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051 – Pergunta (06/12/2010):  Acabo de ler o livro “Atlântida - No Reino das Trevas” e, de antemão, cumprimento-o pela obra. Uma questão me deixa intrigado e gostaria de esclarecimento. A narrativa me deixou a impressão de que os magos negros atlantes, por seu conhecimento e poder, suplantaram de certa forma os padecimentos que seriam esperados tanto no plano astral como em futuras encarnações. Tome-se como exemplo o caso de Arnach. Após a queda do continente atlante, construiu para si um 'império mental' a seu gosto que perdurou por milênios; viveu sua 'falsa' realidade por longo tempo até retornar para a luz e viver a experiência física novamente. Certo é que não podemos nos afastar da colheita obrigatória nem de pagar nosso último ceitil; porém, o que nos pareceu com a narrativa é que o espírito avançado no campo psíquico/mental, ainda que imensamente atrasado no amor ao próximo, leva uma 'vantagem' sobre o espírito mais simplório. Reforço que esta é uma impressão que o livro me suscita; não creio que seja assim. Por isso, gostaria de mais explicações nesse ponto.

Roger:  O mundo espiritual é essencialmente de natureza mental, ou seja, um reflexo de nossa própria consciência. Se somos virtuosos, a nossa mente sintoniza-se com as esferas sublimes, entrando em uma frequência de luz. Porém, se vivemos em desacordo com a lei suprema “ama ao teu próximo como a ti mesmo e não faça aos outros o que não gostaria que te fizessem”, nossa mente, em sua estrutura inconsciente, cobra-nos por estarmos em conflito com esse principio divino, precipitando-nos às sombras, onde se fará presente em nossa tela mental todas as coisas que abominamos, entre elas, dor (na condição de remorso) e miséria.

Naturalmente esse é o destino das almas corrompidas, principalmente devido a carga trazida através de todos os relatos das religiões a cerca do Inferno. Assim é, para espíritos comuns, inevitável que a consciência cobre o seu preço, infligindo a ele até mesmo deformações no corpo perispiritual, por mais que o infrator deseje se enganar. No entanto, os magos negros atlantes são seres que sempre possuíram assombroso poder mental, desenvolvido com afinco em seus rituais de magia e hipnose. Após desencarnarem na extinta Atlântida, perceberam que poderiam controlar inclusive a área inconsciente de suas mentes, projetando para si um mundo ilusório de conforto, poder e requinte, mesmo vivendo no reino das sombras. E é essa a maior perdição das sombras... O prazer de viver na opulência. Caso não fosse assim, todos retornariam para a luz rapidamente. Mas Deus precisa dos senhores da escuridão para ajudar no trabalho de despertamento das almas primitivas, que estagnam no processo evolutivo. Assim como nós precisamos dos policiais e do exército para livrar os morros cariocas da criminalidade. Eles não ouviriam a mensagem evangélica. Pastores, padres e demais líderes espirituais não seriam ouvidos. Criminosos contumazes necessitam de forças mais intensas para serem chamados à razão. Assim ocorre também com as consciências mais primitivas de nosso mundo.

Certamente que ninguém foge da colheita daquilo que plantou, como sabiamente nos ensinou Jesus. No entanto, Deus permite esse “momentâneo” período de ilusão dos magos negros para que obtenham um aprendizado de acordo com as suas necessidades evolutivas incomuns. Deus não deseja o sofrimento e a autopunição de seus filhos. Nós é que nos flagelamos com os dramas de nossas próprias consciências. Deus não condena, apenas aguarda serenamente a nossa redenção espiritual. Ele espera pacientemente que retifiquemos os nossos erros e que aprendamos a viver em harmonia com o Universo.

Arnach pode ter passado ao leitor a ideia de impunidade; mas, no transcorrer desses séculos, também teve as suas amarguras, e se protegeu dela, da forma que lhe era possível, com a armadura da ilusão. Hoje em dia ele necessitará realizar uma grande tarefa transformadora no mundo dos homens para resgatar os seus erros. Ele pagará até o ultimo ceitil, como reza a Lei Maior, mas com um verdadeiro trabalho voltado para o Bem coletivo. É isso que Deus espera de nós... que nos tornemos pessoas melhores. Dor e sofrimento é uma construção da mente humana em desalinho com a sua natureza divina. Lembrem-se: culpa e medo são construções de nossas mentes. Deus não quer isso para nós. Nós construímos esses sentimentos deturpados e promovemos um autoflagelo que muitas vezes nem percebemos.

Se não fosse dessa forma, Deus teria privilegiado Paulo de Tarso, que era um assassino de cristãos até o seu encontro com Jesus na estrada para Damasco, onde modificou totalmente a sua vida para a Luz e foi recebido no plano espiritual como um grande vencedor e passou a habitar as paragens celestiais.

E como nos narra o livro, caso Arnach fracasse nessa missão abençoada, sofrerá a ação implacável da lei cármica, sem privilégios, porque a lei de Deus é igual para todos, mas sempre respeitando o momento evolutivo de cada um. Deus oferece o remédio de acordo com a enfermidade de cada alma. Carma é reeducação da alma. Não é punição! Depende somente de como vemos o mundo. Para alguns, nascer em situação menos favorável é castigo divino. Já para almas focadas no Bem é oportunidade de trabalho em nome do Cristo dentro de um cenário mais instigante. Existem médicos que preferem atuar na África ou em outras regiões assoladas pela miséria para levar o Bem a todos. Outros já preferem o conforto de seus consultórios. Quem está mais perto de Deus?

 

Roger Responde 051 – Explicações sobre os magos negros

051 – Pergunta (06/12/2010):  Acabo de ler o livro “Atlântida – No Reino das Trevas” e, de antemão, cumprimento-o pela obra. Uma questão me deixa intrigado e gostaria de esclarecimento. A narrativa me deixou a impressão de que os magos negros atlantes, por seu conhecimento e poder, suplantaram de certa forma os padecimentos que seriam esperados tanto no plano astral como em futuras encarnações. Tome-se como exemplo o caso de Arnach. Após a queda do continente atlante, construiu para si um ‘império mental’ a seu gosto que perdurou por milênios; viveu sua ‘falsa’ realidade por longo tempo até retornar para a luz e viver a experiência física novamente. Certo é que não podemos nos afastar da colheita obrigatória nem de pagar nosso último ceitil; porém, o que nos pareceu com a narrativa é que o espírito avançado no campo psíquico/mental, ainda que imensamente atrasado no amor ao próximo, leva uma ‘vantagem’ sobre o espírito mais simplório. Reforço que esta é uma impressão que o livro me suscita; não creio que seja assim. Por isso, gostaria de mais explicações nesse ponto.

Roger:  O mundo espiritual é essencialmente de natureza mental, ou seja, um reflexo de nossa própria consciência. Se somos virtuosos, a nossa mente sintoniza-se com as esferas sublimes, entrando em uma frequência de luz. Porém, se vivemos em desacordo com a lei suprema “ama ao teu próximo como a ti mesmo e não faça aos outros o que não gostaria que te fizessem”, nossa mente, em sua estrutura inconsciente, cobra-nos por estarmos em conflito com esse principio divino, precipitando-nos às sombras, onde se fará presente em nossa tela mental todas as coisas que abominamos, entre elas, dor (na condição de remorso) e miséria.

Naturalmente esse é o destino das almas corrompidas, principalmente devido a carga trazida através de todos os relatos das religiões a cerca do Inferno. Assim é, para espíritos comuns, inevitável que a consciência cobre o seu preço, infligindo a ele até mesmo deformações no corpo perispiritual, por mais que o infrator deseje se enganar. No entanto, os magos negros atlantes são seres que sempre possuíram assombroso poder mental, desenvolvido com afinco em seus rituais de magia e hipnose. Após desencarnarem na extinta Atlântida, perceberam que poderiam controlar inclusive a área inconsciente de suas mentes, projetando para si um mundo ilusório de conforto, poder e requinte, mesmo vivendo no reino das sombras. E é essa a maior perdição das sombras… O prazer de viver na opulência. Caso não fosse assim, todos retornariam para a luz rapidamente. Mas Deus precisa dos senhores da escuridão para ajudar no trabalho de despertamento das almas primitivas, que estagnam no processo evolutivo. Assim como nós precisamos dos policiais e do exército para livrar os morros cariocas da criminalidade. Eles não ouviriam a mensagem evangélica. Pastores, padres e demais líderes espirituais não seriam ouvidos. Criminosos contumazes necessitam de forças mais intensas para serem chamados à razão. Assim ocorre também com as consciências mais primitivas de nosso mundo.

Certamente que ninguém foge da colheita daquilo que plantou, como sabiamente nos ensinou Jesus. No entanto, Deus permite esse “momentâneo” período de ilusão dos magos negros para que obtenham um aprendizado de acordo com as suas necessidades evolutivas incomuns. Deus não deseja o sofrimento e a autopunição de seus filhos. Nós é que nos flagelamos com os dramas de nossas próprias consciências. Deus não condena, apenas aguarda serenamente a nossa redenção espiritual. Ele espera pacientemente que retifiquemos os nossos erros e que aprendamos a viver em harmonia com o Universo.

Arnach pode ter passado ao leitor a ideia de impunidade; mas, no transcorrer desses séculos, também teve as suas amarguras, e se protegeu dela, da forma que lhe era possível, com a armadura da ilusão. Hoje em dia ele necessitará realizar uma grande tarefa transformadora no mundo dos homens para resgatar os seus erros. Ele pagará até o ultimo ceitil, como reza a Lei Maior, mas com um verdadeiro trabalho voltado para o Bem coletivo. É isso que Deus espera de nós… que nos tornemos pessoas melhores. Dor e sofrimento é uma construção da mente humana em desalinho com a sua natureza divina. Lembrem-se: culpa e medo são construções de nossas mentes. Deus não quer isso para nós. Nós construímos esses sentimentos deturpados e promovemos um autoflagelo que muitas vezes nem percebemos.

Se não fosse dessa forma, Deus teria privilegiado Paulo de Tarso, que era um assassino de cristãos até o seu encontro com Jesus na estrada para Damasco, onde modificou totalmente a sua vida para a Luz e foi recebido no plano espiritual como um grande vencedor e passou a habitar as paragens celestiais.

E como nos narra o livro, caso Arnach fracasse nessa missão abençoada, sofrerá a ação implacável da lei cármica, sem privilégios, porque a lei de Deus é igual para todos, mas sempre respeitando o momento evolutivo de cada um. Deus oferece o remédio de acordo com a enfermidade de cada alma. Carma é reeducação da alma. Não é punição! Depende somente de como vemos o mundo. Para alguns, nascer em situação menos favorável é castigo divino. Já para almas focadas no Bem é oportunidade de trabalho em nome do Cristo dentro de um cenário mais instigante. Existem médicos que preferem atuar na África ou em outras regiões assoladas pela miséria para levar o Bem a todos. Outros já preferem o conforto de seus consultórios. Quem está mais perto de Deus?

 

Roger Responde 034 – Narrativas épicas do livro Atlântida – No Reino das Trevas.

034 – Pergunta 4/5 (09/08/2010): O livro “Atlântida- No reino das Trevas” é repleto de narrativas épicas, como por exemplo as batalhas, homem a homem, entre os exércitos branco e vermelho, os fantásticos duelos dos sacerdotes do Vril e, também, o apoteótico cataclismo que levou a Grande Ilha para as profundezas do oceano Atlântico. No entanto, em minha opinião, o momento mais impressionante do livro é a batalha no astral entre os magos negros atlantes e os dragões, após a submersão da Atlântida, para ver quem regeria o astral inferior da Terra. Por isso perguntamos, existe alguma programação de Hermes para termos um livro exclusivo sobre esse intrigante tema?

Roger: Esse capítulo, eu também achei muito interessante, ao ponto de deixar o apocalipse atlante realmente em um segundo plano. E eis que o afundamento da Atlântida naturalmente seria o ponto máximo da narrativa, contudo, tornou-se secundário perto do capítulo a que te referes. Nem eu sabia que Hermes tinha intenção de abordarmos esse tema (e suas consequências) nesse livro. Nele podemos entender melhor o perfil desses enigmáticos seres, que inspiraram a lenda dos vampiros, no caso dos magos negros, e dos demônios, com relação aos dragões. Esse capítulo mostra-nos, também, as suas ações e a função dos magos negros como “Senhores do Carma” na regência evolutiva da humanidade terrena pelo lado negro, sempre sob o olhar regulador das Altas Esferas Espirituais. Aquilo que chamamos de caos e anarquia, em nada foge ao planejamento divino, apenas ainda não o compreendemos. E, inclusive, a ação do mal na Terra é fruto da lei de ação e reação que rege os nossos destinos. Infelizmente, a nossa imaturidade espiritual nos leva a necessitar da dor para despertarmos, e esse é o papel desses terríveis seres. Antes de acusar as trevas pelos nossos infortúnios, vamos analisar as nossas vidas para vermos se não estamos “acionando”, com o nosso mal proceder, os mecanismos da justiça divina, através da lei de ação e reação. Quem planta espinhos, jamais colherá flores. Se ilude quem pensa o contrário.

Creio que a curto prazo não existe a intenção de abordarmos esse tema em um livro exclusivo. Porém, isso depende das decisões de Hermes. Talvez ocorra como no caso da Atlântida, que foi mencionada em 2002 no livro “Akhenaton – A revolução espiritual do antigo Egito”, e agora recebeu dois livros exclusivos. O projeto que tenho conhecimento a curto prazo é o de consolidar o ideal do Universalismo Crístico, motivo pelo qual o próximo livro tratará exclusivamente desse assunto.

Lembro aos leitores que se identificam com essa ideia sobre a importância de divulgá-la sempre. Indiquem aos amigos o livro Universalismo Crístico e o site www.universalismocristico.com.br . Somente o nosso esforço conjunto poderá despertar a humanidade para uma nova forma de pensar, agir e viver. Temos a grata oportunidade de fazermos a diferença em beneficio dos planos da Luz e em prol de nossos irmãos. Não vamos esconder a luz debaixo da mesa ou enterrar os talentos que recebemos de Deus. Temos uma significativa consciência espiritual em meio a um mundo obscurecido pela alienação espiritual! Façamos a nossa parte e o Universo conspirará para a nossa felicidade hoje e sempre. A felicidade eterna está em participar do grande plano divino. Feliz daquele que já percebeu isso.

Roger Responde 023 – Semelhanças dos livros Atlântida com a série “Star Wars”.

23- Pergunta (24/05/2010): “Lendo o livro Atlântida no Reino da Luz me bateu uma curiosidade à respeito de uma coisa: a enorme semelhança com os filmes da série “Star Wars”! Foi algo proposital fazer essas alusões aos nomes e particularidades do filme no seu livro ou você nem percebeu? O lado negro, ou lado escuro, e Magos Negros que podem ser comparados aos “Sith” do filme; O poder do Vril, que pode ser comparado ao poder “Jedi” do filme; a menção que Gadeir faz sobre a possibilidade de Atlas criar um exército de “Clones”, como os do filme; a grande guerra que ocorre entre o lado negro e o lado da luz, exatamente como a guerra do filme; as gêmeas, que lembram o fato de, no filme, haver um casal de gêmeos, etc… É impressionante!”

“Roger: Essa é uma resposta que talvez não agrade a todos ou gere descrença. O fato é que George Lucas, o criador da série Star Wars, é um atlante-capelino que viveu os acontecimentos finais da Atlântida e, portanto, guarda em seu inconsciente as informações que serviram de base para o seu roteiro de ficção científica espacial. Certamente a Espiritualidade Superior se utilizou disso, aliando a capacidade tecnológica de Lucas, típica dos capelinos, para criar um dos mais importantes enredos cinematográficos da história do cinema. Lembrem-se, como disse-nos Kardec: somos mais governados por espíritos do que podemos imaginar! A fronteira entre “imaginação” e “realidade invisível aos olhos” é bem pequena. As obras de Julio Verne são uma prova disso.

Seria muito difícil utilizarmos informações da época, relatar aspectos culturais e a linguagem da extinta Atlântida, segundo os moldes dos dias atuais. Por exemplo, realizar uma tradução literal da saudação dos atlantes não faria sentido algum nos dias atuais, porque era adequada a uma cultura já extinta. Não traria o entendimento necessário! Já tivemos essa dificuldade ao relatar os fatos ocorridos no antigo Egito durante o reinado do faraó Akhenaton. Portanto, nos utilizamos da linguagem utilizada por Geroge Lucas na série Star Wars. A saudação “Que a paz do Espírito Criador esteja com você” é uma representação semelhante a utilizada pelos Jedi no filme e retrata melhor a intenção dos sacerdotes do Vril da época de ouro da Atlântida.

Já a “força” relatada por Lucas no filme, representa o poder do Vril dos antigos atlantes, e assim por diante. Ele captou em uma linguagem bem atual aqueles acontecimentos, e nós nos utilizamos da linguagem que ele popularizou para tentar narrar a história como ela foi dentro de uma forma fácil e simples de compreender, sem a utilização de termos incompreensíveis que nada acrescentariam ao objetivo maior da obra, que é provocar reflexão sobre os caminhos do Bem e do Mal e também sobre o início e fim dos ciclos de evolução das civilizações, fato muito atual no momento em que vivemos e que a Terra como um todo está passando.

Sobre as gêmeas, nisso em nada se casa com a série “Star Wars”. Os leitores terão uma leitura surpreendente delas no livro Atlântida – No reino das Trevas. Elas deixam de ser coadjuvantes e tornam-se personagens fundamentais da narrativa. Lembrem-se: “O Bem e o Mal são apenas os dois opostos da mesma força!” Assim como o calor e o frio são os dois opostos de algo que chamamos temperatura.

 

Roger Responde 019 – Ataques das sombras às iniciativas de Luz.

019- Pergunta (26/04/2010): “Amo seus livros.Creio que aprendi a lê-los com a mente aberta, liberta dos paradigmas, conforme você indica. Ao reler alguns deles percebi muitas outras coisas que não havia percebido anteriormente. Realmente é uma leitura transformadora. Peço a Deus em minhas orações para que as pessoas despertem para a visão espiritual do 3° milênio: o Universalismo Crístico.
Eu gostaria de perguntar sobre como está sendo a elaboração do livro “Atlântida – No reino das Trevas”. Tenho percebido em algumas respostas suas que você está um pouco estressado e menos amoroso como estávamos acostumados. Estão ocorrendo ataques das sombras a esse projeto? De alguma forma eles estão lhe influenciando para irritá-lo e assim essa revelação não chegar as nossas mãos?”

Roger: Fico feliz em saber que tu estás compreendendo, em essência, a mensagem. Eis o meu sonho dourado nesse mundo! E que Deus ouça as tuas preces para que possamos ter, em breve, uma humanidade que entenda a mensagem do Universalismo Crístico, sem distorcê-la de acordo com os seus traumas, bloqueios, ou visões carregadas de preconceito por não conseguirem libertar-se do modelo espiritual anterior.

A elaboração do livro “Atlântida – No reino das Trevas” realmente está sendo muito difícil. Os ataques das sombras estão sendo contínuos, procurando prejudicar a concretização desse projeto. Infelizmente é comum termos o apoio dos leitores quando estão satisfeitos ou com algum interesse específico, mas quando necessitamos de auxílio, em momentos de dificuldade energética ou ataques obsessivos, geralmente se melindram ou retiram o apoio. Esperam somente receber, jamais apoiar ou se doar por esse projeto que é de todos nós. Isso é natural do ser humano, entretanto todos os estudos espirituais que realizamos poderiam ser suficientes para percebermos, compreendermos e refletirmos sobre isso. A vida não é um mar de rosas e não tenho a alma abnegada como o nosso querido Chico Xavier, que a tudo se submetia por amor à causa que abraçou. Na verdade não me proponho a isso. O meu caminho nessa existência é outro.

O novo livro traz informações sobre a ação dos magos negros atlantes no processo de alienação espiritual da humanidade, suas tentativas de impor seu poder sobre a humanidade no transcorrer dos séculos, principalmente durante a segunda guerra mundial, o poder da energia inversa do Vril, a manipulação do “Sol Negro”, entre outras informações. É natural que desejem evitar o acesso da humanidade a essas informações. Mas tenho certeza que isso seria bem pior se os livros tivessem um alcance significativo. Eles sabem que pouquíssimas pessoas leem e compreendem a mensagem, portanto os ataques não são tão incisivos, apesar de causar alguns estragos em minha psique, desequilibrando-me em momentos de vacilo. Mas tenho realizado trabalhos espirituais em centros espíritas para evitar a obsessão sutil que realizam e também para desativar os dispositivos que regularmente instalam em meu corpo astral com essa finalidade. Além, obviamente, de realizar a prática salutar do “Evangelho no Lar”, que é fundamental para afastar a ação desses nossos irmãos que ainda trabalham pelo domínio das trevas.

Apesar de tudo isso, temos uma boa notícia para dar aos leitores que apreciam o nosso trabalho. Nesse domingo concluímos 50% do novo livro. E podemos afirmar que, além das informações inéditas, o leitor será brindado com uma leitura instigante do início ao fim.

 

Roger Responde 016 – Magos negros: seu poder mental e forma perispiritual.

016 – Pergunta (29/03/2010): “Li todos os seus livros (exceto o A Nova Era) e gostei de todos. Sou adepto do Universalismo Crístico e procuro divulgar conforme minhas possibilidades. Gostaria de perguntar, em meus estudos sobre espiritualidade aprendi que muitas são as motivações de uma reencarnação, entre elas, manter a forma humana. No seu livro “A história de um anjo”, durante um de seus encontros com Arnach, você diz que ele não poderia manter aquela forma humana por muito tempo. É possível sabermos qual a forma dele quando não está na forma humana?”

Roger: Os livros em que Arnach é mencionado são: Sob o Signo de Aquário, Universalismo Crístico e Atlântida – No reino da Luz. (E, a partir de setembro, em Atlântida – No reino das Trevas). O livro em que afirmamos que Arnach não poderia manter-se belo e elegante é o livro Sob o Signo de Aquário. Naquele momento afirmamos que ele não conseguiria manter uma forma perispiritual no astral de beleza e elegância porque espíritos endividados por suas práticas maléficas maculam com cargas espirituais negativas à sua “túnica nupcial” ou seja, o corpo astral.

Não afirmamos que ele não manterá uma “forma humana”, mas sim que essa, em sua real condição espiritual, não seria bela e harmônica, como ele se apresentava através de vigoroso poder mental. Ela seria deformada e envolta por uma graxa negra, como normalmente se apresentam os espíritos sintonizados com as trevas. Inclusive alguns deles se apresentam apenas como um “esqueleto” coberto por um manto negro, devido a não conseguirem se desligar do corpo físico que abandonaram após a morte. Nestes casos, acompanham a decomposição natural do corpo que lhe servia de instrumento durante a vida. Existem outras situações, de acordo com cada nível consciencial. Espíritos com baixa consciência e que alimentam ódio doentio, por exemplo, transformam-se em formas ovoides.

Roger Responde 006 – Por que magos negros são bonitos enquanto espíritos comuns do mal são deformados?

006 – Pergunta (18/01/2010): “Quanto aos magos negros, algo me intrigou no seu relato, pois já tinha lido em livros escritos por outro médium sobre aqueles senhores da escuridão, assim denominados pelo espírito que escreveu através dele, que alguns daqueles espíritos nunca reencarnaram na Terra e por isso tinham o corpo perispiritual bastante deformados. Aí eu pergunto: Por que o Arnach se conserva até agora perfeito e bonito?”

Roger: No próximo livro “Atlântida – No reino das Trevas” muitas dessas questões ficarão claras. Os magos negros são espíritos exilados de Capela e que dominaram o cenário da Atlântida durante as décadas finais até a sua submersão. São espíritos requintados, com grande domínio sobre a energia Vril e que levaram esse poder consigo para o astral. Eles conseguem manipular o mundo ao seu redor, criando uma vida ilusória de beleza e conforto, no entanto precisam prestar contas ao Criador como todos os filhos de Deus.

Os espíritos conhecidos como Dragões são entidades primitivas do mundo terreno, grotescas e deselegantes, que até tentaram submeter os magos negros após o afundamento do continente. Houve uma grande guerra no astral logo após o cataclismo. Essa batalha foi vencida rapidamente pelos magos negros, que dominaram os Dragões e tornaram-se os “senhores do Karma”, os responsáveis por promover a evolução nos níveis mais primários da Terra, regendo essas esferas muitas vezes em comum acordo com os ditames das esferas de Luz.

Os magos negros são os príncipes da escuridão e, em geral, estabelecem acordos respeitando as determinações gerais que descem do Alto. São diplomatas do astral inferior. Já os Dragões são criaturas ignorantes, sádicas e repulsivas, que não aceitam a inevitabilidade das leis criadas por Deus. Os magos negros raramente são vistos por médiuns ou espíritos socorristas. Eles geralmente se localizam em esferas espirituais pouco acessíveis e de lá regem seus domínios. O retorno de um mago negro para a Luz é algo sempre muito comemorado, pois são grandes formadores de opinião no astral inferior. Muitos trabalhadores das sombras o seguem em sua volta para a Luz provocando grandes transformações no cenário da luta entre o Bem e o Mal na Terra.

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