Roger Responde 028 – A energia Vril da grande pirâmide atlante ainda está desperta 12 mil anos depois no Triângulo das Bermudas?

028- Pergunta (28/06/2010): Acabei de ler Atlântida – No Reino da Luz e estou com uma dúvida. Após a destruição do continente atlante, a grande pirâmide de cristal ficou submersa na região que hoje chamamos de Triângulo das Bermudas, daí a razão das alterações nos radares de alguns navios e aeronaves, e do desaparecimento de outros tantos (certamente caíram, no caso dos aviões, ou afundaram, no caso dos navios). A minha pergunta é: então até hoje a energia Vril ainda se encontra ativa na pirâmide, correndo por entre suas paredes? Seria possível?

Roger: Como explicamos na primeira pergunta dessa coluna, muitas das informações que ficaram sem maiores detalhes ou esclarecimentos no livro “Atlântida – No reino da Luz” serão respondidas no final dessa saga, no livro “Atlântida – No reino das Trevas”, que será lançado no início de setembro desse ano. Aproveito para informar a todos que o livro já está concluído. No momento estamos realizando as revisões e acabamentos finais para enviá-lo à editora. Ele terá em torno de 30 a 50 páginas a mais que o primeiro e posso garantir-lhes que será uma leitura eletrizante. Impossível parar de ler!

Abaixo segue um pequeno trecho do livro, em primeira mão, que esclarece a dúvida do leitor:

O Vril passara a vibrar em sua forma inversa, após a ruptura de seu maior templo. De alguma forma, até mesmo o símbolo máximo da inteligência atlante vingava-se de nós, os capelinos céticos e arrogantes, os amaldiçoados algozes daquele paraíso sagrado!

Talvez esse rompimento das paredes da pirâmide, liberando as cadeias de Vril, tenha contribuído para os fenômenos que até hoje ocorrem no Triângulo das Bermudas, como, por exemplo, o desaparecimento de navios e aeronaves, além da alteração da leitura dos instrumentos de navegação.

A energia Vril é autossuficiente! Se fosse trabalhada por sacerdotes hábeis poderia tornar-se eterna, principalmente em um ambiente neutro e sem influências mentais, como o fundo do mar das Bahamas. A chama de Antúlio era uma prova disso. Ela permaneceu incólume por séculos, até a sociedade atlante começar a se corromper.

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