos sobre elas e se mesmo assim não achamos uma explicação explícita sobre o que tenha causado tal fato, podemos analisar qual ensinamento é possível retirar desse episódio. Achar a explicação que originou uma situação desagradável não consiste em achar um culpado, mas sim, enxergarmos a nossa postura diante de tal fato, com a intenção de evitarmos que nos envolvamos em novos problemas da mesma natureza, ou se não puderem ser evitados, simplesmente aprendermos como lidar da melhor forma diante desse tipo de situação.

Quando passamos a nos entender, fica muito mais fácil entendermos os outros e começarmos a enxergar o mundo que nos cerca com outros olhos. A sensação desse novo olhar muito mais consciente sobre a vida é como se tivéssemos acordado de um mundo de fantasias, que nos faz desconstruir padrões e buscar as verdades eternas sobre o nosso universo interno e externo. Quando chegamos nesse estágio, o mais engraçado é que o que antes era fantasia passa a ser a realidade e o que era realidade passa a ser a fantasia, e é por isso que é tão difícil ampliarmos nossas consciências, pois o mundo pré-moldado que nos é apresentado, desde quando nascemos, distorce o nosso senso de realidade.

A busca pelo conhecimento passa a ser uma necessidade quando enxergamos o mundo a partir de novos ângulos. Quanto mais sabemos, mais descobrimos a nossa pequenez diante do universo e o nosso grandioso poder sobre nós mesmos. Passamos a ter sede de conhecimento e ele amplia nosso “leque” de opções para nossas escolhas de como pensar (sim, nós temos controle sobre nossos pensamentos) e como agir. Porém, sabemos de que nada adianta o saber para a conquista do controle de nossas vidas, se ele não for colocado em prática, de acordo com o que vamos aprendendo sobre nós mesmos.

De que adiantará sabermos que temos o controle de nossas mentes se continuarmos permitindo que sejamos manipulados pelas baixas vibrações? A opinião de uma pessoa sobre nós, se não for filtrada pelo que nós acreditamos que sejamos, poderá facilmente fazer com que entremos em sintonia com o que foi falado. Assim, passamos a assumir o papel daquilo que fomos rotulados e isso pode ser muito prejudicial se não tivermos certeza de quem somos. É isso que acontece muitas vezes ainda na infância, quando colegas cometem bulling, criando traumas no inconsciente de quem foi agredido. Isso acontece, em razão de a criança, muitas vezes, não ter maturidade de entender que nós não somos o que os outros pensam de nós, mas sim o que nós pensamos sobre nós mesmos.

Vigie seus pensamentos, eles tornam-se palavras.

Vigie suas palavras, elas tornam-se ações.

Vigie suas ações, elas tornam-se hábitos.

Vigie seus hábitos, eles formam seu caráter.

Vigie seu caráter, ele se torna seu destino.

(autor desconhecido)

Vibremos para que consigamos entender de uma vez por todas que não precisamos ser ou fazer o que os outros querem que façamos ou que sejamos para sermos aceitos, precisamos seguir mais nossa própria essência, errar e acertar pelas nossas próprias escolhas. É claro que é importante ouvirmos a opinião dos outros, mesmo que sejam críticas, pois elas podem ser úteis e construtivas, mas antes de serem absorvidas, elas devem passar pelo filtro de nossa razão e de nosso coração, só assim conseguiremos assumir o controle de nossas próprias vidas e termos mais consciência sobre o que fazemos.

Paz e luz a todos!!!

Vibração Coletiva (17/08/2022) – Assumindo o controle

Assumindo o Controle

Amados irmãos, nessa semana direcionamos nossa reflexão para a importância de obtermos mais consciência sobre nossos atos e pensamentos, tendo assim, consequentemente, mais controle sobre nossas vidas.

É chegada a hora de sairmos do piloto automático! Viver, simplesmente, por viver, nos confere uma caminhada vazia, que é direcionada conforme o andar da maioria. Somos seres únicos e temos necessidades diferentes, se continuarmos fazendo somente o que todos fazem, tentando seguir um modelo de vida ideal, imposto pela sociedade, acabaremos por desprezar a nossa essência e abrirmos mão de nossa real felicidade em prol de uma realidade que não é aquela que gostaríamos.

O primeiro passo para obtermos mais consciência sobre nossas escolhas, é conhecer a nós mesmos. Entender as nossas reações diante das situações que vivemos, saber o que nos faz feliz, o que nos incomoda e o porquê de nos sentirmos incomodados com determinadas situações é essencial para o autoconhecimento. Eu gosto de me sentir desanimado, triste, irritado? O que faz com que eu saia do meu equilibro? O que faz com que eu encontre o meu equilíbrio?

Se observarmos nosso dia-a-dia, é fácil entendermos que o acaso não existe, tudo o que vivemos é fruto das escolhas que fazemos, sejam elas físicas ou mentais. A vibração em que sintonizamos dita o que iremos pensar e vice-versa, resultando em nossas atitudes e nas situações que atraímos para nós. Quando coisas ruins acontecem conosco, refletimos sobre elas e se mesmo assim não achamos uma explicação explícita sobre o que tenha causado tal fato, podemos analisar qual ensinamento é possível retirar desse episódio. Achar a explicação que originou uma situação desagradável não consiste em achar um culpado, mas sim, enxergarmos a nossa postura diante de tal fato, com a intenção de evitarmos que nos envolvamos em novos problemas da mesma natureza, ou se não puderem ser evitados, simplesmente aprendermos como lidar da melhor forma diante desse tipo de situação.

Quando passamos a nos entender, fica muito mais fácil entendermos os outros e começarmos a enxergar o mundo que nos cerca com outros olhos. A sensação desse novo olhar muito mais consciente sobre a vida é como se tivéssemos acordado de um mundo de fantasias, que nos faz desconstruir padrões e buscar as verdades eternas sobre o nosso universo interno e externo. Quando chegamos nesse estágio, o mais engraçado é que o que antes era fantasia passa a ser a realidade e o que era realidade passa a ser a fantasia, e é por isso que é tão difícil ampliarmos nossas consciências, pois o mundo pré-moldado que nos é apresentado, desde quando nascemos, distorce o nosso senso de realidade.

A busca pelo conhecimento passa a ser uma necessidade quando enxergamos o mundo a partir de novos ângulos. Quanto mais sabemos, mais descobrimos a nossa pequenez diante do universo e o nosso grandioso poder sobre nós mesmos. Passamos a ter sede de conhecimento e ele amplia nosso “leque” de opções para nossas escolhas de como pensar (sim, nós temos controle sobre nossos pensamentos) e como agir. Porém, sabemos de que nada adianta o saber para a conquista do controle de nossas vidas, se ele não for colocado em prática, de acordo com o que vamos aprendendo sobre nós mesmos.

De que adiantará sabermos que temos o controle de nossas mentes se continuarmos permitindo que sejamos manipulados pelas baixas vibrações? A opinião de uma pessoa sobre nós, se não for filtrada pelo que nós acreditamos que sejamos, poderá facilmente fazer com que entremos em sintonia com o que foi falado. Assim, passamos a assumir o papel daquilo que fomos rotulados e isso pode ser muito prejudicial se não tivermos certeza de quem somos. É isso que acontece muitas vezes ainda na infância, quando colegas cometem bulling, criando traumas no inconsciente de quem foi agredido. Isso acontece, em razão de a criança, muitas vezes, não ter maturidade de entender que nós não somos o que os outros pensam de nós, mas sim o que nós pensamos sobre nós mesmos.

Vigie seus pensamentos, eles tornam-se palavras.

Vigie suas palavras, elas tornam-se ações.

Vigie suas ações, elas tornam-se hábitos.

Vigie seus hábitos, eles formam seu caráter.

Vigie seu caráter, ele se torna seu destino.

(autor desconhecido)

Vibremos para que consigamos entender de uma vez por todas que não precisamos ser ou fazer o que os outros querem que façamos ou que sejamos para sermos aceitos, precisamos seguir mais nossa própria essência, errar e acertar pelas nossas próprias escolhas. É claro que é importante ouvirmos a opinião dos outros, mesmo que sejam críticas, pois elas podem ser úteis e construtivas, mas antes de serem absorvidas, elas devem passar pelo filtro de nossa razão e de nosso coração, só assim conseguiremos assumir o controle de nossas próprias vidas e termos mais consciência sobre o que fazemos.

Paz e luz a todos!!!

Vibração Coletiva (10/08/2022) – Transmutação dos vícios

Transmutação dos Vícios 

Irmãos de caminhada, convidamos a todos para que nesta semana, período em que nos aproximamos do final de mais um abençoado ano de infinitas reflexões e oportunidades, possamos meditar de maneira mais profunda acerca de nossas limitações e vícios. Utilizemo-nos dos sete pecados, tão difundidos durante um longo período da história do nosso amado planeta Terra, para que possamos nos compreender de maneira mais clara e assumir assim uma maior consciência em busca do auto aperfeiçoamento.

Os sete pecados capitais nada mais são do que uma classificação dos vícios do homem, praticados em demasia ainda por toda a humanidade. Essa é uma classificação muito antiga que precede ao surgimento do cristianismo, mas que durante o período da Idade Média foi difundida pela Igreja Católica a fim de educar seus seguidores, controlando os instintos básicos do ser humano.  Por vícios, entendem-se os maus hábitos vividos pelo homem, contrários aos preceitos de amor ao próximo e de amor a si mesmo, trazidos pelas mensagens dos grandes mestres que por aqui passaram.   

Propomos a todos conhecer um pouco mais a fundo cada um dos sete vícios, refletindo sobre nossos comportamentos, pensamentos e atitudes, e buscando reverter esses vícios/pecados, em virtudes e sentimentos renovadores e nobres.

Inicialmente pensemos a respeito da Gula, representada pelo desejo insaciável, que está além do que o homem necessita para viver, e que está no imaginário da sociedade relacionado ao exagero na alimentação. Porém, a gula conecta-se diretamente com o egoísmo humano, da sua insatisfação e da vontade de querer sempre mais do que já possui, da dificuldade em se contentar.  A virtude contrária a Gula é a Temperança, ou seja, a busca pelo equilíbrio, pela moderação e pelo comedimento. Lembre-se sempre de nosso Senhor está sempre no controle, e que nada nos é dado sem que tenhamos merecimento, assim como nada nos falta sem que seja necessário para nossa evolução. Contente-se com o que lhe foi dado e não permita que a insatisfação, principalmente material, lhe tire da direção correta e lhe faça esquecer do que realmente importa nessa vida.

Como segundo pecado, temos a Avareza, símbolo do apego excessivo e descontrolado pelos bens materiais e pelo dinheiro. Esse é um dos sentimentos mais presentes em nossa sociedade moderna, levada aos extremos pela divulgação da mídia que incentiva o aumento demasiado ao consumo. O homem atual só pensa no “ter”, e esquece-se do “ser”. A virtude contrária a Avareza é a Generosidade, a bondade em doar, em se desapegar das futilidades e dos bens materiais, tão efêmeros, passageiros.

Já a Luxúria, consiste no desejo passional e egoísta por todo tipo de prazer ligado a matéria, em se deixar dominar pelas paixões mundanas. Em contraponto, a virtude que deve ser enobrecida para a superação da luxúria, é a Castidade, no sentido de se abster do prazer que leva o homem a pensar e ser controlado pelas paixões, pela sedução e pela banalização da sexualidade.

Como quarto pecado/vício, pensemos na Ira, que engloba todo sentimento intenso e descontrolado de raiva, ódio, rancor ou vingança. O homem que alimenta o sentimento de Ira permite que a fúria tome conta do seu ser e acaba não conseguindo controlar suas atitudes e seus pensamentos contra aquele em que acredita ter-lhe feito mal. O irado não percebe que todos os infelizes sentimentos que alimenta, somente alimentam e enegrecem seu próprio coração. Para superar a Ira, pratique a Paciência, saiba compreender o outro, coloque-se em seu lugar, reflita sobre os motivos do outro agir de determinada maneira, mesmo que não concorde. A paciência é uma nobre virtude que nos aproxima da resignação, da tolerância e do amor aos nossos irmãos, não importando eles quem sejam ou o que façam.

Agora, reflita sobre a Inveja, sentimento que envenena o espírito de quem a fomenta. A inveja leva a pessoa a não valorizar e a ignorar as bênçãos que recebe, e acaba por enobrecer e cobiçar o que é conquistado pelo outro. O invejoso nutre um ciúme por tudo aquilo que o outro tem, posses, status, habilidades, conhecimento e até mesmo a elevação moral é um grande motivo de inveja. A virtude, em contraponto, é a Caridade, uma das mais sublimes qualidades que o homem pode adquirir na busca pelo verdadeiro sentido do amor. Nosso maior exemplo, Jesus, nos ensinou que a caridade é a benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e o perdão das ofensas. O amor e a caridade estão intrinsecamente ligados, pois amar ao próximo é fazer-lhe todo o bem possível, assim como desejaríamos que nos fosse feito, de acordo com as palavras de nosso Irmão Maior: “Amai-vos uns aos outros, como irmãos”.

A Preguiça foi classificada como outro importante vício. Ela gera no homem a inércia, a falta de empenho, o ócio, a ausência de estímulo ao trabalho e a busca por conhecimento, impedindo a sua evolução. Contrária a Preguiça está a Disciplina, a organização e a vontade em se efetivar tarefas, em agir e em entrar em ação. A melhor maneira de se afastar a preguiça é através do trabalho, pois é ele que honra e dignifica o homem, é o que o faz progredir, é o que consola e que o preserva contra as aflições e tristezas. Já o ócio, pelo contrário, torna o homem propenso aos vícios e aos maus pensamentos.

Por fim, pensemos na Soberba, sinônimo do Orgulho e da Vaidade. Em conjunto, tais sentimentos inferiores conduzem o homem para a exclusão, para a falta de amor, para a arrogância, acreditando ser superior e melhor do que os outros seres. O orgulho, ou sentimento de amor-próprio exagerado, é considerado um grande estorvo da elevação espiritual do homem, porquanto não o permite examinar suas fraquezas. Como sinal de reconhecimento do seu orgulho, pense nas vezes em que você discutiu e revidou alguma crítica que recebeu. É natural do homem devolver uma crítica com discussões, pois ainda possuímos uma grande dificuldade em aceitá-las, e não queremos ouvi-las novamente. Nada fere de forma tão profunda o orgulho do que olhar para dentro de si mesmo, e em aceitar nossas limitações e fraquezas. A Humildade é a virtude que contrapõe a Soberba/Orgulho, sendo um dos valores essenciais da Alma, exaltando a modéstia, a simplicidade e a pureza de espírito. O homem verdadeiramente bom procura elevar o inferior aos seus próprios olhos, diminuindo a distância entre ambos, exercendo assim a verdadeira humildade e caridade.

Com o devido esclarecimento, compreendemos que a vivência desses vícios, quando praticados em excesso pelo homem, acabam por formar uma “nuvem” mental, atraindo a influência de espíritos inferiores, ainda muito apegados as baixas vibrações da Terra. Portanto, não permitamos que essas influências e que os nossos vícios controlem nossas vidas, ações e pensamentos. Sejamos mais fortes, para que dia a dia conquistemos um maior domínio sobre nossas fraquezas, transmutando nossos vícios e trabalhando arduamente para desenvolvermos nossas virtudes, pelo caminho do autoconhecimento e sob a luz da ampliação das nossas consciências.

Paz e Luz a todos!

Vibração Coletiva (03/08/2022) – Hipocrisia

Hipocrisia, você a percebe?

Queridos irmãos, elaboramos esse título em forma de pergunta, justamente, para que entendêssemos o nosso tema desde o início da leitura. Quando lemos esse título, nossa primeira reação é pensar que sim, com um ar de superioridade e começar a enumerar, rapidamente, os diversos atos que presenciamos de pessoas que agiram com hipocrisia, mas será que esse já não seria um ato hipócrita?

Somente nossas consciências poderão responder a esse questionamento. Se nos avaliarmos da mesma forma em que costumamos avaliar as outras pessoas, certamente, encontraremos atos muito parecidos com esses que condenamos em nossos semelhantes.

A probabilidade de que a resposta unânime para esse título seja um grande e forte SIM é muito grande, mas se tivéssemos perguntado… Hipocrisia, você a percebe em seus próprios atos? Certamente o resultado seria muito diferente, pois temos uma tendência muito forte em acharmos os erros e defeitos nos outros, mas não em nós mesmos. Isso ocorre por estarmos muito mais voltados ao externo do que ao interno. A hipocrisia se torna cada vez mais presente em nosso cotidiano por vivermos em uma sociedade que cultua em demasia as aparências.

Quando falamos em aparência, não citamos somente a aparência física, que é a mais lembrada, mas de todos os tipos de aparência que são fortemente valorizadas.
Antigamente, por exemplo, as pessoas eram apresentadas umas as outras pelo seu sobrenome, pois o que importava era o prestígio que o nome de sua família trazia, sendo que, atualmente, o status social foi substituído pela profissão que temos, fazendo com que ao invés de falarem nosso sobrenome, quando somos apresentados a alguém, o que é citado é nossa profissão. Quando começaremos a ser valorizados mais pelas nossas virtudes do que pelo nome que temos ou pelo papel social que escolhemos para servir a sociedade?

No momento em que começarmos a nos preocupar mais com o ser do que somente parecer, faremos aos poucos com que a hipocrisia deixe de governar esse mundo, que se torna, cada vez mais, um jogo de aparência e máscaras sociais. Paremos de cuidar e de nos preocupar tanto com a vida dos outros para dar mais atenção a nossa própria vida. Passemos a avaliar mais os nossos próprios defeitos e virtudes, pois por mais que enxergamos algo que não concordemos na atitude dos outros, a única pessoa que está a nossa disposição para mudança somos nós mesmos. Portanto, utilizemos as atitudes que vemos e não concordamos, não para alvo de crítica, mas como aprendizado, assim, evitaremos de nos deparar no mesmo papel de quem discordamos.

“Felicidade é quando o que você pensa, o que você diz e o que você faz estão em harmonia” Mahatma Ghandi

Jamais seremos felizes tentando enganar a nós mesmos. Ouvindo mais o nosso coração e sendo mais coerente entre o que pensamos, falamos e fazemos, como nos ensina Ghandi, encontramos o caminho para a felicidade. Sejamos mais coerentes em nossos discursos, quem julga demais as atitudes dos outros, não tem tempo para avaliar a si mesmo.

Vibremos para que possamos nos tornar um terreno fértil, onde todos os ensinamentos que buscamos criem raízes em nosso interior e possam florescer através de nossas atitudes perante a vida que levamos. Somos muito abençoados por termos um imenso legado de experiências e doutrinas a nossa disposição, basta que saibamos utilizá-las em essência, e não com superficialidade. Cuidemos para não recebermos a semente entre os espinhos, pois assim, corremos o risco de abafar a palavra e a tornarmos infrutífera. De que adianta reconhecermos bons conselhos e os admirarmos, se forem aplicados somente aos outros, e não para nosso
próprio aperfeiçoamento?

Hipocrisia, você a percebe em seus próprios atos?

Paz, luz e uma ótima reflexão a todos!

Vibração Coletiva (27/07/2022) – A Terra da Nova Era

A Terra da Nova Era

Companheiros amados, está na hora de mentalizarmos paz e harmonia para o Brasil pois é o país escolhido para iniciar as transformações que nos guiarão à Nova Era, já avistada no horizonte. Essas mudanças ocorrerão a nível global, pois a regeneração englobará até os mais ínfimos lugares de nosso planeta Terra.

Temos a consciência de que hoje habitamos um planeta ainda povoado por uma grande maioria de espíritos atrasados, o que torna nossa sociedade um reflexo do comportamento anticrístico e da ausência de moral dos mesmos. O que vemos, em demasia, é a imensurável discrepância entre as classes sociais, onde de um lado temos a miséria extrema, e de outro o luxo excessivo. Este é somente um exemplo da ignorância e insensibilidade dos homens perante seus irmãos, que ainda não compreendem que somente a prática do amor os libertará e os levará a felicidade.

Porém, Nosso Amado Pai a tudo compreende, e por assim desejar, sabe que o homem antes de ascender à Luz, deve passar pela ignorância, sempre de acordo com as suas escolhas e vontades. Mas sabemos que este comportamento, não mais será admissível na Terra da Nova Era, e estes espíritos deverão seguir a caminhada evolutiva em outro planeta. Aqui, permanecerão e reencarnarão aquelas almas que durante suas últimas encarnações, conquistaram, principalmente, o sentimento de amor por seus irmãos.

Avistamos para a Terra um futuro próspero, onde a consciência crística imperará sobre a humanidade. Ao contrário da maior parte dos homens que hoje habitam nosso mundo, teremos seres que desejarão o bem comum, e trabalharão em prol de um ideal, e não mais por motivos exclusivamente financeiros e individualistas.

Conforme a mudança for ocorrendo, nossa sociedade se reconstruirá a partir dos pilares da igualdade, da fraternidade e do amor. O modelo social capitalista, que promove a exclusão, sofrerá uma ruptura, e um novo sistema social, que contemple os ideais e a moralidade dos eleitos, será instaurado.

As transformações atingirão todas as áreas da atuação humana, onde serão repensados os métodos educacionais, que conduzirão os homens a integrar os conhecimentos terrenos com os espirituais; os modelos atuais de trabalho, afastando-se das tarefas repetitivas e monótonas e trazendo a liberdade de criação e desenvolvimento das aptidões; o aproveitamento do tempo, agregando ao dia-a-dia dos eleitos um momento maior para o seu desenvolvimento moral; a distribuição das riquezas, promovendo igualdade de direitos, resgate a cidadania e melhores condições de vida a todos os homens; o uso da tecnologia e de todos os conhecimentos da ciência, usufruindo de todas as possibilidades que podem trazer à humanidade
quando direcionadas para o bem comum; entre tantas outras mudanças que poderíamos citar, como saúde, segurança, alimentação, e que serão certamente reestruturadas pelas mãos dos homens de bem que terão o merecimento de aqui habitar.

Essas transformações ocorrerão gradualmente em nosso planeta, decorrentes das sistemáticas encarnações de espíritos elegidos para trazer a mudança à Terra, e todos aqueles que tiverem olhos para ver, observarão essa transição a partir dos focos de luz dos eleitos que já iniciaram suas missões de preparação do mundo que no futuro habitarão.

Por esse panorama, amados irmãos, que parece-nos o paraíso, tendo em vista o mundo em que hoje vivemos, solicitamos o esforço de todos para nos melhorarmos, exercitarmos o amor ao próximo, aproveitarmos cada oportunidade que Nosso Pai de infinita bondade nos oferece, com a intenção de obtermos o ingresso para a Nova Era, para o Terceiro Milênio que vislumbra nossa querida Terra. Aqui, reinará o amor, a paz e a felicidade! Todo o mal exercido pela ignorância das trevas, será um triste, mas necessário, passado, que serviu de aprendizado e de caminhada para o mundo que construiremos, unidos e engajados no amor do Cristo!!!

Paz e Luz a todos!

Vibração Coletiva (20/07/2022) – Gratidão

Gratidão

Nesta semana vamos vibrar buscando verificar como anda nosso sentimento de gratidão em nossa vida.

A gratidão não deve ser lembrada apenas quando nos acontece algo de bom, mas também quando chega até nós algo que acreditamos que seja ruim. Ao contrário do que pensamos, aquilo que nos chega disfarçado de “coisas ruins” ou “acontecimentos ruins”, são na verdade grandes lições e bênçãos de Deus para nos fazer refletir sobre nossas ações em nosso mundo interno e externo.

Muitas vezes nos julgamos vítimas das situações e vivendo reclamando sobre tudo o que acontece conosco e com o mundo, criando assim um grande campo de energias negativas ao redor e para a atmosfera do planeta, com isso atraindo mais coisas ruins para a vida.

Ao contrário de quando somos gratos, sempre coisas boas nos acontece, independente da situação em que nos encontramos. A vida torna-se mais bonita e harmoniosa e até milagres nos ocorrem, pois a atmosfera positiva que criamos em nossa vida propicia estes “milagres” de acontecerem.

A gratidão nos abre todas as portas que precisamos para o nosso crescimento interno e para o crescimento da humanidade terrena, pois como sabemos estamos todos interligados espiritualmente.

Então vamos reclamar menos daquilo que nos acontece e agradecer mais pelas infinitas bênçãos que recebemos diariamente do Criador pela tua infinita misericórdia conosco.

Sendo gratos pelo que temos, ansiamos por fazer algo para tornar este mundo melhor.

Paz e Luz a Todos!

Vibração Coletiva (13/07/2022) – Equilibrando o material e o espiritual

Equilibrando o material com o espiritual 

O caminho da espiritualidade e da elevação moral sem dúvida nos oferece inúmeros benefícios (pelos quais somos constantemente lembrados quando escolhemos seguir qualquer diretriz espiritualista), acontece que essa caminhada, quando não é bem equilibrada, acaba nos oferecendo alguns riscos.

Se abrir para o autoconhecimento e assumir a missão da construção de um mundo melhor, nos conecta com tudo aquilo que há de mais sublime em nós. Passamos a enxergar as coisas por um novo viés, inicia-se a busca pelo belo e acionamos uma espécie de ímã a tudo aquilo que é “do bem”. O problema aparece quando passamos a repudiar de forma exacerbada condutas alheias que já não estão mais de acordo com aquilo que desejamos para o mundo. Esse repúdio pode acabar nos afastando da nossa realidade atual (mundo material, meio social e pessoas que amamos), e acabar gerando o inverso daquilo que buscamos, a saber, não conseguir dar novos passos rumo ao nosso melhoramento moral e, muito menos, transformar a realidade a nossa volta.

Se estamos vivendo nesse mundo, com a realidade em que ele se encontra, é porque de alguma forma temos algo para aprender e para oferecer. O julgamento excessivo e o repúdio, sendo exteriorizado ou não, a partir de palavras, ou do próprio silêncio e afastamento, não transformam ninguém, nem a nós mesmos e nem aos outros. Não estamos aqui defendendo a continuidade de relacionamentos abusivos e/ou aceitação vitalícia de atitudes que nos fazem mal. Entendam as nossas palavras como uma reflexão geral a toda vontade exacerbada de viver em um mundo que ainda não foi construído, com pessoas que ainda não nos tornamos.

A necessidade é de que coloquemos a mão na massa na construção desse mundo sonhado, colocando em prática os ensinamentos de amor ao próximo e a nós mesmos, que é o ponto de convergência entre os diferentes contextos religiosos. Saibamos nos transformar e crescer sem a necessidade ultrapassada e egoísta de que todos sigam os mesmos passos que nós e ainda no mesmo ritmo. Tenhamos a consciência de que estamos longe de alcançar verdades absolutas e de que o caminho da espiritualidade não deveria nos levar a segregação, mas sim a integração, a união e ao amor, caso contrário, se tornaria contraditório.

Vibremos para que consigamos alcançar o equilíbrio necessário entre o material e o espiritual, para que não nos aprisionemos demasiadamente em nenhum dos lados, e para que saibamos respeitar as escolhas de cada indivíduo, já que também desejamos continuar desfrutando do nosso imprescindível livre arbítrio. 

Paz e Luz a todos!

Vibração Coletiva (06/07/2022) – Desapegar-se

Queridos irmãos de jornada, nesta semana meditaremos a
respeito do desapego.

Quando reencarnamos, nos é dado por empréstimo um corpo de
carne, um lar amoroso ou não, crescemos e nos desenvolvemos como pessoas dentro de uma sociedade, alguns adquirem sabedoria, crescimentos morais e espirituais notórios, alguns outros nem tanto e outros nem isso e por fim retornamos para a pátria espiritual.

Aqueles primeiros que adquiriram sabedoria e crescimentos morais notórios e que despertaram as suas consciências para a realidade da vida
e seus misteriosos mecanismos através de observações, estudos constantes,
através de tentativas de erros e acertos, muita meditação, muita paciência e
demais virtudes. Sabem eles também, que à medida que vão caminhando nesta estrada e ascendendo na jornada e evolução espiritual, os pesos lhes serão extremamente desnecessários, pois carregá-los lhes farão demorar e atrapalhar os seus caminhares. Ao longo da jornada aprendendo várias questões e lições e dentre elas está o desapego sob todos os ângulos e aspectos, descobrem que somos puras energias, centelhas divinas do Criador e criados todos de forma gual com as mesmas potencialidades de ascensão. Como na medida do caminho as coisas vão se tornando mais simples, eles vão aprendendo a se desapegar das situações, das questões materiais que tanto nos atormentam, de pessoas, mas que sempre
lhes serão queridas e amadas, pois descobrem que estamos todos interligados e que não existe separação pelo caminho da evolução espiritual, de opiniões, conceitos e condutas negativas. Desapegam-se de quererem estar sempre certos e dão mais importância a paz de espírito, enfim, desapegaram de seus egos. Estes são aqueles dos quais os chamamos de mestres, de guias espirituais e mentores. São aqueles que nos inspiram e que nos aconselham em nossa jornada, que nos indicam o caminho a ser percorrido com muito amor e alegria em seus corações, desejando ardentemente que vençamos no caminho do amor e da evolução espiritual, assim como eles fizeram e ainda o fazem, pois o caminho da ascensão é longo até que cheguemos até os braços do Pai.

Já aqueles que estão no meio do caminho e começam a aprender os mecanismos da vida criada por Deus, estão pouco a pouco despertando as suas consciências para a verdadeira realidade que é a espiritual. Usam de inspiração aqueles que já estão adiantados em seu caminhar e que lhes deixaram um legado de material e instruções para as novas ferramentas que terão que utilizar no trilhar do caminho, vão descobrindo e sentindo que suas bagagens já começam a pesar e atrapalhar em seu caminho e precisam se desapegar das coisas que carregam consigo, dos conceitos e condutas morais negativos e algumas pessoas queridas que estejam ficando a margem do caminho, não sem antes lhes ajudarem a fazerem o mesmo através da exemplificação e do aconselhamento fraterno. Estes são aqueles que recém despertaram para as verdades e que ainda possuem suas dificuldades, mas que não desistem e são persistentes apesar das dificuldades ainda estão exercitando as lições de tentativas de erros e acertos, alguns estacionam no caminho, mas logo recuperam o fôlego e procuram alcançar aqueles que estão um pouco à frente.

E por fim, ficaram aqueles que ainda estão dormindo para as
verdades espirituais e por mais que aqueles que já acordaram lhes incentivem, exemplifiquem, aconselhem e os chame a verdade, agarram-se fortemente ao que apenas enxergam com os olhos físicos e acreditam que seja o verdadeiro, refugando qualquer ajuda daqueles que estão mais a frente. Recusam-se a se desfazerem das coisas que carregam consigo, seus egos, tendências e comportamentos negativos. Seus bens materiais lhes são mais importantes que sentirem as levezas do caminho. Estes são aqueles que colhem sofrimento atrás de sofrimento em um incontável rosário de tragédias e muita dor. Montaram acampamento no caminho, e só depois de muito sofrer e perder muito com os temporais da vida é que começam a acordar.

Meus irmãos, sejamos aqueles que caminham em companhia dos
que estão a meio caminho da estrada da evolução, aceitando com humildade, coração e mentes abertas, os conselhos daqueles mestres e mentores que nos querem bem, que nos incentivam a sermos espíritos melhores e que nos indicam a nos desapegarmos dos fardos materiais e egóicos que nos pesam na alma e na caminhada em que eles já atravessaram e que já ascenderam, antes que chegássemos pelo
mesmo percurso. Lutemos e nos esforcemos para não ficarmos à margem, como aqueles que montaram o seu acampamento na beira da estrada, não aceitando mudar seus conceitos e pontos de vistas equivocados e alterados em relação à vida criada por Deus nosso Pai.

Muita Paz e Muita Luz a Todos!

Vibração Coletiva (29/06/2022) – Maturidade

Maturidade

“Só sei que nada sei” – Sócrates

Engana-se quem pensa que a alma está madura quando ela for perfeita. Ela na realidade começa a amadurecer justamente quando percebe quão distante ainda se encontra do destino último.

Quanto mais avançamos nas estradas da vida, adquirindo mais conhecimento, sabedoria e experiência, mais percebemos que muito ainda nos é desconhecido.

Uma pessoa madura é uma pessoa que conhece a si mesma. Ela tem consciência de que não é detentora da verdade, ao mesmo tempo que confia naquilo que a vida lhe ensinou; sem no entanto agarrar-se a isso como se fora verdade absoluta. Ela está aberta ao novo, mas tudo passa pelo crivo de sua razão e coração.

“As verdades são relativas” – Hermes

A maturidade encara a dúvida como um convite à reflexão que pode conduzir a alma a conceitos mais amplos e elevados. Da mesma forma que a dor nos convida a refletir sobre nossas atitudes e pensamentos do dia a dia.

Assim não há espaços para ansiedades ou desespero. Uma pessoa madura é naturalmente serena e resignada.

A maturidade jamais se ofende com uma opinião que divirja da sua e sabe conviver com a diversidade. Se algum dia, um conceito diferente mostrar-se mais verdadeiro, a maturidade – sem orgulho ou apego – abandonará o velho e incorporará o novo em sua vida. Ela se dá conta que várias escadas podem conduzir ao mesmo patamar. Por isso, a maturidade garante o direito de pensar livremente e respeita sempre a opinião do próximo, mesmo não concordando às vezes.

Como o que está em cima, está embaixo, a maturidade não está restrita ao campo do indivíduo, mas refere-se também ao coletivo. Governos maduros devem garantir o direito de liberdade de expressão e de liberdade religiosa, inclusive  e sobretudo das minorias.

Convidamos a todos a pensarem humildemente sobre as seguintes perguntas de Hermes:

“Por que o fato de as pessoas não pensarem e agirem do mesmo modo que eu precisa necessariamente me afetar a ponto de fazer com que eu evite a me relacionar com elas? Sou o dono da verdade? O modo como penso e ajo é a melhor forma do mundo?” – Hermes

Vibremos para que as consciências possam amadurecer: tantos os indivíduos como as nações. Que estejamos prontos para adentrar em uma nova era de progresso e de paz.

“Nós temos duas vidas e a segunda começa quando nos damos conta que só temos uma” – Confúcio

Paz e Luz a todos!

Vibração Coletiva (22/06/2022) – Ternura

Ternura

Vamos vibrar pela ternura.

Este sentimento de sabor adocicado, que nos envolve e aconchega.

A ternura é um carinho que pode ser ofertado através de um olhar, um sorriso, um gesto. Pode ser transmitida até mesmo pela entonação da voz.

Mesmo nos momentos em que precisamos ser firmes – como na educação de uma criança preciosa, por exemplo – jamais devemos deixar de ser ternos.

A ternura ameniza todas as dores. Acalenta os corações. Envolve a alma em doce abraço.

A ternura não deve ser algo que dedicamos apenas à algumas pessoas. Deve ser uma postura de vida, permeando todos os nossos atos, palavras e pensamentos, e habitar todas as nossas interações cotidianas – sejam elas pequenas ou grandes.

Imaginemos então, esta onda acalentadora de ternura divina, preenchendo todo o nosso ser. E então, como uma corrente de luz e carinho, vamos multiplicando esta sensação, passando de irmão a irmão.

Uma corrente que vai abraçando a todos com muita ternura. Nossas crianças, nossos idosos, colegas de trabalho, governantes, irmãos que vivem na rua. Os animais e plantas de nosso planeta.

E em especial, por aqueles que ainda não descobriram a ternura neles mesmos. Possa a nossa ternura e o nosso carinho, tocá-los e despertá-los para os verdadeiros valores da vida.

Paz e Luz para todos!

Vibração Coletiva (15/06/2022) – Tolerância

Tolerância

Queridos(as) amigos do U.C, vamos juntos concentrar nossos pensamentos e ações na tolerância com consigo mesmo e ao nosso próximo.

“A compreensão do modo de pensar de nossos semelhantes, com o objetivo de aceitá-los com mais tolerância”.

E como seria o modo de pensar estimulado atualmente, pelas mídias, padrões e sobrevivência?

Na ideia capitalista e material como humanidade, se pensarmos nos padrões estabelecidos, como pessoas frias e robotizadas pela falta de sensibilidade e busca de interesses, status e valores, chegaremos a realidade das relações humanas atuais, quando não queremos mais a presença de uma pessoa por ela não trazer o prazer que queremos, descartamos a pessoa.

Se estudarmos esse comportamento, o que seria essa reação?

A falta de interesse em si mesmo como o excesso de egoismo, motivados por uma sociedade que valoriza a imagem mais não conteúdo, geram atitudes como essa, na qual esquecemos nosso Ser humano, e nos voltamos as relações materialistas, em que queremos algo das pessoas e se não temos da forma como queremos, pronto, essa pessoa não serve, não importando os sentimentos e nem a construção de uma relação, seja de amizade, companheirismo e ou amor.

Quando estamos doentes pela intolerância, não queremos ver ou pensar, no grande ensinamento que o Mestre Jesus nos repassou; Não faça ao teu próximo, aquilo que não gostaria que fizessem contigo”.

Nesta revelação do amado Mestre, a clareza no direcionamento que é tolerância, de sermos responsáveis por aquilo que cativamos dentro e fora de nós.  

Como já somos cientes que “a plantação é livre, mas a colheita obrigatória” dito e refletido por muitos Mestres espirituais, na tentativa de nos conscientizarmos de nossa sensibilidade espiritual, para a ação do carma em nossas atitudes e o atraso muitas vezes de nossa evolução, pela não aceitação da manifestação do amor em nossas vidas.

Vemos a importância deste preceito irmãos e irmãs de humanidade, neste momento destinado a nós para vibrar em comum ação energética, vamos mentalizar os nossos bons sentimentos para conosco, como nosso próximo, todas as pessoas que estão e passam por nossas vidas e muitas vezes não as valorizamos por nossa ignorância ou egoismo, de parar um momento para compreender o nosso próximo como a nós mesmo.

O tempo destinado a nós mesmos e ao nosso próximo, é a senda que pode fazermos ser, aquilo queremos em Ser.

Muita luz e clareza nessa vibração, para expandirmos a compreensão que muitas vezes adormece em nossas vidas!!!

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