Roger Responde 024 – A energia Vril pode ser usada em nosso tempo?

024- Pergunta (31/05/2010): “Eu estou lendo o seu livro “Atlântida – No reino da luz” e tive uma dúvida: os personagens Andrey e Evelyn realmente existiram, e você foi Andrey em sua vida passada? Também quero lhe perguntar se o Vril, energia que gosto de estudar e comprei até seu livro por causa dela, poderia ser usada em nosso tempo, alguém poderia usá-la ainda neste século ou ainda teríamos que esperar mais para conseguirmos usar está tão poderosa energia? E outra pergunta, já li muito sobre a sociedade Vril, nos tempos da guerra, e eles se comunicavam com seres de outros planetas, a energia Vril poderia fazer isto, conectar nossas mentes com outros seres de outros planeta? Bom trabalho, estou gostando muito da leitura de seu livro, obrigado por nos oferecer esta excelente leitura em busca do saber.”

Roger: As informações espirituais que escrevemos são baseadas em fatos sob a orientação de Hermes. Os únicos relatos que ainda não sei se são uma simbologia ou fatos a acontecer, são os referentes a Gabriel no livro “A história de um anjo” e os de Rafael no livro “Universalismo Crístico”. Hermes não deixa claro esse assunto por motivos que já expomos aqui em pergunta anterior. Tudo mais é fato! Não escrevemos ficção. No entanto, a realidade está de acordo com a percepção de cada um. Não nos importamos se as pessoas leem as nossas histórias como se fossem ficção. O importante é a mensagem espiritual inserida dentro delas. Se o leitor acredita ou não que fui Andrey, Radamés ou Natanael e que Crystal foi Evelyn, Isetnefret ou Rute, isso não faz diferença. O que importa para nós é o quanto essas narrativas podem transformar as pessoas rumo a uma verdadeira consciência espiritual. Fazemos o nosso trabalho com o máximo de seriedade e comprometimento. O objetivo é oferecer informações e reflexões que nos auxiliem a nos tornarmos pessoas melhores.

Algumas pessoas afirmam que seria muita coincidência eu ter vivido sempre em momentos tão especiais da história da humanidade e próximo dos acontecimentos que marcaram o mundo. Inclusive isso acontecerá também na narrativa sobre a vida de Jesus. Quanto a isso só posso reproduzir a mesma pergunta que Andrey faz ao final da história da Atlântida: Por que, Espírito Criador, me colocas em meio a esses fatos tão fundamentais de nossa história? Provavelmente seja para fazer o que eu faço agora: relatá-los como testemunha ocular dos fatos. Elucidando, assim, o que o tempo, os interesses dos poderosos ou apenas a incompreensão da época, distorceu.

Outros poucos leitores protestam, dizendo que só quero exaltar o meu ego nos livros. Mas não me importo. Não é para eles que escrevo! E sim para pessoas de mente aberta, aqueles que já se libertaram da “velha forma de pensar”.

Creio que no livro Atlântida – No reino da Luz afirmamos que a humanidade futura da Terra voltará a dominar o Vril. Na verdade o fluido cósmico universal está aí, cada vez mais presente, ao alcance de todos. Infelizmente ainda não temos a capacidade desenvolvida para manipulá-lo como os antigos atlantes faziam. Ainda nesse século, ele será novamente manipulado a olhos vistos. Por enquanto alguns poucos iniciados estão tendo essa oportunidade, tão rara como o oricalco. Mas nada que possa ser revelado.

No livro Atlântida – No reino das trevas falaremos sobre a sociedade do Vril e sobre os estudos realizados pelos nazistas, inspirados pelas trevas, para dominar essa energia e consequentemente o mundo. Graças a intervenção do Alto, eles não conseguiram. Inclusive o desenvolvimento da bomba atômica foi um trabalho sutil realizado pelos magos das sombras tanto entre os alemães como entre os americanos.

Existe também muita lenda por trás do Vril. Não se pode acreditar em tudo que lemos por aí. Inclusive não sei nada a respeito da utilização do Vril para comunicar-se com outros planetas.

 

One Response
  • Vera Lúcia Rodrigues de castro
    abr 26, 2016

    Roger ola voce poderia nos dizer o pq de da quantidade dos Bebes com hidrocefalia.

    [Reply]

    Vera Lúcia Rodrigues de castro abr 26, 2016
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