Roger Responde 166 – As vibrações deletérias das festividades tendem a descer para o nosso plano físico?

166 – Pergunta (18/02/2013): Roger, sabemos que são poucas as pessoas que procuram nas festividades vibrar bons pensamentos, pensar no próximo, ou em sua harmonia com as forças da vida. As vibrações deletérias tendem a descer para o nosso plano físico?

Roger: A psicosfera de nosso planeta é um reflexo da união dos pensamentos e intenções de todos os seus habitantes. As festividades geralmente congregam várias pessoas que estão vibrando na mesma sintonia, maximizando, assim, o produto de suas vibrações. Algo que os espiritualistas costumam chamar de “egrégora”.

Alguém pode questionar, então, que a todo o momento a soma dos pensamentos e intenções da humanidade está sendo irradiada pelo mundo, independente disso ocorrer em festas ou não. Isto é verdade! Contudo, no momento das festividades as pessoas sintonizam-se de uma forma diferente do que quando estão trabalhando ou em suas atividades normais do dia a dia. As festas são como cultos religiosos ao inverso. Em vez de vibrar sintonia de amor e espiritualidade, vibram, geralmente, interesses humanos imediatistas e desejos materialistas. Salvo raras exceções, quando são eventos direcionados para causas humanitárias e sociais, em que todos estão imbuídos de sentimentos e ideais valorosos. Mas estes eventos são muito raros.

Para se ter uma ideia, as festividades são o processo inverso de nossas vibrações coletivas que realizamos todas as quartas-feiras às 22 horas. Procuramos viver no dia a dia vibrando energias do Bem, mas é quando nos reunimos em pensamento nas quartas-feiras que conseguimos intensificar as nossas intenções, de forma conjunta e com o apoio do Alto, produzindo excelentes vibrações que amenizam as dores e promovem o despertar de nosso mundo. Já nas festas, as pessoas vibram as suas mesmas energias diárias, geralmente em desequilíbrio, intensificando ainda mais as suas paixões humanas, de forma conjunta e com o apoio do astral inferior.

As energias geradas nestes “rituais festivos”, portanto, são muito perigosas, pois resultam não apenas energias que causem mal estar, obsessões espirituais e enfermidades físicas. Resultam, também, em perigosos efeitos físicos, como acidentes e tragédias, que são agravados pela falta de controle e bom senso devido ao consumo abusivo de álcool e drogas. O trabalho que as equipes espirituais têm durante a semana do carnaval, por exemplo, é algo inimaginável aos olhos do homem comum. Para o leigo, é apenas um momento inocente de alegria, de extravasar os sentimentos e paixões, ou seja, divertir-se conforme os padrões da estreita visão da vida humana. Contudo, no plano astral, energias poderosíssimas são geradas a favor do lado sombrio, alimentando as instituições das trevas, ameaçando, de forma preocupante, o Bem e a ordem.

Analisando o exposto acima, fica fácil perceber que as vibrações deletérias descem para o plano físico. O mal que vemos acontecer todos os dias ao nosso redor não é obra do acaso. Nós o alimentamos por estarmos distanciados do Cristo. A mãe chora a morte do filho assassinado. Porém, ela nem percebe que ajuda a alimentar esse mecanismo através de sua própria inconsciência espiritual. Mais triste que sofrer, é sofrer sem saber que somos nós mesmos os semeadores de nossas próprias tragédias.

E não falo aqui de estarmos distanciados dos rituais das religiões, sejam elas quais forem. As religiões não resolvem os nossos problemas. O que resolve é termos lucidez e consciência espiritual. Portanto, me refiro aqui a estarmos distanciados dos valores e sentimentos espirituais que construam um mundo mais harmônico e fraterno. Se nos comportamos de forma selvagem, desejando conquistar tudo que estiver ao nosso alcance, em boa parte das vezes pisando sobre a cabeça de nossos semelhantes ou nos aproveitando deles, como podemos desejar que os crimes e tragédias terminem? Uma ação alimenta a outra, dentro das sistemáticas correntes vibratórias que criamos. Sem dúvida alguma, as reuniões e festas em que as pessoas procuram somente saciar desejos sexuais e de vaidade, sem escrúpulo nenhum, onde se consomem bebidas e drogas de forma irresponsável, terminam alimentando as forças do mal. Estas palavras podem parecer “papo de religioso careta”, mas são simplesmente uma constatação lógica e evidente, assim como “dois mais dois somam quatro”.

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