Author Equipe UC

Professor Zane com as malas - Foto: reprodução / UpWorthy

Quando um professor generoso de escola primária dos EUA soube do fechamento dos colégios por causa da covid, imediatamente ele pensou o que seria dos alunos que dependiam da comida servida lá.

Para garantir que estudantes não passassem fome,  Zane Powles, mapeou as crianças que recebiam alimentação gratuita e começou a levar diariamente na casa deles… a pé, numa viagem pelo bairro que dura quase três horas.

O pessoal da escola prepara o almoço – que inclui um sanduíche, dois pedaços de frutas, batatas fritas e sobremesas – Zane embala, põe em mochilas e sacolas pesadas e começa a distribuição.

“Até o final desta semana, andarei mais de 160 quilômetros. Estou feliz por poder avançar e fazer minha parte”, disse ele.

Professor assistente da Western Primary School, em Grimsby, na Inglaterra, Zane Powls também usa essas corridas diárias para verificar como estão os alunos em meio à pandemia e para levar trabalhos escolares para eles.

“As crianças ficam realmente felizes em me ver, acredite ou não, até verem todos os papéis em minhas mãos”.

“É ótimo porque posso garantir que todas as nossas famílias estejam bem e manter essa conexão com a escola para as crianças”.

A ideia

Powles explicou que ele teve a ideia depois que a administração da escola achou que não seria prático que as famílias pegassem as refeições patrocinadas pelo estado no campus.

“Temos famílias vulneráveis que precisam de ajuda, então tivemos que elaborar um plano”, disse ele ao Good Morning America .

De acordo com o Independent , desde que o bloqueio foi imposto, Powles tem transportado mochilas enormes, que pesam quase 20 kgs – mais trabalhos de casa – para pelo menos 78 alunos todos os dias.

“Os pais e as crianças chegam à janela ou à porta para acenar e dizer olá, alguns pais querem conversar um pouco – acho que sou o único contato adulto que eles conseguem conversar alguns dias”, disse Powles.

Notícia retirada do link:
https://www.sonoticiaboa.com.br/2020/04/28/professor-leva-comida-casa-78-alunos-pe-covid/

Professor generoso leva comida na casa de 78 alunos a pé: covid

Professor Zane com as malas – Foto: reprodução / UpWorthy

Quando um professor generoso de escola primária dos EUA soube do fechamento dos colégios por causa da covid, imediatamente ele pensou o que seria dos alunos que dependiam da comida servida lá.

Para garantir que estudantes não passassem fome,  Zane Powles, mapeou as crianças que recebiam alimentação gratuita e começou a levar diariamente na casa deles… a pé, numa viagem pelo bairro que dura quase três horas.

O pessoal da escola prepara o almoço – que inclui um sanduíche, dois pedaços de frutas, batatas fritas e sobremesas – Zane embala, põe em mochilas e sacolas pesadas e começa a distribuição.

“Até o final desta semana, andarei mais de 160 quilômetros. Estou feliz por poder avançar e fazer minha parte”, disse ele.

Professor assistente da Western Primary School, em Grimsby, na Inglaterra, Zane Powls também usa essas corridas diárias para verificar como estão os alunos em meio à pandemia e para levar trabalhos escolares para eles.

“As crianças ficam realmente felizes em me ver, acredite ou não, até verem todos os papéis em minhas mãos”.

“É ótimo porque posso garantir que todas as nossas famílias estejam bem e manter essa conexão com a escola para as crianças”.

A ideia

Powles explicou que ele teve a ideia depois que a administração da escola achou que não seria prático que as famílias pegassem as refeições patrocinadas pelo estado no campus.

“Temos famílias vulneráveis que precisam de ajuda, então tivemos que elaborar um plano”, disse ele ao Good Morning America .

De acordo com o Independent , desde que o bloqueio foi imposto, Powles tem transportado mochilas enormes, que pesam quase 20 kgs – mais trabalhos de casa – para pelo menos 78 alunos todos os dias.

“Os pais e as crianças chegam à janela ou à porta para acenar e dizer olá, alguns pais querem conversar um pouco – acho que sou o único contato adulto que eles conseguem conversar alguns dias”, disse Powles.

Notícia retirada do link:
https://www.sonoticiaboa.com.br/2020/04/28/professor-leva-comida-casa-78-alunos-pe-covid/

Voluntários tiram dependentes químicos das ruas: proteger da covid

Dependentes chegando na fazenda – Foto: Salve a Si/divulgação

Dependentes químicos que vivem nas ruas e na chamada cracolândia, no centro de Brasília, estão sendo levados espontaneamente para uma fazenda na zona rural de Cidade Ocidental, na divisa com Goiás, para protegê-los do coronavírus e também tentar livrá-los das drogas.

Eles estão sendo cuidados pela comunidade terapêutica da ONG Salve a Si, que ajuda dependentes há 12 anos na capital federal.

“Isolamos uma casa inteira, mobiliamos, organizamos, equipamos e colocamos 12 novos leitos [na fazenda]. Fizemos uma área de desintoxicação de início de acolhimento, também isolamos, equipamos melhor pra que todos que cheguem façam a desintoxicação prévia e depois sigam para a casa 1, a sede da fazenda que também foi isolada”, contou em entrevista ao SóNotíciaBoa José Henrique França Campos, de 45 anos, fundador da ONG Salve a Si.

Especialista em dependência química e alcoolismo, ele explicou como está separando os recém-chegados dos demais, para evitar uma possível contaminação pela covid-19 dentro da fazenda:

“Eles passam antes pela rede de pública de saúde, [pra ter] garantia de que todos estão assintomáticos e cada um deles passa 15 dias na [ala de] desintoxicação na casa 1, antes de se juntar aos demais acolhidos na fazenda”.

Nas últimas 3 semanas a ONG retirou das ruas “32 homens entre 18 e 60 anos que foram acolhidos dentro desse protocolo [de segurança]. Todos que estão chegando no novo acolhimento estão usando máscaras e não estão em convívio com os demais acolhidos. Estão isolados”, afirmou.

Lá eles reaprendem a viver sem as drogas, em tempos de isolamento social.

“A fazenda tem álcool pra todo mundo, [eles fazem] duas vezes assepsia geral com cloro, água sanitária, todos com protocolo de 5 vezes ao dia lavarem as mãos com sabão e depois passarem álcool.

Mais acolhidos

Mas o trabalho não terminou. Esta semana a ONG vai aumentar as triagens para tentar tirar mais dependentes das ruas.

Eles usam a alimentação como chamariz da população de rua, para construir vínculo com os dependentes químicos… e quem prepara os pratos são jovens que foram retirados das ruas e estão em tratamento na fazenda.

“As pessoas que estão recebendo alimentação na rua, estão pedindo vaga, estão sendo encaminhadas para nossa triagem, pra rede pública de saúde. Esta semana nós passaremos mais 15 acolhidos para se juntarem aos demais, se estiverem assintomáticos e sem risco do novo coronavírus”, disse.

Visitas interrompidas

A ONG interrompeu as visitas de familiares aos acolhidos que já estavam na fazenda para evitar aglomerações.

Os atendimentos estão sendo feitos na “Igreja Nossa Senhora das Mercês, mantendo o distanciamento de 2 metros mínimo, todos de máscara, entregando pertences dos seus acolhidos e recebendo as cartas e demais itens que eles encaminham para a família”.

Mas para matar a saudade, foi criado um sistema de vídeo.”

“Estamos fazendo vídeos e transmitindo para que as famílias possam ver e vice-versa. Dessa forma, nossos acolhidos estão tendo algum contato com seus familiares e logo que passe o problema do isolamento, as atividades voltarão ao normal, é o que mais desejamos”, disse Henrique.

“Não vamos perder as vidas que pedem ajuda pra se recuperar da dependência química. [A meta é livrar] essas pessoas da violência e do risco de contágio do novo coronavírus”, concluiu o fundador da Salve a Si.

Doações

A ONG sobrevive com apoio do Governo Federal, do Governo do Distrito Federal e também recebe doações em dinheiro na conta:

Banco do Brasil
Agência 2887-8
Conta corrente 14.875-x
CNPJ 11.208.669/0001-90

Links com o conteúdo original:
https://www.sonoticiaboa.com.br/2020/04/21/voluntarios-tiram-dependentes-quimicos-ruas-proteger-covid/

Ministro anuncia: Brasil vai testar remédio com 94% de eficácia contra covid-19

Ministro Marcos Pontes do MCTIC – Foto: Marcello Casal Jr/AgênciaBrasil

O ministro de Ciência e Tecnologia Marcos Pontes fez um anúncio animador nesta quarta, 15. Disse que o Brasil vai testar nas próximas semanas um “remédio promissor” contra covid-19.

Em entrevista coletiva em Brasília, transmitida ao vivo por emissora de rádio e TV, ele afirmou que o medicamento demonstrou ter 94% de eficácia em análises in vitro, com células infectadas pelo novo coronavírus.

Ele revelou que ao menos 500 pacientes com a covid-19 – que não estejam em estado grave – vão participar dos estudos clínicos.

Marcos Pontes não quis revelar o nome do remédio para não provocar uma corrida às farmácias antes que o medicamento seja testado e tenha um laudo conclusivo. Só afirmou que não se trata da cloroquina. É um outro remédio.

“Para garantir a continuidade dos testes clínicos, e por questões de segurança, o nome do medicamento selecionado será mantido em sigilo até que os resultados dos testes clínicos demonstrem a sua eficácia em pacientes”, informou em entrevista coletiva.

Ele revelou apenas que o remédio tem formulação pediátrica e preço acessível.

“O que se pode adiantar é que o fármaco tem baixo custo, ampla distribuição no território nacional e sua administração não está relacionada a efeitos colaterais graves e que pode ser usado por pessoas de diversos perfis inclusive em formulações pediátricas”, afirmou.

Pontes revelou que as análises preliminares apontaram que o remédio não teria efeitos colaterais para os pacientes.

Previsão 

Pontes falou que o remédio já é produzido no Brasil e “não nos deixa dependentes de outros países”.

“Imaginando que tudo isso funcione, pois nós estamos entrando nos testes clínicos, vamos ter um medicamento, testes e a vacina, essa mais para frente. Esperamos no meio de maio ter uma ferramenta efetiva para combater essa pandemia no Brasil”, disse Pontes.

Como

O remédio teria sido descoberto após testes com cerca de dois mil medicamentos.

Cientistas do CNPEM/MCTIC usaram alta tecnologia biologia molecular e estrutural, computação científica, quimioinformática e inteligência artificial para encontrar seis moléculas promissoras que foram testadas in vitro com células infectadas pela covid-19.

Dos seis remédios pesquisados, dois reduziram a replicação viral em células e o remédio mais promissor teve 94% de eficácia nos ensaios com células infectadas.

Notícia retirada dos links:
https://www.sonoticiaboa.com.br/2020/04/15/ministro-anuncia-brasil-testar-remedio-promissor-covid/
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-04/covid-19-ministro-marcos-pontes-fala-sobre-pesquisas-brasileiras

Brasileiros de baixa renda não vão pagar conta de luz por 3 meses: covid

Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

A população brasileira de baixa renda não vai precisar pagar conta de luz durante três meses, por causa do isolamento social que impede muita gente de trabalhar.

Medida Provisória que determina a isenção saiu no Diário Oficial desta quarta, 8 e foi anunciada em pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro em cadeia de rádio e TV.

Estão isentas do pagamento famílias com consumo mensal de energia elétrica inferior ou igual a 220 quilowatts-hora (kWh).

Elas não precisarão pagar a conta de luz, no período de 1º de abril a 30 de junho deste ano.

A energia elétrica dessas famílias será paga com recursos para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), limitado a R$ 900 milhões.

“O governo soluciona as duas questões mais urgentes identificadas pelas equipes do Ministério de Minas e Energia e do Ministério da Economia: a perda da capacidade de pagamento dos consumidores de baixa renda, beneficiários da tarifa social, e a perda da capacidade financeira das distribuidoras de energia elétrica, com o aumento da inadimplência e a redução do consumo de energia”, informou o ministério de Minas e Energia.

No dia 25 de março a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) proibiu o corte de luz em residencias com contas atrasadas. No entanto, a companhia orienta que os consumidores não deixem de pagar as faturas mensais.

Notícia retirada do Link:
https://www.sonoticiaboa.com.br/2020/04/09/brasileiros-baixa-renda-nao-vao-pagar-conta-luz-3-meses-covid/

Campanha: Os moradores de algumas comunidades do Rio de Janeiro e de São paulo, muito por conta do Covid-19, não estão conseguindo trabalhar e com isso não estão conseguindo colocar comida em casa, fato que motivou alguns voluntários à fazerem uma campanha chamada “favelas esquecidas”, na qual fazem uma vaquinha online com a finalidade de comprarem cestas básicas para essas pessoas. Veja mais no link abaixo:

https://voaa.me/favelas-esquecidas?page=4

200 mil pessoas já venceram o coronavírus no mundo: ranking

Mais de 200 mil pessoas no mundo já venceram o coronavírus.

Até a manhã desta quinta, dia 2, o número passava de 202,5 mil, de acordo com o painel online da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos.

A quantidade de pessoas recuperadas aumentou em quase 50 mil desde o último dia 30, quando postamos o balanço daquele dia da Johns Hopkins.

A maior parte das pessoas recuperadas é da China.

Veja o ranking dos recuperados:

China – 76,5 mil

Espanha – 26,7 mil

Alemanha -19,1 mil

Itália – 16,8 mil

Irã – 16,7 mil

França – 11,0 mil

EUA – 8,6 mil

Coreia do Sul – 5,8 mil

Suíça – 4,0 mil

Bélgica – 2,4 mil

O Brasil aparece em 36º na lista, com 127 casos de pessoas que se recuperaram da covid-19.

Até agora estão confirmados 952 mil casos da doença no mundo, com 48 mil mortos.

Notícia retirada do link:
https://www.sonoticiaboa.com.br/2020/04/02/200-mil-pessoas-venceram-coronavirus-mundo-ranking/

Jovens de Brasília produzem máscaras em 3D e doam pra hospitais

Foto: #brasiliamaiorquecovid

Voluntários e um residente do Hospital Universitário de Brasília, o HUB, estão produzindo máscaras especiais de proteção com tecnologia 3D. As máscaras são distribuídas gratuitamente em hospitais do Distrito Federal.

“Eu percebi que o processo para compra e a logística dos materiais necessários para combater a doença demoravam para ser feitos. Com isso, começou a faltar materiais para os profissionais”, lembra o médico residente, Pedro Henrique de Morais, de 34 anos, idealizador do projeto..

“Depois disso, eu fui pesquisar sobre como produzir as máscaras. Eu me juntei a profissionais de uma startup e produzimos o equipamento por meio de uma impressora 3D”, explicou o médico.

O projeto está no Instagram e foi chamado @bsbmaiorqueocovid .

Entregas

Graças ao trabalho, já foram entregues mais de 400 máscaras em diversas unidades de saúde. Tudo de forma gratuita.

Pedro contou que a iniciativa “Brasília maior que o Covid-19” ganhou diversos adeptos e colaboradores.

“Já pensamos em produzir novos equipamentos além da máscaras. Por exemplo, peças de ventiladores mecânicos. Como a demanda é alta, temos o objetivo de entregar duas mil máscaras aos hospitais”, disse.

No caso dos ventiladores, é preciso que as autoridades deem autorização para que sejam fabricados.

Ajuda

O projeto precisa de ajuda para se manter.

Por isso, o grupo criou uma vaquinha on-line, e uma conta em um banco, para que a verba arrecadada custeie a produção.

As doações também podem ser feitas pela conta de:
Thiago Yuji Hirano
Banco do Brasil
Agência 4594-2 – conta corrente 207783-3

Notícia retiradas dos sites:
https://www.sonoticiaboa.com.br/2020/03/26/jovens-brasilia-produzem-mascaras-3d-doam-hospitais/
https://www.metropoles.com/distrito-federal/coronavirus-grupo-usa-impressora-3d-para-fazer-mascaras-no-df

Enfermeira brasileira viaja países pobres cuidando de crianças com HIV

Rebecca com crianças na África – Fotos: arquivo pessoal

Uma enfermeira brasileira está levando, voluntariamente, esperança e cuidados a crianças com HIV que vivem em países pobres.

Natural de São Caetano do Sul, no Grande ABC, em São Paulo, Rebecca Alethéia, de 34 anos, viaja o mundo desde 2017.

Mas ela conta que a paixão por ajudar começou bem antes, em 2009, quando atuava com crianças e adolescentes vivendo com HIV/AIDS, no primeiro emprego dela, na cidade vizinha de Mauá.

Direto da África, onde se encontra atualmente, ela disse ao site SóNotíciaBoa.com.br que já perdeu a conta de quantas crianças atendeu.

“Estou viajando como enfermeira ao redor do mundo há 3 anos. Passei pelo TadjiquistãoMoçambique e agora estou no Malawi auxiliando em um projeto da Community Forum (COFO) juntamente com a Worldpackers”, disse.

Súplicas

Mestre em ciências da Saúde, com graduação em enfermagem e especialista em Infectologia, Rebecca ouve das crianças verdadeiras súplicas pela cura de pais e avós. Entre as histórias que mais tocaram o coração da brasileira está a da menina Aline – nome fictício para preservar a criança.

Depois de acompanhar um evento de prevenção de HIV/Aids em uma escola a garota perguntou: “se eu nunca tive relação sexual, nunca usei droga, como essa doença veio parar no meu corpo?”

A pergunta fez Rebecca refletir sobre a realidade da mulher diagnosticada com HIV.

“Ser mulher com HIV no mundo… [no qual] as mulheres são criadas para se casarem, o estigma, o preconceito, é muito alto quando se trata de HIV. É pensar que provavelmente essa garota não se case e a família não receba o seu dote, é provável que essa menina escolha a morte do que viver”, afirma.

Ela conta que outro grande desafio “tem sido trabalhar com o casamento prematuro, e a garantia de que meninas não abandonem a escolas”.

Rebecca explica que trabalhar com HIV/Aids vai além de pensar nas 3 vertentes: prevenção, controle e no tratamento.

“A revelação diagnóstica sempre fez parte do processo, uma vez que as crianças precisam saber o seu diagnóstico para aderirem o tratamento e prevenir uma adolescência menos traumática”, explica.

Do próprio bolso

Como voluntária, Rebecca vive um dia após o outro.

“Na atual viagem, utilizo dos meus recursos próprios. Tenho que arcar com tudo, transporte… porém, como estou oferecendo meu trabalho, recebo alimentação e hospedagem em troca, um jeito de ambos se ajudarem”, afirma.

Perguntamos por que ela decidiu viajar o mundo para ajudar pessoas nessa situação?

“Uma mulher negra não sai em vão no mundo pra ajudar, nos nascemos ajudando. Nossas comunidades têm sido assoladas diariamente por crimes, doenças, falta de acesso aos serviços públicos, recursos financeiros… Fica quase que impossível transitar por esse mundo e não colocar a mão na massa, não ser agente de mudança”, diz.

E ela cita um pensamento da filósofa Angela Davis: “Quando a mulher negra se movimenta, toda a estrutura da sociedade se movimenta com ela”.

“A minha árvore já tem raiz, os frutos estão caindo e germinado em outro quintal, é por este motivo que estou no mundo”, afirma.

Volta ao Brasil

Rebecca Alethéia segue no Malawi. Ela está na África desde janeiro de 2019 e volta ao Brasil no dia 23 de abril.

Perguntamos se ao retornar ela pretende cuidar de crianças brasileiras. Ela respondeu que gostaria, mas disse volta sem emprego.

“Não sei do meu futuro, por hora nem se regressarei trabalhando no Brasil… Não posso prever… Estou voltando, mas isso não quer dizer que em 2 ou 3 meses eu arranje um trabalho pelo mundo”, concluiu.

Notícia retirada do site: sonoticiaboa.com.br

link:
https://www.sonoticiaboa.com.br/2020/03/11/enfermeira-brasileira-viaja-paises-pobres-cuidando-criancas-hiv/

Biólogo cria sacola que cai no mar e vira comida para peixes

Fotos: reprodução / Instagram

O biólogo Kevin Kumala (foto acima) criou uma sacola feita de mandioca e caso seja jogada no mar, ela pode servir de alimento para peixes.

Nascido na Indonésia, Kevin criou a sacola após retornar dos Estados Unidos para o seu país e dar de cara com o acúmulo de lixo em Bali, ilha onde nasceu.

O biólogo desenvolveu e passou a vender produtos que aparentam ser feitos de plástico, mas têm como matéria-prima o tubérculo, que não prejudica o meio ambiente.

Em 2014 ele criou a empresa Avani Eco. Lá, Kevin vende sacolas, canudos, talheres, copos e embalagens, todos feitos com materiais sustentáveis, com tempo de decomposição de cem dias.

“Nossos sacos de mandioca de tamanho médio podem transportar até 8 libras (3,5 kg) se transportar produtos secos”, diz o perfil da empresa no Instagram.

Segundo o site da empresa, ela já substituiu três toneladas de produtos não sustentáveis desde 2016.

“Nós buscamos continuamente nos tornar uma ponte para ajudar e encorajar comunidades e negócios a produzirem iniciativas que gerem um impacto sustentável para o meio ambiente. Encorajando o uso do termo ‘responsável’ como um valor central dos três fatores chave: reduzir, reutilizar, reciclar”, diz o site da empresa.

Estima-se que, em 2050, o mundo produzirá 33 bilhões de toneladas de plástico.

O material demora 400 anos para se decompor.

Fontes:
https://www.sonoticiaboa.com.br/2020/01/26/biologo-cria-sacola-que-cai-no-mar-e-vira-comida-para-peixes/
https://emais.estadao.com.br/noticias/comportamento,sacola-feita-com-mandioca-e-alternativa-sustentavel-ao-plastico,70003132941

Vírus que mata todo tipo de câncer começa a ser testado em humanos

Fonte: News Corp Australia

A Austrália vai começar a testar em humanos um vírus que pode matar todo tipo de câncer.

Curiosamente, trata-se de um vírus conhecido, o da varíola bovina, extinto há mais de 200 anos.

A empresa de biotecnologia australiana Imugene, que licenciou a inovação, projetou o novo vírus. Chamado CF33, ele reduziu tumores com sucesso em testes com camundongos e no início de 2020 será testado em pacientes com câncer de mama, melanoma, câncer de pulmão, bexiga, câncer de estômago e intestino.

Vírus inofensivo

O professor Yuman Fong, especialista dos EUA que projetou o vírus, disse que a varíola bovina é inofensiva em humanos e a misturou com vários outros vírus que os testes mostraram que poderiam matar o câncer.

O tratamento inovador fará com que os pacientes injetem o vírus diretamente em seus tumores, onde é esperado que infectem as células cancerígenas e as explodam.

Espera-se que o vírus alerte o sistema imunológico de que existem células cancerígenas no corpo e o levará a procurar e matar outras células doentes.

Os testes

Yuman Fong está na Austrália nesta semana para conhecer representantes da Imugene e planejar os ensaios clínicos.

Fong projetou o vírus no Hospital City of Hope, em Duarte, Califórnia, EUA.

O chamado “estudo da cesta”, que será realizado na Austrália e em outros países, vai registrar pacientes com câncer de mama triplo negativo, melanoma, câncer de pulmão, bexiga, câncer de estômago e intestino.

Os pesquisadores acreditam que isso mostrará onde o tratamento é mais eficaz mais rápido do que apenas testar em um tipo de câncer.

O professor Fong está esperançoso porque uma outros vírus mais específicos para matar o câncer já estão se mostrando eficazes no combate ao câncer em humanos.

Tipos de virus

Cientistas americanos transformaram o vírus que causa o resfriado comum em um tratamento para matar o câncer no cérebro – em alguns pacientes o câncer desapareceu por anos antes de retornar, em outros ele encolheu consideravelmente os tumores.

Uma forma modificada do vírus do herpes, ou herpes labial chamada Imlygic ou T-Vec, está sendo usada para tratar o melanoma.

Ela ajuda o sistema imunológico do corpo a reconhecer e destruir tumores e, em seguida, encontra outras células de melanoma por todo o corpo e as mata.

Imunoterapia

O professor associado do pesquisador australiano Tom John, do Instituto de Pesquisa de Câncer Olivia Newton John, testou recentemente outro tratamento contra vírus em combinação com a imunoterapia Keytruda em 11 pacientes com câncer de pulmão e 3 pacientes viram seus tumores reduzirem de tamanho.

“Houve evidências de que os vírus poderiam matar o câncer a partir do início dos anos 1900, quando as pessoas vacinadas contra a raiva tiveram seu câncer desaparecido e entraram em remissão”, disse o professor Fong.

Pesquisas anteriores usando vírus para matar câncer falharam porque os vírus usados eram muito tóxicos; outros tratamentos só conseguem lidar com câncer em células específicas, como pele ou tecido hepático.

“O problema era que, se você tornava o vírus tóxico o suficiente para matar o câncer, estava preocupado que também matasse o homem”, concluiu ele.

Fontes:
http://www.sonoticiaboa.com.br/2019/11/13/virus-mata-todo-tipo-cancer-comeca-testado-humanos/
https://www.news.com.au/national/human-trials-to-begin-next-year-using-a-virus-to-kill-cancer/news-story/f38cd02d2652a2ff3ae90a51b4893423?utm_source=DesignTAXI&utm_medium=DesignTAXI&utm_term=DesignTAXI&utm_content=DesignTAXI&utm_campaign=DesignTAXI

Costureira reforma bonecas do lixo e transforma Natal de crianças

Foto: reprodução site só notícia boa

Chiquita Costureira, como é conhecida, decidiu transformar o Natal de crianças que sonham com bonecas novinhas.

Francisca Monteiro Alves, de 67 anos – moradora do bairro de Santana, em Cariacica, no Espírito Santo – começou a reciclar bonecas e ursos de pelúcia que iam pro lixo.

A inspiração surgiu da própria infância pobre, ao lado dos seis irmãos em Aimoré, Minas Gerais. Eles não tinham brinquedos no Natal.

A ideia

Francisca conta que apesar de ter costurado por toda vida, foi em 2016 que ela teve a ideia de reformar bonecas.

Ao escutar de uma amiga sobre a felicidade de crianças quando recebem brinquedos de doações no Natal, ela decidiu que queria proporcionar sorrisos também.

“Eu tinha muitos retalhos, arrumei algumas bonecas velhas, revirei até no lixo, consertei todas e doei 43 bonecas.

Foi quando eu pude ver os sorrisos das crianças e decidi que faria isso sempre, cada ano em uma comunidade diferente. Em 2018, fiz 111”, recorda.

“Já em 2019, consegui bonecas em condições péssimas. Acho que por conta de chuvas e alagamentos. Mas recuperei, mesmo as piores, e as deixei bem bonitas”, conta.

Entre ursos e bonecas, foram mais de 200 brinquedos esse ano.

Cerca de 30 já foram doados para crianças do bairro Soteco, em Vila Velha.

“Ainda tenho 180 em casa, que serão entregues em Novo Horizonte, Cariacica”, comemorou.

FONTES:
http://www.sonoticiaboa.com.br/2019/12/05/costureira-reforma-bonecas-lixo-transforma-natal-criancas/
https://www.agazeta.com.br/es/gv/moradora-de-cariacica-transforma-lixo-em-bonecas-para-doar-no-natal-1219?utm_medium=redacao&utm_source=facebook&fbclid=IwAR24CJBK0QXJjrB2CMpFjvbgmBhs_f5Hfl1PYG_UWbJWgZVTI8nLUxX3l3I

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