Vibração Coletiva (27/07/2016) – O Educar frente à Nova Era

O Educar frente à Nova Era

Amados irmãos, hoje propomos seguir mentalizando a cerca das mudanças para o Terceiro Milênio, porém agora vibrando em favor da evolução da educação neste período de transição no qual passamos, e da necessidade de uma renovação do modelo educacional vigente, com o intuito de ararmos o solo para que os eleitos que aqui reencarnarem possam plantar e compartilhar suas sementes.

Temos na educação um dos caminhos mais breves para a conquista da evolução espiritual. É a partir da conquista de conhecimento através do ato da reflexão sobre as verdades imortais de Nosso Pai Maior, que nos foram passadas amorosamente pelos grandes mestres, educadores da humanidade, que nós, como espíritos encarnados, podemos adquirir a sabedoria necessária para nossa ascese moral e espiritual.

Ainda possuímos em nosso Planeta um panorama de ignorância para com os desígnios de Deus e para com o que Ele espera de nós. O atraso espiritual da humanidade se deve por diversos fatores, e a educação faz parte deles. A civilização da Terra já poderia estar em outro patamar evolutivo, e o atual estágio em que nos encontramos poderia ter sido alcançado há séculos atrás. Devido a relutância dos espíritos, ainda imaturos, em evoluir, nossa querida Terra postergou sua evolução, passando por um longo período de escuridão. Parte desse momento marcou nossa História ficando conhecida como a “Idade das Trevas”, durante a Idade Média, nome que literalmente nos remete ao real atraso dos homens contemporâneos àquele tempestuoso período, em que a ignorância e o retrocesso do conhecimento e do raciocínio imperavam.

Daqueles remotos tempos muito se avançou em termos de conhecimento, porém ainda é nítido o atraso dos homens na face da Terra. Hoje a ignorância possui novas facetas, muitos jovens, sabemos que ainda poucos em relação a grande maioria que não possui acesso a educação, têm à disposição uma infinidade de conhecimentos das mais diversas áreas, porém, esses conhecimentos lhes são passados de uma forma errônea. Observamos as novas gerações apenas memorizando o que lhes é ensinado, com o objetivo único de serem aprovados nos testes escolares e universitários, levando-os a um aprendizado vazio, já que não compreendem a finalidade de determinado aprendizado por não possuírem o hábito da reflexão. Seguindo por esse caminho, nossa sociedade continuará se distanciando do progresso e alimentando a alienação e a estagnação do pensar. De uma maneira geral, o homem atual domina o saber de forma parcial, possui um amplo conhecimento em determinada área, porém falta-lhe sabedoria, pois é distanciado dos valores espirituais que conectam o conhecimento científico/terreno à generosa Criação de Nosso Amado Pai.

Todavia, estamos nos aproximando do período do despertar, em que o homem alçará voo em direção à sabedoria. Durante os últimos séculos, e principalmente no século XX, a Alta Espiritualidade iniciou o programa que prepararia a humanidade para a Nova Era, enviando-nos espíritos incomuns com a tarefa de recuperar o atraso nas esferas intelectuais. Infelizmente ainda não estamos aptos para o recebimento de todos os avanços programados pela espiritualidade, principalmente aqueles de caráter tecnológico. A humanidade conquistará o grau de compatibilidade moral, espiritual, tecnológico e intelectual, consoantes com a Nova Era, somente num momento posterior ao inevitável exílio planetário.

Neste momento pelo qual perpassamos, exaltamos o auxílio de todos para que uma nova forma de pensar a educação seja considerada. É necessária uma mudança de caráter urgente da consciência dos homens, visando a preparação de um planeta renovado para a reencarnação dos eleitos da Nova Era, para que esses abençoados irmãos encontrem aqui um mundo de regeneração com novas bases educacionais e culturais. Os métodos pedagógicos hoje existentes devem ser readequados às exigências e padrões das novas gerações que aqui nascerão, com o intuito de libertá-las da prisão dos conceitos pré-moldados que hoje impedem os atuais encarnados de gerar reflexões e autocoscientização.

Aliado aos estudos científicos com métodos renovados, os educadores da Nova Era deverão guiar seus ensinamentos sempre baseados pelos valores espirituais, despertando nos alunos o desenvolvimento e a ampliação da consciência, para que esses possam por si só realizar conexões e compreender o mundo material que nos cerca como parte integrante de um mundo maior.

O momento da transformação é agora, devemos iniciar o plantio de novos conceitos educacionais entre os nossos jovens, pois eles serão a base da transformação do futuro. A tarefa dos atuais educadores (e aqui falamos não somente dos profissionais da área da educação, mas todos nós, pais, avós, familiares, amigos dos nossos jovens) é árdua, principalmente no estágio em que nos encontramos, onde muitos espíritos encarnados estão tendo sua última tentativa de progresso visando o ingresso na Terra do Terceiro Milênio. Deste modo, é necessário não esmorecermos diante da tarefa, procurando despertar nos jovens o interesse pelo desenvolvimento intelectual, humano e espiritual, através de linguagens mais modernas que se adaptem aos seus novos costumes.

Portanto, amados irmãos, podemos ter a certeza de que será através do estabelecimento de novos padrões na educação que veremos o nascer da Nova Era entre a humanidade, livre de dogmas e da ignorância que escraviza o homem. As novas mentes, agora lúcidas com o despertar, romperão o elo com os sentimentos e atos anticrísticos, encontrando a sabedoria e a lógica da vida criada por Deus. Não nos esqueçamos de que aliado a sabedoria temos o amor, e que ambos devem ser conquistados de maneira igualitária, para que alcancemos o progresso tão almejado. Iniciemos a mudança, despertando nossas consciências e auxiliando nossos semelhantes, para juntos construirmos um mundo liberto das amarras da ignorância, onde impere a reflexão e a autoconscientização provindas de uma educação renovadora!!!

Paz e Luz a todos!

 

One Response
  • Jose Roberto Soares
    jul 26, 2016

    Olá.
    Como pesquisador com alguma prática em certos assuntos gostaria de dizer que, como professor universitário, fica muito difícil acessar a mente dos alunos para assuntos outros além do objetivo da disciplina.

    Penso que a escola deverá ter disciplina específica na grade curricular. Mas como fazer isso sem que seja uma intromissão na vida dos alunos? Como formar professor com essa qualificação na grade curricular do MEC? A minha escola tem a disciplina Ética e Cidadania. É uma escola confessional evangélica. Os professores ficam restritos ao pensamento cristão reformado. Só de pensar na possibilidade de se tocar no assunto UC fico constrangido. São muito “ortodoxos”.

    Creio que uma ação de marketing mais agressivo deverá ser desenvolvida, tipo “100% UC” na testa de algum jogador de futebol. Os jovens devem ser motivados a procurarem na Internet do que se trata. Através deles se despertará a necessidade dos professores refazem o currículo da disciplina tipo “Ética e Cidadania”.

    Com a mídia atual tudo é muito rápido. Deve-se procurar algum patrocinador que compre essa ideia e motive a divulgação. Lembram do dia 21/12/2012 como a mídia mundial ficou motivada a pesquisar? Faltou um gancho para divulgação mais agressiva da Nova Era. A população ficou esperando alguma revelação bombástica que não ocorreu e acabou virando gozação.

    Na minha opinião deve-se contratar uma assessoria de imprensa e colocar o UC de forma agressiva na mídia. Falar francamente sobre os alicerces do UC; sobre reencarnação; sobre a imortalidade da alma; desativar a pressa em se ganhar “o Reino dos Céus”; mostrar a vinda e o trabalho do novo enviado de Cristo o anjo Gabriel. Tudo isso resultará em ataques dos mais variados possíveis e o surgimento de uma enormidade de pessoas se dizendo o arauto da Nova Era para ganhar dinheiro.

    Também penso que a forma de colocar as ideias deverá ser mais próxima da linguagem dos jovens. Eles não gostam de linguagem rabuscada. Gostam de falar na linguagem que lhes está disponível frente a pouca vivência própria dos jovens. São monossilábicos. Falam entre eles focando alguma ação que está ocorrendo e que todos estão “ligados”. Portanto a nossa fala não os atinge. Esperar que fiquem maduros para conversar no nosso “idioma” é esperar demais. A forma efetiva de se alfabetizar os indígenas foi trazer alguns deles para o nosso lado, profissionalizá-los e devolve-los às comunidades para ensinarem no modo deles as suas crianças. Deve-se fazer o mesmo. Fazer com que alguns jovens entendam a Revolução que está ocorrendo e leve a Boa Nova na sua linguagem própria.

    Que Deus nos inspire e proteja a todos!

    [Reply]

    Jose Roberto Soares jul 26, 2016
    Responder

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