Category Notícia da Semana

mulheres_iraFoto: Reprodução Twitter

 

Uma vitória fora do campo para torcedoras iranianas. Pela primeira vez, em 37 anos, mulheres puderam frequentar o estádio Azadi, em Teerã, no Irã.

Mesmo distantes do time iraniano, que perdeu de 1 a 0 para a Espanha, as torcedoras comemoram a liberação.

A quebra do tabu aconteceu em uma festa para assistir ao confronto desta quarta-feira, com a ajuda de um telão posicionado no estádio.

A última vez que mulheres estiveram presentes em um jogo de futebol no Irã foi no dia 5 de outubro de 1981, de acordo com a Open Stadiums, organização que combate o preconceito no acesso a jogos de futebol.

Desde a Revolução Iraniana, em 1979, as mulheres são proibidas de ver esportes masculinos no país.

Em março deste ano, 35 mulheres foram detidas ao tentar entrar no estádio Azadi.

O Irã volta a campo contra Portugal, na próxima segunda-feira, em Saransk.

 

 

Links: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/06/20/antes-proibidas-mulheres-iranianas-assistem-jogo-em-estadio/

https://oglobo.globo.com/esportes/copa-2018/mulheres-assistem-copa-em-estadio-no-ira-quebram-tabu-de-37-anos-22803715

Antes proibidas, mulheres iranianas assistem jogo em estádio

mulheres_iraFoto: Reprodução Twitter

 

Uma vitória fora do campo para torcedoras iranianas. Pela primeira vez, em 37 anos, mulheres puderam frequentar o estádio Azadi, em Teerã, no Irã.

Mesmo distantes do time iraniano, que perdeu de 1 a 0 para a Espanha, as torcedoras comemoram a liberação.

A quebra do tabu aconteceu em uma festa para assistir ao confronto desta quarta-feira, com a ajuda de um telão posicionado no estádio.

A última vez que mulheres estiveram presentes em um jogo de futebol no Irã foi no dia 5 de outubro de 1981, de acordo com a Open Stadiums, organização que combate o preconceito no acesso a jogos de futebol.

Desde a Revolução Iraniana, em 1979, as mulheres são proibidas de ver esportes masculinos no país.

Em março deste ano, 35 mulheres foram detidas ao tentar entrar no estádio Azadi.

O Irã volta a campo contra Portugal, na próxima segunda-feira, em Saransk.

 

 

Links: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/06/20/antes-proibidas-mulheres-iranianas-assistem-jogo-em-estadio/

https://oglobo.globo.com/esportes/copa-2018/mulheres-assistem-copa-em-estadio-no-ira-quebram-tabu-de-37-anos-22803715

Menina faz beco virar sala de aula para crianças em Recife

menina-aula-beco-closeFoto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press

 

Uma menina de 11 anos fez um beco virar sala de aula e está dando aulas de reforço escolar outras crianças, voluntariamente.

Stheffany Rafaela da Silva ensina os coleguinhas no chão batido de uma das vielas da comunidade de Roda de Fogo, na Zona Oeste de Recife.

15 meninos e meninas se reúnem diariamente para aprender com a garota.

As aulas começaram no ano passado como uma brincadeira, quando uma amiga da comunidade decidiu brincar de “escolinha”, dando a Stheffany a primeira experiência como professora.

Pouco tempo depois, a amiga mudou-se da comunidade e, assim, coube a Stheffany assumir o papel.

“Dou aula de todas as matérias, todos os dias. Não escolho apenas um assunto para dar aula. Fazemos sempre todas as que temos nos livros, no tempo que dá. E todo mundo vem, raramente alguém falta. Exceto na sexta-feira”, disse ao G1.

Os alunos

A maioria dos estudantes de Stheffany tem menos de dez anos, mas a idade não é barreira para a desenvoltura da pequena professora.

A garota chega a ter, inclusive, alunos mais velhos que ela, a exemplo de um de 12 anos, por exemplo.

No colégio onde estudava, a Escola Pintor Lauro Villares, a garota já era conhecida por das aulas nos becos da Roda de Fogo.

Apesar de não escolher um único tema para lecionar, Stheffany elegeu a matemática como sua disciplina favorita, seja para estudar ou passar para as crianças a quem dá aula.

Apesar da pouca idade, ela já tem a certeza da profissão que quer desempenhar no futuro.

“Quero fazer faculdade para ser professora, primeiro, para dar aula de tudo. Depois, só de matemática, porque é o que eu mais gosto”, afirma Stheffany.

Incentivo

Para incentivar as crianças a irem às aulas, sem muitos recursos, Stheffany pede na comunidade doces e materiais para cozinhar, com a mãe, guloseimas e oferecer aos estudantes.

Sustentando a casa com o dinheiro do Bolsa Família, a mãe de Stheffany, Rafaela da Silva, de 29 anos, vê na filha a realização de seus sonhos. Segundo ela, desde muito nova, a garota demonstra gosto por estudar.

Durante a semana, são raros os momentos em que o lazer de Stheffany não tem a ver com estudo.

Após voltar da escola, ela passa as tardes no Centro Comunitário da Paz (Compaz) Escritor Ariano Suassuna, no bairro do Cordeiro, na Zona Oeste do Recife. No local, ela participa de aulas de dança, natação e da oficina de artesanato “Faça você mesmo”.

“Nos dias de hoje, está tão difícil fazer as crianças quererem estudar. Tenho muito orgulho dela. Eu saí da escola no 9º ano do ensino fundamental e sempre digo a ela que continue com essa sede por estudo. Quero que ela siga em frente e alcance todos os sonhos que tiver”, ressalta a mãe, orgulhosa.

O retorno do bem

Stheffany ganhou uma bolsa em uma escola particular da região, onde começou a estudar no fim de abril deste ano, custeada por uma pessoa que se sensibilizou com a história da pequena professora.

 

Fontes:  http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/05/14/menina-faz-beco-virar-sala-de-aula-para-criancas-em-recife/

https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/garota-de-11-anos-transforma-becos-de-comunidade-no-recife-em-sala-de-aula-para-criancas.ghtml

Comunidade unida transforma lixão em área de lazer

lixao-area-lazer-closePraça dos Ipês – Foto: Fábio Lima

 

Se os governantes não fazem, a população organizada faz. Foi assim que um lixão foi transformado em uma área de lazer na Cidade dos Funcionários, no Ceará.

O terreno baldio próximo ao Colégio Vital Didonet, vinha sendo usado como lixão nos últimos 40 anos.

Lá, a própria comunidade e carroceiros jogavam entulho e sujeira, que eram recolhidos em parte por caminhões da Prefeitura.

Há 5 anos, Míria Espíndola, diretora do colégio Vital Didonet, já tentava organizar a situação do local.

“Na época, fizemos um abaixo-assinado e encaminhamos para a Prefeitura, mas nada aconteceu”, reclama.

Este ano, o lixo já se acumulava na rua, obstruindo a passagem dos carros em uma das vias.

A ação

Diante da realidade, a diretora se uniu à comunidade para tomar uma atitude e transformar o espaço.

Primeiro eles adotaram o local oficialmente por meio do programa de Adoção de Praças e Áreas Verdes da Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma).

15 dias depois a delimitação do espaço foi toda feita com pneus reciclados e brinquedos encomendados especialmente para o projeto.

Os muros foram cobertos por artes do grafiteiro Lápis de Lata, que estampou o novo nome do lugar, Praça dos Ipês, e poemas nas paredes.

O nome Praça dos Ipês surgiu inicialmente das seis mudas doadas pela Seuma, mas adquiriu um significado muito maior:

“Curiosamente, o significado dessa planta é justamente esse: transformação”.

Cada ipê foi adotado por um morador local. Eles receberam folhetos explicativos sobre como cuidar e manter a árvore.

Alunos

Segundo Míria, o processo de adoção não foi apenas burocrático, mas afetivo.

Os alunos do 4º e do 5º ano do ensino fundamental do colégio também participaram da transformação.

Em uma atividade na disciplina de Geografia, eles foram até o terreno e estiveram em contato com a situação degradante do local.

Em seguida, as melhores redações sobre o tema foram enviadas anexadas ao abaixo-assinado organizado com os moradores que reivindicava uma intervenção do Poder Público.

“Não queríamos apenas fazer a limpeza do terreno, mas tornar a área aprazível, onde as famílias possam passear, as crianças possam brincar, para toda a comunidade de um modo geral”, explica.

Conscientização dos carroceiros

O passo seguinte foi a conscientização dos trabalhadores. Míria organizou, com o marido, um café da manhã para os carroceiros locais. Eles focaram na educação ambiental.

“Conseguimos sensibilizar sete carroceiros. Agora eles mesmos se responsabilizam e falam uns pros outros que não se deve mais jogar lixo ali”.

Vários outros moradores da região também se envolveram. E agora o plano é envolver cada vez mais a coletividade.

Alexandre Aragão, que vive no bairro há oito anos, conta que já foram feitas parcerias com a iniciativa cultural do Projeto Plantando o Bem, que disponibiliza livros em locais públicos.

“As pessoas da comunidade falam que sempre foi o sonho de todo mundo fazer essa limpeza para transformar o terreno em uma área útil. Já estamos até planejando o São João do bairro na praça. Uma parte do arrecadado será investida no projeto.”

 

Links: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/05/01/comunidade-unida-transforma-lixao-em-area-de-lazer/

https://www.opovo.com.br/jornal/cidades/2018/04/comunidade-se-organiza-e-transforma-lixao-em-area-de-lazer.html

Funcionário do Giraffas dá comida na boca de cliente com necessidades especiais

giraffas_deficienteFoto: Reprodução Facebook

 

m vídeo que vem circulando pelas redes sociais mostra uma cena comovente: um jovem estagiário do Giraffas dando comida na boca de um cliente com deficiência.

As imagens foram feitas na praça de alimentação de um shopping em Salvador, na Bahia.

O nome do rapaz, que está levando internautas às lágrimas e arrancou elogios do dono da rede de fast food, é Wellington Bruno de Oliveira Sacramento.

Ele tem 17 anos, e mora no bairro de Sussuarana em Salvador, junto com sua mãe e irmãos.

O jovem começou a trabalhar há um ano na rede de fast-food porque precisava ajudar em casa.

Quando ele entrou na empresa os pais dele estavam desempregados.

Bruno diz que aprendeu a respeitar as pessoas pela educação que teve de sua família, em especial de sua mãe, mas que também tem aprendido muito no Giraffas, que tem no respeito um dos valores fortes da empresa.

O homem que Bruno ajudou chama-se Pablo Washington. Ele tem problemas de articulação nas mãos.

O vídeo

O estagiário não sabia que estava sendo gravado e levou um susto quando soube da repercussão do vídeo. Postado no sábado, ele já tem mais de 15 milhões de visualizações.

As imagens foram postadas no facebook por Laurinha Victória que descreveu a cena que vivenciou no Norte Shopping.

“Hoje fui tomada pela emoção com lágrimas nos olhos , ao vê (sic) essa cena na praça de alimentação do Norte shopping …
O rapaz que tem deficiência na perna e nos braços ja havia me pedido.para pegar seu alimento quando fosse solicitado.. .quando me levantei, esse funcionário ja estava levando até a mesa…
O funcionário do restaurante Giraffas , dando comida na boca do cliente”.

“Essa é a verdadeira caridade, que coisa linda. Cheguei para ele e disse, que gesto lindo você está tendo… Deus lhe abençoe”, escreveu Laurinha.

Milhares de usuários do Facebook também se emocionaram com o vídeo:

“São atitudes assim que não nos fazem perder a fé na humanidade”, afirmou um internauta.

“O mundo precisa de pessoas assim, de bom coração, com amor ao próximo”, disse outro.

“São de gestos assim que precisamos tds os dias para um mundo melhor”, comentou mais uma pessoa.

Giraffas

O dono da rede de restaurantes Giraffas, Alexandre Guerra, compartilhou a postagem.

“Impossível conter a emoção”, disse o empresário.

“Nosso colaborador Bruno de Oliveira Sacramento, de uma loja em Salvador, parou a internet. Sem perceber que estava sendo filmado, dava comida na boca de um cliente que não tem condições físicas de comer sozinho”, elogiou Guerra.

“Obrigado Bruno, você deu um grande presente para nós da Rede Giraffas. É uma honra tê-lo conosco, e que sua atitude seja uma referência sobre nosso atendimento. Na história da nossa empresa você será sempre lembrado!

 

Fontes: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/04/11/funcionario-giraffas-da-comida-na-boca-cliente-com-deficiencia/

https://extra.globo.com/noticias/brasil/video-de-funcionario-de-restaurante-ajudando-cliente-com-deficiencia-comove-internet-22579376.html

Professor dá aulas de graça em praça e viraliza na web

professor_praca_gratis

O gesto de solidariedade de um professor que dá aulas de graça numa praça em Botafogo, no Rio de Janeiro, viralizou nas redes sociais.

A imagem que mostra o professor Silvério Morón, de 63 anos, ensinando um estudante na Praça Compositor Mauro Duarte já foi compartilhada mais de 47 mil vezes no Facebook.

A cena foi registrada na última sexta-feira, no primeiro dia em que o professor se sentou à mesa da praça com uma folha de papel, anunciando que ele estava lá para tirar dúvidas de física e matemática.

A ideia de fazer o trabalho voluntário surgiu de uma vontade dele: motivar alunos com dificuldades.

“Vou a pé de Botafogo para Copacabana e atravesso essa praça todos os dias. Num sábado de sol, parei e pensei…Que praça bonita! O nível da nossa educação está muito baixo, ano que vem quero tirar um tempo livre e vir para a praça dar aula de graça”.

Fiz a placa escrito “tiro dúvidas de matemática e física” com a palavra mágica, “grátis”, e vim para praça no dia 12 de março, conta o professor.

Ele disse que teve que esperar bastante até aparecer o estudante Marcio de Almeida, primeiro aluno de Silvério.

“O Márcio apareceu quatro dias depois, ele estava pensando em trancar a faculdade de Engenharia porque tinha dificuldade em cálculo. Vou dar aulas para ele até o final do curso. Foi um presente para mim”, comemora o professor.

Aulas particulares

Mesmo sendo engenheiro por formação, ele não tem licenciatura, mas dá aulas particulares há 14 anos e diz ter se encontrado na profissão.

O voluntário fica esperando por alunos de segunda a sexta, das 11h às 14h, horário em que a praça fica movimentada.

Além de Márcio, o professor contou que foi procurado, na quarta-feira, por dois velhinhos cursando supletivo do ensino fundamental com dificuldades em matemática.

“Fiquei uns 40 minutos com eles tirando dúvidas. Um deles tinha um sorriso lindo. A cada exercício que ele acertava, abria um sorriso e o sorriso dele é o do meu coração. Nesse tempo todo, nunca tinha dado aula para alunos de escolas estaduais e municipais”.

“Quero motivar os alunos a estudarem e a gostarem de matemática e física e quero motivar outras pessoas a darem aula também. Em duas semanas foram três alunos, vou fazer isso até dezembro e minha meta é chegar a 100”, contou.

Educação

Morón também quer estimular outras pessoas a irem para a rua passar conhecimento para quem precisa.

Ele lembra: a melhora do nível de educação está ligada a diminuição da violência.

“Se melhorarmos o nível de educação das pessoas, a violência vai baixar”.

“Tenho uma reserva financeira e consigo fazer esse trabalho voluntário, mas me programei só até o fim do ano”, concluiu.

 

 

Fontes: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/03/22/professor-da-aulas-de-graca-em-praca-e-viraliza-na-web/

https://extra.globo.com/noticias/rio/professor-que-da-aulas-de-graca-numa-praca-em-botafogo-viraliza-nas-redes-22516509.html?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=Extra

Depressão: exercícios mentais são melhores que remédios, diz estudo

jogos_depressao

Foto: Reprodução Daily Mail

Exercícios mentais são melhores do que remédios, para tratar a depressão.

É o que mostra um estudo realizado pela Universidade da Pensilvânia, nos EUA.

Exercícios mentais, como jogos de computador, podem ajudar as pessoas com depressão a proteger seus cérebros de reações emocionais negativas, revela a pesquisa.

Video Games

Estudos anteriores perceberam que distrações, como video games, podem ajudar a treinar o cérebro para combater a depressão.

Um estudo de 2017, realizado pela Universidade de Washington, descobriu que um aplicativo baseado em jogos chamado Projeto EVO melhorou o humor em adultos mais velhos diagnosticados com depressão tardia.

Os pesquisadores disseram que pessoas com depressão tendem a regular suas respostas emocionais usando distrações.

Eles descobriram que os cérebros das pessoas que sofrem de tristeza são mais propensos a serem afetados por memórias ruins do que aqueles sem o transtorno de saúde mental.

As pesquisas mostraram que os neurônios se espalham no “centro emocional” – uma área conhecida como amígdala.

O estudo sugere que a perturbação da memória poderia ajudar as pessoas a proteger seu cérebro de emoções negativas.

A pesquisa

Para o estudo, pesquisadores usaram exames cerebrais para examinar respostas emocionais associadas a memórias negativas.

Eles coletaram dados de 29 pacientes deprimidos que não estavam tomando nenhuma medicação e 23 pessoas sem histórico de depressão.

Os participantes foram convidados a lembrar memórias dolorosas “para permitir que suas emoções se desenrolassem naturalmente”, escreveram os pesquisadores.

Os pesquisadores descobriram que aqueles com o transtorno de saúde mental relataram sentir-se pior quando traziam lembranças ruins à mente do que aqueles que não tinha nenhuma desordem.

Os cientistas perceberam que as respostas emocionais indicaram um aumento da atividade no “centro emocional” do cérebro e sua interação com o hipocampo – uma região cerebral importante para a memória.

Quando os participantes foram convidados a recordar essas memórias como um “observador distante” – concentrando-se apenas nos fatos – aqueles com depressão conseguiram afinar essas emoções negativas aumentadas em níveis normais, enfraquecendo uma região do hipocampo associada à lembrança de memória específica detalhes.

“Quando eles estavam usando essa estratégia, as pessoas com [transtorno depressivo maior] apresentaram um padrão de atividade cerebral comparável ao que foi demonstrado pelos controles saudáveis, com uma diferença fundamental – maior amortecimento de uma região do hipocampo posterior, que foi associada com a lembrança de detalhes específicos da memória “, disse o autor principal Dr. Bruce Dore, especialista em neurociência da comunicação.

A descoberta sugere que indivíduos deprimidos podem regular suas respostas emocionais para memórias dolorosas, tornando mais difícil lembrar detalhes específicos dessa experiência.

“Isso geralmente sugere que pessoas depressiva são capazes de regular suas emoções quando instruídas”, disse o Dr. Dore.

“Mas elas podem tender a fazê-lo de forma anormal – como ser mais propensos a usar estratégias problemáticas, como distração”, acrescentou.

Os pesquisadores do estudo disseram que suas descobertas são consistentes com a noção de que pessoas com depressão poderiam se beneficiar de um treinamento que se concentre em identificar e efetivamente usar estratégias adequadas para a regulação emocional.

 

Links: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/03/07/depressao-exercicios-mentais-sao-melhores-que-remedios-diz-estudo/

http://www.dailymail.co.uk/health/article-5473237/Depression-better-treated-mental-exercises-drugs.html

Cabeleireira ganha carro em rifa mas o devolve para garoto que precisava de uma cirurgia

Cabeleireira rifa

 

 

O que pode ser mais importante do que a saúde de nossos filhos? Acho que nada, não é mesmo? Foi segundo esta constatação que a cabeleireira Isabel Soares, moradora de Petrópolis – Rio de Janeiro, teve um gesto que foi puro amor e generosidade! Ela ganhou um carro em uma rifa feita por José Antônio Gonçalves e Jéssica Verdugo, que são pais de Akonn Verdugo Gonçalves, de apenas 3 anos. O menino sofre de uma catarata congênita e precisava fazer uma operação que custa 20 mil reais.

Sem dinheiro para pagar a operação, os pais do garoto decidiram vender o único bem que tinham e fazer uma rifa com seu próprio carro. A ganhadora da rifa foi Isabel, que não pensou 2 vezes e na hora que soube que havia ganhado o carro, decidiu fazer o que seu coração mandava e o devolver para os pais de Akonn.

José Antônio Gonçalves trabalha como vendedor de roupa de cama e faz as vendas diretamente, de porta em porta, ou seja, precisa do carro para trabalhar, já que esta é a única fonte de renda da família. Sabendo desta condição, a cabeleireira já sabia o que fazer: devolver o carro a quem pertencia!

Os pais do garoto disseram que não esperavam esta atitude nem de alguém da família, então estão muito felizes com esta linda atitude. Isabel disse que perdeu seu filho em um acidente de carro, quando ele tinha apenas 17 anos e que quando viu a situação de desespero dos pais de Akonn, não mediu esforços para ajudá-los para que eles pudessem cuidar de seu garotinho. 

 

 

Links: http://razoesparaacreditar.com/gentilezas/cabeleireira-ganha-carro-em-rifa-mas-o-devolve-para-garoto-que-precisava-de-uma-cirurgia/

https://g1.globo.com/rj/regiao-serrana/noticia/cabeleireira-ganha-carro-em-rifa-solidaria-mas-devolve-para-ajudar-crianca-que-precisa-de-cirurgia-fiz-o-que-meu-coracao-pediu.ghtml

Técnico de enfermagem salva paciente após doar medula

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Foto: Vitor Jubini/GZ

O técnico de enfermagem Michel Ângelo Silva de Sousa, 34 anos, teve uma atitude nobre. Ele salvou um paciente doando sua medula.

“É uma chance remota de aparecer alguém compatível. Lá foi aquele paciente que precisou, mas amanhã pode ser alguém da minha família. Não me vanglorio, fiz o que tinha que fazer”, diz

Michel Ângelo, que é do Espírito Santo, havia se disponibilizado para ser doador de medula óssea havia quatro anos. Em 2017, ele teve a chance de fazer o bem.

O paciente

O procedimento foi todo feito em São Paulo, no Hospital de Base, em São José do Rio Preto, em junho do ano passado.

Por questão de sigilo, ele não sabe se é homem ou mulher, criança ou adulto que recebeu sua doação. Mas sabe o importante: que estão felizes, como já era de se imaginar.

“Tanto o paciente quanto a família dele têm interesse em me conhecer, ficaram muito gratos”, diz.

Michel Ângelo espera que com sua história outras pessoas se animem a fazer o cadastro para doação.

“Muitas pessoas morrem antes de aparecer um doador. Eu vi isso no hospital em São Paulo. Às vezes a pessoa acha tão difícil ir ao Hemoes, mas enquanto isso, as pessoas estão aguardando.”

Ajudar fez o técnico em enfermagem rever sua forma de enxergar a vida.

“Muda a forma de olhar a vida, de dar importância à saúde, dar importância a ajudar alguém. Fazer o bem faz bem, de se colocar no lugar do outro. A sensação é de dever cumprido”, diz.

Como doar

Para ser doador, é preciso ter entre 18 e 55 anos, estar em bom estado geral de saúde, não ter doença infecciosa ou incapacitante, não ter câncer ou doença hematológica (do sangue) ou do sistema imunológico

Onde

É possível se cadastrar como doador voluntário de medula óssea no hemocentro do seu estado ou cidade..

Lá é feito um cadastro e retirada uma amostra de sangue.

O material é levado para o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).

Compatibilidade

Ao surgir um paciente compatível, o Redome entra em contato com o doador e confirma o interesse dele em doar.

O doador então passa por diversos exames para atestar as boas condições de saúde e então realizar o procedimento.

 

 

Links: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/01/24/tecnico-de-enfermagem-salva-paciente-apos-doar-medula/

https://www.gazetaonline.com.br/noticias/cidades/2018/01/tecnico-de-enfermagem-doa-medula-e-salva-paciente-1014116110.html

http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/orientacoes/site/home/informacoes_sobre_doacao_de_medula_ossea

Academia dá entrada vitalícia a garoto triste que viralizou em foto

garoto_sirio1-1

Foto: Mahir Alan

Um garoto refugiado, que viralizou em uma foto olhando do lado de fora, pela janela de uma academia na Turquia, ganhou uma surpresa.

A academia deu a Muhammet Halit, de 12 anos, passe livre. Sim, o adolescente poderá malhar de graça pra sempre.

O garoto fugiu da guerra síria há quatro anos com seu pai e passava todos os dias pelo local. Em um deles foi fotografado.

A foto, clicada pelo jornalista turco Mahir Alan, mostra Muhammet Halit, olhando longamente pelas paredes de vidro da academia.

Apesar do frio, o menino usava sandálias e carregava sua caixinha de engraxate na província de Adiyaman, no sudeste do país, enquanto seu pai ganhava dinheiro coletando resíduos recicláveis.

Boa ação

O proprietário do centro de fitness ficou tão emocionado com a foto do menino que foi atrás de Muhammet e lhe ofereceu um passe livre para a academia de ginástica.

“Um menino, olhando pela janela da academia, usando chinelos no meio do inverno e carregando sua mochila. Nosso objetivo era encontrá-lo e oferecer-lhe uma assinatura vitalícia aqui. E, nós fizemos isso. Ele é um dos nossos membros agora “, afirmou Engin Dogan, co-proprietário do ginásio, à Agência Anadolu.

“Ele me encontrou e me ajudou”, disse o adolescente.

“Eu sempre sonhei em perder peso e agora eu acredito que posso fazer isso trabalhando”.

A foto abaixo mostra o menino sírio se exercitando na no Olympic Sports Center.

 

Fontes: http://www.sonoticiaboa.com.br/2018/01/10/academia-da-entrada-vitalicia-garoto-triste-que-viralizou-em-foto/

https://www.goodnewsnetwork.org/gym-gives-free-lifetime-pass-refugee-boy-staring-longingly-window/

Mundo não está tão ruim quanto se pensa, revela pesquisa

mundo-pesquisa-close-2

Foto: Pixabay

 

Uma pesquisa divulgada pela Ipsos-Mori – chamada Perigos da Percepção – mostra que o mundo não está tão ruim como pensam as pessoas.

A partir de quase 30 mil entrevistas conduzidas entre setembro e outubro passado em 38 países, a enquete testou a percepção das pessoas sobre 14 temas que causam preocupação, ou são de grande importância na mídia, para saber se elas achavam que esses assuntos estavam perto da realidade – “realidade” baseada em informações retiradas “de uma variedade de fontes verificadas”, segundo a Ipsos-Mori.

A conclusão da pesquisa é de que pessoas no mundo inteiro estão bem equivocadas sobre a verdade de questões-chave e características da população de seus próprios países.

E no ranking dos países cujas populações mais “erraram” – onde a média percentual obtida pelas respostas esteve mais distante do número “real” – o Brasil aparece em segundo lugar, atrás apenas da África do Sul.

Os enganos

Veja algumas informações que não correspondem à realidade, mas mesmo assim a população acredita:

No Brasil, a taxa de homicídios hoje é bem mais alta do que no ano 2000: falso.

No Brasil quase metade das meninas e mulheres de 15 a 19 anos engravidaram: falso.

No Brasil quase metade dos adultos sofrem de diabetes: falso.

Essas afirmações falsas refletem o que pensa a maioria dos brasileiros, segundo a pesquisa da Ipsos-Mori.

As verdades

O estudo mostra, por exemplo, que a taxa de homicídios caiu na maioria dos países analisados, nos últimos 15 anos, mas que a maior parte das pessoas acredita que o quadro piorou.

No Brasil, 76% têm essa percepção, embora o índice tenha permanecido estável em relação ao ano 2000, usado como base de comparação – estável mas ainda é alto, claro.

A porcentagem de mulheres entre 15 e 19 anos que têm filhos também é superestimada. No Brasil, a média estimada pelos entrevistados foi de 47% – quase a metade das mulheres adolescentes do país. Mas o dado registrado no Brasil corresponde a 6,7%.

O índice de mortes por ataques terroristas ao redor do mundo, que nos últimos anos diminuiu em relação aos 15 anos anteriores, também é percebido de forma equivocada. Apenas um quinto das pessoas entre todas as entrevistadas nos 38 países acredita que houve queda.

Motivo

Essa lacuna entre percepção e realidade existe porque que muitos enxergam as coisas piores do que são por estarem preocupadas.

“Nós sabemos de estudos anteriores que isso ocorre, em parte, porque superestimamos o que nos causa preocupação”, diz Bobby Duffy, diretor gerente da Ipsos Public Affairs, em texto para apresentar os resultados da pesquisa.

Os pesquisadores afirmam que somos geneticamente programados para acreditar mais nas más do que nas boas notícias.

Cérebro armazena o negativo

Nossos cérebros, segundo os pesquisadores, processam informações negativas de um jeito diferente e as armazenam de forma a estarem mais acessíveis que as positivas.

Um neurocientista comprovou isso mostrando a pessoas imagens de coisas conhecidas, como pizzas e Ferraris, para estimular sensações positivas, e outras, como um rosto mutilado e um gato morto, por exemplo, para despertar outro tipo de reação.

A partir desse experimento, ele mediu a atividade elétrica no cérebro e constatou que respondemos mais fortemente a imagens negativas.

Papel da mídia

A mídia, geralmente, leva a culpa por mergulhar as pessoas em um mar de desânimo e pessimismo.

Eles questionam: se somos alimentados com uma dieta [de notícias] tão implacavelmente negativa, é de admirar que acabemos pensando que o mundo é um lugar terrível?

Na prática, essa hipersensibilidade que temos a informações negativas – ou a más notícias – aparentemente desempenha uma função importante na evolução.

Um cérebro mais sensível a más notícias reage mais intensamente a informações sobre possíveis perigos – a defesa – o que acaba pesando no instinto de sobrevivência.

 

Fontes: http://www.sonoticiaboa.com.br/2017/12/26/mundo-nao-esta-tao-ruim-quanto-se-pensa-revela-pesquisa/

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-42485737

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