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Convidamos todos os irmãos para vibrarmos nessa semana nas energias mais sublimes do amor!!

O amor ágape é aquele amor despreocupado, o amor sem esperar nada em troca, aquele que doamos e recebemos sem preconceitos, aquele que nos faz sorrir por dentro, que aquece a alma ao encontrar os seres amados, sejam eles materiais ou imateriais, racionais ou irracionais.

O amante do mundo se entristece com as maldades de nosso mundo, mas sempre carregando a certeza e a fé de que nada e nem ninguém colherá nenhum fruto que não plantou, seja ele bom ou ruim. Aprende a olhar o lado bom de suas vidas e das situações que passa e por isso passa a observar as coisas e as pessoas ao seu redor com brilho nos olhos.

Nosso mundo se torna abençoado quando amamos ao próximo com desvelo, aceitamos as suas diferenças e entendemos que só o tempo e as experiências da vida imortal irão fazê-lo evoluir.

Há muito tempo recebemos ensinamentos de seres de todas as ordens nos mostrando exemplos de onde cada caminho pode nos levar, basta que façamos nossa escolha. Para quem escolheu ouvir o seu coração e trilhar o caminho do amor, agora é necessário colocá-lo em prática sem maiores intenções do que sintonizar-se nessa vibração elevada.

Normalmente o que faz com que as pessoas já desde pequenas deixem de colocar em prática as atitudes mais sublimes é o fato de não receberem a mesma gentileza com o mesmo sorriso de volta, ainda pelo contrário, são recompensados com ingratidão e desconfianças. Por isso que trazemos à tona o amor ágape que é incondicional e voluntário.

 O Apóstolo Paulo descreve o amor como segue: "O amor (ágape) é paciente, o amor é amável. Sem inveja, ele não tem ostentação, ele não é orgulhoso. Não é rude, ele não é interessado, ele não se irrita facilmente, ele não mantém nenhum registro dos erros. O amor não se deleita com o mal mas rejubila com a verdade. Protege sempre, confia sempre, sempre tem esperança, sempre persevera. O amor nunca falha.” (I Coríntios, 13, 4:8).

Certamente esse é um dos tipos de amor mais difícil de colocar em prática, pois no mundo em que vivemos as pessoas se desacostumaram a auxiliar sem interesses, agem conforme a maioria. Então se alguém desconfiar de suas boas intenções, trabalhe a tolerância que também significa amar ao próximo e dê tempo ao tempo, pois será somente diante da observação da sua conduta reta em prol de seus semelhantes que os outros aceitarão com tranquilidade que você é uma pessoa feliz que ama por ter aprendido o dom de amar e por estar caminhando para os braços de nosso Pai, que é puro amor e ternura. Se aprendermos a viver assim, essa será a herança significativa que deixaremos para todos que passarão por nossas vidas.

No Sermão da Montanha Jesus diz: "Ouvistes dizer: 'amarás (ágape) teu irmão e odiarás teu inimigo', mas eu vos digo: amai (ágape) vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam, e orai por aqueles que vos perseguem e maltratam, pois deste modo sereis filhos de vosso Pai nos céus, aquele que faz com que o sol se levante sobre o mau e sobre o bom, e faz chover sobre o justo e sobre o injusto. Se amais apenas aqueles que vos amam, que recompensa tereis?"

Que todos tenham uma semana super iluminada de muita prática do amor ao próximo e compaixão para com aqueles que ainda não sentem em seu íntimo o amor de Deus em seus corações.

Paz e Luz a todos!

Vibração Coletiva (19.02.2014) – Amor Ágape

Convidamos todos os irmãos para vibrarmos nessa semana nas energias mais sublimes do amor!!

O amor ágape é aquele amor despreocupado, o amor sem esperar nada em troca, aquele que doamos e recebemos sem preconceitos, aquele que nos faz sorrir por dentro, que aquece a alma ao encontrar os seres amados, sejam eles materiais ou imateriais, racionais ou irracionais.

O amante do mundo se entristece com as maldades de nosso mundo, mas sempre carregando a certeza e a fé de que nada e nem ninguém colherá nenhum fruto que não plantou, seja ele bom ou ruim. Aprende a olhar o lado bom de suas vidas e das situações que passa e por isso passa a observar as coisas e as pessoas ao seu redor com brilho nos olhos.

Nosso mundo se torna abençoado quando amamos ao próximo com desvelo, aceitamos as suas diferenças e entendemos que só o tempo e as experiências da vida imortal irão fazê-lo evoluir.

Há muito tempo recebemos ensinamentos de seres de todas as ordens nos mostrando exemplos de onde cada caminho pode nos levar, basta que façamos nossa escolha. Para quem escolheu ouvir o seu coração e trilhar o caminho do amor, agora é necessário colocá-lo em prática sem maiores intenções do que sintonizar-se nessa vibração elevada.

Normalmente o que faz com que as pessoas já desde pequenas deixem de colocar em prática as atitudes mais sublimes é o fato de não receberem a mesma gentileza com o mesmo sorriso de volta, ainda pelo contrário, são recompensados com ingratidão e desconfianças. Por isso que trazemos à tona o amor ágape que é incondicional e voluntário.

 O Apóstolo Paulo descreve o amor como segue: “O amor (ágape) é paciente, o amor é amável. Sem inveja, ele não tem ostentação, ele não é orgulhoso. Não é rude, ele não é interessado, ele não se irrita facilmente, ele não mantém nenhum registro dos erros. O amor não se deleita com o mal mas rejubila com a verdade. Protege sempre, confia sempre, sempre tem esperança, sempre persevera. O amor nunca falha.” (I Coríntios, 13, 4:8).

Certamente esse é um dos tipos de amor mais difícil de colocar em prática, pois no mundo em que vivemos as pessoas se desacostumaram a auxiliar sem interesses, agem conforme a maioria. Então se alguém desconfiar de suas boas intenções, trabalhe a tolerância que também significa amar ao próximo e dê tempo ao tempo, pois será somente diante da observação da sua conduta reta em prol de seus semelhantes que os outros aceitarão com tranquilidade que você é uma pessoa feliz que ama por ter aprendido o dom de amar e por estar caminhando para os braços de nosso Pai, que é puro amor e ternura. Se aprendermos a viver assim, essa será a herança significativa que deixaremos para todos que passarão por nossas vidas.

No Sermão da Montanha Jesus diz: “Ouvistes dizer: ‘amarás (ágape) teu irmão e odiarás teu inimigo’, mas eu vos digo: amai (ágape) vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam, e orai por aqueles que vos perseguem e maltratam, pois deste modo sereis filhos de vosso Pai nos céus, aquele que faz com que o sol se levante sobre o mau e sobre o bom, e faz chover sobre o justo e sobre o injusto. Se amais apenas aqueles que vos amam, que recompensa tereis?”

Que todos tenham uma semana super iluminada de muita prática do amor ao próximo e compaixão para com aqueles que ainda não sentem em seu íntimo o amor de Deus em seus corações.

Paz e Luz a todos!

Roger Responde 135 – Teorias espirituais e prática dos valores crísticos

135 – Pergunta (16/07/2012): Olá Roger, tudo bem?Tenho observado inúmeras pessoas que dizem ser pessoas despertas para a Nova Era, porém também observo que elas geralmente estão focadas a assuntos de destruição da Terra, de como se “salvar”, falam muito de governos ocultos, iluminattis,chips,implantes etc..etc… Sinto, muitas vezes, um grande desconforto nessas pessoas, porque de uma certa maneira, elas me passam grande agressividade aos nossos próprios irmãos da Terra… Já ouvi referências e eles como “ignorantes da Terceira Dimensão”…como se eles fossem muito mais elevados…Não sei, mas não os vejo falar de amor, fraternidade, humildade, carinho e respeito…
Por isso venho te perguntar: Será que realmente preciso deixar de ser alienada sobre esses assuntos sombrios e enfrentar o medo e desconforto desses assuntos? Ou, estou no caminho correto, onde escolhi somente o amor, a alegria, e o respeito, deixando esses assuntos de lado e seguindo adiante, perante as minhas escolhas internas???? O que fazer, quero seguir o melhor….Que assim seja, amigo da luz!
Obrigada por me ouvir e responder aos meus questionamentos internos…paz, luz e amor, para todos nós!

Roger: Esta é uma pergunta interessante. Até porque tenho me perguntado a respeito disso também. Os estudos espirituais e a busca pela consciência espiritual tem levado as pessoas a uma frieza e indiferença preocupante. Isso também tem me afetado em alguns momentos e, certamente, não é legal. A essência e fator fundamental do processo de espiritualização é tornar-se uma pessoa melhor, adquirindo bons valores espirituais e humanos, buscando harmonizar-se com tudo e todos. Se começamos a nos tornar intolerantes, vaidosos e preconceituosos porque o resto da humanidade se encontra distante do caminho da Luz, algo está muito errado em nossa busca. Por isso devemos refletir até que ponto é válido todos esses estudos e teorias que, algumas vezes, parecem não nos levar a lugar nenhum. Sem contar que alguns desses estudos são de natureza duvidosa, ou seja, crenças de difícil credibilidade e que nada acrescentam para a nossa evolução.

De outra forma, existe o lado negativo daqueles que não estudam nada sobre isso e acreditam que viver no amor, alegria e respeito resume-se a somente aquilo que ele acredita serem essas virtudes. Mas na verdade está mascarando os seus próprios defeitos, vivendo escravo das convenções distorcidas humanas. Em resumo, vivendo uma vida de alienação onde acredita que o seu modelo de mundo é um conto de fadas perfeito, mas que, na verdade, não lhe traz evolução nenhuma. Uma boa forma de medir isso é ver se o seu comportamento perante a vida tem lhe trazido bons resultados. Se a sua vida (e daqueles com quem convive) está sempre enfrentando problemas e situações negativas é porque a aparente semeadura de luz, na verdade é uma ilusão. Já é hora de a humanidade entender que o verdadeiro amor não se resume a apenas em ser meigo e compassivo. Exige também sabedoria. Muita sabedoria! Há momentos em que a determinação, a franqueza e a convicção de ideais forjam os bons valores que precisamos conquistar para evoluirmos. Não podemos inverter valores. Quando a sinceridade é vista como grosseria e a hipocrisia como educação, estamos caminhando por uma via perigosa que leva ao sutil mascaramento de nossas imperfeições. O verdadeiro amor é aquele que adquirimos através da consciência espiritual. Não basta somente sermos querido com as pessoas.

Logo percebemos, mais uma vez, que Hermes tem razão quando no diz que o equilíbrio é tudo! No quinto princípio da tábua de Esmeraldas, o “princípio do Ritmo”, ele nos afirma que tudo flui, fora e dentro. Tudo tem as suas subidas e descidas, assim é a vida. O ritmo compensa e mantém o equilíbrio. O sábio deve saber comandar os ciclos vitais seguindo o seu fluxo, nunca violentando-os! Ele sabe que tudo possui a sua época e que a balança oscila de acordo com o peso específico de cada ação. O sábio deve ser puro equilíbrio!

Sendo assim, temos que encontrar o meio termo para essa questão. Buscar exercitar diariamente os bons valores espirituais, vigiando-nos para não entrarmos na sintonia equivocada da intolerância, arrogância e vaidade e, ao mesmo tempo, buscar estudar o que realmente é importante na filosofia espiritual. Não é necessário adentrar nestes temas pouco produtivos como os citados acima na pergunta. Realmente, eles são apenas informátivos e, algumas vezes, apenas especulativos. Porém, entender e fazer reflexões sobre os excelentes ensinamentos da filosofia espiritual que temos ao nosso alcance, através de toda a literatura espiritualista, é fundamental para adquirirmos a verdadeira compreensão do amor, que tanto almejamos conquistar.

Roger Responde 100 – Basta ter amor no coração e fazer o bem ou é preciso ser religioso?

100 – Pergunta (14/11/2011): Gostaria de saber o seu ponto de vista e dos espíritos que lhe auxiliam no plano superior, como Hermes, em relação a falta de religiosidade. Veja bem, o ser humano pode ter o coração cheio de amor, ser uma pessoa boa e pura de espírito, mas que não sente necessidade e não crê no Cristianismo. Muita documentação de mediunidade extracorporal (viagem astral) é feita voltada à religião, como se tudo girasse em torno de Deus, Jesus Cristo. Não basta ter amor no coração e fazer o bem? Supomos que existe um Deus que tudo vê. Este Deus não irá me acolher por eu ser uma pessoa boa mas não acreditar nele? Resumindo: Sou um cético espiritualista, que tem a mente aberta, coração cheio de amor e 0% religioso. Não acredito na bíblia. Acredito apenas na energia positiva(amor universal) e energia negativa(falta de amor). Pelo meu perfil, acredito que você tenha captado as dúvidas que me perseguem. Como são tratadas essas questões no plano espiritual (frequências mais altas)?

Roger:  Hoje é um dia muito especial. (Pergunta entrou no site em 11/11/11 as 11:11) Estamos chegando a centésima pergunta respondida aqui nesse espaço. Um fato a se comemorar! Já temos um “livro” de informações adicionais à disposição dos leitores no site WWW.universalismocristico.com.br Divulguem aos seus contatos. Ainda hoje recebo muitas perguntas que já foram respondidas aqui de leitores que desconhecem essas informações complementares sobre os nossos livros e o projeto Universalismo Crístico na Terra. E para um dia especial, escolhi, também, uma pergunta bem especial, que creio ser de grande valia para o entendimento do trabalho que estamos realizando e, algumas vezes, é incompreendido devido a sua natureza independente das religiões.

Sim. Entendo a tua colocação e acho ela muito interessante e pertinente. O trabalho que estamos desenvolvendo, o Universalismo Crístico, tem por objetivo principal despertar a consciência espiritual nas pessoas, libertando-as da alienação, independente de terem ou não uma crença religiosa. As novas gerações, cada vez mais, se distanciarão do modelo religioso que conhecemos, de submissão a dogmas e rituais litúrgicos. As novas gerações não serão “servos de Deus”, e sim seus amados filhos; não se colocarão de joelhos perante Ele, mas sim sentarão à mesa com o Criador para trabalhar ao seu lado com o objetivo de promover o progresso de toda a Criação. No entanto, creio que a filosofia espiritual dos grandes avatares da Terra deve ser sempre estudada e praticada. As religiões e sua ritualística podem ser descartadas, mas a mensagem dos grandes mestres é o farol que nos conduz aos verdadeiros valores espirituais. E creio que o bom filósofo, mesmo que ateu, agnóstico ou cético, reconhece a grandeza filosófica e espiritual das mensagens de mestres como Jesus ou Buda.

A falta de religiosidade não é vista como problema nenhum pela Alta Espiritualidade. As religiões são organizações humanas, e não espirituais. O que Deus espera de nós é que “amemos os nossos semelhantes como a nós mesmos e não façamos aos outros aquilo que não gostaríamos que nos fizessem”, ou seja, exatamente o que tu colocas em tua pergunta. E o perfil que tu apresentas é o que chamo de “espiritualismo cientifico”, que busca, através de uma análise racional, identificar, comprovar e revelar a Espiritualidade no mundo físico. Algo de extremo valor nessas primeiras décadas do terceiro milênio.

No livro “Universalismo Crístico – O futuro das religiões”, afirmamos também que até mesmo céticos, ateus e agnósticos são bem vindos dentro da visão do Universalismo Crístico, desde que procurem estabelecer relações harmônicas com os seus semelhantes e o planeta. Em geral, as pessoas muito religiosas sofrem de “miopia espiritual”, suas mentes estão impregnadas por crenças em demasia, e muitas delas são bem distorcidas e fanatizadas, causando mais o mal do que o bem ao meio em que vivem, devido a defesas fervorosas de “verdades absolutas”, pois se consideram os “donos da verdade”, e, também, por causa de perseguições religiosas por não aceitarem as crenças alheias. Portanto, vejo com bons olhos os pesquisadores espirituais que buscam a Espiritualidade sem submeterem-se às religiões; promovendo o entendimento espiritual de forma sensata e com tolerância.

E esse será o perfil das novas gerações. Um dia uma mãe me procurou argumentando que seu filho, adolescente, não tinha Espiritualidade, pois o jovem não gostava quando ela realizava orações e o convocava para a prática do Evangelho no Lar. Conversando com ele, percebi que o problema não era a “conversa com os bons espíritos e com Deus”, mas sim a excessiva formalidade das “orações religiosas”. E o estudo da mensagem edificante de Jesus também não era o que o incomodava, mas sim a ritualística de ler o Evangelho ao “pé da letra”, cheio de formalidades e com uma linguagem antiquada, ao invés de fazer uma conversa descontraída sobre a mensagem de Jesus e a melhor forma de colocá-la em prática nas situações do cotidiano moderno.

Percebam, meus amigos, que uma nova consciência está surgindo com a chegada da geração do terceiro milênio. E precisamos nos adaptar a ela para melhor auxiliar a busca de Espiritualidade de nossos filhos e netos. Quem for contra essa tendência, vai perder a “conexão” com os seus filhos, fazendo-os se desligarem, também, da saudável busca espiritual. A ausência do aconselhamento paterno pode levar os filhos a caírem nas mãos das drogas e/ou outros caminhos sombrios.  A maior missão que temos para realizar nesse mundo não é sermos grandes médicos, advogados, professores, etc. Isso é importante também. Mas a nossa principal missão é educarmos bem os nossos filhos para que se tornem no futuro grandes homens e grandes mulheres, sedimentando em seus corações e mentes os verdadeiros valores da alma, independente das religiões e sua excessiva formalidade.

Religiões são apenas instrumentos para a compreensão de Deus, não são o próprio Deus. Jamais coloquem as religiões acima do amor aos seus semelhantes. Amem ao seu próximo, e não às religiões. Elas estão aqui para servir-nos, e não para sermos seus escravos. O plano espiritual superior fica mil vezes mais alegre com um ateu em harmonia com seus irmãos e o planeta, do que um religioso que vive escravizado aos seus rituais, dogmas e regras de comportamento, mas se esquece de realizar o seu papel para construir um mundo mais fraterno. No entanto, a prática do bem viver associada a consciência espiritual permite ao ser humano uma melhor experiência de aprendizado no campo dos valores espirituais. Aliar a prática dos bons valores à consciência espiritual é garantia de grandes conquistas espirituais e de uma verdadeira realização pessoal, encontrando a definitiva felicidade.

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